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Concurso Tempestade

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Concurso Tempestade

Mensagem por Caos em Sex Nov 25, 2011 9:34 pm

Concurso Tempestade





Olá, campistas. Irá acontecer mais um teste para ser meu filho. O teste não será nada complexo, basta que você tenha um mínimo de imaginação e conseguirá fazê-lo. Antes de postar o teste, leia com atenção, para não cometer tantos erros ortográficos. Deverá ser mandado até o dia 17/07.

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The Thest

Os testes terão o seguinte formulário:

Nome: Escreva aqui seu nome (Em ON)
Por que quer ser filho de Zeus: Escreva aqui o por quê de querer ser filho do deus dos céus e meu irmão.
Tem algum fake no fórum? Se sim, qual é? Escreva aqui quais são seus fakes, assim saberemos se você é ou não ativo.
Quando entra no fórum? Aqui é pra dizer quando você entra no fórum. Se é regularmente é ativo, etc. Caso não entre, diga o por quê.


Código:
[b]Nome:[/b] Escreva aqui seu nome (Em ON)
[b]Por que quer ser filho de Zeus:[/b] Escreva aqui o por quê de querer ser filho do deus dos céus e meu irmão.
[b]Tem algum fake no fórum?[/b] Se sim, qual é? Escreva aqui quais são seus fakes, assim saberemos se você é ou não ativo.
[b]Quando entra no fórum?[/b] Aqui é pra dizer quando você entra no fórum. Se é regularmente é ativo, etc. Caso não entre, diga o por quê.

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The Test

Após preencher TODOS esses campos (poucos), é necessário criar agora uma luta de você, como CAMPISTA, lutando contra:

- Minotauro
- Empousa
- Ciclope
- Dracaenae
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Re: Concurso Tempestade

Mensagem por Richard B. Taylor em Sab Nov 26, 2011 9:16 am

Nome: Aronian M. Fulgor
Por que quer ser filho de Zeus:Pois é um deus muito poderoso e sei que sendo filho dele poderei fazer grandes coisas...^^
Tem algum fake no fórum? Já joguei como Matt e Dylan mas parei a algum tempo, só voltei agora...=)
Quando entra no fórum? Entro todos os dias, no mínimo 2 horas diárias.

Teste


Tudo parecia perfeito, Aronian tinha muitos amigos que sempre o ajudavam, nas mais diversas necessidades, possuía também uma ótima mãe, que desde sempre cuidava do rapaz sem a ajuda do pai, que pelo o contado pela mãe, havia morrido a muito tempo, antes do nascimento do garoto. Mesmo com tudo de bom acontecendo na vida do jovem, algo ainda parecia incompleto, ele sentia um estranho vazio dentro de si, como se existisse algo que ele desconhecesse, algo que era de extrema importância para sua vida e que ele não sabia. Talvez fosse o fato de não ter conhecido seu pai, e sempre que perguntava mais sobre ele a sua mãe, ela mudava de assunto. Foi assim que tudo ocorreu até que ele completasse 16 anos, foi nesta data que sua mãe, parecendo nervosa, chamou-o para o quarto e calmamente lhe contou toda a verdade, contou-o sobre seu pai ser um Deus e não um deus qualquer, era o deus dos Deuses, era Zeus. Entretanto, contar aquilo a seu filho poderia a deixar em perigo, criaturas das trevas dariam muito para ter a cabeça de um semideus, ainda mais de um tão especial. O Jovem não sabia o que fazer, não sabia como reagir a tal verdade, saber de tanta coisa assim de uma vez só, saber que seu pai estava vivo e que era um deus não era algo fácil de se lidar quando havia pensado que o mesmo estava morto a mais de 15 anos.
Agradeceu sua mãe que começou a se acalmar rapidamente ao perceber que seu filho, apesar de tudo estava contente com o que havia escutado. Logo o jovem foi até sua cama, afinal já era tarde, porém não conseguiu dormir, apenas ficou deitado, olhando fixo para o teto enquanto tentava assimilar aquilo tudo que lhe foi passado.

Levantou-se como em todos os dias, bem disposto, naquela noite havia pensado em algo que colocaria em prática naquela manhã.
Foi até a cozinha e viu sua mãe que preparava o café, e ao vê-lo sorriu para o filho, que retribuiu, mas logo sessou ficando com um semblante mais sério, aproximou-se de sua mãe e começou a contar-lhe seu objetivo.

A mãe ao ouvir quase chorou, seu filho lhe havia contado que sairia em busca de seu pai, colocaria-se em perigo para achar o seu pai e seguir o seu sangue, o sangue de um semideus. Sua mãe no fundo já sabia que aquele dia chegaria e logo conformou-se, foi até o telefone e ligou para alguém que pelo nome era desconhecido pelo semideus, Karjakin.

O tempo passou, e aquele maravilhoso dia de domingo já estava entrando na parte da tarde, tudo parecia calmo e tudo o que o jovem precisava para a viagem já estava ajeitado, faltava agora apenas esperar aquele que foi chamado, aquele que era desconhecido, mas pelo o que foi-lhe dito pela mãe, o ajudaria a chegar com mais segurança a um tal de acampamento meio-sangue.

Passaram-se mais alguns minutos e logo alguém tocara a campainha, Aronian foi até a porta e ao abri-la viu um estranho homem, que estava coberto dos pés até a cabeça, onde ficava um chapéu que o deixava com um ar de mistério.
O Homem entrou rapidamente assim que a porta foi aberta, correu até Susan, a mãe de Aronian e perguntou.

Já disse a ele? - Perguntava para Susan, que apenas mexia a cabeça fazendo sinal de negação, o homem olhou para o semideus e tirou rapidamente as calças e o chapéu, revelando um par de pernas de bode e dois pequenos chifres que ainda pareciam recém nascidos.
O garoto espantou-se, porém sabia o que era aquilo, um sátiro é claro, Aronian sempre leu muito sobre mitologia grega e conhecia muitas das criaturas que existiam nela.

O Sátiro aproximou-se do rapaz, e explicou a ele o que estava acontecendo, disse que era o seu protetor e guia e "tentaria" levá-lo com mais segurança até o destino almejado. Aronian apenas riu, e explicou que nada seria desafio para ele, confiante como sempre partiu junto do rapaz, pegando o carro de Susan, começaram a viagem que parecia que iria demorar e que não seria nada fácil.

Já fazia-se noite, quando no meio da estrada quase não foi vista uma mulher, que parecia muito bonita, porém desamparada. O Semideus saiu rápido do carro para ver se a mulher precisava de ajuda. O Sátiro percebeu o perigo ao notar a verdadeira face da mulher, porém não foi rápido o suficiente para parar o garoto que já estava bem próximo do que era um verdadeiro monstro.

Karjakin gritou para que ele se afasta-se, grito que foi ouvido a tempo do rapaz saltar para trás antes que fosse perfurado por uma afiada garra feita de bronze, o sátiro explicou-lhe que ali a sua frente encontrava-se uma Empousai, um monstro devorador de homens, que utilizavam de um falso charme para enganá-los e devorá-los.

O Monstro que agora já estava em sua forma completa, correu até os dois aventureiros, indo na direção de Aronian, que só não foi atingido pelo fato de ter sido defendido por Karjakin, que atirou-se na frente do monstro com força conseguindo derrubá-la por um instante e segurá-la, aproveitando esse tempo, gritou para o semideus que pegasse uma espada dentro do carro, era uma espada especial que o ajudaria a lutar contra qualquer que fosse o ser.

Atendendo ao apelo do amigo, pegou a espada e aproveitando que a Empousai estava presa partiu para atacá-la, mas não chegou a tempo e acabou sendo lançado longe pelo impacto do sátiro com seu corpo, o sátiro ainda não tinha chifres e não conseguiu segurar o monstro, sendo lançado de encontro a Aronian que bateram no carro fortemente.

Levantaram com algumas escoriações pelo corpo, mas ainda estava bem dispostos a lutar, os dois começaram a rodear a criatura que estava com a mão esquerda machucada pelo impacto com Karjakin. O Sátiro mais uma vez com seus pequeninos chifres, atacou a Empousai conseguindo prendê-la mais uma vez e dessa vez o semideus chegou a tempo de cravar a espada no peito do monstro, que caiu ao chão já sem vida.

Quando voltaram ao carro para prosseguirem viagem, perceberam que o motor havia sido muito afetado pelo impacto dos dois no carro e a partir dali teriam que ir andando, o que seria mais perigoso, porém não demoraria tanto, visto que haviam dirigido quase todo o percurso.

Andaram pouco tempo, quando Aronian sentiu um empurrão que o levou ao chão, não percebeu de imediato o que havia acontecido, porém ao olhar o local onde estava viu uma lança cravada fortemente no chão. Karjakin o havia salvo mais uma vez, realmente era o seu protetor. Logo foi-lhe explicado que agora o seu oponente era uma Dracaenae, uma mulher cobra, que foi atraída pelo "cheiro do semideus".

A fera estava no alto de uma árvore, mas desceu rapidamente arrancando sua lança do chão e apontando-a para o semideus, como um desafio, enquanto na sua mãe esquerda carregava um grande escudo para sua proteção.
O Sátiro pegou uma grande pedra que estava no chão para poder usar como arma, Aronian já não se assustava fácil, cada ser que aparecia lhe dava mais determinação para continuar lutando. Avançou contra a criatura e quando a fera lançou seu ataque, rolou desviando para esquerda e com um rápido movimento arrancou o braço esquerdo do monstro que deixou cair o escudo dando um ensurdecedor grito de dor.

Pensando rápido, o garoto pegou o escudo e o empunhou para usá-lo a seu favor, e antes que a criatura pudesse se recompor, uma pedra atingiu-lhe a cabeça, pedra jogada por Karjakin deixando a monstra ainda mais desnorteada, e aproveitando correu até o monstro e arrancou-lhe a cabeça, entretanto acabou sendo atingido no peito por uma das caldas da criatura sendo lançado ao chão, ficando com mais alguns ferimentos e arranhões nas costas.
Se monstros continuassem aparecendo daquela forma, ele talvez não aguentasse tanto tempo.

Continuaram andando e já pareciam estar perto mas, estava entrando em uma área conhecido por ser território de Minotauros e até mesmo ciclops, criaturas que viviam brigando entre si. Depois de alguns minutos andando, sentiram um forte tremor de terra e antes que pudessem fazer qualquer coisa, saiu do meio das árvores um minotauro que deveria ter uns 3 metros, atacou Aronian com seu chifre, entretanto o semideus conseguiu proteger-se com o escudo da Dracaenae, por pouco não foi ferido gravemente. Karjakin atirou uma pedra na cabeça do minotauro, chamando-lhe atenção porém quase não feriu u ser daquele tamanho, Aronian vendo que o bicho havia se distraído com o sátiro, foi por trás e com a espada atacou uma das patas do minotauro, cortando uma parte da pata o fazendo ajoelhar-se.
Ainda de costas, o minotaura virou a mão para trás e acabou acertando o semideus que voou batendo forte contra uma árvore, quase desmaiando por completo. Karjakin vendo aquela situação, rolou por debaixo das pernas do minotauro, e pegando Aronian no colo começou a correr rapidamente até o acampamento que estava a poucos minutos dali, o minotauro mesmo com a pata ferida, ainda era mais rápido e quando já estava alcançando os dois companheiros, foi golpeado fortemente por uma criatura ainda maior que o próprio minotauro. Era um ciclope, uma criatura incrivelmente grande e forte, que possuía apenas um olho no meio da face e aquele não parecia estar para brincadeiras.

O Sátiro correu como nunca carregando o semideus, que ao acordar e ver tamanha criatura o perseguindo, pegou a espada que lhe foi dada por Karjakin e jogou com toda a sua força na direção o monstro, perfurando seu ombro o fazendo gritar de dor.

Saindo dos braços do Sátiro, começou a correr por contra própria enquanto pegavam pedras grandes do chão e arremessavam contra o ser, afinal naquela situação era impossível vencer uma criatura tão grande, deveriam ser realistas, mesmo sendo filho de Zeus, ainda era muito inexperiente e não fazia nem ideia de todo o seu poder.

O Sátiro felizmente, conseguiu acertar uma pedra no olho do gigante, o fazendo ajoelhar-se de tanta dor, o que possibilitou a fuga dos rapazes, que rapidamente chegaram até o acampamento, agora estando protegidos.

Depois de ter lutado tanto contra as mais diversas criaturas, o garoto estava exausto e não aguentou, desmaiou ao entrar no acampamento, porém logo estaria bom e a partir daquele momento, sua aventura realmente começaria.




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Re: Concurso Tempestade

Mensagem por Leon Stender em Qui Dez 08, 2011 9:19 am

Nome: Escreva aqui seu nome (Em ON): Leon Stender
Por que quer ser filho de Zeus: Pois Zeus entre todos os deuses é o mais poderoso e formidável.
Tem algum fake no fórum? Will Rederson, Brandon Ruxe, Polux Rain e Haz Menderson
Quando entra no fórum?Todos os dias, menos quando ocorre um imprevisto.

Narração:


Eu caminhava calmamente nas ruas de New York, o dia era frio e a neve caia lentamente sobre a cidade. Eu não possuía destino, meu caminhar era perdido e calmo, como se eu não queria chegar a algum lugar e isso realmente era verdade, a única coisa que eu queria era ser normal, mas no fundo eu sempre soube que isso nunca seria possível, pois uma coisa eu sabia sobre mim: eu não sou normal.

Durante o caminho eu não conseguia parar de pensar em meu pai, pois eles havia me abandonado e mesmo depois da morte da minha mãe em que eu fiquei sozinho ele nunca apareceu nem para apenas saber se eu estava vivo, mas isso não era tudo antes de sua morte minha mãe disse que eu era filho de um deus, mas nem mesmo ela sabia que deus ele era ao certo e ela também me avisou que eu corria constante perigo e que minha vida nunca seria normal. Não foi algo tão confortante por ser as ultimas palavras dela, mas esse foi o modo dela se sentir um pouco melhor por me largar neste mundo sozinho. Eu nunca senti raiva da minha mãe apenas admiração, pois ele havia segurado todo esse fardo até o momento de sua morte e em sua consciência eu descobriria quem era meu pai e sobreviveria, como ela sempre desejou.

Por causa do frio eu estava bem agasalhado com meu casaco e meu Jens ambos pretos, mas esses não estavam em boas condições, pois durante todo esse tempo tive que me defender de monstros que diziam que eu era um meio-sangue, mas eu nem mesmo sabia o que era isso. Eu possuía uma adaga que consegui durante este tempo de sobrevivência, mas esta é uma longa história. Eu sem duvida deveria estar em péssimos estado, pois todas as pessoas que me viam me evitavam como se eu fosse um cachorro ou algo do tipo.

Continuei meu percurso em direção ao nada. Fazia dias que nenhum monstro vinha atrás de mim, mas no fundo eu sabia que eles nunca me dariam trégua. Meus movimentos estavam cada vez mais divagares, meus músculos estavam cansados, até quando eu teria que aguentar essa vida? Monstros ferindo inocentes, matar para sobreviver e perder todos que se ama. Definitivamente eu nunca apreciaria esta vida, pelo contrario eu queria me livrar dela, mas quanto eu mais pensava, mais eu sabia que não havia outro modo de fugir além da morte, mas eu não poderia trair minha mãe e eu não trairia.

Vozes, isso era comum em New York e sempre acabamos as ignorando, mas um em especial me chamou a atenção. Parei e a escutei. Era a voz da minha mãe, mas como? Ela morreu na minha frente, como eu poderia ouvir a voz dela? Ignorei, mas a voz continuou vinda de um beco. Lagrimas percorreram meu rosto, pois ela poderia estar viva. Corri em direção ao beco. Quando eu ia partir um garoto apareceu gritando para que eu não fosse atrás da voz, mas eu o ignorei e parti em direção a ela, porque se havia uma chance de minha mãe ainda estar viva eu iria agarrá-la com todas as minhas forças.

O beco era pequeno e ensombrecido, mas nada que fosse capaz de me amedrontar. Continuei adentrando até que vi um ombro na sombra, seria minha mãe? Corri em direção à sombra. O garoto de antes ainda corria atrás de mim, falando que eu tinha que fugir, mas não me importei e segurei forte no ombro que eu vi. Observei o aspecto do ser na sombra parecia ser uma mulher e possuía o tamanho da minha mãe?

- Mãe é você?

O ser gargalhou e me empurrou para trás. Infelizmente não era minha mãe, eu sabia no fundo que não era ela, mas mesmo assim eu ainda tinha esperança e infelizmente não era. O garoto de antes chegou perto de mim e disse:

- Temos que fugir! Uma empousa e um ciclope juntos, não são bons oponentes para sobrevivermos.

Olhei para o garoto sem entender nada. O garoto era aproximadamente do meu tamanho, usava uma camisa da minha antiga escola, boné, botas e calças Jens. Pensei sobre o assunto ao olhar para o garoto e finalmente depois de um longo tempo eu consegui dizer algo, embora eu estivesse muito abalado com o que tinha acabado de acontecer:

- Monstros?

- Sim, monstros e muito, muito fortes. Temos que fugir! – disse o garoto.

Ele me puxava desesperadamente tentando me levantar e com muito esforço conseguiu. Eu estava de pé e quando me toquei do perigo em que estávamos, decidi correr, mas um voz nos interrompeu:

- Tarde demais sátiro! Vocês caíram na nossa armadilha e logo serão nosso jantar.

Sátiro, o que era isso? Sim eu sabia eram seres metade bode e metade humana, mas quem o ser misterioso chamou de sátiro? Eu? Olhei para minhas pernas, definitivamente não era eu. O garoto ao meu lado retirou a calça, assim mostrado suas pernas de bode. Fiquei assustado e em outras situações eu teria corrido dele, mas nesta ele parecia ser um aliado e eu precisaria dele para combater nossos adversários ainda ocultos. Ele retirou uma espada da sua bainha e se preparou. Sem duvida uma batalha iria começar. Retirei minha faca de bronze e me preparei para o pior.

Da sombra dois seres saíram: um de aproximadamente 3 metros e que possuía apenas um olho azul e brilhante em sua face e uma mulher loira com um vestido vermelho, que era muito linda, eu teria ficado “babando” por ela por muito tempo, até que ela virou um ser esquisito com garras, presas e mais um monte de coisas desnecessárias como: uma perna de bode e outra de metal. De linda a menina passou para uma combinação de assustadora e engraçada, ma sem duvida ele era perigosa, assim como o cara grande.

O garoto do meu lado não demorou a atacar e se impulsionando com um pulo na parede “voou” em direção ao gigante. O fiquei um tempo parado observando a cena, como se eu fosse um lesado ou algo do tipo. Só percebi que eu deveria ajudar o garoto, quando o mesmo voltou do mesmo jeito que partiu em direção ao gigante, após levar um soco do mesmo. O garoto bateu fortemente em uma lata de lixo no beco. Sem duvida tirar aquele cheiro seria um bom desafio para o garoto bode.

O cara grande, que era um ciclope andava divagar em direção ao garoto. Ele passou por mim e nem teve a preocupação de olhar para mim, era como se eu não importava. Eu ainda estava triste, mas eu sabia que se o gigante matasse o garoto e também morreria, mas o que fazer? Eu estava ainda muito abalado, mas eu tinha que agir pela minha vida o mais rápido possível. Olhei para o garoto bode, ele estava quase totalmente coberto de lixo e não conseguia tirar toda aquela tralha do próprio corpo eu tinha que ajuda ele de algum modo. O gigante chegou perto do garoto. O gigante levantou a mão e possivelmente desceria ela com uma força fantástica, assim matando o garoto.

Meu corpo agiu sozinho. Peguei a adaga com tanta habilidade que nem eu acreditava ter com uma arma e parti em direção ao monstro. Em momento algum me preocupei com a mulher estranha, pois a vida do meu companheiro corria risco. O gigante já começara a descer a mão e em questão de segundos acertaria o bode. Impulsionei-me na parede e consegui uma altura razoável para atacar o pescoço do cara grande. Segurei-me nele com minhas pernas e um dos meus braços e o outro braço tentei ficar minha adaga no pescoço do grandalhão diversas vezes. O grandalhão começou a se rebater e a rodopiar. Colidiu suas costas com a parede diversas vezes tentando me derrubar, mas apesar da dor continuei firme tentando acertar a adaga no pescoço dele.

O garoto bode já havia conseguido se livrar daquele lixo todo. Ele olhou e viu a situação em que eu me encontrava. Ele estava pronto para partir em direção ao cara grande, quando ele percebeu que perdeu sua espada. Ele olhou para trás e começou a procurar sua espada. O grandalhão me derrubou das suas costas. Cai de costas no chão. Meu corpo estava totalmente dolorido devido às batidas na parede. O grandalhão riu e levantou sua mão como antes pronto para me matar. Eu queria reagir, mas a dor era tanta que eu nem mesmo conseguia mexer meu corpo, sem duvida seria o meu fim. Eu só conseguia pensar em minha mãe, pois eu havia falhado com ela e todo o esforço dela fora por água a baixo. Eu definitivamente era um inútil, que nem conseguiu cumprir a ultima vontade de minha mãe e talvez eu nunca tivesse outra oportunidade. Lagrimas percorriam o meu rosto, porque falhar com minha mãe era tudo o que eu nunca quis fazer. Respirei fundo e me preparei para a morte.

O cara grande desceu a mão com toda brutalidade possível e quando essa ia tocar em mim... O gigante se desfez em um pó dourado. É isso é muito estranho, mas é o que acontece quando matamos um monstro, pois eles não têm sangue como o nosso. Em minha frente estava o garoto bode totalmente dourado devido ao pó. Ele sorria, pois havia conseguido me salvar. Infelizmente ainda não estávamos salvos e a mulher, agora furiosa, partiu em nossa direção. Ele era rápida, mas a fúria havia dominado ela, assim ela só pensava em vingança e partiu em direção ao sátiro.

Ele bateu no sátiro fortemente e os dois começaram a rolar no chão. Ele tentava sair dessa, mas ela era rápida e aparentemente mais forte e estava desferindo varias arranhadas em direção ao garoto. Eu tinha que ajudar, mas eu nem mesmo conseguia sair do local onde eu estava, foi ai que tive uma ideia: Lançar a adaga na direção a empousa que se encontrava em cima do garoto bode. Usei toda a força que me restara e consegui alcançar minha adaga me arrastando, mas mesmo assim eu não tinha certeza do sucesso do meu lance que poderia decidir a vida do garoto bode, ou seja, do sátiro. Respirei, segurei firme a adaga e lancei. Fechei meus olhos e quando abri descobri que o golpe havia funcionado e o garoto estava vivo. Desmaiei.

Acordei em um carro com o garoto bode ao volante, o que sem duvida era muito esquisito, pois ele não usava calça, assim suas pernas de bode ficavam a mostra, o que sem duvida não era um bom jeito de acalmar, pois sem duvida aquelas pernas não deviam ser boas para dirigir. Respirei e me arrumei no banco, mas não senti nenhuma dor, mas como? Eu havia sido “lançado” contra a parede varias vezes, mas eu já estava curado. O sátiro disse rápido como se lesse minha mente:

- Néctar e ambrosia, essas são a comida dos deuses e em pequena quantidade pode curar semideuses, mas em grande quantidade pode matá-los.

Ah que bom! Minha vida ficou nas mãos de um garoto e estávamos indo para um local, ao qual eu não conhecia. Respirei fundo e olhei pela janela. A paisagem natural dominava o local, havia muitas colinas e arvores, ou seja, uma ótima paisagem para tirar um cochilo durante a viagem. Fechei os olhos e quando eu estava dormindo o carro começou a zegue zaguear pela estrada. Abri os olhos rapidamente e olhei para o sátiro desesperado.

- O que está acontecendo?
- Não sei o carro perdeu o controle. Tenho que parar ele!- respondeu o sátiro.

Respirei fundo e me segurei em tudo que consegui. O garoto bode ao ver que não conseguiria parar puxou o freio de mão. O carro rodopiou na pista e enfim conseguimos pará-lo. Saltamos do carro o mais rápido possível. Checamos o carro para ver o que aconteceu e não demorou muito para descobrimos. 2 dos 4 pneus estavam com flechas cravadas,o que possivelmente nos fez perder o controle, mas o que poderia ter lançado isso? Não demorou muito para descobrirmos, pois em seguida uma flecha se cravou em meu braço direito. A dor era insuportável e me levou ao chão. Minha visão ficou um pouco turva e possivelmente fiquei desacordado por alguns instantes. Quando acordei o garoto bode travava uma batalha com uma mulher cobra armada com um arco. Ela disparava as flechas e eles com seus pés de bode desviava muito bem.

Olhei para meu braço que latejava. Eu havia perdido muito sangue e eu devia estocar esse sangue o mais rápido possível. Bem, uma vez vi em um programa que quando não temos habilidade para tirar uma flecha o certo é quebrá-la e fazer um curativo com a flecha dentro do corpo e foi o que eu fiz. Após quebrar ela, rasguei minha camisa e amarrei-a no machucado para estocar o sangue. Olhei para o garoto bode e decidi que eu deveria o ajudar. Levei minhas mãos onde ficava minha adaga. Era esperado que ela não estivesse lá, mas felizmente ela estava. O garoto bode devia ter pegado ela para mim.

Levantei-me apoiando no carro. Juntei forças e parti na direção da mulher cobra. Durante o percurso ouvi um mugido alto e forte, mas nada que me fizesse parar. Eu estava subindo uma colina atrás da mulher cobra, que aparentemente estava muito ocupada cuidando do garoto bode, ou achava que não devia ser preocupar comigo. Continuei rapidamente na direção da mulher cobra. Quando cheguei bem perto ele conseguira acertar outra flecha na direção do garoto bode, que caiu. Ela preparou mais uma flecha, esta seria o ataque final ela puxou o cordel para trás e quando ia disparar, eu a ataque co minha adaga. Ela virou pó. O arco caiu e a flecha passou ao lado do garoto bode e por sorte ele ainda estava vivo.

Respirei fundo. Pensei se havia acabado, mas infelizmente não havia acabado. Senti algo me arremessar em direção a um arvore. Fui lançado com extrema velocidade, até que colidi com a arvore. Minha costa inteira doía, era como se a dor se espalhasse por ela toda, mas eu não conseguia localizar a origem da dor, talvez uma costela, ou alguma outra coisa. Minha visão começou há ficar um pouco turva devido ao impacto. O garoto bode também estava imóvel. E o ser que havia me lançado vinha em minha direção. Com muito esforço pude ver um homem, mas ele não era comum, pois possuía chifres. Quando minha visão voltou ao normal pude ver um minotauro em minha frente. Ele olhou para mim e parecia sorrir. Levantou um machado e se preparou para descê-lo em minha direção.

Ele desceu o machado, juntei forças e girei para o lado. Eu conseguira desviar por pouco, mas o solo não teve a mesma chance e foi perfurado pelo machado de dois metros. O minotauro olhou para mim com seus olhos brilhantes como diamantes e tentou outro ataque. Subiu e desceu a espada novamente. Girei para desviar e quando me percebi descia colina abaixo. Rolei como uma bola de neve, até parar ao colidir com uma pedra.

Minha visão estava turva novamente e o monstro estava chegando perto. Tentei levantar, mas eu não tinha forças. O minotauro chegou bem perto e novamente desceu seu machado. Girei para o lado esquerdo e girei novamente. Mas desta vez ele preparava uma surpresa e me chutou em direção onde matei a mulher cobra. Disparei até lá e bati fortemente no chão, certamente eu estava muito ferido. O gosto de sangue percorria pela minha boca eu podia sentir diversas partes do meu corpo jorrando um liquido sangue! O minotauro havia prendido o machado em uma pedra e tentava tirar ele da pedra o mais rápido possível.

Olhei ao meu redor e identifiquei a aljava e o arco da mulher cobra, que eu havia matado. Estiquei-me até lá e consegui pegar o arco e uma flecha. Eu nunca havia lançado uma antes, então imitei os índios que eu assisti usando uma dessa na TV. Coloquei a flecha no cordel e puxei ele para trás, cerrei um dos olhos para ter uma mira melhor. Fiz uma pequena prece ao meu pai, para que se ele me amasse ele deveria me ajudar, pois essa era minha ultima chance. Soltei o cordel.

A flecha cortou o ar com extrema velocidade em direção ao minotauro. Ele havia retirado o machado da pedra e quando ele se virou a flecha penetrou seu pescoço, o que o fez de desmanchar em pó. Sorri e novamente fiquei inconsciente. Acordei em um local estranho, onde eu nunca estive antes, mas essa é outra história...


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Re: Concurso Tempestade

Mensagem por Desirée V. Lollaby em Sab Dez 10, 2011 10:10 pm

Nome: Derírée Lollaby
Por que quer ser filho de Zeus: Porque ser filho de Zeus é uma grande experiencia e honra, sem falar nas grandes oportunidades. É certo que tem lá suas dificuldades, mas também suas virtudes.
Tem algum fake no fórum? Neste fórum, não tenho nenhum. Este é o meu primeiro.
Quando entra no fórum? Todos os dias, em geral a noite.


Teste - Narração.


Eu tinha saído do acampamento para visitar sua mãe do outro lado do oceano. Simples assim. Pelo menos, ser filha de Zeus tinha suas vantagens: Você era perseguida por monstros, mas tinha direito de viajar com rapidez e estilo: De Avião.

Mas, o caminho para o aeroporto sempre era conturbado. E aquele dia então... nem se falava.

Eu tinha pego um táxi em Nova York para o aeroporto.Geralmente, não me dava ao luxo de ficar distraída, mas minha cabeça estava tão longe... Será que sua mãe tinha mudado muito? Será que estaria a minha espera no aeroporto de Paris, minha cidade natal, como da ultima vez que a vira? Sentia saudades!

- Vai viajar para onde? - perguntou o motorista do táxi com um sotaque inglês, tirando-me de meus devaneios. Eu não falava muito com qualquer um que não fosse do acampamento ou da minha família, mas me limitou a dizer.

- Paris. - Num tom ríspido e o motorista, percebendo meu tom, se calou. A viagem não era longa, mas quem dizia que era necessário ser longa para ser problemática? Pois então foi só pensar nessa situação que o motorista foi obrigado a brecar bruscamente o carro. - O que foi? - a menina perguntou, mas o motorista estava branco de medo e saltou fora do carro. Olhei para frente e vi um minotauro tentando levantar o carro no ar.

Apenas consegui pegar a bolsa onde estava uma muda roupa e alguns utilitários como minha espada, minha faca e meu escudo. Não sei se todos seriam extremamente necessários, mas e daí? Quem ta na chuva é pra se molhar. não?

Piada Infame.

O carro voou para longe segundos antes de eu pular dele, e assim que bateu no chão, explodiu em chamas. Lá se foram minhas bagagens. O minotauro segui até mim com rapidez, mas eu me levantei e destravei minha espada. Eu atacava com habilidade, mas minha mente permaneceu desconectada por um tempo. Eu ainda não senti que, justamente hoje, eu teria problemas para seguir viagem. Será que HOJE ele não podiam tirar uma folga de mim, do tipo. "Ah, filhas de Zeus, Pff! Melhor deixar para outro dia. Nem estou com fome mesmo..."

Minha mente só se conectou realmente a luta quando o minotauro arranhou meu braço e minha manga rasgou bruscamente. Fiquei com raiva e ataquei com toda minha força e determinação. E isso sempre resulta em duas opções: Ou eu me machuco mais, ou eu mato o bicho.

Dessa vez eu tive sorte: Matei o monstro. Não sei como, até hoje me vejo nessa incógnita, mas tudo bem. Segui viagem a pé mesmo. O aeroporto não estava tão distante, apenas algumas quadras. Pelo menos, esse favor o minotauro fez por mim: Me deixou perto do aeroporto antes de me atacar. Quanta bondade da parte dele.

Cheguei então ao aeroporto e a primeira coisa que eu fiz foi correr para um banheiro para limpar o curativo rápido que eu tinha feito no meu braço. Coloquei uma pasta de ambrosia em cima e como aprendi com os curandeiros de Apolo e troquei de blusa. Depois segui rumo ao embarque. Já estava em cima da hora e eu mostrei meu passaporte apressadamente.

Entrei no avião e sentei-me no meu assento, tentando apenas relaxar, mas eu não conseguia. Me sentia sendo observada, como se a cada suspiro que eu dava um ponto a menos pra mim. Cheguei a olhar várias vezes para trás mas numa me dei conta de que estava me observando. Até ir ao banheiro.

Percebi que meu curativo estava afrouxando, provavelmente porque o machucado estava desinchando pela ambrosia. Peguei uma faca minha , caso precisasse e minha bolsa para os próximos socorros do meu braço. Fui até o banheiro e fechei a porta. De repente, eu ouvi duas batidas na porta.

- Tem gente! - Eu disse, de dentro do pequeno banheiro.

- Eu sei, querida, vim ver se precisa de ajuda! - disse a voz da aeromoça do lado de fora. Eu abri a porta para dizer que não precisava, mas ela tampou a minha boca e entrou no banheiro. Quando me dei conta, vi seu olhos mudaram juntos as suas feições. Não era uma aeromoça, era uma Empousa. Minha respiração ficou irregular, mas antes que ela conseguisse me morder, dei um chute na sua barriga que a fez para do outro lado do banheiro (que não era muito longe, afinal!). Tirei minha faca da bota eu eu usava e apontei para ela. Ela veio em minha direção , mas com a faca dei alguns cortes e. quando ela já estava fraca pelo poder da espada, deu um golpe na sua barriga que a fez ficar mais pálida e se desintegrar na minha frente.

Hoje estava sendo complicado.

Fiquei mais um tempo dentro do banheiro me recuperando do susto e terminei de fazer o curativo no meu braço. Não estava fundo, mas com a violência, tinha voltado a sangrar. Sai do banheiro e o comandante avisou que logo estaríamos pousando em Paris. "Obrigada, Zeus!" Agradeci mentalmente.

Mas você pensa que parou por ai? Parou nada! Logo após sai do aeroporto peguei um ônibus para minha casa. Estava sem dinheiro o suficiente para pegar um segundo táxi. E pra que né? Tive que descer três pontos antes do necessário, porque o tinha uma Dracaenae e um Ciclope correndo atrás de mim e discutindo quem deveria me jantar:

- Ela é minha! - os dois disseram junto e pararam de correr atrás de mim para se entreolharem e rosnarem um para o outro. "É a minha deixa!", pensei. Me concentrei e reuni todo o meu poder que tinha dentro de mim para puxar um raio num céu ensolarado e sem nuvens. Ele caiu bem no meio dos dois e pulverizou-os de uma vez. Eu percebi que todos olhavam para o céu estranhando a vinda do raio.

Já eu, não estava nem ai. Minha energias estavam esgotadas, meu braço doendo, embora melhor... Apenas corri. Corri até não conseguir mais ou até chegar em casa. Felizmente, a segunda opção foi a válida. Bati na porta e minha mãe abriu a porta logo em seguida, um pouco desconfiada, um pouco sorridente.

- Bom, desculpe por não ir lhe buscar. Estive ocupada com sua janta! Como foi de viagem? - ela perguntou inocentemente, mas para mim, era uma piada de mal gosto.

- A sei lá, mãe... Talvez um desastre! - ela me olhou, chocada. Me colocou para dentro me perguntando o que tinha acontecido.



Ps: Eu pedi a mudança do meu nome para Desirée V. Lollaby, talvez quando eu for avaliada, meu nome já tenha mudado.
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Re: Concurso Tempestade

Mensagem por Jhones em Qui Dez 15, 2011 8:59 am

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Por que quer ser filho de Zeus: Pois seria uma ótima oportunidades, teria grandes coisas para fazer também!
Tem algum fake no fórum?: Não essa é a minha primeira conta ¬¬
Quando entra no fórum: Sempre.

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Eu estava lá em casa, assistindo televisão até que minha mãe entrou com um bolo branco e alguns detalhes azuis.
- Mãe obrigado! Amei esse bolo! - Quando eu disse isso raios tomaram conta da cidade.
Nisso então minha mãe começou a olhar para fora e falou:
- Filho se arrume, vamos sair de casa! AGORA
- Ok mãe.
Nisso estavamos de carro até que ouvimos um mugido parecido com o de vaca, só que muito mais forte. Então ao ouvir esse tal mugido minha mãe começou a acelerar mais o carro ainda, até que um machado caiu na frente de nosso carro e minha mãe tentou desviar mais derrapou e nosso carro tombou, consegui sair do carro sem nenhum arranhão mais minha mãe não teve tanta sorte, o minotauro pulo em cima do carro aonda ela estava, amassando-a até a morte e ela dizia:
-Filho corra!
Então corri rapidamente até uma colina com um pinheiro em cima, mais não sei se eu vi direito, mais acho que vim um dragão?! Isso mesmo, um dragão.
Então o monstro apareceu em minha frente, e então percebi que era um minotauro então desviei do machado dele rolando para o lado, até que derrepente uma força tomou conta de mim, começei a mexer minhas mãos e os ares ao redor de mim ia contra o Minotauro, até que então vi uma espada ( pequena comparada com o tamanho dele ) em sua bainha e peguei ela enquanto ele estava distraido com os ventos.
Peguei a espada e a raspei contra a perna do monstro, e ele mugiu alto, pegou seu machado e o jogou contra minha cabeça e rapidamente rolei para o lado e fiquei na floresta escura, subi rapidamente em uma árvore alta demais, mais não sei o que aconteceu por impulso pulei da árvore com a espada para baixo, até que então a espada cravou contra o crânio do monstro e o mesmo desapareceu em pó.
Sai correndo de lá o mais rápido que pude, até que derrepente um centauro chegou dizendo:
-Olá sou Quíron um centauro, diretor das ativades do acampamento meio-sangue.
- O que é acampamento meio-sangue?! - disse eu, em um tom de desconfiança.
- É um acampamento na qual, semi-deuses filhos de deuses com mortais, treinam as suas habilidades! Assim como você meu jovem herói.
-Espera um momento! Você é aquele centaurou que treinou Aquiles?
-Sim meu herói!
-Que legal! Quero ir nesse acampamento e treinar bastante! Agora espera, que filho de Deus eu sou?
-Você ainda tem que receber sua reclamação.
-Hum, eu sei o que é isso!
Nisso os dois foram para o acampamento conversando.
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Re: Concurso Tempestade

Mensagem por Apollo em Seg Dez 26, 2011 9:13 am

Bom, estarei dando o resultado do teste para filho de Zeus. Ele teve que se ausentar do fórum, e pediu para mim fazer isso, então vamos lá.

Ia passar apenas um de vocês, mas observando os outros testes para filhos de Zeus ele sempre passava dois campistas. Então que assim seja. Assim como ele, não sou bom com palavras, então indo direto ao ponto. Os vencedores foram: Aronian M. Fulgor e Leon Stender. Ambos tiveram erros nos testes, mas, ao meu ver, foram os melhores dentro os quatro. Aos que não passaram, boa sorte na próxima. Aronian e Leon ganharam o seguinte item de reclamação: Espada Elétrica de Prata [Inquebrável.]






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Re: Concurso Tempestade

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