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Testes dos Três Grandes

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Testes dos Três Grandes

Mensagem por Psiquê em Sab Ago 25, 2012 9:31 pm




O Concurso


Zeus Hades Poseidon



Esse teste é o mesmo para os três grandes deuses do Olimpo. Siga passo a passo da ficha abaixo e post nesse mesmo tópico. Serão escolhidos no máximo dois filhos de cada e não há limites de linha ou palavras, o que vai valer será o enredo, a criatividade e a boa ortografia. Boa sorte, semideus.

Dados Básicos

Nome Completo:
Idade:
Cidade Natal:
Personalidade: [O que assemelha e diferencia com o seu pai]

Dados Históricos

Um pouco da história de sua família:
Um evento em que suas primeiras habilidades se desenvolveram:
Histórico escolar: [Como era sua vida na escola]
Como veio parar no Acampamento Meio-Sangue:




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Re: Testes dos Três Grandes

Mensagem por Julliet C. Grimmalker em Sex Set 14, 2012 7:39 pm

Teste Para Filha de Zeus



Dados Básicos

Nome Completo: Julliet Cassye Grimmalker
Idade: 15 anos
Cidade Natal: Nova York, NY
Personalidade: Bem, eu sou uma garota que gosta de fazer amigos, porém, sou muito rígida para escolhê-los.
Posso ser teimosa, muito teimosa quando quero algo; insisto até conseguir.
Sou persuasiva e bastante sarcástica.
Fora isso, posso ser muito amorosa com quem gosto.
Adoro ler, principalmente livros fictícios, que parecem me levar para uma realidade diferente e eu esqueço todos os problemas.


Dados Históricos

Um pouco da história de sua família:Bem, eu não conheci minha mãe. Tudo o que sei sobre ela são as coisas que estão escritas em seu diário e o que minha tia, Lisa Grimmalker, dizia.
Minha mãe morreu quando eu tinha 5 anos.
Meu meio-irmão, Edward, de 1 ano, foi morar com o pai dele, e eu fiquei com a irmã de minha mãe. Edwrad vinha algumas vezes me visitar na casa de Lisa.

Um evento em que suas primeiras habilidades se desenvolveram: Certo dia, eu e meu irmão estávamos brigando pela TV; eu fiquei com tanta raiva, que as sobrancelhas dele começaram a faiscar. Só pararam quando eu me assustei.
Minha tia não estranhou, claro, ela já sabia de tudo. E meu padrasto, bem, ele não estava lá, ainda bem.

Histórico escolar:Eu geralmente nunca me dava bem na escola. Ela impulsiva, causava confusões, brigas, faltas de energia quando estava com raiva.
Eu tentava me conter, mas quando a questão era proteger meus amigos daquelas garotas metidas e daqueles valentões, eu perdia a cabeça.
Fui expulsa de inúmeras escolas por conta disso.

Como veio parar no Acampamento Meio-Sangue:
Bem, tudo começou quando eu nasci, uma garotinha loirinha, de olhos tão azuis quanto o céu. Julliet Grimmalker é o meu nome.
Minha mãe, Jude Grimmalker, era uma empresária, tinha cabelos loiros cacheados e olhos azuis, mas não tão azuis quanto os meus.
Ela viajava muito a trabalho, e foi em uma dessas viagens que ela sofreu um acidente, que causou sua morte.
A partir daí, fui morar com minha tia Lisa, em Nova York, e meu meio-irmão mais novo foi morar com seu pai.
Eu nunca havia conhecido meu pai, e nem perguntava sobre ele.
Bom, eu fui uma criança normal até meus 7 anos. Daí começaram a acontecer coisas estranhas, muito estranhas, como professores querendo me matar com dever de casa que explodia, ou doceiros me vendendo balas envenenadas ou que pegavam fogo (geralmente, um fogo verde).
Quando fiz 10 anos, fui diagnosticada com DDA (Déficit de atenção) e hiperatividade. Sem falar na dislexia.
Veja só, eu não era normal, coisas assim não aconteciam com garotas normais. Ou eu era muito azarada mesmo, ou não era deste mundo.
Mas as coisas começaram mesmo ir de mal a pior quando completei 15 anos.
Lá estava eu, na casa de minha tia, olhando pro nada.
Ela não tinha televisão, falava que isso era perda de tempo e que faziam as pessoas ficarem em estado vegetativo em cima do sofá. Ah, fala sério, isso era exagero. Eu também não tinha celular, não podia nem passar perto do telefone da cozinha.
"Desculpe ser tão chata assim, querida", dizia minha tia,"Mas é pro próprio bem".
Enfim, eu estava lá na sala, sentada no sofá vermelho de minha tia.
Nas paredes haviam quadros com fotos dela e de minha mãe. Era incrível como as duas se pareciam.
Fotos antigas, de quando elas se formaram, de quando minha mãe se casou com Robert, pai de Ed, enfim,muitas fotos.
Eu estava começando a ficar coberta de puro tédio quando ouço a campainha bater. Minha tia desceu as escadas aos tropeções e abriu a porta. Era Jake, meu melhor amigo.
Jake é aquele tipo de garoto de poucos amigos, que sofre com os valentões da escola. geralmente, era por ele que eu me metia em confusões.
Ele tem cabelos castanhos e olhos da mesma cor. Sempre está vestido com calças jeans folgadas e sempre usa um gorrinho verde.
- Temos de tirá-la daqui às pressas, Lisa!- Jake saiu me puxando e me enfiou dentro do carro de minha tia, que já estava aberto. Ela sempre o deixa destrancado, o que acho uma loucura.
-Me tirar daqui? E me levar pra onde?-Eu perguntei, me virando para trás e olhando Jake, que estava sentado no banco traseiro.-E desde quando conhece a Lisa?
-Não há tempo para explicar, querida-Ditou titia.-Quando chegar a hora certa você saberá.
Fui calada até um certo ponto. Olhei pelo espelho retrovisor e vi Jake olhando nervosamente para trás, com certeza algo estava nos perseguindo. Mas por quê?
-Chega! Alguém pode me explicar o que está havendo?-Gritei, e foi aí que uma lança atravessou o vidro traseiro, errou Jake, e caiu direto nos botões de controle do carro.
-Perdi o controle. Saltem!-Disse tia Lisa, mas antes que pudéssemos raciocinar direito, o carro se chocou contra uma árvore.
Consegui sair me arrastando pela janela.
Já estávamos fora da cidade.
Jake também conseguira sair, mas minha tia havia ficado presa.-Corram! Eu não irei conseguir sair daqui!-Lisa estava perdendo muito sangue.
Quis gritar, não queria deixar minha tia sozinha lá, mas quando vi uma forma totalmente esquisita se movendo ao longe, vindo em nossa direção, tive de correr, enquanto Jake me puxava. Nós dois tínhamos arranhões pelo corpo todo e estávamos cobertos de fuligem.
-Deixe-me tirar isso, fica melhor para correr.-Ele começou a tirar as calças, revelando sua parte meia... burro? boi? bode? Fiquei perplexa ao ver aquilo.
-Como?...
-Não me pergunte, não é hora para explicações.

Continuamos a correr até que chegamos a uma colina, cujo em seu topo estava uma bela árvore, um pinheiro, para ser exata, e em um de seus galhos pendia um velocino dourado. Algo tomava conta dela, mas eu não sabia o que era e nem conseguia distinguir. Um lagarto gigante, talvez.
-Onde pensssssssa que vão?-Sibilou algo atrás de mim. Virei-me imediatamente e deparei-me com algo surpreendente.
Era uma mulher, da cintura para cima, mas sua parte inferior era diferente, MUITO diferente. Onde deveriam estar suas pernas, estavam dois troncos de cobra. Ela usava uma armadura e carregava duas lanças nas mãos.
-Dracaena!-Choramingou Jake.
Pelo pouco que conhecia sobre mitologia grega, aquilo era um monstro; mas já dava para adivinhar. Mas o que o monstro da mitologia grega estava fazendo alí?
Dei uma risadinha nervosa.-Ah, isso só pode ser uma brincadeira! Onde estão as câmeras? Cadê a tia Lisa?- olhei para Jake, e sua expressão era medo, pena e dor, tudo junto.
Senti uma lágrima cair pelo meu rosto arranhado e coberto de fuligem.
Virei-me para aquele monstro, por mais confusa que estivesse.
-VOCÊ! VOCÊ MATOU A TIA LISA! E AGORA IRÁ MORRER TAMBÉM!-Eu gritei. Estava coberta de raiva. O céu começou a trovejar. Chuvas começaram a cair. O monstro me olhou com uma expressão de medo e escárnio ao mesmo tempo.
Ela jogou uma das lanças em mim, mas no momento em que ia me acertar, um trovão a atingiu e a partiu no meio. Eu peguei o lado mais afiado da armas e comecei a investir contra o monstro.
Ela se jogou contra mim e nós duas disferimos um golpe...
Caímos no chão.
A parte da lança que estava comigo havia atravessado o corpo da Dracaena, mas também havia me acertado com a sua arma, mas não foi um ferimento grave, apenas fez um corte em meu braço.
Eu estava cansada, Jake me olhava perplexo. Desmaiei.




POST EDITADO CONFORME A AVALIAÇÃO PEDIRA

Thanks Thay Vengeance @ Cupcake Graphics


Última edição por Julliet C. Grimmalker em Sab Set 15, 2012 2:36 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Testes dos Três Grandes

Mensagem por Érebus em Sab Set 15, 2012 12:16 pm

Reprovada

Bom você tem talento para postar, aos poucos ficará mais apita, porém achei o teste corrido, sem muitos detalhes, muitas falas, eu geralmente gosto da edição também pois faz o leitor ter mais ânimo a ler e é importante. Edite-o, faça as mudanças, encha de detalhes, algo que me deixe preso na leitura.
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Re: Testes dos Três Grandes

Mensagem por Hetrios Ferimus em Seg Set 17, 2012 7:34 am

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Personalidade: Curto o Mar So gato pego todas Tenho confiaça em mim mesmo procuro ajudar senpre as pesoas curto o mar e as criatura que vivem nele tubaroas, Peixe e etc... mas Senpre fui Paciente.

Um pouco da história de sua família: Minha mãe era Loira Olhos Azuis Mas ele faleceu Quando Tinhas 17 Anos, Meu Pai que me criou Não tinhas Paciencia comigo bebia e me batias mas um dia Tranquei ele para fora de Casa e ele durmi no Granado xD Acordo São...

Um evento em que suas primeiras habilidades se desenvolveram: Faço Natação Ultimanete Tinha começado a nadar Muito Rapido na Academia alem Disso Eu em Machucava Muito Nanatação Fica Inchado e vermelho mas apos Sair da Picina senpre estava Curado...

Histórico escolar: Faço Parte da Equipe de natação da escola sou o Capitão da equipe, Sou pegador xD Estudioso ao mesmo tenpo Sou quem tira notas mais altas na Sala de aula...

Como veio parar no Acampamento Meio-Sangue:Atraves de um amigo meu que tanbem esta na academia de natação ele e filho de Poseidon e notou que eu estava Mais rapido na picina Achou estranho e me observou Descretamente ate que veio falar para mim tudo sobre os deuses e me enviou ao acanpamento Meio-Sangue
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Re: Testes dos Três Grandes

Mensagem por Hefesto em Seg Set 17, 2012 8:30 am

Reprovado!

Procure fazer uma história mais elaborada, algo que envolva e conte mais sobre seu personagem. Detalhe bem as coisas.
Tome também cuidado com a formatação, use o negrito mais para destacar algo, uma vez que irrita os olhos ele em excesso de quantidade, assim como as cores muito claras.


Hefesto
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Re: Testes dos Três Grandes

Mensagem por Hefesto em Seg Set 17, 2012 2:00 pm

Julliet — Reprovada!

Sua narrativa está particularmente boa, tem uma trama legal, mesmo que sendo baseada no filme do PJ. Procure usar ainda mais a criatividade e desenvolva mais detalhes da trama. Descreva bem as coisas, o carro, como era a lança, o monstro que atacou, a luta. Enfim. Faça disso um verdadeiro livro e prenda a atenção de quem vier avaliar, com isso será com certeza aprovada.

Att.

Hefesto.


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Re: Testes dos Três Grandes

Mensagem por Naoki Meikai em Sex Set 21, 2012 7:37 pm


teste para filha de hades
Dados Básicos

Nome Completo: Naoki Hanako Meikai.
Idade: 17 anos.
Cidade Natal: Japão.
Personalidade: Numa primeira impressão todos diriam que a pequena asiática é uma pessoa fofa e super gentil, no entanto num convívio mais duradouro veriam as reais características da pequena, ou melhor veriam as características da sua outra eu; de Lilith, como ela denominou. Se por um lado ela é fofa, atenciosa, extrovertida e super contente, em outras situações pode aparecer como alguém fria, sádica, sarcástica e totalmente arrogante. Sua personalidade não é definida como bipolar, já que não é exatamente ela que se controla quando age de maneira diferente. Naoki assumiu duas personalidades distintas dentro dela, sendo uma a que normalmente costuma agir, a Naoki de verdade, e a outra alguém totalmente diferente de si mesma, Lilith no caso. As duas parecem viver numa disputa infindável pelo controle do corpo em que "vivem", e por este motivo normalmente Naoki é considera louca, já que muitas vezes é pega falando sozinha ou agindo de modo estranho (mais do que o normal). Diferente de muitos filhos de Hades, Naoki é uma pessoa sociável, em ambas personalidades, gosta de dar risadas com situações engraçadas (ou dolorosas no caso de Lilith).

Dados Históricos

Um pouco da história de sua família

Asami Hanako, mãe de Naoki, viveu no Japão desde que nasceu, morando em uma modesta casa perto de um lago onde costumava ficar à beira apenas observando o reflexo da lua à noite. Asami havia sido criada pela sua avó, pois sua mãe morrera vítima de uma doença a qual ela nem ao menos sabia o nome. A mulher tornou-se uma empresária, no entanto continuava a morar no Japão, mesmo depois de várias propostas oferecidas à ela. Ela era uma mulher doce, bonita, mas também muito firme em suas decisões, era ambiciosa do modo bom, e bastante focada. Talvez por todas estas características (ou pelo fato dela cozinhar muito bem e saber várias lutas) a japonesa chamou a atenção do deus do submundo.

Naoki nascera algum tempo depois, Asami conhecia a real natureza de seu amado Trevor (Hades, no caso), e sabia muito bem que ele não poderia mais vê-las. Ela entendia isso, sabia que a partir daquele momento nunca mais veria o homem de cabelos negros e olhos tristes e profundos; sabia que nunca mais veria a única pessoas que amou de verdade.

Sete anos se passaram desde o nascimento de sua filha, e Asami resolveu por fim aceitar uma das propostas de seu emprego, indo morar em São Francisco, devido à uma situação especial. Fluente em diversos idiomas, inclusive o inglês ela não teve problema em adaptar-se no novo país. Não passara-se tanto tempo e a mulher apaixonou-se por um homem, japonês assim como ela, Yuukio Meikai. Ele fizera questão de colocar seu sobrenome como o sobrenome de Naoki, para assumi-lá como pai, e fora o que aconteceu.

Poucos anos depois Asami faleceu, deixando sua filha de 10 anos aos cuidados de eu marido. Yuukio mostrou-se totalmente diferente do que era quando sua esposa ainda estava com vida. Começara a maltratar a pequena Naoki, tornando-se o estereotipo perfeito de padrastos e madrastas que contos de fadas mostram. Seu padrasto e sua meia-irmã, cuja morava com a mãe de Yuukio deste o falecimento de sua mãe, eram as únicas pessoas de sua familía, e talvez por este motivo; por saber que ninguém realmente ligaria para ela e suas esquisitices, que era fugiu do conforto de sua casa aos 13 anos.

Um evento em que suas primeiras habilidades se desenvolveram

Osaka, Japão
19 de Setembro de 2002


As pessoas já começavam a comentar sobre a estranha filha de Asami, cuja denominaram de Awai Oni (Demônio Pálido). Os pais não deixavam seus filhos aproximarem-se da garota, assim como nenhuma outra pessoa ou animal fazia. Sua mãe não se importava com comentários maldosos feito pelos outros, ou apelidos maldosos criados por pessoas que discriminavam outras apenas por sua aparência e modo de agir. No entanto, a pequena realmente era diferente dos outros, não somente por falar e brincar sozinha muitas das vezes, mas pela sua estranha palidez, o fato de que animais não se aproximavam dela e de uma energia que parecia contorná-la dando um aspecto sombrio à pequena.

Naquele dia os rumores sobre a Awai Oni não diminuíram ou cessaram. O sol brilhava no céu, porém era constantemente encoberto pelas fofas e brancas nuvens que tingiam o firmamento. O parque da cidade em que moravam estava cheio de crianças felizes que pulavam, gritavam e corriam uma atrás da outra por causa de jogos clichês, como pique-pega. A pequena Naoki, vestida graciosamente com um de seus vários vestidos coloridos e com rendas o qual combinava perfeitamente com seu pequeno sapatinho de boneca , estava sentada em um banco de pedra, balançando os pés distraidamente enquanto cantarolava uma canção antiga que nem ela mesma sabia de onde vinha. Suas duas marias chiquinhas balançavam enquanto ela movia a cabeça de um lado para o outro. Seus dedos dedilhavam em sua perna como se tocasse o piano de sua cada, como costumava fazer, lembrando de casa som que provinha dele enquanto a canção escapava-lhe dos lábios involuntariamente.

Algumas pessoas olhavam-na de soslaio, algumas com expressões de medo, outras de repulsa, e poucas de admiração. Todos observando-a vez ou outra como se não quisessem a fitar por muito tempo, ou que não quisessem que ela percebesse que a encaravam. A pequena estava distraída em seus próprios pensamentos quando algo a acertou. De início achara apenas ser alguma frutinha que caíra da grande árvore atrás de si, no entanto logo notou que três crianças atiravam-lhe pedras, pequenas, porém que ainda machucavam. Os escuros olhos de Naoki apenas se direcionaram para eles, eram olhos tristes que tentavam entender porque as crianças faziam aquilo sem motivo algum. Tristeza que nunca surgira antes. Ela protegia o rosto com os braços enquanto gritava para que eles parassem, porém seus gritos pareciam apenas provar a ira dos menores, os quais xingavam-na aos berros e continuavam a apedreja-la. Asami não estava por perto, e todos os outros adultos apenas encaravam a cena com olhares assustados, esperando uma reação da menina, pois certamente eles não iriam ajudá-la.

Cortes começavam a ser feitos em seu braço pelas pontiagudas pedras, enquanto seu belo vestido colorido começava a ficar totalmente sujo e um pouco rasgado. Hematomas pretos e amarelados cobriam-lhe a pele à mostra enquanto feridas lhe eram feitas, fazendo com que sangue escorresse manchando ainda mais a roupas que vestia. Ela não iria correr; não iria revidar ou reagir. Porém, não fora exatamente isso que ela planejou que aconteceu. Lilith, sua até então amiga imaginária, aparecera sentada ao seu lado desta vez. Sua altura, cor de pele e suas feições eram exatamente iguais a de Naoki, apenas seus olhos púrpuras e seu cabelo esbranquiçado que a diferenciava completamente da garota num aspecto físico. Lilith sorriu, com aqueles dentes pontiagudos e um olhar assassino, e no minuto seguinte Naoki já não estava mais olhando para sua amiga imaginária de cabelos alvos; ela nem ao menos estava comandando seu corpo, desta vez era Lilith que o fazia.

Uma pedra pareceu vir exatamente na direção do rosto da garota, porém antes de acertá-la, a pequena agarrou o objeto com uma das mãos. Seus olhos que estavam voltados para baixo, fitaram os garotos por debaixo da franja negra, eram olhos estranhos; olhos assassinos e rancorosos. Ela levantou-se, dando um pequeno pulo para descer do banco, enquanto erguia o rosto, sorrindo insanamente fitando as três crianças. Talvez o modo como agiu ou o olhar que lançara que causara a reação que as crianças tiveram em seguida. Ela pararam de lançar as pedras, ficaram estáticas, como se fosse congeladas, enquanto seus olhos arregalados expressavam espanto.

Os pais e adultos então começaram a se mexer, tirando os filhos de perto e saindo para o mais longe possível. Os pais dos três rapazes que atiravam pedras em Naoki aproximaram-se para arrastar os filhos dali, no entanto algo bizarro aconteceu. No momento em que Naoki soltou a pedra que segurava, várias das pedras já jogadas nela começaram a se chacoalhar, como se tivesse um pequeno terremoto acontecendo – o que não era o caso – Naoki, ou melhor, Lilith ergueu a mão esquerda apontando na direção dos pais das crianças e naquele momento todas as pedras que se agitavam começaram a levitar e voaram em contra os corpos dos adultos com tanta velocidade que forçou-os a se afastar dali em meio à tropeços e gritos baixos de dor.

Neste momento o caos se instalou.

As poucas pessoas que estavam no parque e presenciaram o ocorrido começaram a gritar e correr para longe dali, enquanto a outra parte do parque perguntava-se o que estava acontecendo. Lilith não incomodou-se com os barulhos e o alvoroço causado pelo pânico dos outros, ela simplesmente correu na direção dos três. Uma pedra voou para sua mão quando já estava próxima do rapaz do lado direito, o qual deveria ter 10 anos de idade e quase o seu tamanho. Ela bateu com a pedra na cabeça do garoto, cujo gritou de dor e tombou para o lado com um grande machucado na parte direita da cabeça, cujo sangrava bastante. Uma das crianças vândalas que a maltrataram tentou acerta-lhe um soco, em vão diga-se de passagem. Ela apenas esquivou-se dele dando três socos seguidos na barriga do menino que a atacará. Ele perdeu o fôlego e caiu agachado no chão vomitando ruidosamente ali enquanto engasgava-se ao mesmo tempo tentando respirar. Ela virou-se para o terceiro, o "líder", o qual deveria ser o mais velho de todos. Seus olhos escuros fitaram os olhos do garoto sem nenhuma expressão, enquanto seus lábios começavam a formar um sorriso demente; louco. O garoto gritou, porém não por muito tempo, pois no momento seguinte ela havia segurado seu braço com uma mão e com a outra o ombro dele. Ouviu-se um creck antes dela virar-lhe o braço por completo quebrando-o.

Asami chegou poucos minutos depois, encontrando sua filha sentada num banco de pedra cantando uma música calma e desconhecida, enquanto balançava os pés e sorria alegremente para frente. Seus dedos moviam-se sobre o vestido coberto de sangue e sujeira. Ela apenas voltou seu olhar para a mãe e mostrou seu lindo sorriso à ela, sendo a Naoki novamente. Lilith não assumiu o controle de Naoki mais… Pelo menos não enquanto Asami ainda estava viva.

Histórico escolar
Na escola ela era considerada a garota estranha, tanto no Japão quanto no Estados Unidos. Apesar de ser muito alegre e bastante doce, as pessoas ainda assim possuíam certo medo dela. Nunca tivera muitos amigos, porém adorava conhecer pessoas novas, conversar e sair. Apesar de sua aparência de "nerd" ninguém nunca tentou mexer com ela pelo medo que os outros possuíam e pelos boatos espalhados. Boatos e medo, estas pareciam palavras constates em sua vida.

Aos 10 anos de idade, poucos dias depois de sua mãe falecer, a sua estranha amiga imaginária começara a falar em sua mente e aparecer com mais freqüência em reflexos que deveriam ser seus. Várias vezes a pequena deixou de agir de seu modo para ser apenas uma espectadora em seu próprio corpo. Yuukio mudara ela de escola várias vezes pelo fato da garota ser sempre expulsa da que estava. Talvez este fosse um dos motivos para que seu padrasto se tornasse tão ruim com ela. À cada escola que ia, à cada amigo que fazia, à cada sorriso que mostrava, algo ruim sempre acontecia em seguida. Às vezes um valentão querendo provar para os outros que Naoki não passava de outra nerd qualquer e que não precisavam ter medo dela – coisa que sempre acabava com um valentão levando uma surra dela – ou às vezes coisas simples como iniciar uma guerra de comida ou roubar biscoito da máquina do colégio. Em suma, Naoki nunca esteve em uma só escola por mais de 3 meses, ou com mais de quatro amigos junto dela.

Como veio parar no Acampamento Meio-Sangue

São Francisco, Estados Unidos
04 de Julho de 2012


As ruas estavam abarrotadas de pessoas animadas que corriam de um lado para o outro comprando enfeites coloridos para as festividades do 4 de julho. Os parques pareciam suportar o máximo de pessoas, além de estarem extremamente coloridos com as cores da bandeira americana. Já havia visto essa situação muitas e muitas vezes. Famílias hipócritas que fingiam amar uns aos outros indo fazer um piquenique no parque enquanto esperavam os coloridos fogos de artifício explodirem no céu.

Estava apoiada na parede de um beco, meu sobretudo negro encobria uma blusa vermelha que vestia, mostrando apenas minha calça escura e botas negras, as quais eu costumava vestir. Passei a mão pelo cabelo entediada por o tempo não passar de uma vez. Queria correr, queria ação, queria matar. Pelo menos eu, Lilith, sim, enquanto a outra apenas me xingava dentro de sua mente. Não me importava o que ela queria ou pensasse, eu estava no comando agora, e isso era ótimo.

Já fazia quatro anos que havíamos fugido de casa, a gota d'água havia sido quando Yuukio quase nos espancara enfurecido por um motivo ridículo quanto era Naoki ter sido levada para a diretoria novamente. Depois de sair de casa vagamos pelas ruas de São Francisco, roubando e matando para sobreviver. Naoki não gostava disso, no entanto não era ela que agia quando precisávamos de dinheiro. Durante nossa vida nas ruas coisas estranhas aconteciam, como sermos perseguidas por pessoas estranhas; por monstros na verdade. É estranho usar essa palavra: monstros, pois todos nos olham com aquela expressão de repúdio que costumam fazer quando olham para loucos.

Avistei ao longe a pessoa que procurava. Mais cedo naquele mesmo dia um homem vestido com um sobretudo, chapéu e óculos escuros havia pedido para que eu matasse um rapaz, ele entregara-me uma foto de meu alvo e uma maço de dinheiro antecipado. Era um alvo fácil, afinal o homem andava de muletas, no entanto ele tinha olhos rápidos como se à todo momento estivesse procurando algo que o ameaçasse. Talvez já tivesse sido ameaçado por um assassino antes. Rodei minha faca na mão esquerda e a coloquei por debaixo do casaco enquanto saía das sombras da construção em direção ao homem que deveria ser morto. Os olhos dele me encontraram no meio do caminho, e pude ver claramente que ele sabia porque eu estava ali.

E sabia, pois no minuto seguinte ele correu. Droga. Não gostava de perseguições através de multidões. Suspirei pesadamente e corri atrás do homem, o qual apesar de usar muletas parecia ser mais rápido do que eu. Perdi-o de vista umas duas vezes, mas nas duas achei-o rapidamente, era como se ele quisesse que eu o seguisse, pois sempre que o perdia ele parava de correr e ficava em encarando. Antes de que me desse conta eu agora estava em um beco. Armadilha. Foi a única palavra que passou em minha mente naquele momento.

– Eu sei porque está aqui. – Disse uma voz atrás de mim, fazendo-me virar rapidamente e empunhar a faca. Era o meu alvo. – Mas isso tudo está errado. Eu sou seu protetor, Naoki. E temos que sair daqui o quanto antes.

Como ele sabia meu nome? E que história de protetor era aquela?! Aquela situação era tão bizarra quanto ver que ele conseguira me enganar tão pateticamente. Abri a boca para contestar o que ele havia dito, e para xingá-lo provavelmente, porém minha fala fora interrompida pelo bater de palmas ao meu lado. Das sombras alguém parecia sair calmamente. Seus olhos estavam cobertos pelo chapéu, apenas seu sorriso sádico e esbranquiçado podia ser visto através das sombras que encobriam-lhe o rosto. Era o homem que havia me contratado.

– Muito bem, Houston. Achou sua protegida, mas infelizmente não poderá protegê-la. – Uma voz feminina saiu com uma espécie de sibilo dos lábios daquele ser.

Seu sobretudo foi jogado ao chão assim como o chapéu, e sem dúvida alguma aquilo era um monstro, ou alguém com uma fantasia muito boa para o 4 de julho. A metade de baixo de seu corpo, onde normalmente ficam as pernas das pessoas, era na verdade a calda de uma cobra, enquanto a parte de cima era o corpo nu de uma mulher. Seus cabelos eram compridos e negros e seus olhos iluminavam-se num vermelho tão vibrante quanto o sangue. Havia raiva em seus rubros olhos, e eu sabia exatamente em quem ela descontaria esse ódio, porém não esperaria que ela fizesse algo antes de mim. Avancei contra a mulher-cobra com a faca em punho, cravando-a em seu tronco, apertando com a maior força que podia enquanto girava a faca em seu tórax para causar-lhe o máximo de ferimento que podia. Afastei-me alguns passos em seguida e fiquei a observá-la, na esperança que aquele monstro caísse no chão de forma agonizante enquanto seu sangue espirrava para todo o lado. Infelizmente minhas esperanças sempre foram em vão. A mulher (se é que posso denominar aquilo como mulher) deu uma risada sinistra antes de tirar a arma de seu tronco. O ferimento que havia feito nela não adiantara de nada, pois o buraco que se criara em seu tronco fechara-se três segundos depois.

– Ok… Corre. – Gritei com um sorriso no rosto já virando-me e correndo.

Sim, um sorriso. Aquela situação era de certa forma engraçada e talvez única. Eu e meu alvo sendo perseguidos por uma mulher-cobra que havia me contratado, mas que na verdade queria me matar. Sem contar o fato dela não morrer. Quantas vezes isso aconteceria? Era uma situação única e totalmente esquisita, só o que me restava era rir e correr.

– Uma lâmia. Droga, achava que eram só as queres que estavam te vigiando. Temos que ir para o Acampamento Meio-Sangue o quanto antes, Naoki! – Disse o homem correndo ao meu lado e me olhando desesperadamente.

– Primeiro: não me chame de Naoki, sou a Lilith, a Naoki 'tá dormindo aqui. – Falei apontando para minha cabeça. – Segundo: o que diabos tu acabou de dizer, nanico? Não entendi merda nenhuma. Assim, fale inglês, não em grego, fechou?

– Grego… Hunf. – Resmungou ele dando uma risada nervosa em seguida.

Corremos por entre a multidão novamente, a qual estranhamente apenas dava passagem aquela mulher horrível híbrida de cobra. Será que eles achavam que aquilo era uma fantasia ou todos esqueceram de trazer os óculos? Não importa, apenas queria sair dali para despistar a lâmia, como o homem havia chamado-a, ou seja lá qual era o nome daquilo. Olhei ao meu redor procurando ver para onde iria em seguida, quando o homem chamou-me, ou melhor, puxou-me para mais dentro do parque, onde havia bem menos pessoas. Ouvi um grito irado da lâmia atrás de nós, provavelmente havia nos perdido. Idiota. Paramos de correr alguns minutos depois, eu ofegando um pouco e ele nem ao menos ofegando. Do que ele era feito, de titânio?

– Ok, quem ou o que diabos é você? – Perguntei por fim, arqueando uma das sobrancelhas enquanto o encarava.

– Sou um sátiro; um protetor. Por favor, não ria, isso é sério. – O tom de sua voz fez meu riso cessar, dei uma chance para que ele se explicasse.

O sátiro contou-me várias coisas, desde a existências de deuses gregos à existência de um acampamento meio-sangue, o qual era onde os filhos destes deuses se abrigavam. À esse ponto já estava incontrolável manter Naoki presa onde eu costumava ficar: bem no fundo de sua mente. "Lilith, deixe-me voltar. Saia!", gritava ela na minha cabeça forçando-me a usar o máximo de forças que tinha para prendê-la ali.

– Cala a maldita boca, bastarda! – Gritei irada com o falatório interno.

– Como é?

– Não é contigo, nanico.

– COMO É?!

Não pude responder, pois no segundo seguinte uma mulher-cobra imensa, irada e totalmente psicótica pulava por entre as árvores quase caindo com seu imenso corpo de réptil por cima de mim. No último minuto consegui rolar para o lado, erguendo-me rapidamente a tempo de desviar as afiadas garras da mulher que cravaram-se à onde eu estava à poucos segundos atrás.

– Nao… Lilith! Pegue isso! Vai matá-la. – O homem arremessou uma adaga de bronze que reluzia estranhamente. Não importava muito o que era, se desse para eu matar aquele bicho com isso então tudo bem.

Retirei o sobretudo que vestia deixando-o cair no chão enquanto um sorriso contorcia minha expressão numa máscara sádica e estranha à aquele rosto delicado e inocente. Avancei com a adaga em punhos, enquanto a lâmia corria em minha direção também. No último minuto, escorreguei para a esquerda, passando a lâmina na lateral do corpo do monstro. Viramos no mesmo momento enquanto sangue espirrava no corte feito em seu tronco. Ela atacou-me com suas garras obrigando-me a caminhar para trás enquanto desviava ou defendia-me com a adaga. Enquanto atacava e defendia, o sátiro – que estava sem calças e mostrando aquela perna bizarra cabeluda de bode – apenas gritava ordens para mim enquanto assistia o confronto de uma distância segura. Belo protetor estes malditos deuses me mandaram! Um momento de descuido fez com que a garra da mulher-monstro atingisse-me no braço abrindo um corte não tão profundo, porém que doía bastante.

– Maldita. – Cuspia a palavra enquanto continuava com meu sorriso.

A lâmina traçou um corte horizontal, fazendo com que o monstro tivesse que afastar-se. Continuei com estes golpes: horizontal, diagonal, vertical, diagonal, diagonal… A cada passo – ou arrastar de calda, sei lá como devo descrever – que ela dava para trás, mais perto ficava de uma grande árvore bem atrás de si. Um último golpe e ela enfim encostou as costas na árvore, notou seu erro tarde demais, já que no segundo seguinte uma adaga cortava-lhe o corpo em dois partindo-lhe do ombro esquerdo até o começo de sua calda de cobra. Ela não teve tempo de gritar antes de transforma-se em pó dourado. O que era aquilo? Um monstro gay que virava purpurina quando morria?! Meu dia estava cada vez maaaaaais bizarro.

– Ok, naninco, digamos que eu acredite no que você disse aí. Onde fica esse tal acampamento?

Ele abriu a boca para falar, mas neste momento um grito vindo do céu, e alguns rosnados provindos das árvores o calaram. Eu sabia perfeitamente que toda aquela situação ficaria um pouco pior. Ou seja, mais divertida, porém estava cansada até aquele ponto… E foi neste momento que Lilith resolveu se recolher. Porque neste momento?! Às vezes achava que ela fazia de propósito e sempre me deixava nas piores situações. Apertei a adaga em minha mão dando vários passos para trás junto com o sátiro.

– Lilith Hanako, certo? – Perguntou ele aflito.

– Naoki Meikai.

– Ok, é a Naoki agora. Mas... Achava que Meikai era de seu padrasto. Não foi por causa dele que fugiu?

– Sim. Preciso do sobrenome dele pra me lembrar exatamente de meus objetivos. – Voltei meu olhar pro "protetor" com clara apreensão. – Bom… CORRE! – Consegui gritar antes de sair em disparada enquanto quatro mulheres aladas e cães estranhos corriam atrás de nós. Nem preciso dizer que nossa chegada até o acampamento fora toda uma fuga insana de monstros estranhos e carnívoros. O bom disso tudo? Bom, acho que não tem lado bom.

OBS: Desculpem-me se houve erros grotescos, mas é que fiz no editor de texto do mac e acabei não revisando. Sorry. ):[/font]


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Re: Testes dos Três Grandes

Mensagem por Hades em Sex Set 21, 2012 8:08 pm

*u* Passou, né. Tem nem o que falar.
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Re: Testes dos Três Grandes

Mensagem por Cörnellie D'immortales em Dom Set 23, 2012 7:26 pm


Teste para Filha de Zeus

Dados Básicos

Nome Completo:Cörnellie {Bruenella Zucconi Van der Stoch} D'immortales
Idade: 16
Cidade Natal: Moscou, Rússia.
Cidade Atual: Los Angeles, EUA.
Personalidade: Cönnie nunca foi fácil, de temperamento forte e um incrível instinto pra liderança a manina era persistente e cabeça dura. Cörnellie nunca gostou de ser contrariada, sempre arrumou mais inimigos do que pedia, era vingativa e uma líder nata, exalava confiança e poder, e as vezes até medo.

Dados Históricos

Um pouco da história de sua família: Os D'immortales sempre foram uma família normal como todas as outras, porém bem pequena, Amandda D'immortales era uma executiva de sucesso, seu marido Gabrien, quem Cörnellie achava que era seu pai, também trabalha no mesmo ramo que a esposa. Cörnellie tinha Defict de atenção e Dislexia, então ela era mantida longe dos poucos parentes que tinha. A família é natural de São Francisco,mas após o nascimento de Cörnellie, Amandda e Gabrien sabendo da linhagem da pequena mudaram-se pra Los Angeles onde havia um colégio especial para Disléxicos e pessoas com Déficit de Atenção. A família não era muito unida,brigava na maioria das vezes que estavam juntos, e eram raras as vezes, então geralmente eles só se viam nos finais de semana, quando o casal não viajava.

Um evento em que suas primeiras habilidades se desenvolveram:

Dia 04/07/2011


Eu voltava pra casa só com Kalu, meus pais tinham ido a New York a negócios, como sempre eu não poderia ir, eu já havia me acostumado, eu me mantinha calada, eu sempre estava calada, não gostava da ideia de voltar andando, mas Kalu me fazia sempre companhia. - Não faça essa cara Cönnie, andar faz bem pra saúde você não quer se tornar uma meio - ... Uma garota linda e sedentária. - Ele se atrapalhou com as palavras, meio o que? Agora eu que fiquei curiosa. - Meio o que? Desembucha! - Parei diante dele o encarando de forma curiosa, eu era curiosa por natureza, e não ia deixar escapar. - Fala logo Kalu! - Meu tom de voz saiu mais alto do que eu precisava que saísse,não gostava de gritar com ele, mas foi preciso. - Cala a boca. - Ele falou na maior cara dura,parecendo que ouviu algo, mas ele me mandou calar a boca vê se pode. - Como você tem coragem de me mandar calara boca? - Ele levou a mão aos meus lábios me impedindo de falar, ele parecia nervoso, muito nervoso pra ser sincera. Saímos correndo pela rua agora vazia,ele a frente e eu atrás correndo como uma louca, não sei onde ele queria chegar mas me assustou de verdade. Paramos na frente de uma casa que ficava no fim da rua, uma casa que parecia abandonada apelo menos uns 15 anos,Kalu parecia estremecer e saiu entrando na frente, me empurrando logo depois que entrei. - O que estamos fazendo aqui? - Eu tentava desesperada procurar alguma respostas mas ele tremia do que parecia ser medo,muito medo. - Como eles nos acharam? - Ele repetia pra si mesmo muitas e muitas vezes. - Eles quem?- Minha pergunta ficou sem resposta novamente, a casa tremeu como se gigantes estivessem cada vez mais perto, Kalu olhou pra escadaria que levava pro segundo piso e me puxou, subimos correndo, nos escondemos dentro de uma sala vazia, pude ouvir a porta lá de baixo ser quebrada, pensei por alguns instantes que Kalu estaria fugindo de algum valentão, ou mais de um,mas a menos que os valentões fossem MUITO grandes aquilo que fizera o barulho lá em baixo não era humano. Os passos ficaram mais e mais altos,por fim aporta da sala em que estávamos explodiu em vários pedaços como se alguém MUITO forte tivesse a socado,duas criaturas de um só olho cada adentraram a sala,eu já tinha os visto da aula de Mitologia Grega no Colégio, eram Ciclopes, aquilo me deu medo, muito medo, eles eram grandes, fortes e nos matariam se pudessem e poderiam. -Cönnie fica atrás de mim. - Kalu falou me olhando rapidamente, foi sua distração o que o ciclope a direita precisou para agarrá-lo pela golada camisa. - Ei largue meu amigo! Ele é só um garoto normal com problema nas pernas - Eu gritei com todas as forças que tinha no meu interior, eu não gostava que machucassem Kalu, ainda maisque ele não conseguia se defender bem. - Garoto normal? - Um dos ciclopes falou sorrindo como se gozasse de mim, o outro agarrou a calça de Kalu e a puxou, eu fique pasma coma cena até tampei os olhos por alguns segundos. - Cara você tem um sério problema com pelos e ... VOCÊ NÃO SABE O QUE É UMA CUECA? - Minha voz saiu bem alta, mas não foi mesmo minha intensão, levei a mão a boca e os ciclopes riram de mim, um socou a barriga de Kalu o que me deixou com raiva. - Você é o que? Meio - Garoto chato Meio - Carneiro? - Tentei entender o que ele era, só não era normal, mas parecia que eu já tinha visto algo parecido em algum lugar.- O Nome politicamente correto é sátiro, sou seu protetor, e digamos que não sou o ser mais feliz com seu trabalho. - Chato! Então era isso, ele era um sátiro, por isso não me era estranho, tinha visto sobre sátiros a duas semanas, se ele era um sátiro quem eu era? Ou melhor O que eu era? - Cönnie corre! - A voz de Kalu me tirou do transe, enquanto os ciclopes batiam nele sem ele ao menos se defender. - É garotinha corre pra mamãe e pro papai! - O ciclope riu da minha cara de novo, eu fiquei com muita raiva,as luzes piscaram, foi como se faíscas saíssem do meu corpo. - Eu não sou filhinha de papai e mamãe! - Minha voz saiu estranha, autoritária, poderosa, me deu medo. Um raio atingiu a cabeça do ciclope a esquerda que caiu deixando Kalu cair também, o outro saiu em disparada deixando o outro caído no chão. - Como eu fiz isso? - Eu tremia mais e mais, aquilo me deixou extremamente estranha. - Vamos, temos que conversar com Gabrien e Amandda. - Eles me segurou pelos e ombros indo rumo a porta. - Veste sua calça primeiro cara, credo! - Minha voz saiu engraçada dessa vez, eu passei pelo ciclope adormecido e saí da sala antes de Kalu.

Histórico escolar: [Como era sua vida na escola]Eu era normal no meu colégio, tirando o fato de que eu era a filha de um casal de milionários do cinema, é minha mãe e meu pai de criação eram ricos, Gabrien herdou do tio-avô uma rede mundial de hotéis, e minha mãe tinha lá seus milhões no banco além de trabalhar pra diversas celebridades. Na escola eu não costumava ter problemas a não ser o Déficit de Atenção, eu estudava em uma escola pra crianças Disléxicas, me sentia uma retardada lá dentro, mas minha mãe me induziu de que eu precisava daquilo e quem sabe um dia eu deveria voltar a frequentar um colégio normal, como se os muros altos daquele quase internato pudesse repelir os monstros que me perseguiam, foram 3 desde que eu entrei lá, um cão infernal, cara uma criatura daquele tamanho e ninguém viu? Só depois me dei conta que era por cauda da névoa, mas eu juro que algumas crianças também conseguiram vê-lo mas não falaram nada, uma harpia, que me deixou com uma cicatriz no punho e várias semanas sem pisar na escola e um ciclope, esse foi fora dos muros do colégio e foi a gota d'água pra que eu fosse pro Acampamento. Como eu passei por todos esses monstros sem ao menos morrer? Kalu, é eu também acho o nome dele estranho, mas é o que chama de sátiro, podem acreditar eu surtei quando fiquei sabendo sobre ele, cara ele me beijou no primeiro ano , me BEIJOU?! da pra acreditar nesse sátiro safado? Ta foi um selinho meio demorado, mas eu dei um bom tapa nele depois u.u

Como veio parar no Acampamento Meio-Sangue:" Desde que me despedi de minha mãe e de Gabriel estou meio triste e aérea, além de estar vagando por vários esconderijos. Pra alguns pode parecer pouco tempo, porém pra mim cinco minutos sem Amandda e Gabrien D'immortales já muita coisa, quando mais para sempre, para sempre durava tempo demais pra eu poder esperar e aguentar sem eles ali comigo, pois eu não sabia se voltaria a vê-los de novo.
Eu estava em Los Angeles acompanhada de um ser meio bode meio humano, ele usava calças largas e andava esquisito, ele disse que pegaríamos um táxi até um lugar que por viajar demais eu nem prestei atenção no nome, era defeito pessoal, talvez lá eu pudesse descansar um pouco e quem sabe comer algo, eu não tinha dinheiro, Kalu também não tinha grana, só uma moedinha estranha de nome Dracma.
Tentava me manter atenta, aquela nova realidade me assustava bastante, aquele ser que se denominou um sátiro, meu guardião na ocasião em questão, dizia que tinha haver com meu pai. Será que eu queria mesmo conhecê-lo? As vezes eu achava que sim, em outras eu me negava a querer conhecê-lo. Aquele ser que sempre andava a minha frente e de forma engraçada não sabia me dizer o nome do meu pai,mas que eu era especial, ele dizia que eu era meio sangue, que meu pai era um deus grego, por alguns segundos após ter que fugir achei que fosse algo relacionado a sua beleza,mas aos poucos liguei os pontos e comecei a levar a expressão " Deus Grego" bem ao pé da letra.
Nos espreitávamos pelos becos da cidade,eu ainda remoía minhas lembranças dos meus últimos dias normais, minha lembranças me levaram a uma semana atrás, eu e minha mãe chegávamos de uma viagem a Rússia, estávamos exaustas, era quase meia noite, caímos na cama, e o sono nos consumiu bem rápido, no decorrer dos outros cinco dias passei e escrevendo no meu diário pessoal, enquanto eu via as férias chegarem, talvez eu não tivesse que ficar em casa, mas tive, mamãe passou o dia todo fora. A noite o pior pesadelo real que eu poderia ter, em um galpão no meio do nada, minha única chance era encontrar meu pai, SE ele quisesse me ver, na companhia de um sátiro, onde eu começava a ver que as histórias sobre Mitologia Grega que eu lia escondida da minha mãe eram mais verdadeiras do que eu poderia imaginar. Uma pergunta ainda latejava na minha cabeça, se meu pai era mesmo um Olimpiano, qual deles era? Zeus? Apolo?Poseidon? Hefesto? Hades? Hermes?Ares? Dionísio? Eram oito nomes e apenas um incerteza.
Voltei a mim sendo puxada para um beco,me escondi atrás de uma lata de Lixo, fedorenta e asquerosa, o sátiro tremia, não sei porque confiava nele, apenas confiava, ergui o olhar, pude ver duas criaturas que pareciam cães, mas eram enormes e fediam a morte. - Com os cumprimentos de Hades!- O sátiro falou tão baixo que mal pude ouvir, as criaturas farejavam cada vez mais perto, o ser meio bode, meio homem, me empurrou pra dentro de uma enorme lata de lixo, aquele cheiro me deu um enjoo , mas consegui me controlar, depois de mim ele acabou entrando também,percebi que estava tentando camuflar meu cheiro,ele travou a entrada da lixeira com uma barra de ferro que tinha na lateral,o silêncio pairou o suficiente pra nos assustarmos com algo que, de repente, começou a se debater contra a lata de lixo em que estávamos, o satiro me entregou uma barra de ferro, será que ele esperava que eu matasse a criatura que estava lá fora? Ele destravou a entrada e tudo pareceu silencioso, saímos e não vímos nada, até sermos cercados pelos cães,um do lado direito e outro do esquerdo, nos obrigando a ficar de costas um pro outro, os cães correram em nossa direção, ele bateu com toda força que parecia ter a barra que segurava contra o cão que se afastou um pouco sumindo do meu campo de visão, logo após o sátiro foi atrás me deixando sozinha com o outro cão. A criatura correu até mim e pulou, me abaixei o suficiente pra ele não conseguir me acertar,o que me deu tempo pra alcansar uma escada de incêndio a minha esquerda, pulei três vezes antes de conseguir alcançar e ritimar uma subida rápida e desesperada. Ele pulou na minha perna esquerda, o acertei duas vezes com a barra de metal antes dele me soltar. Continuei minha subida com a perna agora machucada, enfim alcancei a janela que tinha acima,empurrei um vaso muito pesado sobre o cão, algo parecia me ajudar de alguma forma, forma que não questionei em um só segundo, o vaso caiu sobre ele mas não o matou, com alguma dificuldade desci pra onde estava, com a barra ainda em mãos eu enfiei no animal e ele sumiu em uma poeira estranha, tinha uma severa impressão que veria outros dele algum dia.
O sátiro veio em minha direção com um semblante que parecia um misto de felicidade e surpresa por minha vitória, ele me puxou pra fora do beco e pegamos um táxi, antes que seguíssemos pra nosso destino final, parei na casa de uma conhecida, ela me olhou como se eu fosse usar o dinheiro que lhe pedira pra comprar drogas mas acabou dando,o estranho fora que o táxi nos esperou, mas naquela altura do campeonato já não questionava nada, paramos em uma lanchonete, nos intupimos de tudo que minha mãe me proibia de comer e novamente me lembrei dela, voltamos pra aquele taxi enquanto Kalu {O Sátiro} conversava com o motorista sinistro eu pegava no sono, aos poucos eu já mergulhava em meus devaneios e pesadelos. Naquela vez não sonhei só com o misterioso homem de lindos olhos azuis elétricos,mas minha mãe estava com ele eu estava cada vez mais longe dela e estava infeliz com isso, mas não podia fazer nada. Acordei com Kalu me sacudindo avisando que desceríamos ali, devería ser 18:30, o sol já se punha e não estava tão quente, eu ainda mancava um pouco, subíamos aquela colina, ainda me perguntava pra onde estávamos indo. No céu quase escuro três pontinhos negros chamaram minha atenção, estavam enormes demais pra serem pássaros, engatamos uma corrida ritimada e quase desesperada, por fim as criaturas se mostraram grandes e ágeis, eram harpías. Tentei correr mas rápido mas não dava, Kalu tinha me passado mas voltou pra me ajudar, um de nós tería que ficar, enquanto ele lutava com as harpías eu o obedeci e corri colina a cima, quando quase estava alcançando o portal que estava escrito “Acampamento Meio Sangue” algo me puxou pela perna me levando acima das árvores, era uma harpía. Ela voava próximo a árvore consegui alcançar um galho em um dos momentos que ela me ameaçava e acertá-la no rosto antes dela bater em meu rosto e começar a cair, caí sobre os galhos de uma árvore, o galho quebrou e caí alguns galhos até conseguir me esconder. Por uma hora ela me procurou e eu escutei os gritos do meu sátiro, covarde não fiz nada, o medo me contaminou, por fim eu acabei caindo de 2 metros do chão e quebrando uma costela. Me arrastei, até o portal, de alguma forma me sentia mais protegida, passei horas a espera de Kalu até perceber que ele não viria e desabarem lágrimas de e de dor e culpa. Ouvi vozes, elas se identificaram como Caçadoras de Ártemis, me ajudaram e me levaram para ter os devidos cuidados, isso faz duas semanas e ainda não vi Kalu."





EDITADO, PRONTO PARA SER AVALIADO !


Última edição por Cörnellie D'immortales em Qui Set 27, 2012 1:11 pm, editado 5 vez(es)
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Re: Testes dos Três Grandes

Mensagem por Hades em Dom Set 23, 2012 8:07 pm

Reprovada. Você tem uma boa ortografia (exceto por alguns erros, que penso eu, foram de digitação somente), mas a escrita está meio deficiente. Você usa vírgulas demais em uma só frase, o que torna a leitura bem cansativa. Outro fato que pode incomodar é o uso de emoticons no texto, tente evitar isso. Caso deseje, conserte os erros e poste novamente e eu faço uma nova avaliação.
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Re: Testes dos Três Grandes

Mensagem por Hiro Nakamura em Qua Set 26, 2012 9:13 am






Teste para filho de Zeus

Dados Básicos


Nome Completo: Hiro Nakamura
Idade: 18 anos
Cidade Natal: Osaka
Personalidade: A persistência no orgulho é o que mais marca o asiático, e torna Hiro uma pessoa de personalidade forte. Não subentende-se por alguém que aceita falta de respeito ou deixa que os desaforos da vida (a menos que não tenha meios de vencer) sejam levados para casa. Sempre prudente e prestativo, se coloca a frente quando acha preciso e não nega ajuda aos que são mais próximos.

Dados Históricos


Um pouco da história de sua família: Hiro não fora um menino deserdado de tudo, crescera tendo um pai – mesmo que adotivo – que o tinha como seu legitimo, porem uma mãe que não o aceitava, devido a sua natureza divina. Depois do abandono do verdadeiro pai, ela por diversas vezes o deixou pra morrer, mas sempre fora salvo pelo padrasto, um homem severo e rígido, porem, gentil e amável. Anos mais a frente, foi constatado o distúrbio de personalidade da mulher, causado pelo orgulho oriental e ser deixada pelo Deus, onde ela se tornara uma pessoa violenta e amarga como nunca fora antes.
Morreu dois anos depois do diagnóstico, por volta dos dez anos de Hiro, onde ele e o padrasto se mudaram para um lugar próximo a Alemanha. Kazu Niyama ensinou os princípios de tudo o que sabia para Hiro, inclusive a autodefesa, coisa que não fora para ele tão fácil. Outro fato que marcou a vida do garoto, fora a perda de tal homem aos treze, onde fora mandado a um orfanato e ali viveu quase tudo o que se lembrava sobre seus momentos ruins, com os colegas maus e os monitores relaxados.

Um evento em que suas primeiras habilidades se desenvolveram: Aquele dia como qualquer outro, logo após o almoço, os internos do orfanato St. Bernadett foram colocados ao pátio para brincar e tomar sol, mas não devidamente brincar, uma vez que os menores tinham que ficar mais afastados uma vez que os maiores e mais valentões se apossavam dos brinquedos do playground e não permitiam se quer a aproximação, e não bastasse a ineficiência em cuidar das crianças dos dois monitores ali presentes, ainda pareciam ter um momento bom enquanto as crianças eram oprimidas aos sons dos gemidos obsenos e os rangeres da madeira do banco que ficava naquela varanda. Impossível que ninguém mais ouvisse...
Dois dos gigantes resolveram ganhar sua “cota de diversão” do dia e caminharam risonhos até Hiro, e sem precedente algum, iniciaram o espancamento, mas o pequeno japonês já estava mais acostumado, e antes de ser acertado pela segunda vez, começou a correr. Chegou até a orla do bosque que delimitava o terreno do orfanato, onde hesitou, e os perseguidores o alcançaram deixando, o menino encurralado. Começara a se lembrar do padrasto a lhe ensinar um pouco sobre como se defender, mas era um tanto quanto franzino para se proteger totalmente destes, e depois do primeiro soco, sentiu a boca sangrar enquanto as costas bateram numa das arvores. Disseram algo que ficou de certa forma inaudível a Hiro pela pancada, mas ainda bem o suficiente para ver o que estava acontecendo. Veio mais um soco na direção do pequeno, mas dessa vez sua mão desviara e segurava com força o punho gordo.
Hiro sentiu como um puxão no umbigo, e um arco voltaico disparou de sua mão fazendo o primeiro dos valentões tremer e depois ser jogado para trás.
Ambos correram assustados depois de alguns minutos, e Hiro observava suas mãos sem entender muito, apenas sabia que gostara de não ter os valentões lhe batendo.

Histórico escolar: Se pudesse resumir em uma palavra, seria esforço. Nada fora fácil ali, sofrer com as injurias por ser órfão, por ser asiático, por ser dislexo, pela altura... Tudo era um motivo idiota para caçoarem do pequeno Hiro, mas que sem saber de onde tirava forças, continuava e enfrentava seus agressores, quase sempre dando uma resposta firme o suficiente para que não houvesse retrucagem, e em algumas vezes, apanhava. As cicatrizes pelo corpo eram sinais de suas brigas infindadas e muitas vezes da tentativa de se esconder falha. Não fora lá uma vida de que tivesse orgulho.

Como veio parar no Acampamento Meio-Sangue: Poucos minutos após um arco voltaico salvar sua vida sem saber como, Hiro vira dois monitores correrem até ele, um tanto quanto manco e a outra... Espere, aquela velha corria? Senhora Hedwings começara a se deformar de repente e se transformava em algo que Hiro nunca vira na vida, e Denzel, o único monitor que realmente se importava com o asiático, estava a golpear a velha com um chute que a fizera parar por um tempo, mas não o suficiente para estarem a salvo, ainda eram perseguidos pela dracaenae. Hiro fez perguntas, exigiu respostas, Mas Denzel apenas corria com o garoto sob o braço o mais rápido que podia. Senhora Hedwings sibilava e percorria por entre as arvores perigosamente no encalço dos dois, e o sátiro já ofegante, seguia com insistência para o fim do bosque já visível, e por fim, saíram num pequeno estacionamento, Denzel procurou como um louco as chaves do Corolla 97’ nos bolsos, e colocando Hiro no chão, mandou o garoto correr para o carro. Denzel pareceu mais sério por um momento e puxou uma espécie de flauta do bolso. Iniciou-se então uma musica frenética, mas o garoto não esperou para ver os resultados, já esperava junto ao carro pelo sátiro sem saber muito mais.
Os próximos trinta minutos, basearam-se em estrada, alta velocidade e explicações resumidas que fizeram a cabeça de Hiro girar com o impacto. Saber que era filho de um Deus o animou um pouco, o fez se sentir um pouco mais poderoso, mas a ideia de morrer, não era das mais ideais pra ele naquele momento, o japonês estava preocupado, uma vez que estava tudo quieto, e se como dito, o sangue dele chamava tanta atenção, por que não estavam sendo atacados? É como se diz, se pensar negativo, atrairá coisas negativas. O carro fora desequilibrado por um momento devido a um impacto em seu teto, e foi então que as coisas começaram a ficar boas, um pedaço de tora acertava o lado da porta de Denzel, que ao bater a cabeça, ficava com o supercílio cortado, Hiro tremia enquanto tentava ver o que estava atacando, mas era inútil, e uma segunda pancada na parte da frente do carro fizera o mesmo desbalancear um pouco e começar a perder velocidade.
— O motor já era, saia do carro, vou tentar contê-los.– dizia o sátiro aos berros. As portas do velho Corolla se abriram com certa dificuldade, e Denzel puxara novamente a flauta. Sua musica era intensa e trouxe ventos fortes ao lugar, e em poucos segundos uma tempestade se formava iniciando uma chuva que dificultava a visão do garoto, e deveriam fazer o mesmo com aquele homem estranho que usava uma bermuda maltrapilha e tinha tatuagens estranhas com o que ele pensavam ser mais ou menos dez metros de altura, obviamente exagerado pela mente ainda um tanto infantil. Fora agarrado mais uma vez, e agora podia ver as pernas de bode do maior. Ele trotou o mais rápido que pode tentando desviar-se dos ataques constantes do lestrigão as coisas não iam nada bem, e ainda faltavam cerca de oitocentos metros até a colina meio sangue, e para ajudar, das arvores ao lado, ainda irrompeu mais um grupo de dracaenaes que começaram a se agrupar logo atrás do homem enorme. Hiro fechou os olhos em desespero, estavam acabados, mas antes que pudesse pensar em morrer, os sons da floresta se intensificaram novamente, e dessa vez, mais homens-bode saíram por entre as arvores gritando para que Denzel corresse, e pouco depois estavam ambos dentro do acampamento. O que ocorreu com os sátiros? Hiro não sabia ao certo, mas tinha a certeza que estavam todos vivos, uma vez que estes foram vistos por ele retornando com sorrisos.




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Re: Testes dos Três Grandes

Mensagem por Melinoe em Qua Set 26, 2012 2:52 pm

§ Aprovado §
Narrativa perfeita *u*

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Re: Testes dos Três Grandes

Mensagem por Hefesto em Qui Set 27, 2012 8:15 pm

POST DA AVALIADA:
[quote="Cörnellie D'immortales"]

Teste para Filha de Zeus

Dados Básicos

Nome Completo:Cörnellie {Bruenella Zucconi Van der Stoch} D'immortales
Idade: 16
Cidade Natal: Moscou, Rússia.
Cidade Atual: Los Angeles, EUA.
Personalidade: Cönnie nunca foi fácil, de temperamento forte e um incrível instinto pra liderança a manina era persistente e cabeça dura. Cörnellie nunca gostou de ser contrariada, sempre arrumou mais inimigos do que pedia, era vingativa e uma líder nata, exalava confiança e poder, e as vezes até medo.

Dados Históricos

Um pouco da história de sua família: Os D'immortales sempre foram uma família normal como todas as outras, porém bem pequena, Amandda D'immortales era uma executiva de sucesso, seu marido Gabrien, quem Cörnellie achava que era seu pai, também trabalha no mesmo ramo que a esposa. Cörnellie tinha Defict de atenção e Dislexia, então ela era mantida longe dos poucos parentes que tinha. A família é natural de São Francisco,mas após o nascimento de Cörnellie, Amandda e Gabrien sabendo da linhagem da pequena mudaram-se pra Los Angeles onde havia um colégio especial para Disléxicos e pessoas com Déficit de Atenção. A família não era muito unida,brigava na maioria das vezes que estavam juntos, e eram raras as vezes, então geralmente eles só se viam nos finais de semana, quando o casal não viajava.

Um evento em que suas primeiras habilidades se desenvolveram:

Dia 04/07/2011


Eu voltava pra casa só com Kalu, meus pais tinham ido a New York a negócios, como sempre eu não poderia ir, eu já havia me acostumado, eu me mantinha calada, eu sempre estava calada, não gostava da ideia de voltar andando, mas Kalu me fazia sempre companhia. - Não faça essa cara Cönnie, andar faz bem pra saúde você não quer se tornar uma meio - ... Uma garota linda e sedentária. - Ele se atrapalhou com as palavras, meio o que? Agora eu que fiquei curiosa. - Meio o que? Desembucha! - Parei diante dele o encarando de forma curiosa, eu era curiosa por natureza, e não ia deixar escapar. - Fala logo Kalu! - Meu tom de voz saiu mais alto do que eu precisava que saísse,não gostava de gritar com ele, mas foi preciso. - Cala a boca. - Ele falou na maior cara dura,parecendo que ouviu algo, mas ele me mandou calar a boca vê se pode. - Como você tem coragem de me mandar calara boca? - Ele levou a mão aos meus lábios me impedindo de falar, ele parecia nervoso, muito nervoso pra ser sincera. Saímos correndo pela rua agora vazia,ele a frente e eu atrás correndo como uma louca, não sei onde ele queria chegar mas me assustou de verdade. Paramos na frente de uma casa que ficava no fim da rua, uma casa que parecia abandonada apelo menos uns 15 anos,Kalu parecia estremecer e saiu entrando na frente, me empurrando logo depois que entrei. - O que estamos fazendo aqui? - Eu tentava desesperada procurar alguma respostas mas ele tremia do que parecia ser medo,muito medo. - Como eles nos acharam? - Ele repetia pra si mesmo muitas e muitas vezes. - Eles quem?- Minha pergunta ficou sem resposta novamente, a casa tremeu como se gigantes estivessem cada vez mais perto, Kalu olhou pra escadaria que levava pro segundo piso e me puxou, subimos correndo, nos escondemos dentro de uma sala vazia, pude ouvir a porta lá de baixo ser quebrada, pensei por alguns instantes que Kalu estaria fugindo de algum valentão, ou mais de um,mas a menos que os valentões fossem MUITO grandes aquilo que fizera o barulho lá em baixo não era humano. Os passos ficaram mais e mais altos,por fim aporta da sala em que estávamos explodiu em vários pedaços como se alguém MUITO forte tivesse a socado,duas criaturas de um só olho cada adentraram a sala,eu já tinha os visto da aula de Mitologia Grega no Colégio, eram Ciclopes, aquilo me deu medo, muito medo, eles eram grandes, fortes e nos matariam se pudessem e poderiam. -Cönnie fica atrás de mim. - Kalu falou me olhando rapidamente, foi sua distração o que o ciclope a direita precisou para agarrá-lo pela golada camisa. - Ei largue meu amigo! Ele é só um garoto normal com problema nas pernas - Eu gritei com todas as forças que tinha no meu interior, eu não gostava que machucassem Kalu, ainda maisque ele não conseguia se defender bem. - Garoto normal? - Um dos ciclopes falou sorrindo como se gozasse de mim, o outro agarrou a calça de Kalu e a puxou, eu fique pasma coma cena até tampei os olhos por alguns segundos. - Cara você tem um sério problema com pelos e ... VOCÊ NÃO SABE O QUE É UMA CUECA? - Minha voz saiu bem alta, mas não foi mesmo minha intensão, levei a mão a boca e os ciclopes riram de mim, um socou a barriga de Kalu o que me deixou com raiva. - Você é o que? Meio - Garoto chato Meio - Carneiro? - Tentei entender o que ele era, só não era normal, mas parecia que eu já tinha visto algo parecido em algum lugar.- O Nome politicamente correto é sátiro, sou seu protetor, e digamos que não sou o ser mais feliz com seu trabalho. - Chato! Então era isso, ele era um sátiro, por isso não me era estranho, tinha visto sobre sátiros a duas semanas, se ele era um sátiro quem eu era? Ou melhor O que eu era? - Cönnie corre! - A voz de Kalu me tirou do transe, enquanto os ciclopes batiam nele sem ele ao menos se defender. - É garotinha corre pra mamãe e pro papai! - O ciclope riu da minha cara de novo, eu fiquei com muita raiva,as luzes piscaram, foi como se faíscas saíssem do meu corpo. - Eu não sou filhinha de papai e mamãe! - Minha voz saiu estranha, autoritária, poderosa, me deu medo. Um raio atingiu a cabeça do ciclope a esquerda que caiu deixando Kalu cair também, o outro saiu em disparada deixando o outro caído no chão. - Como eu fiz isso? - Eu tremia mais e mais, aquilo me deixou extremamente estranha. - Vamos, temos que conversar com Gabrien e Amandda. - Eles me segurou pelos e ombros indo rumo a porta. - Veste sua calça primeiro cara, credo! - Minha voz saiu engraçada dessa vez, eu passei pelo ciclope adormecido e saí da sala antes de Kalu.

Histórico escolar: [Como era sua vida na escola]Eu era normal no meu colégio, tirando o fato de que eu era a filha de um casal de milionários do cinema, é minha mãe e meu pai de criação eram ricos, Gabrien herdou do tio-avô uma rede mundial de hotéis, e minha mãe tinha lá seus milhões no banco além de trabalhar pra diversas celebridades. Na escola eu não costumava ter problemas a não ser o Déficit de Atenção, eu estudava em uma escola pra crianças Disléxicas, me sentia uma retardada lá dentro, mas minha mãe me induziu de que eu precisava daquilo e quem sabe um dia eu deveria voltar a frequentar um colégio normal, como se os muros altos daquele quase internato pudesse repelir os monstros que me perseguiam, foram 3 desde que eu entrei lá, um cão infernal, cara uma criatura daquele tamanho e ninguém viu? Só depois me dei conta que era por cauda da névoa, mas eu juro que algumas crianças também conseguiram vê-lo mas não falaram nada, uma harpia, que me deixou com uma cicatriz no punho e várias semanas sem pisar na escola e um ciclope, esse foi fora dos muros do colégio e foi a gota d'água pra que eu fosse pro Acampamento. Como eu passei por todos esses monstros sem ao menos morrer? Kalu, é eu também acho o nome dele estranho, mas é o que chama de sátiro, podem acreditar eu surtei quando fiquei sabendo sobre ele, cara ele me beijou no primeiro ano , me BEIJOU?! da pra acreditar nesse sátiro safado? Ta foi um selinho meio demorado, mas eu dei um bom tapa nele depois u.u

Como veio parar no Acampamento Meio-Sangue:" Desde que me despedi de minha mãe e de Gabriel estou meio triste e aérea, além de estar vagando por vários esconderijos. Pra alguns pode parecer pouco tempo, porém pra mim cinco minutos sem Amandda e Gabrien D'immortales já muita coisa, quando mais para sempre, para sempre durava tempo demais pra eu poder esperar e aguentar sem eles ali comigo, pois eu não sabia se voltaria a vê-los de novo.
Eu estava em Los Angeles acompanhada de um ser meio bode meio humano, ele usava calças largas e andava esquisito, ele disse que pegaríamos um táxi até um lugar que por viajar demais eu nem prestei atenção no nome, era defeito pessoal, talvez lá eu pudesse descansar um pouco e quem sabe comer algo, eu não tinha dinheiro, Kalu também não tinha grana, só uma moedinha estranha de nome Dracma.
Tentava me manter atenta, aquela nova realidade me assustava bastante, aquele ser que se denominou um sátiro, meu guardião na ocasião em questão, dizia que tinha haver com meu pai. Será que eu queria mesmo conhecê-lo? As vezes eu achava que sim, em outras eu me negava a querer conhecê-lo. Aquele ser que sempre andava a minha frente e de forma engraçada não sabia me dizer o nome do meu pai,mas que eu era especial, ele dizia que eu era meio sangue, que meu pai era um deus grego, por alguns segundos após ter que fugir achei que fosse algo relacionado a sua beleza,mas aos poucos liguei os pontos e comecei a levar a expressão " Deus Grego" bem ao pé da letra.
Nos espreitávamos pelos becos da cidade,eu ainda remoía minhas lembranças dos meus últimos dias normais, minha lembranças me levaram a uma semana atrás, eu e minha mãe chegávamos de uma viagem a Rússia, estávamos exaustas, era quase meia noite, caímos na cama, e o sono nos consumiu bem rápido, no decorrer dos outros cinco dias passei e escrevendo no meu diário pessoal, enquanto eu via as férias chegarem, talvez eu não tivesse que ficar em casa, mas tive, mamãe passou o dia todo fora. A noite o pior pesadelo real que eu poderia ter, em um galpão no meio do nada, minha única chance era encontrar meu pai, SE ele quisesse me ver, na companhia de um sátiro, onde eu começava a ver que as histórias sobre Mitologia Grega que eu lia escondida da minha mãe eram mais verdadeiras do que eu poderia imaginar. Uma pergunta ainda latejava na minha cabeça, se meu pai era mesmo um Olimpiano, qual deles era? Zeus? Apolo?Poseidon? Hefesto? Hades? Hermes?Ares? Dionísio? Eram oito nomes e apenas um incerteza.
Voltei a mim sendo puxada para um beco,me escondi atrás de uma lata de Lixo, fedorenta e asquerosa, o sátiro tremia, não sei porque confiava nele, apenas confiava, ergui o olhar, pude ver duas criaturas que pareciam cães, mas eram enormes e fediam a morte. - Com os cumprimentos de Hades!- O sátiro falou tão baixo que mal pude ouvir, as criaturas farejavam cada vez mais perto, o ser meio bode, meio homem, me empurrou pra dentro de uma enorme lata de lixo, aquele cheiro me deu um enjoo , mas consegui me controlar, depois de mim ele acabou entrando também,percebi que estava tentando camuflar meu cheiro,ele travou a entrada da lixeira com uma barra de ferro que tinha na lateral,o silêncio pairou o suficiente pra nos assustarmos com algo que, de repente, começou a se debater contra a lata de lixo em que estávamos, o satiro me entregou uma barra de ferro, será que ele esperava que eu matasse a criatura que estava lá fora? Ele destravou a entrada e tudo pareceu silencioso, saímos e não vímos nada, até sermos cercados pelos cães,um do lado direito e outro do esquerdo, nos obrigando a ficar de costas um pro outro, os cães correram em nossa direção, ele bateu com toda força que parecia ter a barra que segurava contra o cão que se afastou um pouco sumindo do meu campo de visão, logo após o sátiro foi atrás me deixando sozinha com o outro cão. A criatura correu até mim e pulou, me abaixei o suficiente pra ele não conseguir me acertar,o que me deu tempo pra alcansar uma escada de incêndio a minha esquerda, pulei três vezes antes de conseguir alcançar e ritimar uma subida rápida e desesperada. Ele pulou na minha perna esquerda, o acertei duas vezes com a barra de metal antes dele me soltar. Continuei minha subida com a perna agora machucada, enfim alcancei a janela que tinha acima,empurrei um vaso muito pesado sobre o cão, algo parecia me ajudar de alguma forma, forma que não questionei em um só segundo, o vaso caiu sobre ele mas não o matou, com alguma dificuldade desci pra onde estava, com a barra ainda em mãos eu enfiei no animal e ele sumiu em uma poeira estranha, tinha uma severa impressão que veria outros dele algum dia.
O sátiro veio em minha direção com um semblante que parecia um misto de felicidade e surpresa por minha vitória, ele me puxou pra fora do beco e pegamos um táxi, antes que seguíssemos pra nosso destino final, parei na casa de uma conhecida, ela me olhou como se eu fosse usar o dinheiro que lhe pedira pra comprar drogas mas acabou dando,o estranho fora que o táxi nos esperou, mas naquela altura do campeonato já não questionava nada, paramos em uma lanchonete, nos intupimos de tudo que minha mãe me proibia de comer e novamente me lembrei dela, voltamos pra aquele taxi enquanto Kalu {O Sátiro} conversava com o motorista sinistro eu pegava no sono, aos poucos eu já mergulhava em meus devaneios e pesadelos. Naquela vez não sonhei só com o misterioso homem de lindos olhos azuis elétricos,mas minha mãe estava com ele eu estava cada vez mais longe dela e estava infeliz com isso, mas não podia fazer nada. Acordei com Kalu me sacudindo avisando que desceríamos ali, devería ser 18:30, o sol já se punha e não estava tão quente, eu ainda mancava um pouco, subíamos aquela colina, ainda me perguntava pra onde estávamos indo. No céu quase escuro três pontinhos negros chamaram minha atenção, estavam enormes demais pra serem pássaros, engatamos uma corrida ritimada e quase desesperada, por fim as criaturas se mostraram grandes e ágeis, eram harpías. Tentei correr mas rápido mas não dava, Kalu tinha me passado mas voltou pra me ajudar, um de nós tería que ficar, enquanto ele lutava com as harpías eu o obedeci e corri colina a cima, quando quase estava alcançando o portal que estava escrito “Acampamento Meio Sangue” algo me puxou pela perna me levando acima das árvores, era uma harpía. Ela voava próximo a árvore consegui alcançar um galho em um dos momentos que ela me ameaçava e acertá-la no rosto antes dela bater em meu rosto e começar a cair, caí sobre os galhos de uma árvore, o galho quebrou e caí alguns galhos até conseguir me esconder. Por uma hora ela me procurou e eu escutei os gritos do meu sátiro, covarde não fiz nada, o medo me contaminou, por fim eu acabei caindo de 2 metros do chão e quebrando uma costela. Me arrastei, até o portal, de alguma forma me sentia mais protegida, passei horas a espera de Kalu até perceber que ele não viria e desabarem lágrimas de e de dor e culpa. Ouvi vozes, elas se identificaram como Caçadoras de Ártemis, me ajudaram e me levaram para ter os devidos cuidados, isso faz duas semanas e ainda não vi Kalu."




Seu post foi consideravelmente bom, mas ainda necessita de algumas melhoras, espero que se esforce para as missões.
Mande os itens de reclamação por MP ou peça a um deus pra att.

RECLAMADA!


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Re: Testes dos Três Grandes

Mensagem por James P. Cavendish em Sex Set 28, 2012 4:07 pm

Teste para ser filho de Hades:

Dados Básicos:

Nome Completo: James Petrova Cavendish

Idade: 12 anos

Cidade Natal: Nova York

Personalidade: James é um garoto um pouco desleixado, costuma usar roupas velhas e um pouco sujas. Ele é baixo e miúdo daqueles que são os menores da sala. Ele tem cabelos longos e pretos, muito pretos, seus olhos são pretos e quem ficar o encarando por algum tempo pode até chegar a dar medo. Ele é um pouco fechado, só fala com um amigo que conheceu quando tinha 10 anos, o nome dele é Quinnus. James sorri raramente, e é difícil de ver ele fora de casa, ele só sai quando tem que ir para a escola que ele tanto odeia. Sua voz é um pouco grossa, o que é estranho para um garotinho miúdo como aquele. Desde que entrou naquela escola ele sempre sentou-se na última mesa da sala.


Dados Históricos:

Um pouco da história de sua família: James nasceu em Manhattan, Nova York em seus 12 anos. Ele e sua mãe, Rose, moravam em um pequeno edifício de três andares, era uma casa pequena, de uma sala, uma cozinha, um banheiro e um só quarto. Sua mãe trabalhava como uma funcionária de aeroporto, então eles não viviam bem financeiramente. Depois que Rose teve James como bebê, a família inteira perdeu o contato com ela, porque todos eram contra Rose ter um filho com "aquele". Então James só tem a sua mãe como familiar, mas James sempre procurou saber sobre o seu pai e sua família, e toda vez que ele tocava no assunto Rose não respondia e mudava de assunto, isso deixava-a muito triste.

Um evento em que suas primeiras habilidades se desenvolveram: Era um dia calmo, em pleno inverno como sempre eu estava na minha casa jogando videogame com Quinnus, meu videogame era um velho Playstation 1, que eu tinha ganhado de aniversário de minha mãe. Estávamos jogando um jogo de luta, e como sempre, eu estava ganhando; parece que Quinnus nunca queria jogar videogame, mas jogava porque eu gostava. Então a porta de minha casa abriu, era minha mãe, ela estava com um sorriso no rosto e disse a mim que conseguiu de sua amiga no aeroporto dois ingressos para ir em um evento de skate em uma praça, e disse que não queria ir, que teria que trabalhar; eu não podia rejeitar, ela é minha mãe! Então fomos eu e Quinnus para a competição de skate.

Depois de andar alguns minutos, chegamos a praça; tinha várias passagens para entrar e sempre um cara para pegar os ingressos, parecia um pouco cheio. Quinnus estava muito animado, eu nem um pouco. Entramos e tinha várias rampas para skatistas, ficamos vendo e Quinnus ficava muito animado, eu fiquei pensando quando aquilo iria acabar, e então comecei a andar pela praça, Quinnus me seguiu.

Ele começou a me falar algo sobre manobras, mas nem prestei atenção, quando senti um vulto atrás de mim e puxei Quinnus para o lado, eram o três mais valentões da escola: Brian, Royce e Chris. É por isso que eu não gosto de sair de casa, sou odiado por todos, Quinnus começou a discutir com eles, Royce, o mais esquentado correu e desferiu um soco em Quinnus, tentei ajudar, mas Brian e Chris me seguravam fortemente; Quinnus apanhava de Royce, enquanto os outros dois me seguravam de frente a ele, comecei a ficar bravo, então não sei como minha força foi maior e consegui fazer os dois recuarem, Chris corria contra mim, e não vi direito mas Brian tinha pego várias pedras pontudas do chão. Ouvia Quinnus gemer, ele estava apanhando, então Chris me deu um soco na barriga, depois tentou no meu rosto, me virei para o lado e dei um soco na cara dele, ele recuou; percebi que tinha se juntando um monte de crianças, e todas estavam dizendo algo como "briga, briga, briga!" aproveitei que Chris recuou e em Royce e empurrei ele, levantando Quinnus que estava com o rosto todo esmurrado. Chris foi em minha direção e Royce em Quinnus, agora Quinnus estava bem, então não sei porque Chris recuou, um pouco com medo, então corri até ele e comecei a dar socos rapidamente e chutes, o que fez cair e gemer. Me virei para Brian, ele estava com várias pedrinhas e começou a jogar em mim, recebi vários cortes das pedras pontudas no peito, no braço e nas pernas, Quinnus e Royce estavam caídos no chão. Meus cortes estavam sangrando e Brian estava com muitas pedras então soltei um grito, um grito alto e forte, nesse momento Brian jogou uma pedra, meu olhar fez ela parar, e todos ficaram assustados, joguei em Brian a pedra em que fez um corte, depois disso todos assustados começaram a correr e sobrou apenas eu e Quinnus. Eu não sabia como foi que fiz aquilo, então levei Quinnus pra casa para cuidar dele.

Histórico escolar: James não ligava muito para a escola, ele costumava dormir nas aulas e quando estava acordado ficava desenhando ou pensando em algo de seu interesse. Suas notas não eram tão boas, ele costuma estudar pouco mas quando fica de recuperação se esforça para recuperar. Ele não fala nas aulas, apesar de Quinnus sentar do lado dele, é difícil dos dois conversar no meio da aula, as vezes conversam só no intervalo. Todos os outros alunos de sua sala ignoravam James, nenhum chegava a falar com ele, alguns tinham medo dele, e outros simplesmente o tratava como se não fosse ninguém. Ele é o único de sua sala que é pequeno, magrinho e miúdo, os outros eram altos e fortes.

Como veio parar no Acampamento Meio-Sangue: Era um dia chuvoso em Manhattan, estava tendo trovões fortes no céu, e eu estava dormindo. Eu estava sonhando com um homem parecido comigo que começava a conversar algo que era sobre mim, e então o despertador tocou, acordei um pouco assustado pelo sonho que tive, então me levantei para ir para a escola. Eu tinha feito meu aniversário de 12 anos ontem, e pelo menos o começo do meu dia foi bom, por enquanto.

Cheguei na escola e avistei Quinnus, que estava mordendo a alça de sua mochila, parecia que estava nervoso:

-Fala Quinnus, nossa, você parece nervoso, o que aconteceu? - Disse com clareza enquanto fitava o rosto de Quinnus, um pouco preocupado, então ele logo respondeu:

-O-oi James, como e-está seu dia hoje? N-não estou nervoso não, é que pensei na prova que ia ter hoje, e n-não estudei. - Ele disse gaguejando, estava mentindo pra mim, tinha certeza disso.

-Fica tranquilo cara, eu te passo as respostas.

Passei as respostas da prova para Quinnus, o restante do dia na escola foi normal, tirando o fato do nervosismo de Quinnus. Esperei Quinnus sair para irmos juntos a minha casa novamente, estava na saída da escola, enquanto pensava na minha mãe, e então vi um barulho no fim da rua, dois grande cães iam em minha direção, mas não eram cães comuns, eles eram... diferentes. Um deles me empurrou para trás e eu voei alguns metros pra trás, Quinnus chegou e disse algo como "cães infernais" eu não entendi direito, mas ele me deu um pedaço de pau que ele costumava levar na mala e começou a lutar contra um deles. Levantei-me, enquanto fitei o cão ele vinha em minha direção, não sei como, eu me joguei por lado e bati com a madeira em sua cabeça, mas ele não desmaiou nem nada. Ele correu em minha direção para me dar uma mordida e não tinha como desviar eu iria perder meu braço, mas Quinnus me salvou, empurrou o cão e logo disse:

-James, preste atenção, eu sei que você pode derrota-lo! Você é muito bom, consegue fazer qualquer coisa! - Assim que ele me disse, fiquei mais animado e então me levantei, disposto para batalhar sério.

Comecei a correr em zig-zag em direção do monstro, fui para o lado esquerdo e ele tentou me morder, me movi para o lado e bati fortemente o pau em sua cabeça, ele ficou atordoado, e percebi que uma aura preta corria em volta de mim, não sabia como, mas eu estava batalhando muito bem, aproveitei que ele estava atordoado e bati outra vez em sua cabeça, ele começou a virar um pó e desapareceu, pensei que estava louco, mas vi que Quinnus ia ser mordido pelo cão e corri rapidamente até o mesmo então chamei a sua atenção e ele latiu para mim, Quinnus aproveitou que estava distraído e bateu forte em sua cabeça, o que fez ele virar pó.

-Muito bom James, eu disse que você era capaz! Agora precisamos ir rápido para o acampamento, logo irá vir mais daqueles, pode vir até outros piores! - Parecia que agora estava entendendo mais, aquilo que eu aprendia nos jogos estava real, Quinnus e eu seguimos para um táxi, e ele disse pra irmos para uma floresta, em um tal de acampamento. No caminho Quinnus havia me dado uma espada para caso eu me defender se vier outro monstro.

Depois de algum tempo chegamos a floresta, começamos a correr para a entrada desse tal acampamento, mas quando estávamos bem perto entrou um monstro grande a minha frente, aquele monstro eu sabia quem era, o Minotauro. Ele seguiu em nossa direção e me empurrou fortemente no tronco de uma árvore, minha visão ficou retorcida, vi Quinnus e o Minotauro lutando, não podia desmaiar. Levantei-me, ergui a espada e corri em direção do Minotauro, ele estava distraído então fiz um corte profundo em suas costas, o que fez arrancar uma árvore e jogar em minha direção, me joguei para o lado e desviei de raspão, então levantei e me juntei a Quinnus, começamos a lutar contra o minotauro, ele empurrou Quinnus para o lado e não havia mais como ele me defender, ele seguiu em minha direção e me segurou, começou a me apertar fortemente e minha respiração estava difícil, Quinnus levantou-se e começou a fazer cortes em sua perna, minha visão estava embaçada, então a última coisa que pude fazer era jogar a minha espada na cara do Minotauro, acertei bem na testa, então ele me soltou e eu desmaiei.

Acordei, e percebi que estava em um tipo de enfermaria. Quinnus estava ao meu lado, ele estava agora metade bode... como assim metade bode?!

-Ah, oi James, ainda bem que você acordou, como está? - Ele disse, numa voz de alívio, então logo respondi:

-Quinnus, aquilo era um sonho? O que aconteceu?

-James, você está no Acampamento Meio-Sangue, lugares para semi-deuses. Você é um semi-deus, eu sou um Sátiro Protetor Júnior, tive a missão de te escoltar para cá. Ah, e não se preocupe, já avisamos a sua mãe que você está bem. Deixa eu ver... ah! Conseguimos derrotar o minotauro, graças a você foi fácil derrotar ele.

Fiquei pensando em tudo aquilo que ele disse, eu era filho de algum deus, mas então esse deus seria um homem. Estava no Acampamento Meio-Sangue, abri um sorriso, minha vida mudaria para melhor.
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Re: Testes dos Três Grandes

Mensagem por Hypnos em Sex Set 28, 2012 5:12 pm

Bom, James... Após o seu seguinte parágrafo no teste. ("Comecei a correr em zig-zag em direção do monstro, fui para o lado esquerdo e ele tentou me morder, me movi para o lado e bati fortemente o pau em sua cabeça, ele ficou atordoado, e percebi que uma aura preta corria em volta de mim, não sabia como, mas eu estava batalhando muito bem, aproveitei que ele estava atordoado e bati outra vez em sua cabeça, ele começou a virar um pó e desapareceu, pensei que estava louco, mas vi que Quinnus ia ser mordido pelo cão e corri rapidamente até o mesmo então chamei a sua atenção e ele latiu para mim, Quinnus aproveitou que estava distraído e bateu forte em sua cabeça, o que fez ele virar pó.") Bom... Não me restou sombra de dúvidas do que era para ser feito.

Reprovado...


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Re: Testes dos Três Grandes

Mensagem por Jacob Tauros Skylord em Sex Out 12, 2012 11:12 am

Teste para filho de Poseidon

Nome Completo: Percy Jackson
Idade: 14
Cidade Natal: Nova York, NY
Personalidade: Eu sou amável, amigável, e por muitas vezes estou disposto a arriscar minha vida para salvar meus amigos e até mesmo meus inimigos

Dados Históricos

Um pouco da história de sua família:
Minha família e uma família normal moro Manhattan, desde quando eu nasci o que sei e que quando eu ainda nem tinha nascido meu pai foi embora, o motivo negócios ele tinha que trabalhar, então minha mãe nunca mais o viu. Eu sempre quis conhece-lo acho que e por isso que eu não tenho muitos amigos eu fico preso nos meus sonhos e na vontade de conhecer meu pai e acabo esquecendo do resto. Minha adorável o seu nome e Emilly Jackson e meu meio irmão, Drake Andrews a e laro o pai do Drake, Billy Andrews ele até que e legal mas eu nunca consegui manter uma conversa com ele por mais de 5 minutos pelo motivo dele só falar de esporte e comida.


Um evento em que suas primeiras habilidades se desenvolveram:
Quando eu era pequeno eu tinha medo de água, mais isso mudou quando eu descobri que ela nunca iria me afogar, um dia eu estava na banheira de casa, quando percebi que estava sem minha toalha.

-Mãe traga minha toalha por favor...

Ninguém respondeu quando eu ia me levantar eu escorrego e vou para dentro da banheira nessa hora eu me esqueci que dava pé na banheira esqueci tudo, eu só percebi que estava respirando embaixo da água quando repentinamente eu parei de gritar e espernear. Um tempo depois me acostumei a respirar em baixo da água e tentei sair da água, percebi que não estava molhado, o que seria isso.

Histórico escolar:
Bem na escola eu só tenho um amigo Edward Connor's, ele me acompanhava de casa até a escola e da escola para casa eu nunca soube por que. Quando estava chegando na escola os valentões de sempre nos atacaram bem, não foi um ataque eles nós deram uma surra e nem conseguimos revidar, então entramos na escola, eu vi nesse momento meu único professor que ainda valia a pena ter aulas com ele, Simon Salvatore, o professor de História. Eu adorava essa matéria principalmente mitologia grega. Sempre me dava bem em suas provas mesmo com a TDAH e Dislexia.

Como veio parar no Acampamento Meio-Sangue:

Bem quando a aula acabou meu professor me pediu para continuar na sala pois eu tinha que revisar minha redação sobre os "Mares Europeus".
-Você fez essa redação quando, Percy eu realmente acho que você poderia ter feito algo melhor, logo você filho de quem é.

Como assim, isso eu não entendi filho de quem eu sou, minha mãe Emilly não entende de mares. Será que o professor conheceu meu pai. Não e possível, eu não acredito nisso será que alguém além da minha mãe conheceu o meu pai.
-Professor como assim, você conheceu meu pai. Como, quando?
-Sim. Eu e seu amigo conhecemos seu pai.
-Amigo? Que amigo professor?
-Edward, o pequeno semi-deus que está te protegendo.
-Semi-deus? Como assim? Semi-deus como, Hércules ou aquiles?
-Sim, exatamente.

Nesse momento aparecem vários olhos pelo corpo do professor e ele começa a falar.
-Meu verdadeiro nome e Argos, estou aqui para guiar você e o Edward para o acampamento. Vamos corra daqui logo eles chegaram.
-Eles quem professor?
-Os monstros.

Nesse momento ele começa a correr e me manda correr também Edward estava atrás da porta nós esperando, quando saímos da sala ele nos seguiu.

-Então você falou com ele Argos?
-Sim Edward se acalme, e corra.

Nesse momento um homem grande e forte aparece na nossa frente, ele aparentemente só tinha... Bem não era possível ele só tinha um olho. Nesse momento Edward puxa uma espada curta aproximadamente 30 centímetros e ataca o homem que se defende pulando. Edward o ataca novamente e o homem segura a sua espada, aparentemente sua mão se queima pois começa a sair uma fumaça e ele joga a espada longe. Argos pula nele e tenta atingi-lo com seu punhal o homem o joga longe, eu vejo que o punhal ficara perto de mim pulo sem saber como o fiz e o enfio nós pés do homem. Que se esfarela em poeira amarela. Nós seguimos nosso caminho e chegamos no estreito de Long Island, chegando no acampamento sou bem recebido e Edward se encontra com seus meio-irmãos e meio-irmãs.
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Re: Testes dos Três Grandes

Mensagem por Hefesto em Sex Out 12, 2012 9:08 pm

Sua ficha ficou pouco descrita e com uma vasta falta de detalhes dessa vez. Infelizmente não posso reclamá-lo dessa forma. As opções que tem, é selecionar outro Deus e fazer a ficha no tópico de reclamações, ou então tentar refazer o teste.


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Teste para filha de Zeus

Mensagem por Gab's Proença em Seg Out 15, 2012 3:00 am

Teste para filha de Zeus

Nome Completo: Livinny Restruff
Idade: 14 anos
Cidade Natal: Stratford - Wiscosin
Personalidade: Sou autoritária,gosto de sempre ser a líder em todas as atividades que pratico,nunca aceito um "não" como resposta e tenho ganhar como meta,perder nunca é uma opção,gosto de ser a melhor em tudo o que faço,então sempre dou o meu melhor. Sou muito estressadinha,do tipo de pessoa que "faz tempestade em copo d'água",impulsiva,mas sempre sigo às leis e busco o melhor para cada situação,assim como meu pai,sei o que é melhor para se fazer e por isso sempre devo liderar! Vou mostrar a todos no acampamento meio-sangue o meu valor e serei a melhor em tudo o que eu fizer.

Um pouco da história de sua família: Morava com minha mãe em um pequeno apartamento em Stratford,sempre perguntei sobre meu pai,ela me dizia que ele tinha morrido,então no meu aniversário de 12 anos resolvi pedir a ela para visitar o cemitério onde ele havia sido enterrado,então ela resolveu me contar a verdade,e me disse que ele não havia morrido,mas ele não podia conviver conosco mesmo que ele quisesse,pois ele tinha alguns deveres a cumprir que não podiam ser deixados de lado,eu perguntei a ela que tipo de deveres,mas ela assentiu e disse que algumas coisas sobre o passado devem ser esquecidas para não criar problemas. Pensei durante horas sobre aquilo,mas resolvi fazer organizar meus trabalhos,um de Matemática (coisa que odeio e sempre odiei) e o outro sobre Mitologia Grega que incrivelmente é o único que consigo fazer sem a menor dificuldade.

Um evento em que suas primeiras habilidades se desenvolveram:
Eu estava com meu amigo Peter (que é aleijado,ou era,enfim... mais tarde descobri que é meu sátiro) na aulda de Educação Física,quando uma forte tempestade começou, estávamos no bosque que tem atrás da quadra e como ele tem dificuldades para subir pelo meio do mato,eu o estava ajudando,de repente um raio caiu em cima de uma árvore bem ao nosso lado,e eu me apressei para ajuda-lo,mas quando estávamos quase no fim,ele escorregou em algo e caiu,nessa hora um raio desceu e eu entrei em pânico pois percebi que o acertaria e eu não tinha como ajudá-lo,em questão de menos de um segundo milhares de pensamentos me rodeavam...
Então eu levantei os braços,acho que por instinto,e desejei fortemente do fundo do meu coração que ele não sofresse nenhum dano,feito isso o raio foi desviado para a outra árvore mais próxima e eu sem pensar duas vezes corri para perto de Peter,o peguei no colo e o levei até o abrigo mais próximo,assim que chegamos no portão da quadra eu o deixei no chão e perguntei se ele estava bem,ele me olhou com um ar de orgulho que eu não entendi na hora,e me disse:
-Estou muito bem graças a você e a seu pai!
Assim que ele mencionou meu pai eu fiquei confusa e acho que ele percebeu isso,mas quando abri a boca para dizer algo ele me interrompeu rapidamente:
-Oh! Pelos deuses sua mão está sangrando!
E foi apenas nesse momento que eu percebi que minha mão e meu braço estavam doendo muito,e nessa hora percebi que tinha carregado meu amigo de mais de 60 quilos pelo barranco que era o bosque,tudo começou a girar e minha visão se turvou,eu ouvi a voz dele muito longe dizendo:
-Você está bem? Fale comigo,não caia por fa... - e não ouvi mais nada
Acordei no dia seguinte na minha cama ainda meio zonza e sem conseguir me levantar direito,quando ouvi minha mãe conversando com alguém no telefone: confused
-Mas ela ainda é muito nova,14 aninhos apenas,não posso deixar ela saber sobre seu pai ou sobre o acampamento,isso traria muitos problemas para ela... Como eu vou explicar pra ela o fato de que a vida dela é uma mentira e que o pai dela é...-nessa hora minha mãe viu que eu estava acordada e desligou o telefone quem quer que fosse do outro lado da linha.
Eu estava tão mal que prefiri não questioná-la sobre a conversa que escutei,a campainha tocou nessa hora e ela a abriu para que Peter entrasse,ele entrou,pediu licença e entrou no meu quarto com um enorme sorriso no rosto,mas com um ar de preocupação nos olhos.
Meu amigo me agradeceu pelo que eu havia feito no dia anterior e disse que se sentia culpado por eu estar fraca.Então eu dei um sorriso meigo e ele tirou algo que parecia geléia de sua bolsa e me entregou dizendo:
-É pra vc melhorar,coma um pouco,mas só um pouco.
Então eu comi aquilo e incrivelmente em menos de 2 minutos eu já me sentia forte como nunca.

Histórico escolar: Odiava todas as matérias pois tinha muita dificuldade em aprender qualquer coisa,e sendo como sou,não conseguir aprender e não ser a melhor da sala é um castigo,chegava em casa muito estressada por conta disso e minha mãe sempre me acalmava. A única matéria em que me dava bem era na de literatura,pois meu professor cadeirante sempre passava algo relacionado a Grécia antiga,e a Mitologia Grega em geral,achava o máximo aquilo de deuses,heróis,monstros,era tudo tão perfeito!
Meus colegas de sala sempre foram muito afastados de mim por conta do meu temperamento emocional que varia muito de acordo com piadinhas e brincadeiras sobre minha dislexia,não sou de levar piadas para casa e chorar por isso,eu brigo na hora e reclamo sobre o que não gosto. O único que nunca se afastou de mim foi Peter,ainda bem,pois não sei como,mas ao lado dele me sinto segura de algum modo.
As líderes de torcida sempre me encaravam de um jeito estranho,e apesar de todos dizerem que elas eram lindas,na maior parte das vezes eu via elas como seres horrendos e assustadores,por isso nunca me aproximei,mas também nunca dei nenhum motivo para que elas tivessem alguma desavença comigo.

Como veio parar no Acampamento Meio-Sangue: Um certo dia houve um apagão na minha escola,e todos começaram a correr e jogar cadernos pro ar,pareciam macacos e não humanos. Eu sai da sala com o Peter para beber água,enquanto os professores tentavam conter os alunos. No caminho até o bebedouro uma menina carrancuda e nada amigável esbarrou em mim e eu disse:
-Ei,olha por onde anda!
Ela se virou e eu percebi que seus olhos pareciam chamuscar,disse com uma voz amedrontadora:
-Você deveria tomar cuidado com o modo que fala com uma filha de Ares treinada,já que você é uma mera filha de Zeus que ainda nem chegou no acampamento não é mesmo?
Eu a olhei como se a achasse maluca e dirigi a palavra a Peter:
- Sobre o que ela está falando?
Ele me olhou amedrotando e disse:
-Nada de mias,vamos sair daqui.
Mas eu não sou de levar desaforo pra casa e me aproximei dela,e disse:
- Louca,começou a acreditar que deuses gregos são reais,está precisando de tratamento senhorita filha de Ares(disse num tom sarcástico) Patética! É isso o que você é,uma criança com ilusões.
Ela não pensou duas vezes e se aproximou de mim rapidamente com os punhos prontos para golpear e virou um soco em meu estômago (ao qual se tivesse me acertado acho que não teria sido uma boa experiência) nesse momento o professor de literatura que ninguém havia notado ainda gritou:
-ORDEM!
E ela assustada se virou e o viu atrás dela.O professor a chamou de canto e me disse para continuar o que eu estava fazendo,então eu desci as escadas ainda meio perturbada com o que ela tinha dito sobre eu ser filha de Zeus.
Quando cheguei ao bebedouro eu vi uma das líderes de torcida,e ninguém mais no pátio no meio daquela escuridão.Me abaixei para tomar água e a menina falou comigo:
-Filha de Zeus então não é mesmo?! Sua mãe deve ser uma pessoa muito especial para ele...
Eu fiquei mais confusa ainda e me virei para Peter e ele estava com um olhar meio assustado.Eu disse a ela:
-Do que você está falando? Eu ser filha de Zeus? Isso é loucura,é apenas mitologia.
Assim que eu terminei de dizer isso eu tornei a ver nela o ser monstruoso que sempre havia visto,só que dessa vez,a roupa de líder dela sumiu e ela criou asas e começou a voar sobre minha cabeça.Peter me puxou e gritou:
-AI MEUS DEUSES UMA FÚRIA,VOCÊ FOI DESCOBERTA! CORRE!
Eu não entendi nada,apenas sabia que tinha um bicho enorme atrás de mim,e que todos estavam loucos dizendo que eu era filha de um deus grego.A "fúria" ( segundo meu amigo) disse com uma voz assustadora:
-Você vai ver o que é mitologia quando eu te capturar para meu mestre!
Eu e Peter subimos as escadas correndo,eu nunca havia o visto sendo tão ágil com suas muletas.Chegamos aonde o professor de literatura e a menina carrancuda estavam,assim que chegamos o Peter falou algo sobre eu ter sido descoberta e sobre um acampamento.então a ex-lider de torcida apareceu voando,em um movimento certeiro,me agarrou e me jougou contra a parede,a menina carrancuda puxou uma arma (não sei como nem daonde) e começou a lutar com a fúria,eu senti muito medo e uma sensação estranha de ser muito fraca e poder ser morta a qualquer momento.
Me concentrei então em tudo o que estava acontecendo,e resolvi entrar na onda de loucuras,já que estavam dizendo que eu era filha do deus do Raio,concentrei todas as minha forças na caixa de luz que estava atrás de mim e não sei como,mas uma faísca muito forte saiu de dentro dela e acertou a tal fúria em cheio,nesse momento,sem dar tempo nem para assimilar tudo,o professor disse:
-De pressa sua mãe está esperando lá em baixo,vamos logo.
Peter me puxou,e fomos os 4,eu,Peter,o professor e a menina carrancuda em direção à portaria,lá fora minha mãe havia pego uma mala para mim e posto no carro,fui empurrada para dentro e seguimos viagem sem que eu entendesse nada,como nada mais fazia sentido,resolvi que nada disso tinha acontecido e que fora apenas um sonho,então não perguntei nada,não questionei ninguém,e apenas dormi encostada no Peter.
Quando acordei esperava que estivesse no meu quarto,ou no quarto de um hospital,mas não,eu estava num lugar onde eu só via floresta e um arco de pedra escrito "Acampamento Meio-Sangue". Eu ainda esperava que fosse um sonho ou pesadelo,mas mesmo assim,me senti à vontade naquele mato,como se algo lá sempre tivesse sido parte de mim.
Perguntei pra todos onde eu estava,minha mãe apenas me disse:
-Não gosto de despedidas,porque logo menos nos veremos filha! Eu te amo mais do que tudo,vou embora para não chorar,lá dentro seu mentor vai te explicar melhor,se cuida.
Ela me deu um beijo na testa,entregou minhas malas e partiu.A menina carrancuda passou pelo meio do arco de pedra e eu fui atrás dela,do outro lado eu vi jovens com arcos e flechas,espadas,e seres mitologicos.Assim que Peter entrou,eu olhei para ele e vi pés de bode e me assustei muito,ele me disse:
-Ei calma,já irei te explicar tudo filha de Zeus!
Então meu professor entrou sem sua cadeira de rodas e ele era metade cavalo,eu me assustei mais ainda,soltei minhas malas e dei 2 passos pra trás.
-Calma Livinny,acho que você já entendeu o que está acontecendo,mas precisa de um tempo para assimilar tudo... Vamos ao seu chalé,descanse um pouco e aproveite para conhecer seus irmãos.
Eu não tinha nem forças para reclamar,tinha muita coisa acontecendo ao mesmo tempo,e eu achei que estava ficando louca,cheguei no meu chalé,foi a coisa mais linda que eu já vi,então o professor me deixou lá,enquanto eu criava coragem para entrar,eu vi Peter correndo pelos campos muito alegre,então eu entrei e vi pela primeira vez,os meus irmãos por parte de Zeus.
Isso continua parecendo loucura,e até hoje ainda tenho medo de acordar e tudo ter sido um sonho,então eu aproveito tudo o que posso ao máximo,vai que um dia eu percebo que na verdade eu só estava louca mesmo,pelo menos terei boas lembranças.



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Re: Testes dos Três Grandes

Mensagem por Héstia em Seg Out 15, 2012 11:28 pm

Recusada. Muitos erros de ortografia e coerência, uso excessivo de vírgulas, cujas poderiam ser substituidas por pontos. Além de que a narração está muito fraca. Evite usar emoticons nos textos e substituas os números (1,2,3,4...) pela escrita deles (um, dois, três, quatro...) isso torna o texto mais "rico". Além do mais seu nome está de um modo e na ficha você colocou? O nome de seu personagem é o mesmo nome da sua conta, à não ser que haja uma explicação lógica para não ser.
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Re: Testes dos Três Grandes

Mensagem por Nerisa Bousier em Qua Out 17, 2012 10:11 am




Nome: Nerisa Bousier
Idade: 16 anos.
Cidade Natal: Williamsport, Pennsylvania.
Personalidade: Para começar que raramente é vista com disposição para ajudar alguém - a menos, obviamente, que a pessoa lhe signifique algo. A primeira vista, é uma pessoa que é, no mínimo, má. Não aquela menina que faz maldades apenas para satisfazer o seu próprio ego ou porque a vida lhe ensinou que ser boazinha não vai render em nada, mas simplesmente má. Como se, na verdade, já houvesse nascido daquele jeito e nada e nem ninguém pudesse mudar aquilo. Com a postura facilmente definida como “arrogante” e “mesquinha”, Nerisa não se importa realmente com a primeira opinião das pessoas com relação a si: desde que, a seu ver, sejam bons o suficiente para andarem ao seu lado, tudo está bem. Mas, por mais que tenha o lado ruim - que ela acredita fielmente que todos possuem um lado assim e que, cedo ou tarde, a máscara tende a cair -, faz sempre o que lhe parece certo, seja para o bem ou para o mal, ainda que algumas decisões cobrem de certos sacrifícios.
ㅤㅤOdeia respeitar as regras, mas o faz com certo esforço. Determinada e normalmente sincera – desde que isso não perturbe seus planos de modo agressivo – vai até ao fim se isso significa o culminar de seus desejos (sejam eles quais forem).


Can't stop looking at the door.

Ela encarava a porta de maneira inconsolada. Os olhos castanhos fitaram o chão, e sentada na mesa da pequena sala, deixou escapar um soluço baixo. O copo na sua frente parecia tentador e ela não hesitou muito em segurá-lo entre os dedos finos e pálidos, trêmulos, e levá-lo aos lábios. O álcool dançava sobre o paladar com um gosto amargo, e desceu pela garganta, acompanhado pelo sabor do abandono e da solidão. A casa era pequena e a mulher sequer reparou que o vento, tão frio e gélido, invadia a casa sem precisar de uma permissão - simples assim, apagou a lareira com uma lufada de ar. Esquadrinhou de maneira lenta o ambiente, com os olhos tão castanhos… E não encontrou nada, nem mesmo uma pista de qualquer coisa que tivera antes daquela noite. Ela abaixou o copo, agora vazio, e encolheu-se entre o tecido do casaco.
ㅤㅤNa barriga, tinha apenas um pequeno calombo, um lembrete de que havia se entregado uma única vez ao amor e justamente nessa vez, recebeu uma punhalada pelas costas. Sua vida agora se resumia a ser uma mulher que seria mal vista pela família e que teria que educar uma filha, sozinha. Abraçou a barriga e foi até a porta, fechando-a. Acendeu novamente a lareira e aconchegou-se contra o sofá pequeno, com cheiro de mofo e que rangeu diante o peso da mulher grávida. Fechou os olhos e permitiu-se adormecer, mesmo com aquilo tudo.
ㅤㅤDespertou com um fraco cheiro de café. Com cuidado, remexeu-se no sofá e deparou-se com um rosto conhecido. Loye abriu um sorriso carinhoso e deslizou a mão pelo rosto da mulher. Ouviu tudo o que ela tinha a dizer - principalmente que esperava um filho. Ele a abraçou, confortando-a em seus braços. Tudo o que ele realmente precisou foi de um momento de fraqueza, e quando esteve enfim chegou, ele apenas usou de poucas palavras: “Eu tenho uma proposta a fazer, minha bela Amelie”.

ㅤㅤAmelie casou-se com Loye. Conheciam-se desde o nascimento. Ele nasceu com todas as grandes características da família Conteville: tinha os cabelos ruivos, sardas, olhos incrivelmente verdes e corpo atlético e, junto a isso, tinha também os bens da família. Não era uma família nobre, mas eles tinham condições o suficiente de se manterem através de seus negócios. Era apenas um garoto quando já demonstrava ser um mestre falcoeiro melhor mesmo que o pai, em seus melhores dias. Loye Conteville saía para caçar com o pai e irmãos, e Amelie sempre fora sua caça preferida. Ele disse que assumiria o bebê - bastava Amelie ceder ao pedido e a paixão que o homem sentia por ela desde que eram crianças.

You had the blue note sapphire eyes
Ela nasceu em meio a um inverno rigoroso de Williansport, Pennsylvania - EUA. Nevava, era uma madrugada escura e foram horas e horas de um parto cansativo e no qual Amelie desejava (e fazia de tudo o que podia) que tudo ocorresse bem e que a criança nascesse com vida e saudável. O parto foi feito dentro de um quartinho pequeno, com apenas uma vela acesa e uma parteira que gritava para que a mulher fizesse cada vez mais força. Loye estava ao lado da mulher, dando todo o apoio necessário e sempre a auxiliando com frases positivas. E em meio a gritos e dores, o bebê finalmente saiu do conforto do ventre. E é aqui que a história começa.

ㅤㅤNerisa cesceu entre Loye e Amelie. Desde pequena sabia que não era filha do homem ruivo, mas era tratada como uma filha como se fosse fruto do casamento de ambos. Não cresceu em um berço de ouro de uma família nobre - na verdade, isso seria tão clichê quanto dizer que “o bem sempre vence”. A família era numerosa - entre vários tios, tias e avós e primos e primas, e mesmo assim, Nerisa sempre sentia que ali não era seu lugar. Entre seus irmãos, era a mais peculiar: eles tinham os cabelos ruivos, como Loye. E os olhos eram de um tom ocre, intensos, ou verdes, como Amelie ou Loye - e eles tinham também as expressões brutas de Loye. Eram as misturas sempre perfeitas da família Bousier e Conteville. Ela, no entanto… Tinha os cabelos loiros como o sol - como sua mãe, e de feições delicadas. E os olhos… Azuis e intensos, atentos e sempre brilhantes. Amelie costumava lhe dizer que seus olhos transmitiam algo de seu pai - embora Nerisa sempre fosse quieta e até mesmo um pouco fria.
ㅤㅤCom o nascimento dos irmãos, Nerisa começou a ser tratada de maneira diferente. Não era mais como uma filha, mas como uma hóspede indesejada em casa. As brigas começavam em casa, geralmente com Loye bêbado. Mesmo sendo a mais velha, Nerisa era a menor dentre os nascidos.

Somehow the pain inside your eyes is just the beginning...
Enquanto os irmãos estudavam em escolas particulares, a Nerisa cabia apenas o ensino público. A menina não participava de nenhum grupo além da Liga de Baseball, um time oficial da cidade - e era o único lugar em que Nerisa realmente se sentia bem. Tinha dezesseis anos e já havia sido expulsa de oito escolas, uma vez que situações complicadas surgiam quando ela menos esperava - havia ainda o fato de que ela, não necessariamente, sempre parecia estar no lugar errado, na hora errada. Ou que era um imã para problemas.
ㅤㅤO diagnóstico da dislexia e do déficit de atenção veio aos treze anos, após uma série de conversas com o orientador escolar, diálogos entre Amelie e Loye, e, também, muitas consultas a médicos. Precisou frequentar um psicólogo, uma vez que o orientador (O Sr. Marshall, um velinho curioso e gentil com a menina) dizia que a menina era isolada demais dos seus amigos. E, o que antes era facilmente insuportável já começava a se tornar um incômodo sem fim e Nerisa não sabia mais até quando iria aguentar toda aquela situação. E tudo se agravou quando, depois de algumas conversas escutadas atrás de portas, percebia que Loye estava começando a convencer Amelie de que Nerisa era um ser que não merecia tanto carinho, atenção e, quem dirá, viver sobre o mesmo teto que eles.

ㅤㅤFoi em uma surpreendente tarde de terça-feira em que sua vida começava a mudar, aos poucos. Sua mãe havia saído para uma reunião na escola dos irmãos, e Nerisa havia ficado, aparentemente, sozinha em casa. Chegou da escola mais cedo que o normal - uma vez que havia ganhado mais uma suspensão. Seus dias, aparentemente, estavam contados em mais uma das escolas. A loira largou a bolsa no chão e foi seguindo até a cozinha, faminta. Esticava o braço e ficava nas pontas dos pés para alcançar a caixa de cereal quando firmes mãos a seguraram pela cintura. Nerisa reprimiu um grito pelo susto e, ao virar-se, percebeu que seu rosto estava centímetros de distância ao do padrasto. O forte cheiro da bebida impregnava o ambiente e era impossível dizer que aquela era uma situação confortável. Os pedidos para que fosse solta foram se transformando em fortes tentativas de empurrões, até que ela finalmente conseguisse se desvencilhar. Houve o grito do homem, começando a perseguir a menina e, derrubando-a no chão, arrastou a loira para o porão da casa.
ㅤㅤAs mãos dele percorriam seu corpo com voluptuosidade, e por entre os gritos para que o homem parasse, Nerisa sentia ele começar a deslizar suas vestes para fora de seu corpo. As lágrimas fugiam dos orbes safira e os soluços começavam a escapar de si sem que a menina ao menos pudesse se controlar. O corpo de Loye movimentava-se sobre o seu, e a menina estava não apenas presa, mas visivelmente, sofrendo com tudo aquilo. A dor da humilhação era a pior. Seu corpo se debateu até o fim, implorando para que o padrasto parasse, para que ele a deixasse em paz. E, no fim, tudo foi em vão. Quando Loye levantou-se, com um sorriso de escárnio em sua face, a menina estremeceu e arranhou-lhe o rosto, revoltada. O homem ficou não apenas inconformado com aquilo, mas nervoso o suficiente para pegar a primeira coisa que tinha em alcance de suas mãos e golpeando a menina. Uma vez no estômago, duas nas costas. Os braços estavam arranhados, e pelo seu corpo inteiro encontravam-se hematomas. Ele havia não apenas tirado sua inocência, sua pureza. Havia feito com que a menina jurasse em nunca mais colocar os pés naquela casa.

“Do you want to be different?”
Após o episódio do estupro, a menina sentia-se não apenas mais deslocada, como também, solitária. Suas notas - que já eram baixas - haviam caído mais ainda. Nunca foi de ter muitos amigos. No geral, as pessoas se afastavam por diversos motivos: fosse o mal humor que muitas vezes ela tinha, fosse a expressão mórbida ou até mesmo o fato de ser disléxica - e a lista apenas começava por aí. Com exceção de Lewis, um homem que trabalhava como zelador da escola onde a menina estudava. Era baixo, com uma expressão sábia e frequentemente era visto mancando. Tinha por volta dos quarenta anos e, dificilmente era pego de surpresa - sempre tinha uma resposta pronta na ponta da língua. Ele era um homem engraçado, divertido, e que muitas vezes fazia com que a menina pensasse antes de fugir, mas, daquela vez, não haveria Lewis ou qualquer outra pessoa que a impedisse. Sendo ele mais velho - e era a única pessoa em que a menina confiava -, por isso havia ligado para o amigo do celular da mãe, e contara que iria embora. E agora estava ali, no meio da madrugada, com uma velha mochila surrada, em frente a um casebre mal cuidado. Não sabia o porquê de ele ter sido tão ríspido, mas não poderia ir embora sem falar com o amigo. Sabia que ele vivia ali, mas em dois anos de convivência, nunca havia entrado naquilo que Lewis chamava de “residência”. Os dedos fecharam-se e ela bateu na porta uma, duas, três vezes. Chamou algumas vezes e, aparentemente, o fato de que Lewis ter ouvido sua voz foi o suficiente para que ele a abrisse. Usava um gorro sobre os cabelos loiros e curtos, e também estava usando uma estranha camisa alaranjada. Ia falar que ela estava ao contrário, mas ele a cortou com perguntas demais.

ㅤㅤㅤ─── O que você pensa que está fazendo aqui às duas da manhã, Nerisa? Eu te falei na droga do celular que não era para você vir, Nerisa! Pelo raio de Zeus, será que você nunca vai me escutar, garota?
ㅤㅤㅤ─── Eu vou embora. Eu tenho algumas economias e… Isso é cheiro de quê, Lewis?
ㅤㅤㅤ─── De nada! Olha: eu sei que está complicado, mas aguenta só mais um pouco, você conesgue. - Ele parecia implorar. Nerisa negou com a cabeça, escondendo as mãos dentro dos bolsos do casaco e dando um passo para trás.
ㅤㅤㅤ─── Isso aqui não é para mim, Lew. Eu trabalho até de garçonete, se for necessário, mas aqui, eu não fico. Minha mãe mal me olha, Loye tentou novamente tocar em mim. Meus irmãos e aquelas barangas que eu tenho que chamar de irmãs vivem para implicar comigo pelo fato de eu ser disléxica, e a minha única real amizade é você e… Lewis, pelo amor de Deus. Eu não vou aguentar mais isso. Eu preciso ir embora. Para qualquer lugar, onde quer que seja. Tenho dinheiro o suficiente para poder ir até, sei lá, Nova York. Isso contando, claro, que eu possa pegar uma carona com alguém... De preferência alguém que não vá querer me matar.
ㅤㅤㅤ─── Neri, e…
ㅤㅤㅤ─── Não, “Neri”, nada! Eu não vou ficar! Eu não deveria ter vindo, mas a situação agora está... ─── Interrompeu-se, franzindo o cenho. ─── Que barulho foi esse?
ㅤㅤㅤ─── Não se vire para trás, apenas corra. - avisou ele, ficando extremamente pálido e começando a puxar a garota para dentro de casa.

ㅤㅤO primeiro erro de uma pessoa quando ela diz “não faça tal coisa” em um momento crucial, é que o outro sempre irá fazer. É um reflexo humano, e com Nerisa Bousier não foi nada diferente. Os olhos intensos cor de safira se arregalaram em surpresa quando percebeu, com o coração quase fugindo por entre os róseos lábios, que haviam duas grandes caudas nos lugares de pernas, e que o corpo era metade serpente e metade mulher. A pele, mesmo sobre a luz do luar, era esverdeada. A última coisa que Nerisa conseguiu ouvir foi um silvo alto, e depois, Lewis começava a puxá-la para dentro do casebre. Nerisa percebeu várias latas de refrigerante mastigadas, e quando ia começar a perguntar o que estava havendo, Lewis apenas abriu a porta dos fundos, sem quaisquer explicações. Começavam a cruzar o enorme terreno, e quando ouviram um estrondo alto, perceberam que o monstro estava brandindo uma lança, destruindo o lugar.

ㅤㅤㅤ─── Como eu ODEIO monstros! - Ouviu o mais velho gritar ao seu lado, correndo junto a ela. Ofegante, Nerisa diminuiu um pouco o passo, alarmada.
ㅤㅤㅤ─── Certo, acho que é hora de você me explicar o quê está acontecendo, e caramba, como você tá correndo assim?!
ㅤㅤㅤ─── Escuta. Não é hora para explicação, e muito menos para você dar uma de rebelde sem causa e se recusar a correr. Não está vendo a minha casa sendo destruída? Então, você não vai querer aquela lança atingindo o seu corpo, então sugiro que você comece a correr, não olhe para trás e não pare, por nada nesse mundo. Estamos entendidos?
ㅤㅤEla não queria acreditar, mas em uma situação como aquela, que outra opção tinha? Apenas acelerou o passo, sequer o respondendo, e começando a correr de maneira rápida. Queria se salvar, uma vez que tinha a sensação que, se não o fizesse, acabaria servindo de refeição noturna para aquela coisa que a seguia. Lewis gritou qualquer coisa e Nerisa, teimosa como era, virou-se para trás. A criatura estava próxima demais, e a loira já estava cansada de tanto correr. As caudas agitavam-se, nervosas, e uma delas atingiu Lewis, que foi brutalmente lançado para longe.
ㅤㅤO medo já começava a tomar conta da situação quando as garras do monstro por pouco não a feriram brutalmente. O corpo caiu sobre o chão, e a garota apenas teve tempo de rolar para o lado, desesperada, e arrastar-se, procurando fugir de uma vez. Lewis parecia estar começando a voltar a si quando Nerisa sentiu as garras afiadas arranharem a perna. A calça que usava foi rasgada, e o sangue que começava a jorrar eram apenas parte da dor que ela sentia. Nerisa virou-se de último segundo e, repentinamente, o monstro hesitou. Assustada, a menina apenas teve tempo de aproveitar o segundo breve de hesitação para sair correndo em disparada para onde Lewis estava. Ele a encontrou no meio do caminho e a observou, assombrado.
ㅤㅤA loira não sabia, mas seus olhos tipicamente azulados haviam se transformado em uma cor púrpura intensa e que, de alguma forma, havia feito com que a lâmia parasse de atacar por poucos segundos. Não teve tempo para ouvir qualquer uma das palavras de Lewis, que tagarelava desesperado sobre como empunhar uma espada: simplesmente segurou de maneira firme o objeto e, quando o monstro se aproximou, desviou.
ㅤㅤA lança da besta foi em sua direção, mas Lewis começou a correr em direção a criatura, tentando chamar sua atenção e, antes que ela pudesse avisar para que o homem tomasse cuidado, o mesmo foi atingido pelas garras da criatura. Ela sentiu o impacto da cauda contra seu corpo e foi arremessada para longe, metros e metros de distância. Agachou o corpo e quando a cauda novamente bateu a centímetros de si no chão, acabou sendo erguida no ar. Tinha ferimentos pelo rosto e alguns no braço, e finalmente conseguiu manter-se de pé. A cauda veio em sua direção e a menina pulou com dificuldade, cortando o ar com a espada que carregava e que havia sido dada por Lewis. Não era tão pesada, mas era diferente do que qualquer outra coisa. Seu corpo ficou mais dolorido ainda por conta do impacto contra o chão, e quando as garras novamente tentaram a atingir, a menina abaixou-se a tempo, conseguindo assim levantar-se novamente e cortar o ar horizontalmente; a lâmina acertou o braço da lâmia, que finalmente recuou por poucos segundos e Nerisa aproveitou-se da situação para poder golpeá-la próxima na cauda direita. Afastou novamente o corpo e antes que a criatura tivesse realmente tempo de reagir, a menina golpeou com força uma das caudas. Olhou para o pedaço - mesmo que pequeno - que havia cortado fora e o momento em que abaixou a guarda foi o suficiente para que seu corpo novamente fosse lançado para longe. A dor passou por seu corpo inteiro e a menina avistou o monstro aproximar-se com mais velocidade, nervosa - talvez pelo pedaço do corpo que havia perdido - e quando a lâmia estava próxima, a garota rolou para o lado, novamente. Empunhou a espada, levantando-se. Primeiro usou o próprio corpo para investir contra a criatura, que mesmo que não recuara, estava próxima o suficiente. Nerisa cortou o ar várias vezes até que percebesse que a cauda estava com vários cortes, e o tilintar da espada contra a lança, uma contra a outra, era o suficiente para que fosse aterrorizante por si só.
ㅤㅤTomou impulso com seus pés e saltou, girando o corpo com dificuldade, mas conseguindo aplicar força o suficiente em um golpe que atingiu uma das mãos do monstro - sua cintura, porém, recebeu um profundo corte que foi o motivo pelo grito de dor que ecoara na noite. Ela voltou para trás e quando a criatura avançou novamente, foi o suficiente para que a menina deixasse a espada bem empunhada. Assim que a lâmia contra atacou com desejo na direção da menina, inclinando o corpo para frente, pronta para lhe agarrar e, talvez a devorar, Nerisa esperou que se aproximasse o suficiente até fincar a lâmina no pescoço do monstro. Uma nuvem de fumaça explodiu no ar, e a loira fechou os olhos, esperando para o pior.
ㅤㅤMas o pior não veio. O corpo caiu contra o chão e, a última coisa que a garota se lembrava, eram das dores que percorriam todos os membros do corpo.

It's all a game, avoiding failure...

Os olhos abriram-se com dificuldade. Ela não sabia como realmente havia chegado até ali, mas apenas sabia que o local era claro, confortável, e todo o seu corpo parecia clamar por mais algumas horas de descanso. Tinha vários curativos sobre seus braços, pernas, a cintura estava enfaixada e alguns band-aids sobre suas bochechas e testa. A dor de cabeça que a atingiu fez com que um gemido de dor escapasse e ela ofegou baixinho, tentando se movimentar. Alguém se aproximou, levou a mão até sua testa e resmungou algo. Com dificuldade, a garota abriu os olhos, piscando algumas vezes.
ㅤㅤㅤ─── Onde diabos eu estou? ─── questionou, novamente fechando os olhos e tentando sentar-se. Imediatamente mãos firmes fizeram com que ela novamente se deitasse e a loira apoiou a cabeça no travesseiro. Ouviu algumas vozes e esforçou-se para não resmungar diante tanto barulho.
ㅤㅤㅤ─── Oi, Neri! ─── uma voz familiar fez com que seu coração se enchesse de uma profunda esperança e, ao abrir os olhos, fitou Lewis… Mas, estranhamente, estava diferente. A primeira coisa que percebeu é que estava sem o gorro e que possuía dois chifres por entre os loiros fios. A segunda coisa que percebeu é que ele estava mais alto e... Sem calça. Nerisa afastou os olhos, perturbada, mas não muitos segundos depois voltou a observar o amigo. ─── Como se sente?
ㅤㅤㅤ─── Como se uma manada de elefantes tivesse passado por cima de mim. - Parou, estreitando os olhos. ─── Tive um sonho maluco e agora penso que devo estar tendo visões, porque estou vendo chifres na sua cabeça e… Suas pernas estão transformadas em patas de bode.
ㅤㅤㅤ─── Aquilo não foi um sonho. E eu sou um sátiro.
ㅤㅤㅤ─── Perdão? O que quer dizer com “não foi um sonho”? Olha, eu devo ter batido a cabeça e você é algum fruto da minha imagina- AI! ISSO DOEU! ─── Reclamou, ao ter o braço beliscado de maneira forte, e fechou a expressão, irritada. ─── Certo. Você não é uma ilusão. Mas onde eu estou, e como eu cheguei aqui, Lewis?! Se é que esse é seu nome.
ㅤㅤㅤ─── Depois do ataque, eu comecei a te carregar para a cabana. Você estava desacordada, e eu precisei entrar em contato com o Acampamento. Eles me falaram que você deveria logo ser levada daqui, e, bom, eu não costumo contrariar muito as ordens deles, porque sei que é importante. De qualquer forma, eu te carreguei até a minha cabana (ou o que restava dela). Em alguns momentos você acordava, mas não ficava muito tempo consciente. Consegui um táxi, peguei algumas das suas economias e… Seguimos de cidade em cidade, até chegarmos aqui. Não foi uma viagem muito demorada, e me desculpa se gastei uma boa parte do seu dinheiro, mas… Foi por um bem maior. Agora estamos aqui, no Acampamento Meio-Sangue.
ㅤㅤNerisa ouvia tudo atenta demais, imóvel e respirando com uma certa dificuldade. Seus olhos azuis novamente esquadrinharam o local, procurando qualquer indicio de que aquilo havia sido um sonho, de que acordaria e que voltaria a sua vida normal. Mas, será que queria? Aquilo parecia perturbador, mas, ao mesmo tempo, todas as palavras pareciam fazer sentido. Lewis, o sátiro, pareceu perceber o que a menina pensava e simplesmente estendeu a mão, tocando-lhe e alguns fios de cabelo.
ㅤㅤㅤ─── Você tem mesmo noção do que acabou de me dizer? ─── Perguntou, repentinamente quebrando o silêncio que se instalara. ─── E o que é o Acampamento Meio-Sangue? Minha mãe sabe que estou aqui? E o que diabos era aquele bicho que nos atacou? Porque olha, é meio assustador, sabe?
ㅤㅤㅤ─── Uma coisa de cada vez. Sim, eu tenho. E o Acampamento Meio-Sangue é o lar de semideuses, pessoas que, como você, são filhas entre mortais e deuses. Lembra-se de histórias sobre o Olimpo? Zeus, Ares, Poseidon, Hera... Eles existem, Neri. Existe e vivem aqui, nos Estados Unidos. O Acampamento Meio-Sangue tem como finalidade proteger vocês, treiná-los para o que há lá fora… E sim, sua mãe sabe que você está aqui. Você pode, depois, entrar em contato com ela, embora eu ache que isso, por enquanto, não é uma boa ideia. Ele respirou fundo, procurando ar para continuar falando e, quando falou, estava mais sério: ─── Uma dracaenae. Elas te caudas de serpentes, como você pôde ver. Elas são perigosas e não podem ser vistas por causa da névoa, que é...
ㅤㅤEla manteve-se calada, enquanto o outro tagarelava qualquer coisa sobre algo chamado “névoa”, e sobre como outros campistas chegavam de todos os cantos. Ela ouvia, mas seus pensamentos estavam longe, bem além do que qualquer um deles poderia imaginar naquele momento. Por algum motivo… Aquilo tudo ainda conseguia fazer mais sentido do que “a realidade”.

Presentes de Reclamação: Armadura Vorpal Corrompida e Foice Dupla.


Última edição por Nerisa Bousier em Qui Out 18, 2012 2:43 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Testes dos Três Grandes

Mensagem por Hefesto em Qua Out 17, 2012 12:06 pm

Teste excelente, apenas alguns pequenos erros. Parabéns!

Reclamada e Atualizada!


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Re: Testes dos Três Grandes

Mensagem por Nicholas Sw. Laelius em Qua Out 24, 2012 7:49 pm


Poseidon - Teste
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Nada é impossivel quando você quer





Dados Básicos

Nome Completo: Nicholas Swesthee Laelius
Idade: 14
Cidade Natal:Califórnia - Los Angeles
Personalidade: A alto confiança e perseverança. Nicholas, um garoto de extrema fidelidade com seus amigos, quando precisa ele ajuda com tudo o que puder. O jovem foi sempre muito preso dentro de sua casa, mas mesmo assim seus colegas iam te chamar paar sair. Após saber que é filho de Poseidon ele viu que tinha um pouco de controle sobre a água, ele se sente bem na mesma. Tem alta perseverança, nada muda sua opinião... Quando ele quer é por que ele quer mesmo !


Dados Históricos

Um pouco da história de sua família:

Pois bem, vamos lá, Nicholas morava com sua mãe, passava um bom tempo com ela, o jovem se sentia o homem da casa, tinha que cuidar da sua dela todo o tempo e a mesma se preocupa muito com Nicholas, ele acha que é desnecessário. Essa tal proteção que sua mãe lhe oferece é para cuidar do garoto, pois fora de sua casa pode acontecer tudo. Enfim, Nicholas nunca conheceu o resto da sua familia, apenas seu tio, mas morreu em um acidente de carro, então ficava dificil conhecer os outros familiares pois eles moram muito longe.

Um evento em que suas primeiras habilidades se desenvolveram:

Era uma vez... Não é bom começar assim, pois não é conto de fadas ! Estava na hora do recreio na escola, tudo calmo e tranquilo, o dia estava ensolarado, Nicholas ficara ali, com seus três amigos, Derick, Carolina e Alexander. Todos estavam no pátio conversando, tudo em perfeita harmonia... O tempo vinha a se feichar, alguns alunos continuavam ali no pátio conversando e outros saiam para dentro da escola.

Nicholas e seus amigos estavam por ali, olhando para o céu e o tempo se fechando, iria chover... Chover bastante. - Vamos lá para dentro. Disse Nicholas referindo-se ao seus amigos. Então, foram andando, o jovem Nicholas olhou pro céu e viu uma gota caindo na palma da sua mão, o mesmo olhou e viu a água se secando automaticamente em sua mão, Nicholas arqueeou suas sobrancelhas e ficou meio "espantado" com tal situação. Enfim, a hora da escola ia indo embora, era praticamente o momento da saída, sua turma foram para a educação física, a área de esporte é grande e bem construida, do lado direito tem um gol e em cima a cesta de basquete, isso serve para o lado esquerdo também. Mas não teria educação física se a chuva não parasse, então eles teriam de ficar dentro da sala. - Professor posso ir beber água ? O professor permitiu que Nicholas fosse beber sua água. Sendo assim, o jovem foi. Indo em direção do bebedouro ele avistou um de seus amigos: Alexander. O mesmo estava saindo banheiro e parou para conversar com Nicholas, ficaram um minuto conversando e logo cada um seguiu para os seus lados. Nicholas parou em frente ao bebedouro, e na hora que apertou para sair a água, a mesma foi bem forte em seu rosto, com isso o garoto olhou para os lados para ver se era alguma piada e novamente segurou para sair a água, só que ele colocou a mão para o liquido não ir em seu rosto. Porém Nicholas não sentia nada em sua mão, sendo assim olhou e viu que a água estava parada, a três centímetros de distância da sua mão, completamente parada ! Incrível ! Se fosse outra pessoa ela iria sair gritando pra todo mundo o que aconteceu. Nicholas parou uma garota e pediu que botasse a mão na direção da onde saí a água. Sabe o que acontece ? Nada, o liquido encosta na palma da mão da menina. Nicholas acou algo estranho e pediu que a moça fosse embora e falou apenas um "obrigado". Enfim, o jovem fez a mesma mesma coisa de antes, colocou a mão mas em uma distância maior, olhou para os lados para ver se vinha alguém... Então prosseguiu com sua "experiência". Novamente a água parou e ficou a dois centímetro de distância da palma de sua mão... Então olhou bem para água, e ficou mexendo sua mão, conclusão a água seguiu sua mão, mas fez que se molhasse todo por falta de concentração. Nicholas se conteu e não conta absolutamente nada a ninguém.

Continuando, o sinal da saída bateu, sendo assim todos foram embora. Nicholas havia chegado todo molhado na sala, como ele era bem conhecido ele não ficou com vergonha. Então após se despidir de seus amigos, ele foi direto ao seu quarto, mas como ele era educado, foi falar primeiro com sua mãe, Scarlett. - Oi mãe. To indo quarto, trabalho de escola. Beijo, tchau. Não preciso falar mais nada. Nicholas apenas pegou um copo de água e ficou durante horas dentro do seu quarto, após ele dormiu, como um bebê.

Histórico escolar:(Se baseia um pouco no topico anterior). Nicholas, um garoto alegre, atleta, perseverante e corajoso. Conhecia muito bem as pessoas pela escola e era conhecido. Ele anda com apenas alguns amigos: Derick, Carolina e Alexander. Tinha notas boas na escola, três medalhas de ouro em natação e uma de prata em Jiu-Jitsu. Nicholas gosta bastante de esportes.Sua relação com os professores são rasoáveis, nada que atrapalhe seu desempenho nas aulas. Ocorrências ? Eram bem poucas, nada de grave. Creio que é o bastante para explicar meu "Histórico escolar".


Como veio parar no Acampamento Meio-Sangue:

Era noite, a noite estava bela para sair e ir para um cinema com os amigos ou com alguma namorada, mais não Nicholas ficou preso dentro de sua própria casa. Sua mãe proibiu que o jovem saisse de casa, pois na rua estava muito perigoso. O jovem revoltado olhou para sua mãe e disse. - Perigoso aonde ? Até no jornal falou que estava tudo calmo nas ruas ! "Abaixe esse tom de voz garoto, olhe como você fala comigo ! Acredite, esta perigoso sim !" Nicholas se manteve calado e quieto, apenas ouvindo que sua mãe dizia. O garoto foi para o seu quarto e lá ficou pensativo mexendo em seu notebook.

O tempo passara diante aos olhos de Nicholas. Logo o mesmo ouviu algo batendo na janela, o jovem estava deitado em sua cama, e pos o seu notebook ao lado. Nicholas levantou lentamente olhando para janela e viu o seu fiel amigo Derick. - Sobe ai cara. Minha mãe me prendeu dentro casa, pode acreditar ? "Sim, posso sim... Ela esta plenamente certa." Nicholas jogou uma corda na mão de Derick, para que o mesmo subisse ao quarto do jovem. Nicholas não entendeu o por que que seu amigo disse que ela estava certa. Derick logo começou a explicar.

- O que ? Eu filho de um deus ? Tá de piada né ? Pode rir cara. Nicholas tomou um susto ao ouvir que seu amigo estava sendo sério, e entendeu o por que que a água seguia sua mão. Derick disse que o garoto era filho de Poseidon, o soberano dos oceanos. Tudo passou pela cabeça de Nicholas... O por que que ele gostava de ficar muito tempo na água, o por que de coisas estranhas que acontecia com ele mesmo. "Nicholas temos que fugir cara." O jovem filho de Poseidon ouviu alguém batendo na porta, então Derick correu para avisar que não era para atender. Nicholas então estranhou a atitude de seu amigo e foi até a porta ver quem era. "NÃO ! É um empousa !" Nicholas sem ouvir abriu a porta e viu que era uma bela moça loira dos olhos azuis, muito linda, mais de repente ela ficou em sua formal atual... Cabelos longos, uma cauda igual a uma cobra e dentes grandes para devorar. Nicholas deu um pulo fechando a porta na cara da monstra. - Corre mãe ! Scarlett pegou um facão e jogou para Nicholas, em apenas uma atitude rápida o jovem segurou o objeto. Enquanto isso sua mãe correu para fora.

Derick e Nicholas ficaram dentro da casa, os moradores estranharam e foram ver o que era, mas logo voltaram para dentro de suas casas. O filho de Poseidon olhou bem para ver se a monstra estava por ali e nada. Sendo assim eles trancaram a porta. Scarlett ligou para saber se estava tudo bem e sim por enquanto. Com a porta trancada, Nicholas e Derick decidiram fugir logo, mas do nada a empousa aparece novamente pela janela, mas dentro da casa já eles iram lutar na cozinha, ali tinha bastante armas. Nicholas não tinha opções, suas opções eram matar a empousa ou morrer pela empousa. PRIMEIRA OPÇÃO ! "Matar a empousa". Nicholas foi correndo e gritando na direção da monstra. - AAAAH ! Não deu muito certo correr até ela. A monstra com apenas um ataque jogou Nicholas para o lado esquerdo... Batendo na parede. Derick viu que a empousa estava indo na direção de seu amigo que estava caido, então aproveitou o tempo que a monstra estava distraida e atacou uma faca de cozinha na cabeça dela... Sim acertou, porém não foi algo muito eficiente, ela foi pegar Derick agora. Nicholas foi se levantando e ainda com o facão na mão. Viu que aquela coisa estava enforcando seu fiel amigo, então pegou o facão, subiu na mesa da cozinha e pulou, sendo assim cravou a espada no pescoço da empousa.

- Vamos embora agora ! Disse Derick correndo para fora da casa em direção a rua. Nicholas viu sua mãe esperando os dois e com um taxi parado. CORRE TAXISTA ! Agora até o narrador tá na emoção ! Desculpem pela empolgação.

Nicholas pediu que o taxi fosse para o mais longe possível, mas Derick em uma atitude extrema fez o motorista desmaiar e com isso se alto colocou no comando, deixando o taxita no meio da calçada. Enfim, Derick foi levando Nicholas e Scarlett para um lugar bem longe, a mãe de Nicholas não estava preocupada, porém o jovem filho de Poseidon estava. - Derick estamos indo aonde cara ? Derick apenas disse que iriamos para um acampamento. Scarlett saiu do carro, Nicholas teimou para sair também, mas sua mãe iria ficar muito bem, bem mais protegida. Derick e Nicholas chegaram ao acampamento "Meio-sangue", após adentrar o filho de Poseidon desmaia. Mas ali começa sua grande jornada.




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- Local onde Estou: ()
- Com quem estou: ()

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Re: Testes dos Três Grandes

Mensagem por Hefesto em Qua Out 24, 2012 8:58 pm

REPROVADA!

Algumas coisas estão sem coerencia e pelo desenvolvimento que deu, poderia ter aplicado mais criatividade.


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Teste para Filho de Poseidon

Mensagem por Ikarus Scofield em Seg Nov 12, 2012 2:22 pm

Dados Básicos


Nome: Ikarus Scofield

Idade: 18 anos

Cidade: Califórnia - Los Angeles

Personalidade:
  • Ikarus é calmo como o mar, mas assim como o mar se agita quando o tempo fecha.
  • Ele é inteligente e curioso, o que o ajuda a conhecer o desconhecido.
  • Curte relaxar e fazer atividades em locais com água como piscina ou praia.
  • Ele era o melhor atleta de natação em sua antiga escola.
  • Odeia atividades aéreas, por que nunca se sente bem fazendo isso.


Dados Históricos


Historia da família:
Claire, sua mãe era surfista quando conheceu Sidney, um surfista um pouco mais velho, num campeonato de surf no Havaí. Eles passaram o campeonato inteiro namorando. Ao fim do campeonato, Sidney saiu como campeão e precisou voltar para Austrália, prometeu que voltaria a ver Claire, mas desde então eles perderam o contato. Quando voltou para as praias californianas, Claire descobriu que estava grávida, mas nunca conseguiu dizer isso ao pai de seu filho. Após 9 meses, seu filho, Ikarus, nasceu, quando Ikarus tinha 10 anos, Sidney reapareceu e contou a Claire quem realmente era e por que teve de abandonar ela, contou também tudo que ela deveria estar preparada para ver acontecer com Ikarus e contou que um sátiro estava a caminha para guardar a vida deles até que ele estivesse apto para ir para o acampamento meio-sangue. Claire não contou isso a Ikarus, pois queria que ele vivesse normalmente como as outras pessoas.

Evento onde a primeira habilidade se desenvolveu:
Como presente de aniversario, Claire permitiu que Ikarus fosse a um acampamento na véspera de seu aniversário de 15 anos. Ikarus foi a esse acampamento com seu amigo de escola , Samuel, já que eles viviam colados pois Ikarus se sentia obrigado a proteger Samuel do mundo já que ele era tinha paralisia parcial das pernas (mentiras de sátiros). Fomos ao acampamento e nada de estranho aconteceu (ao menos eu achava que não). Ao fim do acampamento ele resolveu arrumar sua bolsa mais cedo, tipo, uma noite antes do dia de partida. Mas ele viu algo estranho. Ele viu Samuel saindo da cabana e resolveu fechar a mala e segui-lo.
Spoiler:
Falas: Samuel, Náiade, Ikarus, Empousai, Cavalo1, Cavalo2, Cavalo3
- O que esse cara foi fazer no estábulo?
- Lá vem outro.
- Mas cara, o outro tinha cheiro de floresta, esse sem cheiro de maresia
- Então quer dizer que é um filho de ...
- É!
- olá? tem alguém aí?
- Por Zeus, cala a boca que eu quero dormir!
- Aí meu deus, tô louco ou tem um cavalo falando comigo?

Enquanto estava em choque por ver um cavalo falante ele escutou um barulho e olhou, até que viu uma silhueta que vinha correndo... correndo não, quase trotando
- Corre que ela ta chegando!
- Ela?

Ao olhar para a direção de onde Samuel havia vindo, Ikarus vê uma linda mulher correndo, até que sua visão começa a ver através da névoa e ele nota que ela tem os olhos vermelhos, o cabelo desgrenhado e caninos um pouco superdesenvolvidos.
- Vam... Vam... VAMPIROOOOOO!!!!
Ele começa a correr desesperadamente para salvar seu amado sangue ( já que não sabia que empousais não bebem sangue), corre até que vê algo na beira do lago, uma mulher de cabelos castanho e olhos azuis, uma visão do paraíso (agora, quando ele conta essa história fala que era uma visão do Olimpo já que descobriu que o paraíso está no submundo), ela sorriu para ele e acenou o chamando, ele então correu até ela. Então aquela garota com uma voz doce como o balanço do mar calmo falou.
- Ola Ikarus, vejo que está em um dia difícil
- Oi... Ei, espera ai, como me conhece? ...Quer dizer, isso não importa, vamos nos esconder antes que aquele vampiro chegue.
- Calma guerreiro, vim aqui fazer uma entrega especial do seu pai, isso é para lhe proteger nos momentos difíceis.

Ela o entrega um colar com um pingente em forma de tridente marinho.
- Pra que serve isso? Você conhece meu pai? De onde?
- Te encontrei peixinho!

Ele então se vira para olhar e a Empousai está atrás dele. Quando ele se volta novamente para a frente a garota do lago sumiu, ele se vira novamente e sente a vampira lhe agarrando e de repente toda sua força começa a ir sumindo. Até que uma voz em sua mente corta o silêncio...
- O colar!
Ele segura com toda o força que lhe resta o colar, buscando algo que o ajude. De repente o colar se expande em sua mão se tornando um tridente de um metal desconhecido (posteriormente ele soube que era bronze celestial) que transforma a empousai em fumaça. Ele então, sem sentir mais seu corpo, tenta andar, mas não consegue e acaba caindo dentro do lago. Ele então começa a sentir suas forças voltando como se fosse uma esponja absorvendo a água.
No outro dia ele se acordou na enfermaria do acampamento, dizem que ele foi encontrado na beira do lago inconsciente, mas desde esse dia ele fico desconfiado, ainda mais quando percebeu que o colar misterioso permanecia pendurado em seu pescoço. Na outra noite eles partiram, Ikarus seguiu achando que seu aniversario seria normal como nos outros dias, mas não sabia o que realmente o esperava.


Histórico escolar:
Sempre teve notas baixas e foi diagnosticado com dislexia, amava em história a antiguidade clássica e em biologia a biologia marinha. No geral o que o salvava era a natação, pois ,já que ele era o melhor atleta, seu treinador o ajudava a estudar e conseguir pontos extras para passar em todas.

Como veio parar no acampamento meio sangue:
Assim que chegou do acampamento mortal Ikarus teve de correr para se preparar para correr para o acampamento meio-sangue.
Spoiler:
Falas: Samuel, Claire, Ikarus, Dracnae, Michael
- Ikarus, nunca esqueça que estarei sempre lhe apoiando, não precisa se preocupar comigo.
- Mas eu não posso fazer isso, como você vai ficar com todos esses monstros?
- Não se preocupe, sem esse seu fedor de semideus eles nem vão incomodar garotão.
- Oh mãe, só você pra fazer graça numa situação dessas.

Ele organizou as suas coisas, se despediu de sua mãe e foi embora, ao chegar à portaria do seu prédio encontrou Samuel limpando o pó da roupa.
- Odeio harpias!
Ao longe se escutava um barulho de vários pedaços de metais batendo, como se uma chuva de pregos estivesse a caminho.
- Pássaros da Estinfália! Sobe logo na moto, vamos antes que cheguem.
Eles seguem na moto o mais rápido que podem até que uma sombra começa a se aproximar, Ikarus olha pra trás e vê milhares de carapaças metálicas brilhando no céu.
-Não se preocupa, logo logo chegara o reforço de uma amigo que chamei.
Samuel segue correndo enquanto desvia das investidas de alguns dos pássaros e ataca com uma espada outros. De repente surge no céu um cavalo voando e o arqueiro sobre ele começa a atirar nos pássaros que um a um começam a cair.
- Samuel, leva ele logo que eu cuido desses bichinhos!
-Obrigado Mike!

Os pássaros se ocupam com o Michael e eles seguem o caminho deles até o estreito de Long Island. Ao chegar na base do monte meio sangue eles encontram um bando de Dracnaes os esperando.
-Preparado?
- Como nunca.

Samuel saca sua espada e Ikarus agarra seu colar que logo vira um tridente novamente.
- Chegou nosso almoço meninas!
Eles iniciaram a luta derrotando uma a uma, Ikarus sentiu um pouco de dificuldades no começo, mas logo começou a visualizar sua professora de matemática no rosto das Dracnaes. Durante todo seu êxtase da batalha ele se vira e encontra Samuel caído no chão. Ele ataca a Dracnae mais próxima a Samuel e se ajoelha junto a ele.
- Samuel!
- Calma garoto, vá, entre no acampamento, minha missão era te trazer vivo, e eu cumpri essa missão.

Enquanto ele está chorando sobre Samuel uma flecha passa zumbindo próximo a ele, quando ele olha para trás vê que a flecha atingiu a ultima Dracnae que estava prestes a mata-lo. Ao olhar para frente ele vê um garoto com um arco, era Michael, o garoto que ficou lutando com os pássaros. ele estava ferido e com a roupa rasgada, a luta foi dura portanto.
- Vamos, com certeza Pã fará alguma coisa para que ele seja lembrado.

Ele entra no acampamento, guiado por aquela criança. Ao olhar para trás ele vê o corpo de Samuel sumindo e em seu lugar nascendo uma bela flor, ele então pensou consigo mesmo.
- Obrigado Pã.

Presente de reclamação (se possível for) :


  • Colar com pingente de tridente [É um simples colar que se transforma em um tridente de oricalco quando tocado sede de luta de um filho de Poseidon. Ele volta a ser colar se for pego por qualquer outra pessoa e sempre volta ao pescoço de seu dono.]
  • Escudo de bronze médio revestido em Água-Marinha Bruta [Semi-indestrutível] {By: Poseidon}
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Ikarus Scofield

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Teste para ser filho de Poseidon

Mensagem por Erick W em Qui Nov 22, 2012 5:26 pm

Dados Básicos

Nome Completo: Erick Whater

Idade: 14 anos

Cidade Natal: Honolulu, Havaí

Personalidade: Forte e seguro, é bem calmo, mais quando mexem em seus amigos ou em sua mãe ele fica furioso. Erick ama água, por isso passa a maior parte do seu temo livre na praia surfando ou apenas sentado bem próximo da água. Não tem muitos amigos, apesar dele ser bem legal e extrovertido a maioria das pessoas o consideram esquisito depois do que aconteceu com os bebedouros do corredor da sua escola. Não sabe muito bem como expressar seus sentimentos, então se ele é por algum motivo muito forte.

Dados Históricos

Um pouco da história de sua família: Eu e minha mãe morávamos em Honolulu desde quando eu nasci, o que foi muito bom pra mim pois amo o mar. Vivíamos apenas nós dois em uma pequena casa, quase uma cabana, á poucos quilômetros do mar. Eu passava quase o dia todo na praia junto com minha mãe que é bióloga marinha, o que explica porque Poseidon ficou apaixonado por ela. Minha mãe havia me dito que ele tinha ficado fascinado com o amor que ela tinha pelo mar, assim como ele também tem. Quando criança, eu tinha inveja dos meus colegas de classe nos dias que elas levavam seus pais para o dia do Pai e filho na minha escola, percebendo isso minha mãe decidiu me contar que eu era filho de Poseidon. Mesmo assim eu ainda não aceitava o fato de que ele nuca tivesse ido nos visitar, felizmente o passar dos anos me fez compreender esse fardo.

Um evento em que suas primeiras habilidades se desenvolveram: Acontecera quando eu vi Rudholp Rodney, um dos valentões da escola (eu odeio valentões), irritando meu melhor amigo, Treent Leonard, pelo fato dele usar muletas e andar esquisito. Quando o vi machucando meu melhor amigo, senti uma forte dor no estomago como se algo que eu havia comido estivesse pegando fogo dentro de mim, nesse momento os bebedouros mais próximos explodiram fazendo jorrar água por todo o corredor, por sorte só estávamos nós três lá, nesse momento Rudholp largou Treent que me lançou um olhar que parecia dizer “Eu já sabia!”. Enquanto isso Rudholp saia correndo clamando por socorro, o que foi muito engraçado para um valentão como ele.

Histórico escolar: Nunca fora o melhor da escola. A dislexia e o fato de ter déficit de atenção não ajudavam na hora de ter boas notas ou de me concentrar nas aulas, além de que muitos de meus colegas riam de mim por ter cheiro de água do mar, o que era verdade mais mesmo assim me incomodava. Meu registro escolar era normal, se destruir cinco bebedouros e criar pequenas ondas na piscina quase afogando a professora forem considerados atos normais.

Como veio parar no Acampamento Meio-Sangue: Em mais uma segunda-feira de aula, a diretora chega a sala e apresenta nossa professora substituta, pois a outra professora havia sido atacada misteriosamente, por um animal que ela não conseguira definir, quando acampava. A professora se apresentou como Sra. Blon, nada alem disso. Ela tinha um físico magro quase que esquelético e sua pele era de um tom pálido como os ossos do esqueleto que usávamos nas aulas de ciências. Treent parecia nervoso com a presença da Sra. Blon e ela não parecia gostar muito dele também. Em alguns momentos durante a aula ela olhava para mim por alguns longos segundos, o que me assustava um pouco. No fim da aula ela liberou toda a sala, menos eu e Treent, nesse momento Treent disse:

- Cuidado, ela não é o que parece ser.

- Como assim?- disse

Nesse momento a Sra.Blon começava a perder o tom da pele, que estava ficando ainda mais pálida idêntica a cor do nosso esqueleto, seus olhos ficaram vermelhos sangue nesse momento ela abriu um sorriso mostrando suas presas, antes que eu pudesse dizer Treent falou:

- Não Erick, não é uma vampira- ele me empurrou para trás- É uma empousai.

Nesse momento ela deu um salto, que mais parecia um vôo, e se segurou no teto. Então, como se já não fosse suficientemente estranho tudo o que estava acontecendo Treent tirou as calças (eu dei um leve grito, que na hora pareceu bem ridículo), mostrando suas pernas de bode. Ele disse:

- Tome Erick- Jogando uma adaga de bronze em meu colo. - Me desculpe, essa foi a única arma que eu pude trazer. - Ele falou dando risada.
Eu preferiria uma espada, mais não deu nem tempo de pensar. A empousai mergulhou em direção a mim, com um movimento involuntário eu levantei e dei um salto para o lado, senti uma dor no braço direito.Ela havia me acertado com uma de suas garras.

- Como eu fiz isso. – Disse

-Erick não temos tempo- Disse Treent. -Tome isso.

Ele havia me dado uma pequena garrafa com um liquido estranho, bebi e em instantes senti meu braço melhor. Nesse momento a empousai investiu diretamente contra mim, Treent jogou um pouco de água que estava na sua mochila em mim, senti como se estivesse sido atingido por uma carga eletrica, tive a impressão de que meu corpo estava mais forte, então desferir um golpe com a adaga no pescoço da empousai que dissipou em pó.

-Tudo bem me explique o que esta acontecendo. – Falei

-Não temos tempo! Tenho que te levar ao acampamento meio sangue agora, os monstros te encontraram e você é precioso demais, como um filho de Poseidon!- Treent disse.

Ao chegar em casa minha mãe já havia preparado minha mochila.

-Como você sabia?-Perguntei

-Treent me contou que vocês viriam e que estava na hora de você ir. -Ela respondeu com lagrimas nos olhos.

-Você vai para o acampamento Meio-Sangue, onde pessoas como vocês podem ficar seguros e aprender a controlar suas habilidades. –

-Quando iremos nos ver?- Perguntei agora eu também já estava com lagrimas nos olhos.

- Logo, não se preocupe comigo. - Ela me abraçou e penteou meus cabelos com as mãos, o que antes me irritava agora parecia ser tão bom. – Vamos, se não vocês iram perder o avião.

-Obrigado Sra. Whater. – Disse Treent

Minha mãe sabia que eu não gostava de voar de avião, o céu não é o melhor lugar para um filho de Poseidon, mais precisávamos chegar o mais rápido possível ao acampamento. Minha mãe nos levou para o aeroporto, chegando La ela me deu um ultimo e silencioso abraço.
Foram às nove horas e ciquenta e sete minutos mais longos da minha vida, passei metade do tempo da viagem no banheiro vomitando. A outra metade do tempo Treent passou me explicando sobre como era o acampamento.

-E esse Quíron é um sátiro também como você?-Perguntei.

-Não! Ele é um centauro, o mesmo que treinou Aquiles e muitos outros heróis. -Ele falou com certo brilho nos olhos, depois ficou em silêncio e em instantes ele dormiu, eu segui seu exemplo mais não conseguia dormir, estava nervoso demais pela viagem.

Quando chegamos á Nova York esperamos um pouco, pois Treent havia me dito que alguém viria nos buscar. Eu esperava que fosse outro sátiro ou algum semideus, quando aparece um carro ao olhar de longe o motorista parecia alguém comum até que ele se aproximou e eu pude ver que seu corpo era repleto de olhos, logo me lembrei que Treent havia dito que algumas criaturas trabalhavam para o acampamento, inclusive Argos. A viagem foi rápida, para alguém que tem olhos nas mãos Argos dirigia muito bem. E então chegamos aqui.
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