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• Missão One-Post • Salvando o Pavão Sagrado • Adan Evans •

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• Missão One-Post • Salvando o Pavão Sagrado • Adan Evans •

Mensagem por Macária em Seg Set 17, 2012 5:31 pm

O dia começara normalmente, no entanto com alguns desentendimentos que podiam ser tomados como algo “normal”. Eram nove horas da manhã, semideuses já começavam suas atividades e treinos, mas para Quíron algumas complicações surgiram, o centauro mandara que imediatamente um sátiro chamasse um filho de Hefesto, Adan Evans, no entanto este não deveria dar nenhuma explicação adicional quando o chamasse, que dissesse somente algo como: “Rápido, Quíron está lhe chamando na Casa Grande e leve seus equipamentos.” E era nada mais e nada menos do que uma missão, não muito simples, por mais simples que pareçam as missões nunca são.

Assim que o semideus esperado chegou em frente à Casa Grande, Quíron descera da sacada em sua forma de centauro, para acompanhar o garoto de volta até a sacada, seria uma explicação breve, pois a missão não podia esperar ▬ Adan Evans, certo? ▬ ele não esperou que Adan confirmasse e foi logo continuando ▬ O chamei aqui para que possa cumprir uma missão em favor de Hera. Uma filha de Hécate, o nome ainda não temos conhecimento, conseguiu "roubar" um dos animais sagrados de Hera, um Pavão Sagrado, bem, não é um pavão comum, é o que se encontrava com a deusa no Olimpo, um animal abençoado pela própria deusa. ▬ ele deu uma pausa, permanecendo-se indiferente ▬ Como pode perceber, sua missão é recuperar o pavão, antes que este seja sacrificado pela filha de Hécate, o pavão proporciona poder tamanho, e a menina anseia por isso. Por isso, recupere o pavão e poderá ganhar uma boa recompensa por tal... Boa sorte, semideus! ▬ finalizou, sentando-se na cadeira de rodas encolhendo-se nela e adentrando a Casa Grande logo em seguida.

Um pégaso pousara um pouco distante da Casa Grande, mas ainda assim, em frente dela. O pégaso levaria Adan até Nashville, em uma área um pouco mais afastada, próximo a uma pequena casa abandonada, lá atua o que a filha de Hécate pretende fazer.


Regras e Instruções:
Tem até o dia 21 de Setembro para postar a missão.
Narração coerente e português claro sem qualquer tipo de erro ortográfico, pois será descontado da recompensa.
Comece a narração do que estava fazendo e onde estava quando o sátiro foi chamá-lo.
Deverá ter pelo menos uma ou duas complicações durante a ida ou a volta de Nashville, as complicações tem preferência a acontecer durante o vôo.
As complicações podem envolver aparições de monstros.
Para voltar ao acampamento, outro ou o mesmo pégaso, fica a seu critério, irá até onde estiver para levá-lo até Nashville.
A recompensa já foi discutida, e caso a narração seja boa, ganhará o mascote.
Boa Sorte!


Deusa da Boa Morte




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Só o sensato a espera."
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Re: • Missão One-Post • Salvando o Pavão Sagrado • Adan Evans •

Mensagem por Adan Evans em Qui Set 20, 2012 9:11 am



[...] Dois meses. Era essa a quantidade de tempo em que se colocava a medida até a primeira noite de sono decente de Adan depois de um longo tempo. Seus projetos principais agora estavam prontos, e as energias mais recuperadas. Tinha tido mais do que sorte em não começar a simplesmente ter desmaios devido a má alimentação que fazia e as noites incontáveis sob a lâmpada incandescente a traçar a ponta do lápis numero dois sobre afolha de papel. Tempo incontado, infindado, e finalmente, merecido para descansar, ou para qualquer coisa que não fosse treinar ou forjar. O café da manhã fora algo bastante simples, um pedaço de pão com algo que parecia manteiga e suco, também apenas o suficiente para sustentar até a hora do almoço.
Levantou-se e seguiu em direção aos chalés, mas parou num ponto onde podia ver quase todo o acampamento, e ali se sentou próximo a uma arvore. Uma dríade pareceu se interessar pela companhia e um pouco de conversa, e se aproximou com um sorriso meigo. Essa, vestia o que aparentava ser um vestido verde com várias estampas de folhas das arvores existentes ali, os cabelos dourados da mesma contrastados pelo sol se desprendiam em tranças inúmeras jogadas pelos ombros, e a voz infantil e delicada dizia um “oi” curto e animado. O filho de Hefesto sorriu em resposta a ela deixando que a mesma se sentasse ao seu lado, e ambos silenciaram por um tempo deveras longo. Adan não fazia questão de olhar para a dríade, nem mesmo por um instante, em sua mente, ainda rondavam as lembranças de algumas noites atrás na praia quando recebera a visita da filha de Macária, mas percebeu pelo respirar profundo da dríade que ela iria dizer algo, e no momento que abriu a boca, um sátiro irrompeu sabem os Deuses de onde gritando pelo campista. Ao que se aproximou, só teve tempo de dizer “Rápido, Quíron está te esperando na casa grande, e disse para levar seus equipamentos.”.
As palavras Quíron e equipamentos na mesma frase podiam significar uma única coisa, algo estava errado no Olimpo, e ele era chamado agora a resolver esse problema.
— Desculpe, tenho que ir agora. – disse o devoto com certo pesar à dríade, e então correu para o chalé nove, onde seus pertences estavam, e afastando a porta rapidamente, pegou num baú ao lado da cama, as armas que lhe faziam jus ao tempo que ainda estava vivo. O colar que Hera havia lhe dado quando se tornou um dos seus, assim como o totem com uma libélula entalhada, ao qual prendeu com tiras de couro do lado do bíceps esquerdo. O isqueiro negro que quase sempre levava no bolso, suas luvas de metal que o próprio pai lhe dera, e sua ultima aquisição, as espadas gêmeas, Agnis & Rudra, que naquele momento eram apenas braceletes de prata com pedras incrustadas, e ainda, o anel que ganhara como presente de aniversário, “Scutum”. Manteve a calça camuflada e as botas que usava sempre em suas missões, feitas de couro batido, e convenhamos, ideais e confortáveis para qualquer trabalho nas forjas ou caminhadas longas em qualquer tipo de terreno. Vestiu-se de uma camiseta preta e o boné de mesma cor, que nada mais era que o seu elmo da concentração em sua forma disfarçada, revisou então se estava tudo consigo, colocou então por ultimo uma mochila nas costas com algumas coisas que poderia usar para uma emergência, e correu para a casa grande.
Quíron já estava a esperar na varanda em sua forma de centauro, e este se apressou em descer de encontro ao campista, sem nem ao menos dar tempo para Adan responder a sua pergunta inicial, simplesmente despejou as informações sobre o devoto da deusa que fora roubada sem se importar com sua reação. Adan ficou atônito ao ouvir a noticia, tanto que parou de andar apenas para observar o centauro.
— Espera, espera... Alguém foi louco o suficiente para roubar de Hera? Deixa pra lá, estou indo. – disse, e depois de pegar as ultimas coordenadas de onde a filha da deusa da magia fora vista, correu para o pégaso branco que o aguardava. Montou o mesmo, e não demoraram para alçar voo no sentido sul, com o vento a atrapalhar um pouco os olhos pela alta velocidade, e numa tentativa não muito esperançosa, o filho de Hefesto afagou o pescoço do equino pra que aguentasse ao menos até a chegada no lugar e reduzir um pouco.
Não levou muito tempo para que o balançar leve do cavalo e os dias ainda não descansados viessem a cutucar o rapaz, o sono se tornara eminente, e aos poucos foi vencendo o campista, que recostou-se no pescoço do pégaso, e então tudo o que vira fora outro lugar.
Estava sentado sobre sua cama no chalé nove, mas estava estranhamente silencioso, assim como uma sensação diferente se passava pelo lugar. Parecia-se com o que vira quando levantara-se mais cedo, mas os “tons de cinza” eram mais frequentes, como se todos tivessem saído para um funeral.
— Preocupado, semideus? – disse uma voz feminina mostrando sua calma e autoridade, e ela se revelava. Hera caminhava na direção da beliche do rapaz usando um vestido preto, longo, acentuado ao corpo e salto alto. Pra alguém que é a rainha dos deuses e deve-se manter elegante, ela superara as expectativas. Adan por um momento ficara atônito, não sabia bem o que estava acontecendo, por que voltara ao chalé, e ainda mais, por que diabos Hera estava ali?
—Err... Um pouco. Não faço ideia de onde começar a procurar. Sabe, o lugar é enorme...
— Mas como sabemos, só existe um lugar com influencia dos Deuses o suficiente pra que ela faça tal feitiço em Nashville, não é?
Aquilo fora um golpe para ele, não fazia ideia do lugar, ou ao menos não se lembrava, e foi então que arqueou a sobrancelha para a deusa esperando por algo mais concreto, afinal, o pavão era dela.
— Vamos rapaz, não faça cara de idiota. Você precisa recuperar meu pavão o mais rápido possível, antes que seja tarde demais. Estou confiando em você, meu campeão. Agora acorde antes que caia de vez desse pégaso. – disse ela sem dar chance de resposta a Adan, por algum motivo, pareciam não querer ouvir sua voz. A cena se desfez em um borrão, e o campista segurou-se no pescoço equino para não despencar a oitocentos pés de altura, estranhamente, tremia de frio, e via uma fina camada de gelo se formar sobre suas roupas, mas como isso era possível a quatro dias de se iniciar o verão? Pouco importava, estava com o pégaso no meio de uma nevasca agora, e precisava dar um jeito de sobreviver àquilo, foi então que lembrou-se, pegou o isqueiro com a canhota e o acendeu, e em seguida, o aumentou o quanto podia para manter a chama e se aquecer, mas era visível que seu companheiro não gostava de fogo, uma vez que passou a relinchar com certo medo e tomar direções aleatórias como se quisesse derrubar Adan. Não houve escolha, nada de fogo para eles, então era melhor que descansassem um pouco.
Alguns minutos depois de baixarem voo, a nevasca pareceu parar, com certeza não era algo natural, e não tinham tempo algum a perder, as respirações agora mais confiantes uma na outra, como se decidissem acabar de uma vez com aquela brincadeira de esconder, que fora um tanto quanto longe demais. Depois de voar por mais ou menos duas horas, estavam no estado do Texas, e nas coordenadas indicadas, Nashville, onde a menina fora vista pela ultima vez. A noite começava a cair, e tudo o que o devoto de Hera tinha a sua volta, eram arvores espaçadas. Ao longe, elas terminavam e se estendia um gramado bastante amplo, e parado ali, ele nunca encontraria seu alvo. Caminhou para a orla do bosque tentando imaginar por onde deveria procurar ou se haveria qualquer pista por ali, mas nem Hera e nem Quíron estavam facilitando muito naquele dia.
Desferiu então um soco contra uma arvore, e algo se desprendeu da mesma, tal coisa desceu flutuando em seu brilho cálido até pousar na raiz de tal arvore. Uma pena de pavão, uma pista finalmente, a qual Adan agradeceu mentalmente, e ao olhar um pouco mais o horizonte, viu a enorme construção em modelo grego, o Parthenon, as palavras de Hera naquele sonho lhe sussurraram mais uma vez nos ouvidos, e tudo fez sentido. Ela estava lá e era inegável o fato.
A noite desabava feito um véu negro a cobrir o caminho, mas isso não impediu o rapaz de avançar por aquele gramado gigantesco em busca de seu objetivo certo, cada passo era como um alcançar de uma meta, onde o peito todo parecia silenciar-se apenas para deixar o coração bater como a pele de um tambor. Suava e vez ou outra apertava os punhos de impaciência por querer logo ir para casa, e por curiosidade de saber quem estava por trás daquilo tudo, Alguém lhe vinha a mente, mas duvidava que tal pessoa tivesse coragem de fazer tal loucura. Puxou da cintura e imediatamente calçou as luvas de metal quando estava mais próximo ao prédio então dito, e por fim adentrou o mesmo a passos largos observando o local atentamente a procura de qualquer sinal da raptora, silencioso demais para um lugar que teria tanta importância naquele dia, caminhava para uma armadilha, ou estaria no lugar errado? Não queria pensar nessas opções tão cedo, mesmo por que negativismo nunca foi seu forte e nem sua melhor opção, e ao que parecia, era esperado no lugar. Depois de passar pela estátua de Athena na entrada, a porta mais ao fundo estava fechada, e guardada por algo que parecia não caber dentro do recinto por sua robustez imensa, Adan olhava para uma massa negra que roncava mais distante quase do tamanho de um tanque T-80, que para a infelicidade do campista, despertara assim que ele dera mais um passo. O cão infernal rosnava e se colocava em pé guardando a porta, coisa que estranhamente levou Adan a sorrir maliciosamente. Lembrou-se de sua mãe, e então do pai, Hefesto, querendo que aquilo orgulhasse a ambos. Os olhos do canino ardiam, e ambos lançaram-se a atacar de frente ao mesmo tempo, o cão pisando brutalmente em seu avanço, enquanto Adan disparava com o mesmo ímpeto materializando as espadas gêmeas de imediato, quando o animal saltou, o filho de Hefesto nada mais fez do que rolar para a direita de imediato preparando-se para dar fim àquilo, golpeou com Rudra na horizontal fazendo um corte profundo no flanco da criatura, e outro ainda mais rápido e vertical com Agnis, de forma que as chamas irrompiam da mesma e terminavam por vez a batalha devido ao material abençoado apenas para devolver os monstros ao tártaro. Um amontoado de pó dourado ficava no lugar onde o monstro caíra, e o devoto então agora seguia para o seu objetivo. A porta de madeira clara em tons amarelados tinha um revestimento visivelmente novo de verniz que a embelezava ainda mais, e uma maçaneta dourada que fez o receio crescer em Adan, quem estaria do outro lado? O que o esperava lá?
Determinou-se, não era hora pra hesitações. Seu pai agora o observava de onde quer que estivesse naquele momento, e não iria decepcionar o mesmo, fez as espadas de prata que outrora enviaram um cão infernal ao seu destino e girava a maçaneta a quinze graus para a direita de sua posição inicial. Escancarou a porta observando o interior da sala ainda paralelo ao batente, a sala continha estatuas dos deuses olimpianos por toda a extensão das paredes e colunas entre os mesmos, um estranho circulo desenhado no chão, assim como o pavão sagrado de Hera amarrado em seu centro, e para a surpresa de Adan, a raptora era uma conhecida, não que essa lhe agradasse, já que nunca se deram bem, ou melhor dizendo, sempre que tinham oportunidade, ferravam um com a vida do outro, mas nunca de forma suficiente para matar ou coisa assim, Nyssa agora passara dos limites.
— Vejam só, se não é o pequeno inventor... Veio para ter o traseiro chutado outra vez, Evans? – disse ela com aquele tom de escárnio enquanto se levantava e olhava para o rapaz a sua frente, como sempre, ela tinha um jeito desleixado de se vestir usando roupas pesadas das cores que representavam Hécate. Os cabelos em seu castanho desigual, e os olhos de rara cor púrpura que se mostravam impassíveis à presença do filho de Hefesto.
— Eu não diria isso, Nyssa, ou não se lembra quem teve que ser resgatada do lago na ultima vez que tentou algo, bruxinha?
O comentário arrancara o sorriso da mesma, que de imediato convocara seu cajado e lançou três esferas arroxeadas na direção do campista, das quais duas foram facilmente desviadas, porem a terceira viera em velocidade deveras maior, e atingia o peito do rapaz com uma breve explosão que o jogava para trás. A moça esqueceu-se que primeiro se ofendia um pouco “esportivamente” e depois se matava o oponente a pauladas, mas enfim, detalhes. De um movimento rápido, Adan transformou o totem que carregava em uma espada de cristal estranhamente enegrecido, e com a outra, levou a mão ao bolso de onde tirou o isqueiro negro, que logo que o mesmo fazia a chama surgir, também a intensificava concentrando-se um pouco e formava uma bola de fogo mais ou menos do tamanho de uma bola de boliche, a qual lançava contra a garota, mais como distração do que como forma de ataque, mas que também era bem vinda ao acerto. O isqueiro irrompeu em chamas e transformou-se em uma espada na mão do devoto de Hera que agora avançava sobre a moça, seu orgulho não permitia aquele acerto, ainda mais vindo de Nyssa, ficar impune. Já estava perto demais para que ela pudesse simplesmente desviar, mas ela ainda tinha seus truques, e armou uma espécie de escudo mágico para evitar ser atingida, mas não poderia evitar, uma vez que o totem ativava sua habilidade deixando as coisas mais fáceis para o filho de Hefesto.
Nyssa apenas via seu escudo se despedaçar do nada, e em seguida um golpe rápido na horizontal da esquerda para a direita feito com a espada de cristal, que se não fosse um recuo forçado da filha de Hécate, teria acarretado em um corte profundo, Adan não deu trégua, e sequenciou mais quatro golpes com ambas as espadas, de forma que tentava fechar a luta mesmo que sem intenção de matar a moça... Ainda.
A moça praguejou em grego antigo, e lançou uma estaca de gelo sobre o devoto de uma forma espontânea que expressava sua raiva, e quase não permitia a ele se desviar, o flanco esquerdo fora pego de raspão, e se não fossem os treinos agora estaria impalado. O elmo e o totem ainda agiam sobre o mesmo deixando-o mais calmo e acelerando seu raciocínio, nada além do comum humano, mas Nyssa estava pronta para matar qualquer um que tentasse impedir seus planos, ela sabia bem que não poderia continuar com aquela brincadeira para sempre, então puxou o próprio grimório e levantou o punho ao céu, sussurrou algo e então uma pequena bola de luz azulada surgira e descera para a mão da mesma. Aquilo era perigoso, mesmo que ela usasse para proteger-se e Adan conhecia bem os efeitos catastróficos, já que num ato de raiva, tal magia quase consumiu a ambos, porem, o filho de Hefesto teria que parar ela mesmo que lhe custasse a vida, e foi com esse intuito que iniciou-se.
— A Morte Estelar mais uma vez? Não se lembra dos efeitos que isso causou no passado, Nyssa Vanovick, filha de Hécate e criadora da magia mais destrutiva já vista, assim como a mais perigosa para seus usuários, uma vez que se der errado, drena quase toda a sua energia! – disse ele com uma voz um tanto quanto inquisitorial, sua aura também mudava nesse instante, passando a ser mais altiva, e assim a benção da deusa começava a funcionar, negando o uso da maestria mágica da moça, que provavelmente a mataria assim que tentasse conjurar algo sobre o campista, caminhou mais próximo a ela apenas para incitar a raiva da mesma e fazer provar do próprio veneno, mas a garota não era como ele, não era leal as suas batalhas, e mirara contra ele conjurando mais uma vez, uma rajada azulada que pelo efeito da magia anterior estava mais do que potencializada agora, não houve tempo de desviar, sentia sua vida ser retirada de si enquanto caía e largava suas armas. O impacto com o solo o deixara semi acordado ainda, porem com a visão turva, morreria ali?
A mente do devoto vagueou até a praia do acampamento meio sangue com as recordações de um dia que queria repetir, e uma voz suave ecoou lhe dizendo “Ainda não, meu campeão...” Despertou então sem saber quanto tempo se passara, e se sentava devagar observando onde estava, a filha de Hécate estava caída ainda no mesmo lugar onde executara o que deveria ter matado o campista, mas ele estava vivo, graças a um único presente de sua patrona e o anel que estava em seu dedo, intitulado “Scutum”. Levou a mão a corrente em seu pescoço que continha uma pequena pena de pavão, sentia-se cansado, e sabia que Nyssa querendo ou não ainda estava viva, só “inativa” por algum tempo. Não era bom esperar que ela viesse pra lhe matar mais uma vez, e foi onde Adan recolheu seus pertences mais uma vez e agora, pegar também o pavão de Hera. Do lado de fora, assoviou forte, e sem demora, o cavalo branco alado estava com ele mais uma vez relinchando como quem anseia voltar de uma vez para casa, montou-o segurando a ave, e rumou para o Olimpo o mais rápido que pode, e depois de cumprir seus deveres com sua patrona, retornou ao acampamento, pedindo que deixasse qualquer que fosse sua recompensa em seu chalé.

Habilidades:
Passivos:

▬ Perícia com espadas – Os devotos de Hera tem uma certa facilidade em manejar espadas.

▬ Recompensa Divina I (Nv 3) – Hera é a deusa das Recompensas Materiais. Seus devotos ganham 50% a mais de dracmas, itens e xp ao final de cada missão ou MvP que fizer. Não vale para treinos

▬ Provocar (Nv5) – Sendo devoto de Hera você tem a capacidade de provocar infamante os outros meio-sangue ao ponto que não sejam mais capazes de se controlar.

▬ Aura da Riqueza (Nv 7) Ganharás dracmas e itens como recompensa à sua fidelidade por Hera.

♦ Ambidestria: Sabe usar armas e utensílios com ambas as mãos de forma única, e muitas vezes simultaneamente.

♦ Fortificação: A força física é maior que o normal, devido ao tempo passado nas forjas trabalhando com metais pesados. [nível 2]

♦ Velocidade Manufaturada: A agilidade nos braços é muito maior do que a de qualquer outro, permitindo em si que dê socos e manuseie armas com maior velocidade e precisão. [nível 4]

▬ Autoridade de Hera: Essa habilidade resume-se em o devoto usar de seu conhecimento quanto ao oponente e negar até três das suas habilidades, fazendo-as deixar de ter efeito na batalha. Essa habilidade pode ser usada apenas uma vez por missão

Ativos:

♦ Manipulação 3: Consegue manipular perfeitamente o fogo já existente, dando formas, crescendo e fazendo barreiras e a energia gasta é mediana. [nível 10]

♦ Impacto: Ao atacar o inimigo com qualquer tipo de arma, o impacto triplica, gerando mais força quando bate no alvo. [Nível 5]

Armas e Equipamentos:
Elmo da Concentração (Faz com que o usuário tenha a sua concentração duplicada, assim terá seus resultados melhores em batalha, assim como seus golpes serão mais precisos. Obs.: Se transforma num boné.)

- Colar com Pena de Pavão [Um colar feito com uma das penas do pavão especial de Hera, ela pode curar todo o seu HP e status anormais uma vez por missão, a outra utilidade dele e hipnotiza o inimigo, dependendo de como for usada] {By: Hera}

- Totem da Libélula [A Libélula está sempre atenta às presas ou ameaças, mas sua tranquilidade explode em ações rápidas conforme ela ataca. Apesar de não ser um totem de devotos comuns. Características: Usuarios da Libélula quando posto em sutiações dificeis ficam calmos e pacientes até a tomada das decisões e ajem rapidamente e decisivamente quando uma decisão for tomada. Ela também vira uma espada de cristal negro com aço celestial que tem a capacidade de a cada três rodadas cancelar um movimento defensivo essa habilidade não pode ser usada para lançar um ataque letal, isso utilizando a espada.] {By: Hera}

♣ Isqueiro Negro. Um isqueiro que tem funcionalidade normal, mas pode se transformar em uma espada longa encantada com fogo, que também surge com a vontade do seu dono

Scutum [Anel de prata aparentemente normal, o anel pode aumentar a resistência de danos físicas do usuário em até 15 HP. Pode ser usado por 3 turnos.] (Presente de aniversário.)

♦Agnis [Uma espada de lamina levemente curva e feita de prata sagrado ~ferido apenas monstros~ com aproximadamente noventa centímetros de lamina prateada intensa. Possui um rubi incrustado em sua empunhadura. Agnis quando corta algo libera intensas chamas como numa explosão causando dano mais elevado que as outras armas de fogo (20 de dano por fogo ). É possível unir Agnis a sua gemea, Rudra pela empunhadura tornando-a uma lamina dupla por 2 turnos a cada batalha. Se transforma num bracelete quando não ativada pela vontade do usuário.][By: Forjas Chocolate]

♦ Rudra [Uma espada de lamina levemente curva com aproximadamente noventa centímetros de lamina prateada intensa. Possui um diamante incrustado em sua empunhadura.
Rudra quando corta libera uma forte corrente de ar ao seu redor, de maneira a fazer um corte ainda mais profundo, e ainda alcançar uma área maior com o "dançar" da lamina. É possível unir Rudra a sua gêmea, Agnis pela empunhadura tornando-a uma lamina dupla por 2 turnos a cada batalha. Se transforma num bracelete quando não ativada pela vontade do usuário.][By: Forjas Chocolate]

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Re: • Missão One-Post • Salvando o Pavão Sagrado • Adan Evans •

Mensagem por Macária em Qui Set 20, 2012 7:37 pm

Missão Avaliada e Usuário Atualizado!

Hum... Ótimo. Parabéns!

❥ Recompensas:

• Macote: Filhote de Gorila.
• 140 xp.
• 150 Dracmas.
(Experiência reduzida por causa do mascote.)


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Re: • Missão One-Post • Salvando o Pavão Sagrado • Adan Evans •

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