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(One-post) O trato do gigante – Meredith Veitenheimer

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(One-post) O trato do gigante – Meredith Veitenheimer

Mensagem por Héstia em Ter Set 25, 2012 6:23 pm


VEITENHEIMER, meredith

filha de hipnos
Considerações

Acampamento Meio-Sangue ♦ where
18 horas e 28 minutos ♦ time
Ensolarado | Calor ♦ at camp
Nuclado | Frio | Probabilidade de Chuva ♦ at city
Colina Meio-Sangue ♦ other


Quíron chamara Meredith naquele dia de manhã, quase umas sete horas ou talvez até mais cedo. Ele mesmo havia ido no chalé de Hipnos para despertá-la, dizendo para que ela fosse para a Casa Grande logo. Curiosa, a garota foi até o local indicado. Quíron olhava pela janela com aquele ar pensador de sempre. – A notícia não é boa, certamente. – Disse ele voltando seu olhar para ela. – Um gigante mandou-nos uma mensagem de íris… Ele disse que era para a Meredith filha de Hipnos ir ao encontro dele, pois tinha assuntos pendentes com ela. Ele… – Quíron fez uma pausa, passando a mão pelo queixo antes de voltar a falar. – Ele está com uma menina chamada Louise, está fazendo ela de refém. – Ele mais uma vez parou. Escreveu um endereço num papel e entregou à menina. – Disse se qualquer um além de você for para lá ele matará a menina. A escolha é sua, semideusa. – Dito isso, o centauro apenas virou-se e saiu.




Mínimo de 5 linhas por post.
Ortografia coerente.
Sete dias para postar.
Coloque em spoiler ou quote os poderes usados e armas levadas.
Mínimo de 500 palavras.
O gigante quer oferecer-lhe uma parceria, ou seja, quer que você fique do lado dele e largue o acampamento, no menor sinal que você disser não ele matará Louise, a qual está desmaiada, amarrada sobre um caldeirão e com mordidas pelo corpo.
O covil do gigante é numa caverna a qual três cães infernais tomam conta.
Quantas armas desejar por tanto que consiga carrega-las.
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Re: (One-post) O trato do gigante – Meredith Veitenheimer

Mensagem por Meredith Veitenheimer em Sex Set 28, 2012 6:11 pm



I will never let you fall...
I'll stand up with you forever, I'll be there for you...

wearing: Aqui
note: merda total! --' feito sob pressão, é.

Estava em meu mundo de sonhos mais uma vez, mas ao contrário de que todos pensam sobre um filho de Hipnos, não dormia bem há muitos dias. Motivos? Os de sempre. Pesadelos. Já não suportava mais aqueles sonhos malditos atormentando minha cabeça, fazendo-me ter medo de dormir. A única coisa que posso recordar é que sonhei com Louise – uma antiga colega minha do orfanato, a única que conversava comigo e não me achava estranha; ela estava sendo sequestrada e mantida em cativeiro. Ela era a última pessoa que eu queria que acontecesse algo de ruim, a única coisa que consegui conquistar, depois do acontecimento com Thomas, foi ela. Ela estava sendo atacada por um tipo de monstro que não dava para ver o que era.

Rolava na cama, tentando acordar daquele sonho que parecia me prender, até que fui acordada por alguém. Acordei em um sobressalto, ofegante e suando pouco, enquanto tentava ver quem estava à minha frente; a pessoa que tinha me despertado. Era o centauro, responsável pelos semideuses do acampamento, Quíron. Olhei para ele com meus olhos levemente amarelos e com uma expressão assustada, embora os filhos de Hipnos sempre transpassem uma calma incrível.

Calma, Marry... ━ O centauro mais uma vez tentou me acalmar, chamando-me pelo apelido que só ele tinha conhecimento. ━ Quero que você vá para Casa Grande nesse exato momento, é um assunto de suma importância. Aguardo-lhe lá. ━ Foram suas últimas palavras antes de trotar para fora do chalé de Hipnos.

Levantei-me da cama em um pulo, desvencilhando-me dos lençóis e correndo até o guarda roupas para trocar as vestes de dormir. Estava bastante frio naquele dia, então acabei escolhendo uma roupa quente, como uma calça jeans preta de cintura alta, uma blusa rosa grená (que coloquei por dentro da calça, deixando fofinha na cintura), uma bota preta de salto baixo e um sobretudo preto. Corri para frente do espelho, amarrando meus fios dourados em um rabo de cavalo bem alto, prendendo até minha franja. Seja lá qual fosse o motivo do chamado de Quíron, tinha cheiro de missão a caminho, já estava acostumada – um ano no Acampamento Meio-Sangue me ensinou que nunca se deve sair sem estar bem prevenido. Peguei a lira que estava guardada dentro da gaveta do criado mudo ao lado de minha cama. Pendurei-a em minha calça e saí do chalé de Hipnos, indo à Casa Grande em disparada.

Quando cheguei lá, o centauro estava olhando pela janela, e, quando reparou minha chegada, começou a falar. A notícia não seria boa, mas não me assustei, já que nunca recebia boas notícias, nem mesmo quando não sabia que pertencia ao mundo mitológico, cheio de monstros. Pelo o que Quíron dissera até aquele momento, um gigante queria que eu fosse visitá-lo. Quíron fez uma pausa, que me fez olhá-lo apreensiva, e quando ele disse o nome de Louise, meu coração disparou e eu não pude mais pensar em nada. Levantei-me apressada da cadeira e arranquei a folha de papel que estava nas mãos do centauro, colocando-o no bolso e saindo da Casa Grande, sem nem terminar de ouvir o que ele tinha para me dizer.

● ● ●
Caminhava até o estábulo, em busca de um pégaso que pudesse me levar à... São Francisco? Só estava escrito São Francisco no papel, o que Quíron queria? Que eu adivinhasse onde a caverna do gigante se localizava? Que ótimo, centauro maldito! Minhas pernas estavam bambas e meu coração vinha até a garganta, mas depois retornava ao seu lugar. Minhas mãos estavam gélidas, imaginando o que poderia estar acontecendo com Louise no covil do gigante. Não sabia o que iria acontecer, mal sabia como chegar lá, mas eu daria um jeito, eu salvaria a minha amiga.

Chegando ao estábulo, procurei por um pégaso que não fosse de nenhum campista. Acabei por encontrar um branco, que parecia me fitar. Olhei em seus olhos e busquei por uma afinidade, mesmo sabendo que poderia não acontecer por eu não ter a habilidade que os filhos de Poseidon possuem; a de se comunicar com equinos. Abri o pequeno portão que prendia o cavalo alado, levando minha mão direito até seu focinho, tentando fazer carinho e parecer calma, mesmo estando com medo de ser repreendida por ele. Ele fechou os olhos e se entregou ao carinho que fazia nele.

Ajude-me a encontrar o covil do gigante, por favor... Eu preciso encontrar minha amiga. ━ Falei, mesmo sabendo que o pégaso não entenderia nenhuma palavra que saiu de minha boca.

Meus olhos dourados brilharam para o animal e este deu um leve relincho, como se aceitasse minha proposta. Sorri de canto, como um agradecimento a tal, pegando suas rédeas e o levando para fora. Montei no animal e respirei fundo, sentindo uma brisa passar por mim, bagunçando meus cabelos, como se quisesse me relaxar. Olhei para o horizonte, o sol estava ainda estava acordando, o que queria dizer que se eu fosse rápida em minha missão, eu poderia voltar antes do anoitecer. Chequei se minha lira ainda estava presa na calça e dei o sinal para que o cavalo alado branco pudesse levantar vôo.

● ● ●
Sobrevoávamos o estado de São Francisco e eu quase tremia com aquele vento frio que vinha de encontro com meu rosto, por vezes respingos de chuva também me atracavam pela tempestade que se formava no local. Mesmo com todas as conturbações que estava tendo pelo tempo, não deixava de prestar atenção em casa local que o pégaso passava, até que algo que chamou a atenção enquanto passávamos pela ponte Golden Gate: um tipo de caverna se localizava entre os rochedos que havia abaixo da ponte. Com certeza nenhum mortal podia ver aquela caverna, isso acontecia porque apenas seres mitológicos poderiam enxergar atrás da Névoa – ou em caso de pessoas especiais, como a Rachel. Fiz um sinal para que o pégaso branco descesse e me deixasse ali, perto de um tipo de praia.

A praia estava deserta devido ao fato do sol estar escondido entre as nuvens negras e cinzas daquele dia. Apenas gaivotas sobrevoavam o mar, cujas ondas quebravam nas rochas que circundavam o local. Caminhei rapidamente até a entrada da caverna, pedindo para que nenhum mortal visse-me ali, seria difícil explicar o porquê de estar naquela praia, naquele dia nublado, adentrando uma caverna que, para eles, não haveria nada dentro. Depois de olhar para todos os lados, para me certificar de que estava segura, adentrei na caverna gélida e úmida, com as paredes cheias de lodo.

Os pingos das gotículas de água na caverna faziam eco em toda a extensão desta, e eu caminhava com cautela, fazendo todo o silêncio que podia fazer1. À medida que caminhava, vi que a caverna era mais extensa do que pensava. Em um ponto de meu caminho até o covil do gigante, pude ouvir roncos de grandes cachorros. Meu coração gelou ao ver que eram três cães infernais, e atrás deles, uma grande porta estava quase fechada, se não fosse por uma fresta que revelava que havia movimento lá dentro. Respirei várias vezes, tentando acalmar a pulsação naquele momento. Se eu acordasse os cães, teria que lutar e não seria nada agradável. Mantendo o compasso de uma respiração leve e com firmes e silenciosos passos, passei pelos cães, chegando à porta.

Empurrei a grande porta de madeira que rangeu, me assustando na possibilidade de acordar os cães. Entrei na grande sala, onde supus ser o aposento do gigante. A porta atrás de mim bateu, se trancando, e um espasmo passou por meu corpo, entregando um susto meu. Corri meus orbes pelo local; o cheiro era horrível, sujeira em todos os cantos da sala e... Louise! Louise estava amarrada sobre um caldeirão, cheia de mordidas e inconsciente. Corri em sua direção, mas fui barrada por um pequeno tremor causado pelos enormes pés do gigante entrando na sala.

Ora, ora, ora... Quem está aqui... ━ Começou ele, enquanto trazia uma enorme faca, com uma lâmina tão afiada que seria capaz de cortar titânio. ━ Achei que fosse deixar a sua amiguinha morrer. ━ Eu o fuzilava com o olhar, fechei meus punhos, engolindo a seco o que aquele monte de banhas.

Eu sabia que precisava pensar em algo rápido para distraí-lo enquanto libertava Louise, mas não fazia ideia do que fazer naquele momento. Até que depois de alguns segundos pensando, levei minhas mãos à cintura, sentindo minha lira ali, quando uma ideia chegou à minha cabeça. Se eu tocasse minha lira, ela emitiria uma música celestial, que o faria ficar hipnotizado. Desamarrei a lira sorrateiramente, enquanto tentava manter o olhar do gigante fixo no meu, e, com as mãos para trás, comecei a dedilhar as cordas do instrumento, e uma música começou a soar levemente no local. O gigante estava distraído, ainda afiando sua faca para matar as duas garotas presentes no local.

Você deve estar se perguntar o motivo pelo qual te chamei aqui, filha de Hipnos... ━ Recomeçou ele, olhando-me com um olhar malicioso que me fez revirar os olhos com nojo de tal. ━ Fica tranquila, só não irei matar a sua amiguinha se aceitar a minha proposta. ━ Uma proposta? Do que esse gorducho está falando? ━ Quero que você venha para o lado dos monstros, que deixe o acampamento.

Do que você está falando? Deixa o acampamento para servir aos monstros? ━ Indaguei, mesmo entendendo o que ele quis dizer, precisava de uma resposta mais concreta.

Não entendeu o que eu quis dizer, garota?! Pois bem, eu explico melhor... Quero que você venha para o nosso lado, que deixe o acampamento e os outros semideuses, e se você não aceitar... ━ Ele apontou a faca para Louise, com um sorriso de escárnio no rosto, quando atirou a faca. Um grito saiu involuntário de minha boca, e a faca cravou num pedaço de madeira que havia ali. O susto fez com que eu soltasse minha lira, atrapalhando tudo o que estava fazendo.

Bom... ━ Comecei com um tom diferente do anterior, não era mais agressivo, e sim, como costumava ser, calmo, hipnotizante2. ━ Eu posso pensar em passar para o lado de vocês, talvez não fosse uma má ideia. Não aguento mais aquele centauro irritante dando-me obrigações... ━ Claro que tudo o que falava não era verdade, eu só queria fazer com que ele mordesse a isca de ficar encantado com meu timbre de voz e com minha aparência angelical3. ━ Só que... Ficar no meio daqueles monstros, sozinha e desprotegida não seria tão legal.

Mas é claro que não ficaria sozinha, eu estaria lá e te protegeria de todos os monstros! ━ Isso! O bobalhão mordeu a isca de se encantar comigo, agora eu poderia manipulá-lo ao meu bel prazer. Rapidamente passei meus olhos pela sala, vendo um monte de correntes jogadas em um canto. Sorri de canto ao ver o item que tenho perícia naquele local, e isso poderia me ajudar mais pra frente.

Tem certeza do que diz, gigante? ━ Perguntei, voltando minha atenção para ele. Eu ainda não sabia o que fazer, mas aquilo já era um bom começo. Conforme falava, ia me aproximando do monstro, com uma aparência tão inocente que seria capaz de enfraquecer qualquer um.

Eu tinha um plano, talvez desse certo se viesse pensamentos bons em minha mente. Subi na mesa, ficando mais ou menos da altura da cabeça do gigante. Logo rebobinei a fita de minha mente, voltando à um passado em que só havia meu pai e eu... Carinhos, canções, risadas e brincadeiras, tudo isso me fazia ficar mais perto de Thomas, quase passávamos momentos de pai e filha, unidos e sorridentes. Lembrei de uma vez em que chovia e o terreno de nossa casa ficara alagado e cheio de lama; Thomas e eu brincávamos de escorregar na lama, como duas crianças. E em meio a estes sentimentos que pra eram tão bom, expeli um pó dourado de minha boca, indo em direção ao rosto do gigante.

Tenho... ━ Foram suas últimas palavras até cair no sono na cadeira que estava sentado. Certifiquei-me de que o pó havia dado certo e saltei da mesa, indo ao encontro de Louise.

Ela estava amarra em cima do caldeirão, toda mordida e machucada. Comecei a chamar seu nome, tentando despertá-la, mas nenhum sinal. Procurei os nós de sua amarração, começando a desamarrá-los rápido, mas com dificuldade. Realmente o gigante não queria que ninguém a desamarrasse, pois os nós estavam cegos, difíceis de soltar. Por um momento Louise se mexeu, e começou a acordar. Eu já tinha desamarrado três nós de quatro – seus dois pés e uma das mãos –, quando ela finalmente abriu os olhos, perguntando onde estava e o que eu estava fazendo ali.

Louise, não faça perguntas agora, eu tenho que te tirar daqui e rá... ━ Antes de eu poder terminar a palavra, o gigante começou a se mexer, a acordar, recobrando a consciência.

Ele ficou extremamente furioso quando viu que eu estava soltando a minha melhor amiga, e correu para cima de mim. Meu coração começou a pulsar rapidamente, mas consegui soltar o último nó, empurrando Louise para um lado, antes que o gigante chegasse até mim. Ela rosnava, explicitando sua raiva em um empurrão que me jogou contra a parede em uma velocidade incrível. Bati com as costas nas prateleiras onde havia frascos de vidros, e, quando caí do chão, eles caíram em cima de mim, quebrando-se e alguns cacos rasgando minha pele. Mas eu sabia que não teria tempo para remoer minha dor, e quando o gigante atirou sua faca afiada em minha direção, movi para o lado, fugindo de sua arma.

Levantei-me com dificuldade do chão, tirando um caco de vidro que ficou preso em minha perna. Voltei minha atenção para o gigante, que tentava tirar sua faca que estava enterrada na madeira das prateleiras. Procurei pelas correntes que havia visto outrora, e, quando as localizei, corri até elas, tendo a má sorte do gigante já está novamente com sua arma em mãos. Subindo nas mesas e desviando dos fracos que ele jogava contra mim, chegou às correntes. Por sorte, elas eram uma arma que eu tinha perícia, portanto não seria difícil de controlá-las. Mesmo tendo uma arma em mãos, eu precisava de um plano para fazer o gigante dormir, enquanto eu fugia dali com Louise.

Enrolei as correntes em minhas mãos, e quando ele veio pra cima de mim, fiz um movimento que fez com que as correntes enrolassem em seus pés, e com um puxão, o monte de banhas caiu em cima dos cacos de vidro que estavam espalhados pelo chão. Gritei para Louise me esperar na porta, pois já colocaria o grandão para dormir. Aproveitei enquanto o gigante gritava de dor para subir em sua barriga com passos lentos e calmos, quase imperceptíveis1.

Hora de dormir, gigante. ━ Disse, com um tom irônico, e antes que houvesse alguma reação do gigante, estendi minhas mãos e delas saíram várias bolhas4, fazendo com que o monstro dormisse, agora, por mais tempo.

Estava crente que poderia sair dali com Louise finalmente, mas virei para trás após escutar o grito de da minha amiga morena; um cão infernal estava em cima dela, rosnando e fitando-a com seus olhos vermelhos enfurecidos. Só deu tempo de pegar a faca do gigante e ir correndo até o cão infernal que a estava ameaçando. Mas enquanto eu corria até ela, outro cão veio para cima de mim, atirando-me ao chão e ficando sobre mim. Tentei fitar seus olhos e me concentrei, e sabia que os meus orbes estavam negros. Comecei a dar comandos para o cão infernal, e este saiu de cima de mim como mandado5.

Apontei para o cão infernal que estava em cima de Louise, mandando o outro (hipnotizado por mim) ir de encontro a ele. E como mandado, o cão infernal foi, e eu tinha cinco minutos para sair dali, antes que os cães viessem para cima de mim com toda raiva do mundo. Só que havia mais um cão infernal sobrando, enquanto os outros dois lutavam. Corri até minha lira, pegando-a de volta e aproveitei para pegar uma corrente que estava jogada no chão. Tinha em mãos minha lira, o facão do gigante e a corrente. Coloquei-me em guarda, esperando o avanço do cão, e quando este fez, lancei a corrente em suas patas dianteiras, prendendo-as e fazendo com que o cão caísse no chão. Num súbito momento, cravei o facão do gigante no peito do cão do inferno, fazendo-o virar pó dourado.

Corri até Louise que estava assustada e tremendo com tudo aquilo que vira. Eu tinha menos de um minuto para sair dali com ela.

Louise, você tem que vir! Se não morreremos aqui! Vamos! ━ Gritava enquanto puxava-a para que se levantasse. Feito isso, saímos pela porta e o cão infernal não estava mais hipnotizado por mim. ━ Vem! Ajude-me! ━ Chamei-a para que me ajudasse a fechar a porta, enquanto os dois cães viam para cima de mim, com seus olhos vermelhos e latindo. Com a ajuda de Louise, consegui fechar a porta a tempo, fazendo com que os cães arranhassem-na.

Peguei Louise pela mão e ela a soltou, olhando-me assustada, pedindo para que eu a explicasse tudo. Olhei para porta e ela já estava sendo quebrada pelos arranhões dos cães. Respirei fundo e agarrei seu pulso, gritando que não tínhamos muito tempo. Ela concordou e corremos pela caverna gélida e úmida até encontrar a saída. Louise quase teve um ataque quando viu o grande cavalo alado que me esperava do lado de fora. Podia ouvir latidos ecoando pela caverna, e só deu tempo de colocar a morena montada no pégaso e montar também, batendo as rédeas para que levantasse vôo logo, nos tirando dali.

Agora você pode me explicar o que aconteceu ali?! ━ Gritou ela. O grito certamente foi devido à altura que nos encontrávamos. ━ O que aqueles cães eram? O que aquele monstro queria comigo? ━ Ela pôde ver atrás da Névoa e isso me assustou.

Longa história, Louise. Dou-lhe detalhes quando chegar em casa. ━ Disse por fim, dando um ponto final àquele assunto por agora.


habilidades usadas:
1: Feather (Level 03) — O usuário tem movimentos delicados e milimétricos, e caso precise invadir um local cercado por minas, é capaz que consiga passar por todas sem explodir uma sequer. Em batalha isso permite que seja ágil. Secundariamente, o filho de Hipnos pode usufruir de sua delicadeza e esconder os ruídos que emite ao caminhar e ao respirar.

2: Timbre delicado (Level 01) — A voz dos semideuses filhos de Hipnos possui uma característica especial, devido a constante sonolência e exaustão de seus donos; a voz é doce e delicada, às vezes rouca, e além de encantar seus ouvintes, em certas ocasiões o simples timbre da voz do filho de Hipnos pode fazer um oponente tornar-se sonolento.[Passivo]

3: Aparência angelical (Level 01) — A maioria dos filhos de Hipnos adquirem as características físicas de seu pai, possuindo cabelos e olhos dourados. Tal aparência permite ao semideus ser considerado belo e encantador, mesmo mantendo o semblante sonolento. [Passivo]

4: Dream Knock (Level 5) — O usuário atira uma grande quantidade de bolhas com as mãos, que ao atingir o inimigo, farão sua mente ser desligada, fazendo-o dormir por três turnos. Gasta uma quantidade média de mp, a quantidade exata fica a cargo do narrador responsável.

5: Hipnose (Level 4) — Ativando esta habilidade e fixando o olhar no alvo desejado, o semideus é capaz de induzi-lo a fazer uma ação obedecendo-o. Em níveis mais altos, é possível controlá-lo completamente por até 5 minutos. Durante a ativação da habilidade, as orbes do usuário se tornam negras, voltando ao normal somente ao desativar a hipnose.


armas usadas:
Lira Onírica (Essa lira, ao ser tocada, libera uma melodia mágica e celestial, onde deixa o inimigo hipnotizado, paralisado. O efeito dura 3 turnos Pode ser usada 3 vezes por missão). [By: Hipnos.]

Facão do Gigante.

Correntes que estavam jogadas no covil.
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Re: (One-post) O trato do gigante – Meredith Veitenheimer

Mensagem por Héstia em Qua Out 03, 2012 5:25 pm

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Facão do Gigante – Aparenta ser um facão comum, no entanto ele não corta nem perfura, send apenas uma réplica do facão do gigante que enfrentou. No entanto, quando a semideusa deseja o facão brilha por alguns segundos e então a usuária atinge o tamanho de um gigante, enquanto o facão transforma-se em um bracelete. Dura apenas dois turnos e só pode ser usado uma vez por missão.
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