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[One Post] A Lira Perdida.

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[One Post] A Lira Perdida.

Mensagem por Apollo em Ter Set 25, 2012 7:36 pm

Quíron trotava pelo acampamento, procurando algum campista que pudesse realizar um pedido que tinham feito para ele de manhã. As palavras do deus do sol ressoavam em sua cabeça enquanto ele procurava. "Quíron, preciso da sua ajuda. Ou melhor, de algum campista seu. Qualquer um! Ontem, enquanto eu... Sabe, caminhava pelo mundo mortal, acabei perdendo minha lira. Sempre estou com ela, não importa onde eu vá, e sempre fico de olha nela. Mas ontem eu me distraía por alguns segundos e puff ela tinha sumido. Dei falta dela agora pouco, e tratei logo de te mandar essa Mensagem de Íris. Ontem eu só caminhei pela Barragem de Hoover, então não deve ser tão difícil de encontra-la. Estou muito ocupado para ir eu mesmo procura-la. Agradeceria se pudesse mandar algum campista seu..." O centauro, obviamente, concordara na hora. Era o pedido de um deus. Não podia ser negado. Mas ele esperou até ficar de tarde, quando todos os campistas - exceto alguns filhos de Hipnos - estavam acordados, para ir procurar. E não demorou muito para encontrar alguém. Perto da praia, encontrou uma filha de Perséfone: Jane A. Pervensie. Chamou a garota, e explicou o que queria que ela fizesse. A garota aceitou na hora, e Quíron pediu para ela ir arrumar seus equipamentos, que um pégaso estaria esperando por ela na entrada da arena.

Certo, regras:
Tem quatro dias, no máximo, para postar. Se não for conseguir, me avise, e eu estenderei o tempo;
A lira foi encontrada por dois ciclopes e uma dracaenae, que ficaram hipnotizados pela beleza dela e pegaram para eles, sem saber que era de Apollo;
Você vai encontra-los no topo da barragem, e eles estarão tocando a lira. Quando você se aproximar deles, a dracaenae vai pegar a lira e tentar fugir, deixando os ciclopes para cuidarem de você. Deve ganhar deles, e ir atrás da dracaenae para resgatar a lira;
Relate uma parte do seu dia, antes de Quíron te achar. O que estava fazendo na praia, e qual foi sua reação quando ele contou o que queria;
Quando chegar ao acampamento, com a lira, vai encontrar Apolo (eu. q) na casa grande, com Quíron e o Sr. D;
Se tiver alguma duvida, pergunte por mp, chat ou msn. Não sei se esqueci alguma coisa.






Yashumura - Existe apenas uma coisa que pode realmente curar um coração partido. Mas é um remédio difícil de achar... Por que você só pode recebe-lo de outra pessoa.
Gaara - O que é?
Yashamura - Amor.
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Re: [One Post] A Lira Perdida.

Mensagem por Jane A. Pervensie em Qui Out 04, 2012 9:28 pm


Well, you can tell Jesus... ☠
THE BITCH IS BACK, BABY, AND SHE'S ON HER WAY TO THE PROMISE LAND!

-Praia? - ergui uma sobrancelha para a filha de Afrodite - Deme...A Bridget andou te vendendo alguma das drogas dela? - Segurei o resto da garota virando-o de um lado para o outro certificando-me de que seus olhos não estavam vermelhos. A garota afastou minha mão, revirando seus olhos azuis muito bem maquiados. - Não, eu não estou drogada, e sim, você vai a praia, então eu sugiro que comece a se vestir antes que eu perca a paciência e te coloque um biquine a força! - Foi a minha vez de revirar os olhos - Como se você conseguisse... - debochei já indo até meu armário para pegar meu biquine. Demetria me lançou um olhar falsamente zangado, enquanto tentava conter seu próprio riso e tacou uma almofada na minha direção, que eu peguei no ar fazendo ambas cairmos na gargalhada.

Saí assim que terminei de me vestir. Pensando melhor, não foi tanto "saí" quanto "fui forçada a, nas palavras exatas de Demetria, tirar minha bumbum da cama e ir pegar um bronzeado, por que eu estava pálida como um fantasma". É. Pra isso que amigas servem. O dia realmente estava bonito, quer dizer, o dia sempre estava bonito no acampamento meio-sangue, mas hoje era um dos poucos em que eu parava para reparar nisso. Bridget já nos esperava na praia, tostando entre uma canga preta, que segundo ela atraía mais calor, e o sol quente - Bitches como vocês demoraram... - A filha de Deméter falou sem mover o rosto.

-Culpa da Jane, como sempre - Demetria respondeu prontamente, me lançando um olhar de aborrrecimento. Apenas dei de ombros. Ir a praia não fazia muito meu estilo. - Vamos entrar na água? - Deme perguntou, seu tom voltando ao normalmente extasiado de filha de Afrodite. Bridget se levantou rápidamente - Pensei que você nunca ia perguntar, só tava esperando vocês chegarem pra dar um mergulho... - a garota parou para me encarar - Não vai não, Jane?

-Não... Vou aproveitar um pouco aqui, depois encontro com vocês na água - Já disse ocupando o lugar de Bridget na canga. A verdade é que não me sentia mais a vontade em lugar nenhum, nem na praia, nem no shopping, nem em nenhum lugar que não fosse o campo de batalha. Suspeitava que elas já haviam reparado nisso, caso contrário, nem me chamariam para sair hoje.

-Jane Pervensie? - Olhei para o lado, assustada com a pergunta que me despertou de meus pensamentos e me deparei com Quíron, que ainda usava bobes em sua cauda e exibia a mesma testa franzida de preocupação como sempre - Que bom que te encontrei - disse o centauro, andando calmamente até mim - Tenho uma missão de última hora, Apollo perdeu sua Lira, preciso urgentemente que a encontre, não posso negar um pedido de um Deus.

Hesitei um pouco. Tinha sido arrastada pra praia por minhas amigas exatamente por não conseguir largar as missões e treinos e agora as abandonaria na praia para ir em outra missão? Mas também não poderia negar um favor ao Deus do sol nem deixar Quíron na mão, quem sabe o queos Deuses poderiam fazer conosco se nos recusássemos a ajudar? Dei um longo suspiro escrevendo em seguida uma mensagem na areia “Tive que ir a uma missão urgente. Desculpem-me”. - Vou pegar minhas coisas - disse e engoli em seco pensando então, que talvez fosse melhor enfrentar a fúria dos Deuses do que das duas garotas quando voltar.

-Um Pégasu a estará esperando na arena - Quíron me disse antes de partir explicando-me em seguida os demais detalhes da missão, agora mais tranquilizado. Fui a meu chalé pegando rapidamente a minha foice, e quando um dos meus irmãos resolveu me perguntar o por que de eu estar me armando ao invés de estar na praia, desviei da pergunta sem querer responder. As vezes seria muito bom poder me dividir em duas e estar em dois lugares ao mesmo tempo, mas como não era possível, era melhor que eu fizesse o que minha vida havia sido destinada para fazer: Lutar pelos Deuses. Como o combinado, assim que cheguei a porta da arena, um Pégasu branco me esperava, um que eu não me enganava, costumava servir a filha de Zeus Scarlet, que a chamava de Gypsy. Nunca fui muito chegada a garota,mas a acompanhei desde sua chegada ao acampamento e podia dizer que esta era uma campista de grande potencial. Péssimo temperamento, mas grande potencial.

Depois disso não pensei em mais nada. O tempo que se seguiu da minha partida até a chegada ao meu destino foi somente o necessário para que minha mente se esvaziasse de tudo que não incluía planejar, matar e vencer. Era assim que uma guerra funcionava. Era sim que são seus guerreiros. Ou, pelo menos, os vitoriosos.

Um solavanco, e um inclinamento fizeram-me me segurar mais forte no cavalo alado que relinchou alto. “Bicho idiota” pensei “vai denunciar minha presença”. Não deu outra. Assim que desci do Pégasu dois ciclopes (eu não sei que diabos essas pestes tem contra mim, que adoram me enfrentar) vieram em minha direção, enquanto uma empousai, que carregava consigo um objeto dourado saía correndo na direção oposta. “Esperta” pensei. Agora para chegar a ela e recuperar, o que tinha certeza de que seria a lira de Apollo eu teria que derrotar as duas bestas a minha frente.

O primeiro ciclope me atacou. Seus golpes eram toscos, feitos para acertar em algo que ele claramente considerava pequeno e frágil como uma jovem semideusa. Para o azar dele eu não me encaixava nessa categoria. Com um giro e um desvio da foice, feito com a maestria de uma serva do senhor das sombras, deferi um golpe que provocou um corte profundo em sua perna esquerda. O monstro olhou para mim com um misto de fúria e espanto, mas no entanto ao invés de fazerem o que ciclopes normalmente fariam (rosnar e avançar tentando me atingir com outro golpe similarmente tosco), a criatura recuou analisando-me com cuidado e olhou para o outro como se esperasse ordens. O segundo ciclope não parecia tão assombrado quanto estava irritado com a incompetência do primeiro - É só uma semideusa pequena - ele cheirou o ar - Nem sinto cheiro de um dos Deuses olimpianos em seu sangue.Termine logo com isso! - Dito isso, o primeiro ciclope rosnou e me atacou dessa vez mirando minha barriga com sua clave.
Para total confusão do ciclope que parecia completamente abobalhado, eu me teletransportei nas sombras para um lugar bem atrás dele no exato momento em que ele iria me atingir - Devagar demais - falei em seu ouvido antes de ceifar sua cabeça, reduzindo-o a montes de poeira dourada. Encarei o rosto absolutamente enfurecido do próximo ciclope e fiz com a mão um gesto que depois de vários filmes de luta com lutadores debochados era fácil reconhecer como “vem me pegar se puder”.

Diferentemente do outro, este era um ciclope líder, o que não significava grande coisa já que todos deviam ter um cérebro do tamanho de um amendoim, mas significava que ele era pelo menos um pouco mais inteligente do que seu subordinado. Desviei do ataque que este deferiu contra a cabeça, mas quando tentei-lhe atingir a perna, este pulo no momento certo me chutando para longe. Eu havia cometido o erro mais estúpido que se pode cometer em uma luta: subestimar seu inimigo. Ciclopes podem ter o cérebro do tamanho de um amendoim mas uma coisa é inegável sobre eles: Todos tem uma força sobrenatural. Seu chute contra minha barriga me fez voar longe. Meu sorriso sumiu, dando lugar a uma seriedade assustadora. - Você. Me. Fez. Perder. Tempo. - Por um segundo pareceu até que o rosto do ciclope empalideceu ao ouvir a fúria contida em minha voz. Agora não havia volta. Era como se ele houvesse quebrado uma represa que continha milhões de litros de água. Ele estava ferrado.

Dois arcos negros voaram em direção ao ciclope explodindo ao entrar em contato com sua pele e fazendo um de seus braços voar longe. As sombras que agora me envolviam me impulsionaram a cada movimento, cada passo. A última coisa que o homem de um olho só viu foi a lâmina de minha foice brilhando perversamente sob o sol.

Não tive tempo de ficar e observar meu bom trabalho na aniquilação dos monstros. A aquela altura a empousai já deveria estar longe o suficiente para que um humano não pudesse alcançá-la correndo, e com tantas pessoas no caminho do ponto turístico seria impossível roubar qualquer meio de transporte. - Por que os Pégasus somem quando se mais precisa deles? - resmunguei enquanto olhava os céus tentando achar a criatura com os olhos. - Argh! Acho que não tenho outra opção... - disse concentrando-me no animal sombrio que havia escolhido e aos poucos fui tomando a forma completa de uma tigresa negra, pegando minha foice com a boca. “É bom que me agradeça bem direitinho depois disso senhor Deus do sol” pensei, enquanto a uma velocidade que somente um tigre podia ter, corri em direção a onde a empousai se dirigira.

Não demorou muito até que eu a avistasse. Estava agarrada a lira como se fosseo precioso do senhor dos anéis. Se não fosse uma tigresa, poderia revirar os olhos naquela hora. Pulei nas costas da monstra, que fora por um momento, completamente surpreendida. A lira voara para o outro lado, por pouco não caindo nas violentas águas da represa. Se por um momento ela ficou surpresa, agora estava enfurecida, e ao contrário dos ciclopes, ela não possuía apenas força bruta. Enfiou as garras em meu ombro, fazendo-me recuar. Eu não gostava de lutar naquela forma. Limitava-me muito os meus movimentos, mas voltar a minha forma natural agora só daria tempo a ela de me matar durante a transformação, período no qual eu estaria mais indefesa.

Larguei a foice no chão atrás de mim, enquanto eu e a “vampira” nos olhávamos, andando em círculo analisando a hora certa de dar o bote. Ela foi primeira. Seus movimentos eram ágeis, e eu tinha certeza que se ela conseguisse atingir seu alvo e enfiasse suas presas em minha jugular, não demoraria mais do que um minuto para eu morrer. Então eu teria que simplesmente ser a mais rápida.

A empousai jogou seu corpo para a direita no exato momento em que joguei o meu para a esquerda saltando sobre ela e prendendo suas mãos no chão com as garras. Mesmo no corpo de tigresa, o rosnado que se seguiu saindo de minha boca foi claramente um risada de triunfo - RAAAAAAAAAAAWR - rosnei arrancando a cabeça da monstra com meus dentes.

Retomando finalmente minha forma normal e limpei o sangue dourado da minha boca. Gypsy, como se soubesse que eu havia terminado meu trabalho, me esperava trotando alegremente a alguns passos de mim. Peguei a Lira e a minha foice caídas no chão, montei no pégasu com um sorriso no rosto e dormi o restante da viagem de volta para casa.

-Jane! - fui despertada com um berro - Quíron ta te chamando na casa grande! E quando você voltar, nós vamos ter uma conversinha séria - Deme me lançou um olhar que certamente pretendia que fosse ameaçador mas somente me pareceu divertido. A Pégasu havia pousado perto da arena daonde partimos. - Ótimo - respondi à filha de Afrodite - Enquanto eu vou lá pode dar um cubo de açúcar pra ela? Foi uma longa viagem... - Disse. Eu sabia que a garota estava brava comigo, mas conhecendo-a como eu a conhecia, sabia que ela jamais se recusaria a ajudar um animal tão lindo.

Não muito longe dali ficava a casa grande. Preparei-me para, como sempre, receber os parabéns de Quíron e entregar-lhe objeto recuperado para que este o devolvesse a seu respectivo Deus como o de sempre. Mas o que encontrei lá não foi nada normal. Na casa grande ao lado do velho centauro, me esperava um Deus de aparência jovem, cabelos loiros e um abdômen que mesmo que escondido debaixo de uma camisa dava para ver que era perfeito . Não precisei perguntar para saber quem era - Apollo... É tão quente... - Falei como se não pudesse conter as palavras que saiam de minha boca.
O Deus do sol me abriu um sorriso estonteante, enquanto se aproximava de mim para retirar a lira de minhas mãos - Parabéns na missão, eu não poderia ter feito um trabalho melhor... -ele pareceu refletir um pouco - Quer dizer, poderia, sou um Deus. Mas foi um trabalho muito bom do mesmo jeito - Ele disse dando uma última piscadela e um sorriso sexy antes de desaparecer dali.

Poderes e Armas Usados:
Umbracinese Avançada: Pode criar quase tudo de acordo com a criatividade, sendo feito a qualquer momento porém sempre preferível em locais sombrios ou na presença de sombras. Pode teletransportar-se a longas distâncias e criar esferas negras fortes.
Perícia com Foice e Correntes:Todos os necromantes de Érebus tem uma grande perícia com o manejo de tais armas, podendo rapidamente usá-las em uma ofensiva quanto na defensiva.
Level 16 • Transmorfismo animal obscuro: Capacidade de se transformar total ou parcialmente em animal. É possível ter as garras de um urso, o veneno de uma cobra, ou o sensor de eletricidade de um tubarão. Não será um animal comum, pois estará revestido por uma escuridão e sempre terá a cor negra. Cada membro deverá mandar-me por MP o animal que desejar. Lembrando um animal apenas. Animal escolhido Tigresa, pode se transformar parcialmente ou total neste animal, podendo usufruir da velocidade, agilidade, força, visão noturna, do olfato aguçado, das garras afiadas e das presas afiadas.Lembrando que tem que estar transformada ou parcialmente para usar as habilidades.

Armas Utlizadas:
- Foice das Trevas [Feita de ferro puramente estígio nas lâminas, tem em relevo vários, minúsculos crânios de prata em seu cabo/ Tem dois gumes, no mesmo lado. Sendo o maior deles de um metro e o outro de quarenta centímetros/ Durante à noite tem um dano extra de 20 HP, pois uma aura completamente negra, envolve as lâminas/ Inquebrável] {By: Érebus}






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Mensagem por Apollo em Sab Out 06, 2012 5:40 pm

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120 exp;
80 dracmas.

Shadow Hunter [É um arco mágico, capaz de criar as próprias flechas a partir da energia das trevas. As flechas são totalmente negras e infinitas, mas a cada dez disparos, são necessários dois turnos para ele recarregar a energia. Caso o portador do arco tenta usar ele antes de recarregado, o arco lhe sugará 10 de MP e deixará seu portador cansado.]

Atualizado por Hera porque meu Nego esqueceu de atualizar. <3 q






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