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One Post - Petter Scarsozi — O campista Perdido.

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One Post - Petter Scarsozi — O campista Perdido.

Mensagem por Hefesto em Qui Set 27, 2012 8:46 pm

A cerca de uma semana, um campista foi enviado para uma área desabitada, com os dizeres de que coisas estranhas estavam a se formar por lá e uma energia preocupante se formava no local causando morte da fauna e flora. Uma vez que ele não voltou e não deu mais sinais de vida, o sátiro que o trouxera, fizera questão de ir atrás do mesmo dizendo algo sobre seu orgulho. Passaram-se mais três dias, e o sátiro mandou uma mensagem de Iris a Quíron, mas a mesma fora interrompida por algo que não se sabe dizer exatamente o que era.
Quíron então foi pessoalmente a um dos campistas trazendo um pegaso branco. A deu a ordem de investigar o que estava acontecendo e se ainda pudesse, trazer os dois perdidos. Recomendou também que mantivesse o contato e não se arriscasse mais do que o necessário.

DADOS DA MISSÃO::

♦ post sem limite de linhas ou palavras
♦ deve haver coerência.
♦ conte onde estava quando foi abordado por Quíron.
♦ mate os dois lestrigões que estam mantendo a espreita o sátiro e o campista.
♦ estou a disposição para duvidas, boa sorte.


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Re: One Post - Petter Scarsozi — O campista Perdido.

Mensagem por Petter Scarsozi em Sab Set 29, 2012 4:39 pm

I'm at Arizona
Look there, monsters ;

- Droga! - digo ao avistar o centauro imortal. Ele puxava rédeas de um pégaso e olhava para os lados, buscando algo, alguém. Eu tinha passado a tarde inteira roubando e comendo os morangos do campo, tinha roubado duas lanças de um filho de Ares, também peguei emprestado – sem ele saber – o martelo de forja de um filho de Hefesto e, antes que eu me esqueça, também preguei uma peça nas meninas do chalé de Afrodite.

Motivos para Quíron me procurar não faltavam e, também, não me faltava métodos para escapar desse encontro. Eu pulo da árvore onde eu estava e quando caio no chão, já estou invisível. Começo a correr na direção oposta do centauro na fé de que ele nunca me localizaria, mas eu ouço um zumbido, sinto algo cortando o ar bem próximo da minha orelha; alguém tentava me atacar. Olho para trás e vejo Quíron com o seu arco e flecha em mãos. Volto a olhar para frente e vejo que o que quase cortou a minha orelha foi uma flecha. A flecha lançada estava fincada no caule de uma árvore e, em questão de segundos, ela explode, mas não era uma explosão comum, era uma explosão de luz. Fecho os meus olhos tentando evitar danos maiores.

- Agilidade não é tudo, caro Petter - eu abro os meus olhos quando o ouço falar e vejo que estou completamente visível. Meu corpo não consegue reagir por causa do susto. Fico imóvel enquanto o centauro caminha até a minha direção e coloca a mão dentro do meu bolso e retira de lá um morango - Apesar de produzirmos tantos morangos, eu nunca me dei ao luxo de provar um desses - ele leva o morango até a boca e o morde - Afinal, essa é a única fonte de renda do acampamento. Ainda bem que você tem consciência disso, não é, Petter? - o peso na consciência é tanto que eu não consigo manter minha cabeça erguida.

- Dê os morangos ao Pégaso, aposto que você já comeu bastante hoje - ainda de cabeça baixa, caminho até o pégaso, aliso a sua crina e coloco dois morangos em minha mão, levo até a sua boca e ele começa a mastigar - Não precisa se crucificar tanto, você irá compensar todos os seus delitos. Esta noite ainda e foi por isso, eu trouxe o pégaso. Há alguns dias, um campista foi enviado à uma missão, uma importantíssima missão. Ele não voltou e, um sátiro, contra a minha vontade, se arriscou e tentou achá-lo. Faz três dias que eu recebi uma mensagem de Íris dele, o sátiro, mas ela foi cortada e, desde então, não tenho mais notícias de nenhum dos dois. Conto com a sua agilidade para resolver esse problema Petter, o pégaso está aqui. Você tem 20 minutos para sair do acampamento. Resolva o problema e, por favor, salve-os - o pégaso termina de comer os morangos e eu aceno positivamente com a cabeça - Sim, senhor. Por favor, me dê todos os detalhes possíveis...

Quíron me acompanha até a entrada do meu chalé dizendo tudo sobre a missão; uma forma de energia se formava na capital do Arizona e destruia, sugava a vida de toda a flora e fauna do lugar e ganhava mais espaço, força e rapidez com o passar do tempo - Cumpra a sua missão e eu deixo você acompanhar o seu namorado na próxima tarefa dele - Quíron se despede depois que chegamos no chalé e deixa o pégaso comigo.

Eu entro no meu chalé e busco pelos meus pertences principais. Um saco cheio de dracmas, minha Kopesh, uma adaga de prata envenenada, o meu par de All Star alado e um casaco. Guardo tudo na mochila, exceto minhas armas, prendo-as na minha roupa e saio do meu chalé. Ando até pégaso e o puxo pelas rédeas até a saída do acampamento.

Quando cruzo a fronteira, o último lugar onde eu poderia me considerar a salvo de monstros, eu subo no pégaso e nós voamos.

O vento parecia cortar a minha pele, meia hora de vôo foi suficiente para eu me arrepender de ter trazido apenas um casaco - Ei, pangaré. Quer conversar comigo? Sei que não sou filho do deus do mar, mas sei lá, vamos tentar? - o pégaso relincha em sinal de desaprovação e essa foi a única e última vez que eu tentei puxar assunto com ele durante a viagem.

Duas horas de vôo foi o bastante para o pégaso se cansar, mesmo diminuindo a velocidade, o cavalo-alado não conseguia mais voar. Nós aterrissamos em um beco escuro, dou os meus últimos morangos para ele e, mesmo não merecendo, faço um carinho em sua crina - Valeu, garotão - inovo no apelido já que o último ele não tinha gostado.

Me afasto do pégaso e tento me localizar. Olho para o céu e, baseado nos astros, percebo que estou à, aproximadamente, 2 km de onde o campista perdido e o sátiro foram enviados; o lugar onde a estranha energia se formava. Se há monstros no lugar, provavelmente, eles não conseguiriam sentir o meu cheiro ainda. Checo os meus bolsos na busca por morangos e me lembro que os últimos haviam sido devorados pelo pégaso, decido ir buscar algo para comer.

As ruas de Phoenix, capital do Arizona, não estavam muito movimentadas naquela madrugada. Havia poucos carros passando pelas ruas e a maioria dos estabelecimentos comerciais estavam fechados, por sorte, encontro uma lanchonete. Cruzo a sua entrada e me deparo com uma garçonete, uma linda garçonete.

- Bem vindo! O que lhe traz aqui em uma noite tão fria, meu lindo? Oh, não responda. Eu já sei. LANCHES! Vou preparar algo para você - ela sorri e vira o rosto para o lado - Kelly, venha aqui! Nós temos um cliente.. - ela, por um mísero segundo, fica de costas para mim, dando-me a oportunidade de observar o seu corpo escultural. Os seus longos cabelos loiros realçavam ainda mais a sua pele branca. A garçonete era irresistível. Ela me guia até uma das várias mesas vazias e eu me sento.

Deslumbrado por sua beleza, eu nem me importo quando ela se aproxima de mim, tira a minha mochila das costas e a minha Kopesh da minha cintura - Você não vai precisar disso, não é mesmo, benzinho? - ela diz, dá uma piscadinha para mim e eu concordo com a cabeça. Eu parecia um adolescente, tendo, novamente, o seu primeiro amor.

- Não sei onde a Kelly está, mas não importa. Posso te tratar muito bem sem a ajuda dela - ela diz com as mãos na cintura e se vira para mim. Olha-me de cima embaixo como se eu fosse um grande pedaço de carne a ser avaliado em um mostruário de um açougue e morde os seus lábios, os seus irresistíveis, lábios. Eu me levanto e ela me agarra pela cintura, ela dá um beijo bem estalado em minha bochecha, um ferimento se forma no local e eu sinto bastante dor, mas a sensação é tão prazerosa que eu não ligo para a dor. Ela guia os seus beijos até o canto da minha boca e, antes dela tocar os meus lábios, eu estou invisível.

- ONDE VOCÊ ESTÁ? NÃO FUJA DE MIM, MEIO-SANGUE, EU CONSIGO SENTIR O SEU CHEIRO E VOCÊ ESTÁ DESARMADO - silenciosamente, eu subo na mesa e me desvio das unhas da garçonete que tentavam à todo custo, me cortar. Ela, realmente, conseguia me localizar pelo cheiro. A Garçonete acabava de adquirir a sua real forma, a forma de uma Empousa. Subo em outras mesas sem fazer barulho algum e quando estou no fundo da lanchonete, eu arremesso a minha adaga no peito da criatura.

Ela estava quase totalmente certa. Era fácil para ela me localizar, mas errou quando julgou que eu não tinha nenhuma arma comigo, eu tinha o dom da Furtividade, conseguia esconder os meus pertences em minhas roupas. Minha Kopesh era grande e difícil de ser manuseada, por isso, ela havia conseguido roubá-la, mas a minha adaga, dificilmente, seria encontrada por uma criatura tão estúpida.

O veneno começa a fazer efeito, a Empousa caí de joelhos no chão. Eu reapareço e atraio a minha adaga até a minha mão - Eu sou gay e nem Afrodite, em pessoa conseguiria mudar isso, vadia! - e o meu golpe final é bem em seu pescoço, a Empousa vira pó.

Limpo o líquido gosmento da minha adaga. Sorrio triunfante quando uma rajada de vento – vinda de fora da lanchonete – leva embora os restos da Empousa. Eu estava mais confiante do que nunca quando uma segunda Empousa me agarra pelas costas, me imobilizando.

- Que gracinha, ela provou o seu sangue antes de morrer, pelo menos. Agora eu fico com o resto, à propósito, eu sou a Kelly - ela toca os seus lábios gélidos na ferida em minha bochecha e começa a me beijar, sugando o meu sangue. Diferentemente de antes, não há mais prazer nisso, não há como fingir que eu gosto. Eu só sinto dor. Uma sensação de fraqueza toma conta das minhas pernas, eu caio de joelhos no chão. Minha mão também fica fraca, não consigo segurar a minha adaga e a deixo cair.

Não havia como eu usar a minha adaga, minha agilidade e invisibilidade não servia de nada em uma situação na qual eu não conseguia me mexer. Eu estou quase me rendendo a morte quando me surge uma ideia em mente, ou melhor, uma lembrança. A lembrança em um dia que graças à sorte, muita sorte, eu consegui escapar de uma saraivada de flechas de um filho de Apolo. Era pra ter sido uma brincadeira boba, eu precisava de um arco e optei por roubar o arco do conselheiro do chalé. Ele me pegou no ato e, no dia para o meu azar, ele tinha um arco extra, me encurralou no seu chalé e quando ele estava prestes a acertar uma flecha no meio da minha testa, eu consegui atravessar a parede do seu chalé. Uma habilidade raríssima.

Eu me concentro e imagino que a Empousa não é mais uma criatura, e sim, uma simples porta. Uma das inúmeras portas que eu já invadi, uma porta inútil. Mesmo com ela sugando o meu sangue, eu tento me relaxar, impulsiono os meus pés para trás e consigo atravessá-la como se eu fosse feito de ar[color=#BA55D3] - Mas O QUE? - ela se vira e vem ao meu encontro, as suas garras afiadas estavam prontas para me cortar em tirinhas, eu sabia que para ela, tanto fazia eu estar vivo ou morto, a única coisa que era importante era o meu sangue.

Minhas pernas ainda estão fracas, por isso, é necessário um enorme sacrifício para eu me desviar do seu primeiro golpe e, mesmo assim, não consigo evitar de ter o meu casaco rasgado. Vejo a minha adaga no chão, se eu a tivesse em minhas mãos, talvez eu conseguisse... Estico o meu braço e abro bem a minha mão, atraio ela até mim e a adaga voa em minha direção e perfura o pescoço da Empousa durante o seu trajeto, mas não antes dela ficar as suas unhas em minha coxa.

- Argh! - resmungo enquanto tiro as unhas cravadas em minha coxa. Elas e todo o resto mortal da Empousa, se torna pó.
Eu não tenho um relógio comigo, mas graças a minha noção de tempo, eu sei que já devia estar procurando pelos dois desaparecidos há muito tempo. O tempo da viagem juntamente com o tempo gasto com as Empousas, diminuíam cada vez mais as chances de eu salvá-los. Caminho dentro do estabelecimento, pego alguns lanches e saio da lanchonete depois de recuperar os meus pertences, mastigando uma deliciosa coxinha.

O local onde eu devia ir não estava muito longe, mas graças ao ferimento em minha coxa, eu não conseguia andar sem mancar. Decido que mesmo sendo arriscado, eu deveria usar o meu All Star, o meu atrapalhado tênis voador. Na porta da lanchonete, eu me sento no chão, agradeço pelo lugar ser tão isolado e retiro o meu par de tênis comum, guardo-o na mochila e coloco o tênis-alado. Dou um leve impulso e, meio tombado, começo a voar pelos céus de Phoenix. Mesmo estando ciente de que a névoa, provavelmente, encobria a minha presença, eu me sinto estranho toda vez que um pedestre olha para o céu em minha direção.

Os 2 km que eu sobrevoei pelos becos da cidade me geraram um desconforto imenso, eu não gostava de voar, mas por sorte, demorou apenas alguns minutos até que eu aterrissasse, próximo ao local que Quíron queria que eu investigasse.

O Arizona era considerado um dos estados com clima mais desértico do país. A cidade de Phoenix era um belo exemplo disso, por isso, não pude deixar de ficar boquiaberto quando li em uma placa, no hall de entrada escrito “Desert Botanical Garden”. Aparentemente, o DBG era o único lugar da cidade onde se existia uma vasta vegetação, típica do deserto. O lugar tinha um horário de funcionamento específico, por isso, eu me sinto mais tranquilo. Seja lá o que for que tivesse dentro do lugar, não iria machucar ninguém. Além de mim, é claro.

Andando pelo local, não foi difícil descobrir o que acontecia ali: as vidas das plantas e dos poucos animais que habitavam ali estavam sendo sugadas. Eu atravesso a tela que era feita para evitar que os turistas adentrassem na réplica do deserto e caminho pela vegetação desértica. Era fácil ser guiado por ali, bastou eu seguir a trilha de plantas mortas para me deparar com dois seres amarrados até a boca em uma árvore. Julgando pelo contorno dos corpos, eu tinha certeza de que se tratava do campista perdido e do sátiro, seu amigo.

Com adaga em mãos, corro na direção deles pronto para salvá-los e eu só interrompo a minha corrida quando ouço uma voz monstruosa - Chefe, chefinho! Tem alguma coisa pra gente alimentar os prisioneiros? Eu quero que eles fiquem bem gordinhos! - uma segunda voz rompe o silêncio, era diferente, mas igualmente monstruosa - Ei, espera. Tô sentindo um cheiro... Cheiro de SEMIDEUS! - e imediatamente, eu fico invisível.

Volto a andar em direção aos dois, mas dessa vez, com cautela. Os poucos passos que eu dei já foram o suficiente para aumentar o meu campo de visão e, consequentemente, avistar os dois monstros que conversaram. Se tratava de dois lestrigões adultos, tinham no mínimo dois metros e meio. Mesmo estando ciente de que eles não conseguiam me ver, minhas pernas ficaram bambas só de vê-los. Caminho com mais cautela quando um terceiro ser surge atrás de um cacto gigante, um humano.

- Realmente, temos companhia. Vocês não conseguem vê-los, não é? - diz o jovem rapaz aos dois Lestrigões. Ele tira um grimório debaixo do seu braço, murmura algumas palavras em latim e estala os dedos. Eu olho para baixo e vejo que voltei a ser invisível - Matem-no. AGORA! - minha adaga estava em minha mão esquerda e a mão direita, eu levo até a minha Kopesh. Arranco-a e arremesso ambas armas nas cordas que prendiam o sátiro e o campista. Começo a correr em direção oposta aos Lestrigões. Dou um leve impulso e o meu All Star permite que eu voe alguns metros, pouquíssimos metros na verdade, pois um dos Lestrigões me agarra pelo tornozelo e me arremessa em um enorme cacto.

- AH! - solto um gemido de dor. Havia vários espinhos fincados em meu corpo, eu mal conseguia me mexer, eu estava preso naquele cacto gigante. Os dois Lestrigões se separam, um vem ao meu encontro e o outro vai encontro dos seus prisioneiros. Minha adaga volta à minha mão, mas eu não tenho força para usá-la - Acho que não vou esperar você ficar gordo. Vou te comer agora mesmo - O Lestrigão se aproxima, eu fecho os olhos e quando sinto a mão pesada do gigante me tocar, eu impulsiono meu corpo para trás e atravesso o cacto.

O susto foi tão grande que a criatura ficou parada, sem saber o que fazer por alguns segundos. Aproveito a brecha e cravo a minha adaga no meio do seu crânio. A criatura urra de dor e depois se dissolve em pó.

Meu corpo fica tão fraco que eu não consigo mais segurar a minha adaga. O ferimento que a Empousa me fez começa a arder, a pancada no cacto fez com que o meu crânio sangrasse, minha cabeça ficava leve, eu não teria consciência por muito tempo. Olho para o lado e vejo o humano, amigo dos Lestrigões, sorrindo - Você! Pare com isso AGORA e... devolva... as... armas... dos prision... - e eu caio no chão de olhos fechados, inconsciente por ter tentado usar a eloquência.

*********

Quanto tempo se passou? Eu estava vivo? Tinha sido enviado ao submundo? Se sim, por que eu ouvia um barulho de flauta ao invés da voz do temível Caronte? A música tocada pela flauta me faz bem, me esforço para abrir os meus olhos e quando a minha visão ganha foco, eu vejo o sátiro e o campista sequestrado bem na minha frente.

- Ahá, eu sabia que ele ia acordar. Minha música é super eficaz - diz o sátiro tirando a sua flauta da boca - Obrigado pela ajuda. Estávamos sendo alimentados há dias para ficamos mais gordos e depois seriamos servidos de alimento para esses dois. Sua elouquência não funcionou totalmente, o Filho de Hécate não devolveu as nossas armas, mas por sorte, consegui pegar a Kopesh que você lançou em mim. O lado bom da sua elouquência foi que o feiticeiro ficou parado enquanto ele me via cortar a cabeça do último Lestrigão - o campista sorri e me entrega a minha arma.

Eu me sento e percebo que não havia mais espinhos de cacto no meu corpo, não havia mais Lestrigões, mas o feiticeiro, filho de Hécate, estava amarrado cheio de cipós, deitado no chão - Legal né? Fui eu que fiz. Não matamos ele porque você merece receber o mérito, ele não consegue se mexer, ainda, por causa da sua ordem, mas preferi me certificar. Foi ele que lançou a maldição, então, se você matá-lo... - eu sorrio, me levanto e fico em pé em frente ao traidor.

- Traiu o nosso acampamento? Está servindo aos Titãs, não é? Então, você vai morrer como um traidor - pego a minha adaga e furo o seu braço, até ter certeza de que o veneno tinha entrado em suas veias - Ele tem mais duas horas de vida, no máximo. Vamos embora? - eles acenam com a cabeça e nós três saímos do lugar. Na saída do Desert Botanical Garden, eu envio uma mensagem de Íris para Quíron e ele nos auxilia com transporte para voltarmos ao acampamento.



Legendas

Petter
Quíron
Empousa 1
Empousa 2
Sátiro
Campista Sequestrado
Lestrigão 1
Lestrigão 2
Filho de Hécate, feiticeiro

Poderes utilizados:

◆ Perícia com Adagas I [Nível 05]
Como adagas são objetos simples de se esconder, os filhos do deus dos viajantes podem utilizá-las com maior facilidade que os outros semideuses.

◆ Constelação Familiar [Nível 11]
Hermes é um deus da Astronomia. Seus filhos são capazes de reconhecer os padrões de constelação ao redor, ainda que não possam confiar totalmente na orientação que lhes dão.

◆ Furtividade III [Nível 11]
Com esse poder, os filhos do deus dos ladrões podem entrar em construções e andar por aposentos com maior facilidade que qualquer outro, além de serem capazes de esconder itens como adagas, jóias e outros pequenos objetos, em suas roupas. Seus passos são silenciosos como a brisa.

◆ Atração de Objetos III [Nível 12]
Os protegidos de Hermes podem atrair objetos maiores, embora só possam fazer isso com um objeto de cada vez. Quanto aos menores, podem atrair até dez.

◆ Eloquência [Nível 12]
Hermes é também o deus da eloquência, portanto, seus filhos podem convencer outras pessoas e iludi-las com palavras. Apenas uma vez por missão, dependendo do nível do(s) oponente(s) durará no máximo três rodadas.

◆ Atravessar Paredes I [Nível 14]
O filho do deus dos ladrões pode atravessar as paredes para entrar em qualquer aposento. Apenas duas vezes por missão, sendo que uma vez conta como entrar e sair do aposento.


◆ Invisibilidade III [Nível 14]
Com o aperfeiçoamento em Invisibilidade, os filhos de Hermes por muito mais tempo invisíveis. Agora podem fazer isso duas vezes por missão, durante três turnos.


Armas Levadas:
- All Stars Alados [Permitem que o usuário voe de acordo com seu level] {By: Hermes}
- Kopesh [Espada egípcia de lâmina curva da metade para cima, feita para desarmes e cortes rápidos, forjava em prata celestial, inquebrável] {By: Hermes}
- Adaga de Prata [Versão mais longa e pesada da adaga comum, mede 20 centímetros e pesa 250g, feita de prata comum, contém um veneno esverdeado em sua lâmina, quando o veneno entra em contato com a pele de alguém, faz com que ele perca uma média de 10-15 Hp por 6 turnos, quando não está em uso transforma-se em um pingente de caduceu] {By: Hermes} [Item obrigatório]

Obs.: Se for contar quantas vezes eu usei a "Invisibilidade", eu usei três vezes, MAS, uma vez foi antes da "missão começar". Durante combate foram só duas vezes, espero que eu não seja punido por isso ) :
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Re: One Post - Petter Scarsozi — O campista Perdido.

Mensagem por Hefesto em Seg Out 01, 2012 9:11 am

Missão particularmente boa, apenas pecou um pouco no desenvolvimento das lutas que penso que poderiam ter sido mais intensas e mais interessantes. Apenas uma falha a ser colocada, ao usar a habilidade de atravessar paredes três vezes, quando apenas lhe permite duas segundo a habilidade, mas isso foi apenas falta de atenção.

recompensas:

XP: 150
Dracmas: 200


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Re: One Post - Petter Scarsozi — O campista Perdido.

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