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[Auto-narrada]The Djinn's Receptacle - Alex ''Aladdin'' Hakim

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[Auto-narrada]The Djinn's Receptacle - Alex ''Aladdin'' Hakim

Mensagem por Alex A. Hakim em Qua Out 10, 2012 2:56 am

The Djinn's Receptacle


— Eu aceito. — proferiu, sorrindo para o centauro. Quíron sorriu de volta, bagunçando com os dedos os cabelos azuis de Aladdin. Havia lhe pedido para que fosse a uma caçada em busca de um objeto mágico roubado por um semideus fugitivo. Aparentemente, o acusado fora localizado, e um campista seria encaminhado para o local, onde resgataria o artefato e o renegado.
— Então vamos, o transporte lhe espera.
A condução era um grifo dourado. Sua cabeça de águia brilhava lustrosamente, assim como o bico, que aparentava ter sido polido. Suas asas cintilavam expostas à luz do sol.
Aladdin, surpreso com o animal fantástico, não percebeu que seu pequeno arsenal repousava no flanco da criatura, guardado em um saco de ráfia. O prisma de seu báculo resplandecia fervorosamente, assim como a sua lâmina espelhada. Com tudo o que precisava já pronto, já era capaz de partir em sua aventura.
Voar foi uma das melhores experiências da breve vida do garoto, que ficou maravilhado com toda aquela magnificência dos céus. Mas a viagem não durara o suficiente, e o gozo de felicidade do pequeno Aladdin logo se esvaíra.
Foram precisos cinco minutos para que o semideus compreendesse onde estava. Não era um lugar muito longe de uma metrópole, mas era deserto, exceto pelos carros. Atrás do garoto havia uma estrada que seguia até o Brooklyn, e à sua frente, um campo extenso de mata verdejante. Haviam dado a volta em Long Island e parado em um lugar isolado, assim como o acampamento ao qual pertencia.
O menino fez vista grossa em seu campo de visão, extenso por conta de seu parentesco, e encontrou algo semelhante a uma torre colossal, vermelha carmesim. Suspeito demais para tomar aquilo como algo mundano, Aladdin iniciou uma batalha contra o solo, trocando rapidamente os passos com seus pés descalços. Corria. Estava radiante por ter achado algo que provavelmente o levasse a terminar a missão e receber sua recompensa. O que seria? Doces? Mulheres bonitas? Seu estômago era atacado por borboletas só ao pensar nas possibilidades.
O pequeno filho de Íris em meio aos pensamentos pecaminosos lembrou-se de algo crucial para o sucesso da missão, afinal, ele não era um exímio lutador de artes marciais, apesar do conhecimento básico sobre o assunto. Seus passos diminuíram o ritmo e então, Aladdin voltava. Havia deixado o grifo para trás.
— Desculpe. — disse ao se aproximar, desamarrando o compartimento com suas armas. Equipou-se com sua espada e transfigurou seu báculo em um anel de prata e disparou de volta em direção à torre vermelha. A luz do sol refletia em sua lâmina, trazendo aos olhos do semideus uma sensação agradável de cócegas. Com o fulgor, não tinha que se preocupar.
Ao chegar em seu alvo, percebeu que a torre vermelha era uma completa farsa, e isso fez lágrimas subirem aos olhos do filho de Íris. Não era uma torre, e sim um gigante de aproximadamente quatro metros. Imediatamente seu anel desprendeu-se do dedo e em um clarão, formou-se seu báculo. No rosto da criança, uma expressão de pavor dirigia-se ao monstruoso colosso à sua frente.
— Olá. — saudou, hesitante. Não foi o gigante que respondeu, mas sim, uma criatura muito menor, e aparentemente mais inofensiva.
— Então enviaram alguém para me trazer de volta. — disse um rapaz por trás dos pés do monstro. Quando se revelou, foi imediatamente constatado por Aladdin como um semideus. Vestia a camisa laranja dos campistas Meio-Sangue, porém desbotada. A descoloração só significava duas coisas para o filho de Íris: falta de cuidados ou experiência. Porém, no caso daquele rapaz, as duas coisas serviriam muito bem. Aparentava ter quinze anos, tinha cabelos cor-de-areia e uma tatuagem na bochecha: o desenho de um grou, o que significava seu parentesco com Deméter. Orgulhoso de seu conhecimento sobre o mundo grego, Aladdin sorriu, flutuando em pensamentos. Mas então a voz do garoto chamou sua atenção novamente: — Eles parecem se importar, afinal.
Era óbvio que aquele era seu inimigo, portanto Aladdin foi objetivo ao responder.
— Sim, vim buscar você e o artefato que roubara!
— Você fala deste grandalhão? — o rapaz soltou uma gargalhada. — Você é aquele novato, não? Alex.
O garoto mordeu os lábios e franziu o cenho. Seu nome era Aladdin. Ninguém tinha permissão de chamá-lo de Alex. Antes que pudesse dizer alguma coisa, seu báculo apontava para o sol, absorvendo a luz que banhava o campo de batalha. Jogou sua mirrorblade no chão, apoiou seu báculo na nuca, pressionando-o com ambas as mãos e disparou contra o semideus, desferindo uma série de chutes e joelhadas. Porém, o oponente iniciou uma defensiva, aparando seus golpes com os antebraços. A trança do pequeno filho de Íris oscilava no ar durante o combate fechado.
O gigante vermelho apenas observava os semideuses batalhando, porém diante de um gesto imperceptível do oponente do pequeno semideus, este fechou os punhos e atacou.
Aladdin aproveitou-se de seu golpe aparado pelo inimigo e impulsionou seu corpo para trás, derrapando no solo ao tocá-lo com os pés. O soco do gigante estourou a terra, abrindo uma pequena cratera onde atingira. Seu dono sorria, satisfeito com a surpresa do pequeno semideus que enfrentava. Tirou dos bolsos uma flauta dourada e levou-a aos lábios, tocando uma de suas notas. O punho do colosso voltou a se fechar e a disparar contra Aladdin, que recuou rapidamente e apontou sua arma mágica para a enorme mão.
— Bakuhatsu! LEPRECHAUN’S GUNSHOT!
O báculo vibrou intermitentemente e disparou uma enorme coluna de luz. O projétil rútilo colidiu com o soco do gigante, gerando uma explosão de luzes, centelhas e fagulhas, além de uma fortíssima corrente de vento.
Incapaz de segurar a pressão do golpe, Aladdin manejou seu báculo de forma que pudesse fazer seu disparo ser desviado em direção ao gigante. Foi o que fez, arriscando sua vida. A luz chamejante de seu ataque atingiu o monstro na cabeça, que antes de despencar no chão, terminou sua investida, desferindo um soco no solo. Desta vez, o pequeno filho de Íris fora atingido pelo golpe, sendo brutalmente jogado para longe por conta do impacto no chão.
A dor da pancada coagiu-o a cuspir uma grande quantidade de sangue e conteúdo gástrico, e o impacto de seu corpo com o solo fez seu mundo girar uma dúzia de vezes antes de o garoto reunir forças para se pôr de pé.
O único acerto que sofrera lhe deixara langoroso, portanto agradeceu aos deuses de todos os tipos ao descobrir que seu oponente havia sido atingido pelo raio de luz e jazia desacordado embaixo do gigante que comandava. Metade de seu corpo estava fora, e Aladdin teve o péssimo pressentimento que as pernas esmagadas do garoto não iam voltar a serem as mesmas.
Aproximou-se e percebeu que o menino delirava, mas não estava desacordado. Fez o possível para desacordá-lo, mas no fim, teve que usar Vermelho. Seu punho assumiu o tom escarlate da habilidade e se encaminhou até o rosto do rapaz, assim como o soco de seu gigante. Em um golpe, os devaneios deixaram de ser ouvidos.
Percebeu que em uma de suas mãos, a flauta dourada brilhava. Era o artefato que Aladdin teria que resgatar. Segurou-a com as mãos pequeninas e a observou brilhar intensamente e fazer o gigante carmesim desaparecer em pó dourado.
Aladdin guardou-a no tecido de sua roupa e assobiou para sua montaria. Em breve, estaria de volta com o semideus fugitivo.


Soundtrack: Aqui
Vestindo: Aqui
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OBS: Como é uma caçada, sempre tem um item envolvido. Dependendo da atualização, se for boa e tals e eu ganhar o item, eis ele:
۞ Flauta Dourada [Um artefato mágico capaz de armazenar um pet e invocá-lo através das notas musicais. Também é possível usar suas habilidades através do objeto sem invocá-lo.]

Itens levados:
• Báculo Cromático [Com um pequeno prisma incrustado, absorve energia luminosa do ambiente, podendo dispará-la em forma de raio ou escudo. É inquebrável e se transforma em um anel.]
• Mirrorblade [Uma espada de prata celestial, com a lâmina capaz de absorver luz e lançá-la num flash.]

Poderes usados:
• Vermelho: É a cor que simboliza o desejo e também a agressividade. O semideus pode potencializar um ataque físico, dando -5 de vida para o inimigo, além do dano normal. Pode ser usado uma vez a cada dois turnos.


Alex ''Aladdin'' Hakim
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Re: [Auto-narrada]The Djinn's Receptacle - Alex ''Aladdin'' Hakim

Mensagem por Hefesto em Qua Out 10, 2012 6:49 am

Muito bem, vamos começar pelas más noticias. Vi alguns pontos de incoerência na narrativa, de forma que pontos valiosos foram perdidos, e no meu calcular, poderia ter desenvolvido um pouco mais a mesma pra deixá-la mais envolvente. Tome cuidado com a física quando lutar contra um gigante, uma vez que ser atingido pelo punho do mesmo, como dito, o esmagaria ao invés de arremessá-lo, tome isso apenas como conselho.
Da parte boa. Criatividade marcante e forma inusitada de chegar até o local. A confusão pela nevoa (que deduzi pela torre) foi uma bela jogada. Lembrou-se do grifo que fora deixado para trás com suas armas e trouxe mais realismo a forma como se adaptou a missão.


Recompensas

Flauta Dourada [Um artefato mágico capaz de armazenar um pet e invocá-lo através das notas musicais. Também é possível usar suas habilidades através do objeto sem invocá-lo.] (deverá me mandar o animal que será convocado em conjunto com essa descrição da flauta por MP para ser atualizado com esse item. Nota: Seja coerente com seu nível quanto a escolha do pet, escolhas como o gigante citado na narrativa serão vetadas.)

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Atualizado!


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