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☼ Local público : Floresta do medo.

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☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Perséfone em Qui Abr 21, 2011 11:02 pm

Relembrando a primeira mensagem :


Um local habitado pelos mais diversos, e distintos seres, isolado de todo o acampamento, ficando aos extremos destes onde nem mesmo os campistas mais experientes se atrevem a ir, sem a companhia de alguém. Segundo os rumores, o imortais caminham por ali, livremente...
Imagem da floresta:
Dizem que aqueles que adentraram o local, jamais foram vistos novamente.


Última edição por Lady Perséfone em Qui Set 29, 2011 3:12 pm, editado 3 vez(es)
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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Karen P. Hayward em Sex Ago 05, 2011 4:02 pm

Eu não sorri como queria, isso poderia ser visto de forma errada pela garota, apenas mantive o olhar calmo nela e me afastei a passos lentos, dando uma ultima olhada pela floresta. Suspirei alto.

-Tenho de ir, vou para arena bancar uma filha de Ares - disse com um pouco de desprezo - tudo para manter a imagem e ninguém desconfiar. Obrigada por me fazer companhia, tenente coronel.

Acenei com a mão direita e dei as costas para ela, sem respondê-la com todas as palavras, mas tinha certeza de que ela entenderia aquele olhar. Resmunguei baixo ao ter de encarar todos aqueles bastardos dos meus irmãos e bancar ser uma deles.
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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Ayara Yumi em Sex Ago 05, 2011 4:19 pm

Vi a general saindo, pessoas prudentes - codinome para medrosas - esperariam um pouco e logo depois sairiam. Eu fui até o pássaro que eu havia acertado e abaixei-me perto dele olhando o buraco feito pelo gelo.
Coloquei o animal cuidadosamente nas minhas mãos como se ele ainda vivesse. Usei a pulseira novamente e com a espada escalei a árvore de onde eu o havia derrubado.
Era uma fêmea, isso eu já havia constatado pouco antes do breve diálogo com a general. E no ninho... O som que tanto me perturbava estava evidente para mim. Eram quatro pássaros novos, deviam ter alguns dias somente.
Coloquei o pássaro morto no meio do ninho.
Observei os animaiszinhos que não sabiam, certamente, o que estava acontecendo e percebi o quanto a mãe natureza havia sido generosa com eles, mesmo com o cheiro de sangue impregnado no ar, eles nunca sentiriam-se como eu. Quem sabe até comessem o pássaro morto quando a fome fosse muito grande... É... eu voltaria lá para saber.






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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Matthews Mazaky em Seg Ago 29, 2011 10:31 pm

A noite havia chegado, Matthews perambulava pela floresta como um espírito, sussurros eram ouvidos de todos os cantos da floresta, vultos era vistos passarem correndo aos pedaços de iluminação da lua, um sorriso sádico toma conta do rosto de Matthews, como se pressentisse que algo estivesse de errado, estala seu pescoço e o som ecoa pela densa floresta do medo.

-...

Um brisa gelada percorre o corpo de Matthews, que estava apenas com a parte de baixo do quimono, o mesmo pendurasse em uma árvore e fica balançando-se como macaco, jogando-se de árvore em árvore, pensando em sua amada noiva Willyanne, decide-se por descer da árvore e apenas caminhar para ver o que achava por lá.

-"Quebra tão em caco o coração, que a raiva consumirá quem somos e nos destruirá, mas ame com tudo que és e um dia serás que lhe será libertador de toda e qualquer solidão que lhe assombrar a alma"...

Matthews vai passando pelas árvores como um vulto, como se houvesse se misturado com o ambiente, tinha entrado no modo que todos temiam em Tóquio, o lendário Yokai, era como o chamavam em Tóquio, como tal pessoa poderia ser filho de Íris, a deusa do arco-íris e tudo mais, sendo um verdadeiro demônio?Ele se perguntava isso fazia uns dias, mas isso não incomodava, o verdadeiro sentimento que o guiava era o extinto protetor, iria proteger sua amada noiva, nem que tivesse que derrubar do olimpo, um por um e estava preparado para isso.

---------------------------~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~----------------------------------

Vinte e dois de Abril de 1998, Matthews caminhava por Shogunato Tokugawa, uma cidade onde já naquela época só havia ruínas do Castelo de Edo, Matthews passava por ali, pois havia rumores de uma grande gangue de espadachins e ninjas ali e quanto mais desafio, melhor seria, mas uma emboscada havia sido armada e Matthews acaba acorrentado por setenta e oito correntes que o jogam brutalmente ao chão, a gangue de ninjas do antigo clã Uesugi o arrastam por cinco quilômetros até seu esconderijo por entre as pedras, o amarram sobre rochas de cabeça para baixo, uma poça de sangue é formada abaixo de Matthews, em seu corpo já não se via feridas de tanta sujeira que havia se acumulado entre elas, mas a gangue se surpreende ao perceber que em nenhum segundo sequer Matthews havia parado de sorrir, ou reclamado de dor ou qualquer outra coisa.

Líder: -Por que não paras de sorrir?Estamos lhe maltratando... Estamos te esfolando... E o transformaremos em carne para nossos tigres...

Matthews: -Por que me deixar sofrer por dores tão carnais, tão simples, se a verdadeira dor que carrega está em minha alma... No meu coração sombrio que abandonou a própria humanidade que me restava para caçar pessoas como mim mesmo?!Por que me deixaria levar por pequenas feridas, se a maior já foi feita ao arrancarem meu passado?!Achas que me tornei assassino por opção?!Achas mesmo que eu comecei já matando por prazer?!Não sabes o que é ver uma criança de dez anos te que matar sua primeira pessoa?!Aos doze ter uma lista de natal com nome de pessoas que deveria matar?!Achas normal eu compartilhar todos esses meus sentimentos com pessoas que querem me matar?!

Líder: ...

Matthews: -E seu maior receio é saber que se me soltar eu mato vocês não é?Prometo que não os matarei... Não tenho tempo para isso... Tenho coisas para fazer...

Líder: Soltem-o...

Membros: -Mas chefe, trabalhamos tanto para prendê-lo...

Líder: -Vocês não enxergam, que esse homem que está a sua frente não é Matthews Mazaky e sim apenas um perdedor que se passou por ele?

Membros: -...

Líder: Se fosse o verdadeiro Matthews Mazaky, já teria nos matado... Soltem-o...

Matthews: -Obrigado. Sussurra ele enquanto é solto e sai mancando.

Após alguns dias, Matthews não mudou, e tudo estava escuro para ele, até que conheceu em uma de suas viagens Willyanne, uma jovem doce, carismática e que mesmo deprimido, ao vê-la sem ao menos conhecê-la ele sorriu e após muito tempo esqueceu seus problemas e seu lado Yokai adormeceu e o peso de um demônio lhe foi tirado dos ombros.
Era primavera na Inglaterra e Matthews havia passado o dia inteiro em um barco no qual não tinha muita determinação para se manter não enjoado, ao colocar os pés em um porto a encosta do país, sente-se um pouco aliviado e é então que vê a linda Willyanne, patinar pelo porto em sua graciosidade tão sublime, quanto seu sorriso ao conversar com as amigas.

Matthews: -Estou apaixonado...

Desde então Matthews, correu atrás de Willyanne, e abandonou sua vida de assassino medíocre de vez.

---------------------------~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~-----------------------------------------


Matthews senta-se próximo de uma poça d`água e fecha seus olhos, lembrando-se de sua vida até agora e imaginando o que Willyanne estaria fazendo em uma hora dessas, ele mesmo não conseguiria ficar no acampamento, principalmente no chalé de Íris, não era muito sociável e lá tinha muitas pessoas, só se sentia realmente confortavel ao lado de Willyanne, sua amada noiva, mas quando ela não estava por perto ele vagava por onde podia esperando amanhacer, e tentar se encontrar com Willyanne. Após um tempo sobe novamente em uma árvore e deita-se sobre um galho, admirando o que não tinha para ser admirado, apesar de toda aquela névoa densa e barulhos sombrios, Matthews se perdia em pensamento, pensando em Willyanne, a única pessoa que fazia daquela floresta do medo, um campo de piquenique.

-... Eu te amo demais Willyanne, seja onde estiver... Fique bem meu eterno amor...



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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Alfonso Rivieri em Qui Set 29, 2011 4:24 pm

Dede que retornara de Nova York em sua tentativa frustrada de ter um dia normal, Alfonso perdera a vontade de fazer muitas coisas, ainda abatido pela traição de seu irmão. O chalé de Éolo era raramente cheio, os irmãos aqui e ali resolvendo coisas e eram em número pequeno deixando varias vezes o recinto vazio. Como aquele momento. Alfonso estava deitado na cama olhando para o teto, não fazia muitos dias que tinha retirado os curativos, mas bastava fechar os olhos para que as imagens indesejadas invadissem sua mente.

Seu peito encheu-se de ar depois de respirar longamente. Tinha de fazer algo para distrair e decidido a explorar partes do acampamento que ainda não conhecia, ele ergueu-se da cama e procurou por roupas. Vestiu uma calça escura e tênis, uma camisa preta com um capote branco por cima. Já tinha todo um plano na mente. Por vezes evitava alguns locais do acapamento por não gostar de multidão, era tímido e não tinha como negar isso, raras vezes conseguia desprender-se. Como aconteceu quando encontrou a deusa Perséfone. Inconscientemente, um sorriso brincou nos lábios do garoto ao pensar na deusa curiosa e gentil.

Ao sair do chalé de Éolo, pós o capuz sobre a cabeça tampando um pouco de seu rosto. Caminhou a passos largos atravessando o acampamento sem focalizar ou falar com alguém, seguindo o caminho para a floresta. Ainda haviam pessoas por ali, voltando de uma vistoria ou casais que queriam ficar a sós. Mas ele não pegou o caminho tradicional, seguiu por uma trilha quase apagada de tão pouco usada. Quanto mais adentrava o lugar, mais tenebrosa ficava a floresta. Uma brisa um tanto gélida passou pelo ao redor do corpo do garoto o fazendo olhar para os lados.

Não era a toa, estava indo para a floresta do medo. Apesar do nome ele imaginava ser um dos poucos lugares que fosse um pouco isolado do acampamento, já que só pela nomenclatura muitos evitavam o lugar. As árvores pareciam ter ficado em seu eterno outono, galhos secos e nus, isento das belas folhas. Estas estavam caídas ao chão produzindo um som seco a cada passo que ele dava. Alfonso procurou não adentrar muito na floresta para que não se perdesse, parou perto de uma árvore encostando as costas no tronco, pondo as mãos no bolso e voltando a respirar fundo pela segunda vez em menos de uma hora.

Dessa vez o ar que tragou em seu pulmão era mais frio, talvez o clima daquela parte da floresta fosse assim. O que agradou ao rapaz. Encostando a cabeça no tronco ele olhou para o céu sem focalizar em nada, apenas buscando um momento de paz nessa vida turbulenta e as vezes sem sentido.


...
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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Perséfone em Sex Set 30, 2011 4:05 am

Por incontáveis vezes o submundo se mostrava um local completamente desinteressante, e desgostoso. Fato que não agradava nenhum pouco Perséfone, que reinava ali, ao lado de Hades presa contra a sua vontade a aquela imensidão sem utilidade, senão reciclar almas de mortais e semideuses. E mais uma vez a deusa se via cansada daquela rotina desagradável, e sempre se questionando sobre o que fazer para ao menos enganar um pouco aquele sentimento de tédio que a consumia quase por completo.

A resposta para aquela dúvida da deusa, solidificou-se nos pensamentos da deusa da primavera de uma forma que não podia ignorar. Que ela não podia nem mesmo questionar. Perséfone se lembrou que os únicos momentos em que se lembrava do que verdadeiro significado da palavra felicidade, ao menos as últimas vezes que viera a se sentir naquele estado de espírito, fora com campistas que, acabara encontrando casualmente em uma das suas breves fugas de seus afazeres chatos e das inúmeras tarefas que lhe eram atribuídas. Era isso: iria na superfície novamente.

Ser deusa tinha suas vantagens e desvantagens, como tudo no mundo. Mas, uma das vantagens seria usada naquele exato momento. Perséfone se encontrava naquele momento, assentada sobre seu tronco de ébano enquanto Hades vistoriava seu reino, munido de seu elo e na companhia de seus guarda esqueletos e do seu fiel cão de guarda cérbero. Eram raras as vezes em que ele se descuidava tanto da deusa, a deixando uma brecha tão grande para que escapasse. A deidade por si só, amava quando brechas como aquelas lhe eram dadas e naquele momento tudo o que o fez foi arquear a sobrancelha e olhar a sua volta, constatando que tudo que via, se resumia a apenas escuridão, gemidos de desespero, morte, entre outros agouros ou coisas desagradáveis. Após se levantar de seu trono e sorrir de forma travessa, a deusa deixou o submundo se desfazendo em um pequeno risco púrpura que simbolizava a personalidade atual dela naquele exato momento.

Finalmente, um pouco de ar puro. Disse, respirando fundo, e abrindo os olhos logo em seguida para observar tudo á sua volta. Tudo era escuro também, mas ao menos uma coisa diferia toda aquela imensidão de troncos e paisagens medonhas da morada das almas; o ar. O ar ali na floresta era sempre puro, e embora ela fosse digna de um belo cenário para filme de terror, era exatamente ao gosto da deusa, assim como ela gostava. O farfalhar de folhas, o vento que ali parecia mais brincalhão e mais livre, o tronco das árvores que insistiam em tentar assustar desavisados com os estalar constantes, e o barulho emitido pelas folhas quando caminhavam sobre o solo mesmo com todo o cuidado possível.

Pensamentos invadiram a mente da deusa naquele momento, e revelaram-se nada mais nada menos, do que lembranças dos encontros com os jovens que haviam despertado o interesse da deusa. Joshua, Ciel, e Alfonso que fora o primeiro entre todos eles, o filho de Éolo que naquele momento devia estar a dar gargalhadas inaudíveis sobre o comportamento de Perséfone diante do fato de estar casada, mas isso em nada afetou a deusa que pouco se importou com aquela possibilidade. O rosto de Alfonso firmou-se no pensamento dela enquanto ela dava passos lentos e calculados em direção a um canto qualquer, até que por fim ela fechou os olhos e se concentrou na imagem que tinha do garoto e em seguida despareceu em meio a um véu de folhas de um brilho roxo.

Buh. Foi como se manifestou, quando surgiu diante de Alfonso que por coincidência ou não, também estava ali na floresta. Os olhos da deusa brilharam assumindo um tom lilás bem claro, que realçava seu vestido vermelho e longo que usava. Em seus pés uma sandália de salto alto da mesma cor que o vestido, e suas longas madeixas claras estavam soltas chegando ao fim de suas costas sem grandes problemas, e ricocheteando com o vento que teimava em brincar com eles. Sentiu minha falta? Acrescentou, olhando o filho de Éolo dos pés a cabeça da forma maliciosa como lhe era costumeira e estreitando um pouco a distância entre seu corpo e o dele.






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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Alfonso Rivieri em Sex Set 30, 2011 8:42 pm

Em um momento tudo era apenas nada. O foco da mente do garoto estava em algum lugar distinto a ele, apenas relaxando e apreciando os sons da natureza. No outro um aroma delicado surgia na frente dele, levados por uma brisa suave e que fez o garoto pensar que esse era um dos melhores cheiros que já tinha sentido, tentando lembrar de onde já o tinha sentido... E então escutou aquele “BUH” tão repentino que o fez saltar no lugar pelo susto. Mil e uma coisas passaram pela mente dele, mas nenhuma delas pertenciam a ideia de encontrar um par de olhos lilases a sua frente.

E perto demais.

Perséfone, a deusa da primavera e rainha estava a sua frente. O garoto nunca imaginou que um dia a veria novamente, ainda mais na floresta novamente. Seria ali um local onde ela gostava de se distrair? A mente do garoto não ficou quieta, o coração dele já disparado pelo susto aumento os batimentos ao lembrar cada vez mais do ultimo encontro com ela.

-O que faz aqui? Quero dizer, que bom que está aqui, estou feliz, mas também surpreso, digo, não pensei que iria encontrá-la novamente e.. ahh – O garoto desistiu de falar, estava cada vez mais atrapalhado, respirou e então conseguiu sorrir. O que só não o surpreendeu por estar levemente nervoso, não era do seu feitio sorri tão fácil, mesmo que fosse um sorriso tímido e incerto – Oi Perséfone e... Estou bem e... Não, não faz muito tempo que, bom que eu estava, bem eu... Pensava em você antes de vim para cá. Por acaso você não escuta pensamentos não é?

Faria quanto tempo que não a via? Muito. Não sabia se ela teria mudado, se o teria esquecido completamente. Ele já não era mais o mesmo, não era um novato mas um meio-sangue veterano que já sofrera suas dores e perdas. Não foi por isso que ele caminhou até ali? Buscando paz mental? E o que conseguiu foi a presença da deusa Perséfone, que por mais que deixasse tudo ao inverso de paz, conseguia com apenas meias palavras fazer com que ele esquecesse dos problemas. Como ela o estaria vendo? Não era do tipo que olhava muito o reflexo mesmo depois de arrumar-se para sair, mas estava mais forte depois de tanta batalha e com certeza correria.

Talvez ela o achasse um bobo por ficar atrapalhado. Mas ficar tão perto de uma mulher, ou melhor, deusa, tão bela que dava inveja a Afrodite, deixaria qualquer homem são ou não são nervoso. Alfonso então lembrou que ainda estava com o capuz sobre a cabeça e apressou-se em tirá-lo, sentindo que era meio que falta de educação de alguma forma. Arrependeu-se por não estar tão apresentável quanto ela, que provavelmente sabia que aquele vestido vermelho ficava perfeitamente perfeito em sua silhueta. E com direito a redundância na perfeição.

-Está linda... – Ele murmurou baixo e a olhou nos olhos, rezando para que tivesse sido baixo o suficiente para que ela não escutasse.


...
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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Kristen Fowles em Dom Out 23, 2011 4:52 pm

Eu estava deitada sobre minha cama no chalé, apenas fitando o teto, e de vez em quando olhando para as paredes, estava um total silencio naquele chalé, provavelmente meus irmãos estavam passeando pelo acampamento, e eu ali morrendo de tédio... eu não sabia se levantava ou não da cama, depois de pensar por alguns minutos que pareceram uma eternidade, levantei e caminhei em direção a porta do chalé, poderia dizer que foi quase como me arrastar pois eu estava com muita preguiça, mas depois de uma longa distancia de alguns metros sai do chalé, e posso dizer, estava um sol de rachar
Cheguei a conclusão que uma das melhores opções de passeio seria ir a floresta, por ser um lugar mais úmido não deveria estar tão quente, ou pelo menos assim eu esperava que fosse. Caminhei lentamente por parte da floresta sem ao menos reparar por onde eu passava, no geral sempre fui muito distraída e desligada do mundo real, foi como estar em uma aula de biologia, eu só estava de corpo presente pois minha mente estava em outro lugar, parei em certo ponto e me sentei no chão bem próxima a uma arvore, fiquei ali “brisando” pensando se alguem passaria por ali... pra falar a verdade eu mal sabia aonde estava, mas uma coisa boa em tudo isso foi que ai não estava tão quente.
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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Bryan D. Pierce em Dom Out 23, 2011 5:07 pm

Acho que fiz a curva errada...


Estava caminhando pelo submundo à procura da saída secreta, que Hades mostrara a todos os seus filhos que ali habitavam. Como sempre eu era ruim em decorar lugares, já se passaram quase duas horas e eu ainda estava caminhando avulso pelo submundo. Eu deveria ter feito uma curva errada em algum lugar. Fui então que eu achei uma espécie de túnel gigantesco que parecia levar para a caminhada eterna, ignorei os ratos, morcegos, baratas e outros animais e adentrei no túnel, caminhando em direção à lugar nenhum.
Andei por alguns minutos até que avistei uma forte luz vinda do que parecia ser o "fim". Tampei os olhos e fui andando até a claridade. Para quem passou os últimos dois meses no submundo, um lugar quente e completamente escuro, a luz do sol era perturbadora. Saí do túnel e senti algumas coisas se arrastarem pelo meu corpo, abri os olhos lentamente com a luminosidade ainda me incomodando bastante.
Olhei a minha volta e avistei várias coisas verdes, algumas eram menores e tinha cores diferente. Eu não sabia exatamente o que eram aquelas coisas, então decidi não encostar muito naquilo, o que parecia ser uma tarefa impossível, já que estavam quase em todos os lugares. Olhei para o topo de uma daquelas coisas gigantescas e avistei um monte de criaturas pequenininhas, que ficavam fazendo um barulho estranho e irritante, elas voavam de um lado para o outro. Retirei a adaga da minha bainha e avistei uma daquelas criaturas voar contra mim, saí correndo floresta adentro com medo daquele ser desconhecido e tropecei em alguma coisa. Caí com tudo no chão e me coloquei de joelhos, limpando o meu rosto e olhando para trás. Era uma garota... Uma linda garota. Realmente não tinha coisa melhor para eu tropeçar do que em uma garota linda quanto aquela. Me levantei, com a adaga na mão direita e me curvei diante da donzela dizendo com uma voz um pouco ofegante, porém calma:


▬ Bryan Pierce... Desculpe-me por isso, acabei de ser atacado por uma coisa daquelas...


Apontei para aquela criaturazinha que agora estava parada em um galho daquelas outras coisas.


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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Kristen Fowles em Dom Out 23, 2011 5:37 pm

Eu estava totalmente distraída quando um garoto esbara em mim, mas pensei até que enfim algum garoto que tenha realmente educação, não que os outros não tivessem, talvez apenas não demonstrassem que tinham, ou pelo menos eu ainda não havia percebido isso.
-Ah... não foi nada
Digo eu me levantando e olhando na direção em que ele havia apontado o galho, não fazia a menor ideia do que era aquilo, nessa hora pensei, “ por queeeeeee a biologia sempre tem que estar presente na minha vidaaa.... “ eu odiava aquela matéria apesar, de que a mesma envolvia a ciência e assim genes, mas mesmo assim eu era péssima, nunca prestei a atenção nas aulas, mas também nunca iria prestar a atenção.
-Mas o que é isso?
Se eu não sabia, acho que ele também não, mas eu decidi perguntar mesmo assim, acho que a pancada havia afetado o meu cérebro.
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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Bryan D. Pierce em Dom Out 23, 2011 5:47 pm

Descubro um pouco mais sobre o outro mundo...


A garota de pé ficava ainda mais bela, mas havia uma falha de ambas as partes, não tínhamos um conhecimento sobre o mundo exterior. Bem, pelo menos eu tinha a desculpa de morar no submundo e ter que conviver com espíritos, fantasmas, zumbis e esqueletos todos os dias. Guardei a minha adaga na bainha em minha coxa e olhei para a jovem garota, que parecia estar sonolenta. Dei os ombros ao ouvir a sua pergunta e disse um pouco despreocupado:

▬ Não sei ao certo... Mas essas coisas são irritantes, elas não vão parar de piar?!


Respirei fundo e segurei a mão da garota que ainda não se apresentara. Levei-a lentamente a boca e lhe dei um pequeno beijo, soltando-a e me voltando para a garota dizendo enquanto procurava um lugar para me sentar:

▬ Poderia me dar à honra de saber vosso nome?


Me sentei em uma pedra um tanto quanto grande que estava à poucos metros de nós. Fiquei olhando a garota, fascinado por sua beleza, enquanto esperava uma resposta.


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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Lilly Thompson em Sab Nov 19, 2011 1:08 pm

Uma vida sombria... Era tudo o que eu ganhava lendo minha querida Grimoire. Deitei na cama um pouco, tentando me concentrar em pensar na última vez que tivera uma vida normal. Passei umas duas horas suspirando o ar do chalé de Nêmesis, sem mais nada fazer; já que meus irmãos me consideravam uma experiência científica que não deu certo, acho. Deslizei os dedos pela minha face e, decidida a levantar, guardei meu livro e peguei apenas a espada, saindo para passear por alguns lugares.
A floresta... Ah! Que lugar adorável. Era assustador, combinava com o que eu havia me tornado. Toquei o meu colar, observando tudo o que me cercava. Procurei um lugar quieto, onde somente o barulho das folhas farfalhava, sem nenhuma atenção... Eu não chamava atenção. Era uma coisa boa. Sentada alí, sozinha, eu quase podia ouvir os meus próprios pensamentos bloqueados.
Estava frio, um clima perfeito para matar alguma coisa. Fiquei esperando que algo se aproximasse, talvez uma decisão precipitada. Encostada em uma árvore, eu sentia que a temperatura do meu corpo subia.
- Finalmente, em paz.






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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Bryan D. Pierce em Sab Nov 26, 2011 4:48 pm

Saí do chalé de Hades. Estava um dia abafado e não tinha praticamente nada para fazer no mundo inferior, a não ser ficar vendo algumas pessoas serem torturadas, trituradas, estraçalhada entre outroas. Coloquei meu colar, minha jaqueta preta, minha calça jeans escura e meu tenis preto. Fui em direção à pior floresta do acampamento e comecei a caminhar.


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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Victor Pannatier em Sab Nov 26, 2011 6:19 pm

Victor estava um pouco chateado pois nenhum irmão dele fora dar a boas vindas para ele, por o garoto resolveu conhecer o acampamento por si só porem ele se perde e acaba entrando numa floresta, e vai caminhando pela mesma até que entrou tão profundamente na mata que o local se tornou um pouco sombrio, o local daria medo em qual quer um mas O mais novo filho de Poseidon parecia não se importar, pois não estava nem ligando para isso eu queria mais e ficar sozinho e ali era o lugar perfeito até que vejo um garoto andando também pelo local e falo: -Ei também querendo ficar sozinho e refletir um pouco? Victor fica parado esperando a resposta do jovem que era bastante branco e parecia um cadáver de tão branco e pensa "Deve ser filho de Hades eles que costuma ter essa aparencia"
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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Bryan D. Pierce em Sab Nov 26, 2011 6:58 pm

Estava caminhando tranquilamente pela floresta, silenciosa, calma, meu tipo de lugar. Mas todo o silencio terminou quando ouvi um garoto me chamar. Olhei para trás e avistei o garoto. Suspirei e abre um sorriso frio e assassino, que por mais que eu não quisesse era minha marca registrada:

- É... Existem poucos lugares calmos no mundo inferior... E voce?


Parei e esperei o garoto se aproximar, para que assim irmos juntos à qualquer lugar que fosse.


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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Victor Pannatier em Dom Nov 27, 2011 5:50 am

Victor se aproxima do seu suposto primo e começa a caminhar, com o campista após ouvir as palavras do mesmo, Pannatier o responde: -Uhhh!!! interessante você então deve ser meu primo, estou certo? Victor olha pra ele e continua caminhado e volta falar: -Estou cansado das tarefas, que tive que fazer pelo acampamento e vim dar uma volta, mas por não conhecer bem o acampamento, me perdi e vim parar aqui.
O jovem filho de Poseidon continua caminhando com seu suposto primo.


ψ Victor Pannatier ψ


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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Rhys Winchester em Ter Nov 29, 2011 11:45 am

Passeando pelo Camp.

~ Post oo1;
~ Meio da tarde;
~ Rhys, Sellena e Victoria;
~ Floresta do Acampamento Meio-Sangue.


Abri a porta do banheiro e um ar quente saiu de lá. É, eu tinha tomado um banho bem quentinho e por isso o banheiro estava abafado. Saí do pequeno cômodo trajando uma bermuda billabong preta e branca e com minha toalha negra sob os ombros. Marchei até meus aposentos, jogando a toalha na minha cama. Após, abri meu armário e retirei de lá uma camisa branca, logo colocando-a em meu corpo. Dei um ronronado um tanto quanto estranho, e apanhei meu colar, ajeitando-o em meu pescoço enquanto voltava ao banheiro, onde estava minhas havaianas alaranjadas e negras. Ainda no banheiro, passei o pente nos meus cabelos amarronzados, tentando disfarçar a preguiça de arrumá-los. Bufei, girando os calcanhares e caminhando para fora do chalé, rumo à algum lugar do acampamento que eu pouco visitara.

A floresta fora o lugar escolhido, mesmo existindo outros lugares que eu nunca tinha ido. O trajeto não foi muito longo e nem tedioso como eu imaginava que seria. Cheguei na floresta por volta de três e quinze da tarde, onde o sol já estava tomando conta de tudo. Correntes de vento já passavam por ali, balançando as copas das milhares de árvore, em um ritmo desnorteado, ao ponto de ser feio de se ver. Caminhava em passos lentos por entre as árvores, procurando algum lugar confortável para ficar, algo como um campo esverdeado com algumas flores e árvores, próximo a um lago ou rio. Pois é, estava fora da realidade do acampamento, eu estava pedindo demais. Deparei-me com um tronco imensamente imenso, tanto de altura quanto de grossura; aquilo me deixou receoso, portanto me afastei dali, com a sobrancelha direita arqueada. Sentei-me debaixo de uma árvore lotada de folhas verdes e algumas frutas desconhecidas também, e recostei-me nesta, já esticando as pernas e os braços, num espreguiço. Suspirei fundo, pensando no que a vida não me proporcionou: beleza, e consequentemente, uma amada. Fechei meus olhos, à espera de um milagre.


Shake, shake, shake.
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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Victoria Hill em Ter Nov 29, 2011 1:29 pm

Os raios de sol transpassavam a janela, que tinha uma pequena fresta possibilando o ar passar para refrescar o Chalé de Hera. A claridade irritou meus olhos, o suficiente para acordar-me. Estava em um sono tranquilo e leve, que iniciara logo após o almoço. Encontrava-me sozinha no recinto, todos os outros devotos estavam treinando. Porém, eu decidira tirar um dia de folga.
Espreguicei-me enquanto levantava. O lençol estava um pouco desajeitado, devido antes estar deitada sobre. Ajeitei-o, não gostava de imperfeições, ainda mais no Chalé da Rainha Hera.
O local mantinha-se frio, como sempre. Não era muito aconchegante, mas não ousaria a pronunciar as palavras em voz alta, não queria irritar a deusa a qual eu seguia.

Lembrei-me então que eu havia um compromisso, que eu marcara no dia anterior. Que horas já seriam? Sempre após acordar, via-me perdida no espaço e tempo, sem conter noções algumas. Iria me encontrar com Sellena, uma das filhas de Deméter, e Rhys, um dos filhos de Nêmesis. Ambos eram semideuses poderosos, eu almejava um dia efetuar alguma missão com os mesmos.
Vesti uma saia jeans rodada, acompanhada de uma regata rosa de renda. Calcei minha sapatilha rapidamente, já que eu provavelmente estaria atrasada. Escovei meus cabelos, que ajeitaram-se naturalmente. Não maquiei-me, preferia estar sempre natural, achava mais sutil. Logo estava a me retirar do chalé.

Com passos apressados e ritmados, segui em direção à floresta. O anel que havia ganho de minha amiga filha de Apollo estava a refletir um brilho intenso, devido exposto ao sol. Sempre carregava alguma arma comigo. Sendo uma semideusa, nunca estava completamente segura, mesmo no Acampamento Meio-Sangue.
Logo já estava rodeada por árvores de diferentes tamanhos. Algumas belas e floridas, outras assombrosas e atingidas por fungos. Havia uma grande diversidade de vegetação.
Não tínhamos escolhido um lugar exato, portanto, deveria encontrar meus amigos. Esticava o pescoço tentando enxergá-los, até que avistei o filho de Nêmesis. Manti meus passos no mesmo ritmo, enquanto que ia ao seu encontro. O garoto descansava na sombra de uma árvore com folhas verdes e com algumas frutas, parecia tranquilo e pacífico. Seus olhos mantinham-se fechados, pensei em dar meia volta e ir embora, devido indagar que Rhys estava a cochilar. Porém, apenas sentei ao seu lado, enquanto que aguardava a filha de Deméter. Não ousei a pronunciar qualquer palavra, não desejava roubá-lo dos braços de Morfeu.


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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Dimitri Dominic em Sex Dez 16, 2011 8:33 pm


Andando pela floresta


Dimitri estava cansado e queria um tempo a sós para pensar, ele estava tentando entender o por que dele ser um semideus ele só era um garoto idiota que não sabia se relacionar com ninguém. Derrepente enquanto andava pela floresta, cada vez mais adentro, ele começa a ter um flash de memoria... Começaram a reparar onde estavam, aquela praça pequena e tão bem feita que de dia servia como parque de diversões para crianças, a noite parecia um circo dos pesadelos. Uma estranha sensação foi sentida pelos garotos, sensação ainda pior do que da última vez, aquilo poderia acontecer de novo? Antes que pudessem ter a resposta de qualquer questão uma figura que emanava um poder incrível apareceu diante os irmãos, que levantaram-se de imediato.
O sujeito estava completamente coberto por um manto negro, carregava consigo uma foice negra e tinha uma aparência muito parecida com os dois gêmeos. O home andou até os garotos e parou a exatamente dois metros dos rapazes. Deu um sorriso seco e disse com uma voz grave e sombria.
Olá, crianças...Não vão nem mesmo abraçar o pai de vocês? Dizia o homem ainda com o estranho sorriso no rosto.
Os dois garotos não sabiam o que pensar, aquele era o pai deles?, mas como era possível. Eles não sabiam, Damon resolveu perguntar e sem hesitar tomou a frente olhando fixamente para o homem.
Como assim filhos?, quem realmente é você? – Perguntava o garoto escondendo seu medo.
O misterioso deu uma rápida risada, aproximou-se ainda mais dos garotos, deixando-os imóveis apenas com sua energia, era algo formidavelmente sombrio.
-Crianças tolas, eu sou Érebus o Deus das trevas, seu pai...Creio que sua mãe não lhes contou, é claro... Deu uma pequena pausa olhando para o céu e logo voltou a fitar os dois gêmeos. -Se não acreditam, procurem sua mãe e perguntem para ela...Existe um lugar próprio, um lugar onde não se sentirão mais tão deslocados, local onde conseguiram despertar seus poderes ocultos. Eu vi o que fizeram na escola, não foi nada de mais, aquilo é poder que emana descontrolado dentro de vocês, tentando sair, vocês podem controlá-lo. O caminho de vocês já está traçado meus filhos. O Deus com um último sorriso, sumiu em uma nuvem negra como mágica.

O garoto acabara de lembrar do dia que teve alguns dias atrás, isso tudo deixava ele angustiado e com um pouco de raiva, porque sua mão havia escondido isso tudo dele? Dimitri era muito parecido com seu irmão, porem o jovem Dimitri era mais rancoroso, com as coisas. Após ele parar de lembrar das coisas ele volta a caminhar pela floresta, ele agora estava tão dentro da floresta que não sabia mais como voltar, a floresta era densa, a mata agora era fechada.
Dimitri se senta num tronco de madeira que tinha no chão e fica lá pensando na vida, ele não sabia oque faria da vida, só sabia que queria se tornar forte, juntamente com seu irmão, por mais que ele sentisse que ali era seu lugar, ele ainda assim se sentia deslocado e tinha a certeza que seu irmão também sentia o mesmo.




† Dimitri Dominic †


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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Jhones em Qui Dez 22, 2011 11:15 pm

Ficar dentro do chalé de Hermes estava entediante sem nada o que fazer, até que então esperava a bastante tempo meu pai me reclamasse e fui para a floresta do medo apenas com a minha adaga de bronze fraca, mais era a única arma que tinha, então fui andando lentamente andando para o chão e para os lados eufórico e com um pouco de medo, desculpe fui mentiroso agora estava com muito medo!
- Alguém ai? - perguntei falando baixo.
Fiquei esperando que alguém me respondesse.
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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Convidad em Qua Jan 04, 2012 12:18 pm



Em uma caminhada sem rumo, me vi no coração da floresta do medo, um lugar tão escuro e sombrio quanto o Submundo. Carregava comigo a lâmina amaldiçoada, Chaotic Moon. Eu me sentia seguro com a katana presa ao meu flanco. Eu só vestia uma calça jeans surrada, o peito nu escondido somente por um colete de couro. Calçava uma bota negra, nada mais. Os cabelos lisos e negros estavam emaranhados, como se eu houvesse acabado de acordar, o que não era verdade. A preguiça de arrumá-lo antes de sair do chalé de Zeus era enorme. E a pressa para treinar, maior ainda.
Desembainhei minha lâmina, girando seu cabo nos dedos com agilidade. Disparei para frente como um projétil, atingindo minha velocidade máxima. Antes de cruzar com a árvore mais próxima, agarrei o cabo de minha katana com as duas mãos e executei um movimento rápido, penetrando o tronco da árvore com o fio de minha lâmina. Não cheguei a derrubá-la, ainda bem, não estava disposto à acordar os mistérios daquela floresta, não queria enfrentar monstro nenhum. Somente testar meus movimentos.
Embainhei Chaotic Moon e soquei a palma de minha mão, estalando os dedos. Movi o pescoço abruptamente e o estalei também. Cruzei os braços e reiniciei a caminhada, à procura de coisas novas para testar minhas habilidades.

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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Derek Thompson em Qua Jan 04, 2012 1:04 pm

Quanto mais corria, mais eu parecia perdido. De uma hora para a outra, - ou talvez por pura falta de atenção - estava no meio de uma floresta negra de aspectos perturbadores, um local apavorante. Mas, não era hora de perder a calma. Continuando a correr, eu cada vez mais adentrava a floresta. Ao que parecia, tratava-se da Floresta do Medo, local onde "os imortais caminham livremente". — Não importa, se aparecer algum imortal, eu só preciso matá-lo. — pensei, demonstrando de forma indireta minha clara falta de inteligência.

Continuei correndo. O dia estava chato, nada de interessante para se fazer, eu realmente precisava de algum passa-tempo. Eu havia visto alguém, e logo em seguida havia começado a persegui-lo, sem motivo algum. Eis que parei aqui. Minhas roupas estavam completamente sujas, devido as diversas vezes que tombei. Eu o havia perdido, aparentemente. Não era um bom caçador. Estava cansado, e a minha velocidade ia baixando cada vez mais. O pior de tudo, era que ele nem estava fugindo! Parei, levando a mão esquerda á perna e abaixando o rosto, enquanto coçava meu estranho cabelo esverdeado e incomum com a outra mão. Olhei para o lado esquerdo, naquele momento, e avistei o garoto de antes, que caminhava calmamente como se nada estivesse acontecendo. Ri, voltando a minha posição normal, apontando para ele com o dedo indicador, a fim de chamar sua atenção, suspirando em seguida. — Cara, você anda muito rápido. — reclamo, me aproximando dele. Afinal, não passava de uma brincadeira. Olhei ao redor, enquanto levava as mãos para trás da cabeça. — O que te fez vir para esse fim de mundo? — questionei, procurando o motivo de estarmos ali. Continuava convencido de que aquele lugar era perigoso. Eu não o conhecia, mas a minha facilidade em confiar em todos me impedia de ver algum perigo naquele garoto.
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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Convidad em Qua Jan 04, 2012 1:22 pm



Assim que a embainhei, segundos depois, tive que desembainhá-la. Chaotic Moon reluzia quando a empunhei, seu brilho assassino correndo pela lâmina, frenético, em direção ao garoto ofegante à minha frente. Um semideus, não um monstro. Girei o cabo da katana nos dedos novamente e ágil, embainhei-a novamente, suspirando de alívio. O garoto provavelmente me seguia, disse que eu caminhava rápido demais. Sorri em resposta, o orgulho eminente estampado nos lábios.
— O que te fez vir para esse fim de mundo? — perguntou ele.
Fitei seu rosto, à procura de uma resposta.
— Não faço ideia. Talvez um GPS imaginário, se é que isso faz sentido.
Direcionei meu olhar para a copa de uma das árvores, distraído. Agarrei a bainha presa ao meu flanco e a apertei na palma da mão. Voltei-me para o garoto e mordi os lábios, levemente ruborizado. Eu não me saía muito bem ao me apresentar para alguém.
— Eu sou Harry, filho de Zeus. E você? — perguntei, balançando-me de um lado para o outro.

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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Derek Thompson em Qua Jan 04, 2012 4:07 pm

Ele demonstrava-se um tanto nervoso com a sua presença ali, de início. Não era de se esperar mais nada, estando ambos em um local como este. Sorri, ao ouvir sua resposta. Cansado, agachei-me, sentando no chão, suspirando em seguida. Fitei-o, ao notar que ele continuava a mexer na bainha de sua espada. Ri, ao ouvi-lo se apresentando. Ainda não havia conhecido nenhum filho de Zeus no acampamento. — Me chame de Derek. — falei. Não tinha o costume de falar o nome de meu pai.
Permaneci em silêncio por alguns segundos, tinha dificuldade em criar assunto com pessoas desconhecidas. Pensei, voltando a fitá-lo em seguida. Já estava me acostumando com aquele local... — Então, um GPS imaginário? — disse, rindo. — É uma boa ideia. Eu tenho várias ideias desse tipo. Uma meia cheia de carne congelada pode derrubar um monstro em questão de segundos. — falei, estampando em meu rosto uma expressão de superioridade devido ao meu elevado grau de ideias geniais. Fiquei quieto, rindo sozinho, esperando que ele dissesse alguma coisa.
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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Convidad em Qua Jan 04, 2012 7:52 pm



Abri um sorriso, fitando o chão.
— Uma meia cheia de carne não é algo muito higiênico, mas se diz que funciona, acredito em você. — digo, direcionando o sorriso ao garoto, Derek. Fiz o mesmo que o garoto fizera, me agachei e sentei-me na posição de lótus. Apoiei meu queixo em uma mão e repousei o braço em meu joelho. Com a mão livre, arranquei minha bainha de meu flanco e a repousei do meu lado, cuidadosamente.
— Há quanto tempo chegou no Acampamento? — indago, fitando o "nada".

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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

Mensagem por Derek Thompson em Qui Jan 05, 2012 5:51 pm

Cocei a cabeça, fitando o céu. Abracei os joelhos em seguida, ainda sentado. Ouvi Harry falando, e neste momento direcionei meu olhar novamente para ele. Sorrindo de canto. — Pra te falar a verdade eu nunca testei em monstros. Mas eu usava para derrubar meus amigos, então deve funcionar. — ri, direcionando meu olhar para o chão. — Depende. — pausei, suspirando. — Estou aqui a aproximadamente dez dias. Mas podemos considerar dez e meio, se contar que eu fiquei a metade do dia dormindo do lado de fora antes de entrar. — comenta, fitando-o mais uma vez. — Continuo tentando entender o motivo de nós estarmos conversando num lugar como esse. — sorri, olhando ao redor.
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Re: ☼ Local público : Floresta do medo.

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