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One Post - Jane A. Pervensie — Retorne o mais rápido que puder..

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One Post - Jane A. Pervensie — Retorne o mais rápido que puder..

Mensagem por Hefesto em Sab Out 27, 2012 1:05 pm


A Necromante de Érebus fora mandada em uma missão pelo acampamento visando ajudar um campista ferido e adiantar as coisas levando de volta ao acampamento a bolsa que ele estava carregando o mais rápido possível. Depois de uma inspeção na bolsa – o que seria mais normal – percebera que ali estavam um colar com seu pingente em forma de foice, uma corda, um estranho bracelete de couro com adornos desenhados, um pacote que parecia ser comida e água.
Agora ela precisava voltar, e fazer valer a morte do campista que a salvara mais cedo, e o mesmo que esta fora mandada ao resgate.
Dados da Missão:

♦ 3 dias de postagem.
♦ Deve voltar ao acampamento com cuidado, vários monstros estão a espreita querendo a bolsa.
♦ Deve conseguir seu meio de transporte.
♦ O campista era outro Necromante.
♦ Deve voltar ao acampamento e informar a Quíron dos ocorridos.
♦ Sem limite de linhas, palavras ou itens.
♦ Poderá ter surpresas se o post exceder as expectativas.
♦ Boa sorte.



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Re: One Post - Jane A. Pervensie — Retorne o mais rápido que puder..

Mensagem por Hefesto em Seg Out 29, 2012 11:30 am

Prazo prolomgado.

Att.


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Re: One Post - Jane A. Pervensie — Retorne o mais rápido que puder..

Mensagem por Jane A. Pervensie em Qui Nov 01, 2012 1:45 pm


everybody just needs to give me a break sometimes
Ice Princess
Being a diva, it's just not at easy as everybody thinks

Eu jamais poderia adivinhar que chegaria um momento em minha vida que eu desejaria profundamente ter nascido filha de Hermes, mas esse momento chegara agora. Eu me encontrava num beco escuro (essa não era a parte necessariamente ruim, já que desde que eu me tornara Necromante de Érebus as sombras não me incomodavam) tentando abrir a droga da porta dos fundos de um cassino fechado e empoeirado sem muito sucesso. Eu podia sentir suas auras, as trevas vindo dali de dentro não eram de mortais, nem sequer de semideuses.

Ouvi passos próximos junto com risadas. Mortais. Considerando onde eu estava provavelmente não seria a coisa mais segura ficar parada ali, pelo menos não se não desejasse matar alguém que não um monstro hoje. Dei um passo para trás respirando fundo e tentando raciocinar rápido. Umidade. Água estava presente em todo o ar. Lembrava de que quando havia chegado no acampamento, a criocinese, palavra que os mortais usam para descrever a manipulação de gelo, era pra mim ainda bem difícil, lembro que ficava minutos tentando congelar a água e ainda assim não era muito efetivo. Mas agora, depois de incessantes treinamentos, essa técnica estava aperfeiçoada de forma que isso era como respirar para mim. Simples, rápido, fácil e... Natural. Uma chave de gelo formou-se a partir das partículas de água no ar que com a mente eu havia acabado de congelar. Virei a chave rapidamente e adentrei o local fechando a porta cuidadosamente atrás de mim.

Meus passos eram suaves, tentava andar de modo com que nenhum dos monstros que poderiam possivelmente escutar. - Estou te dizendo - disse uma voz bronca próxima de mim. Encostei-me contra a parede do corredor torcendo para que não fosse vista - Sinto cheiro de meio-sangue - Prosseguiu a primeira voz. Outro respirou fundo como se estivesse cansado de ouvir aquela mesma coisa - Ok

Me escondi atrás de uma pilastra contendo a minha respiração para que fizesse o mínimo de ruído possível, eu ainda usava as luvas da invisibilidade, mas não via a necessidade de ativar esse poder nesse momento, eu poderia precisar usá-lo mais tarde para algo mais importante. O monstro se aproximou, eu podia sentir sua aura se movendo na escuridão. Andei na ponta dos pés colocando-me do outro lado da pilastra aos poucos, fazendo com que a criatura passasse por mim sem notar a minha presença. O som de seus passos ficou mais alto e claro, ela parou por um tempo provavelmente tentando sentir de onde vinha o cheiro de meio-sangue que ela havia mencionado antes. Se ao menos ela tivesse feito isso um pouco mais cedo, teria a chance de me matar, mas agora, a morte ela certa para ela. Tirei do braço o bracelete que imediatamente transformou-se em uma reluzente adaga de ouro imperial e com um golpe rápido arranquei-lhe a cabeça sem que ela tivesse sequer a chance de ver o que a atingira. Era uma dracaena. Observei seu corpo reptílico se desfazer em pó dourado, e avancei.

Era um corredor longo, seu chão estava coberto com um tapete vermelho que agora mais parecia cor-de-rosa de tão empoeirado. Apressei o passo, se tinham monstros aqui então muito provavelmente o semideus que eu viera resgatar estava com eles, e se eu demorasse muito... Forcei-me a não pensar no que podia acontecer. Virei o corredor entrando por um portão amplo que imaginei dar para o salão principal. Eu não poderia estar mais certa. Um enorme lugar que certamente costuma ser um luxuoso salão de festas caía no esquecimento. Um lustre de cristal pendia quebrado no teto sem luzes algumas acesas. Sinceramente, eu tinha que agradecer a minha visão no escuro algumas vezes.

Deitado no chão se encontrava um garoto, devia ter seus 13 ou 14 anos. Corri até ele ajoelhando-me ao seu lado. Seus olhos estavam abertos, mas pareciam vagos e distantes, suas mãos estavam frias e já não tinham pulsação alguma. Ele estava morto. Se eu não fosse filha de Quione não sei o que poderia ter acontecido depois disso. Poderia ter ficado com raiva e sair quebrando tudo e denunciando minha presença, ou mesmo começar a chorar, o que me tornaria vulnerável. Blindei meus sentimentos a medida que a avalanche de emoções começava a tomar conta. Ao lado do garoto se encontrava uma bolsa preta, seu conteúdo era provavelmente o que ele tentava levar para o acampamento. Peguei-a, revistando seu conteúdo. O choque me perpassou como uma faca. Lá se encontravam um colar com seu pingente em forma de foice, uma corda, um estranho bracelete de couro com adornos desenhados, um pacote que parecia ser comida e água. O garoto era um necromante.

Antes que eu pudesse fazer qualquer coisa, algo foi arremessado contra mim, nõ tive tempo de ver se era uma adaga ou uma espada, por instinto desviei da lâmina abaixando-me e rolando para o lado. Uma horrível fumaça começava a surgir em excesso, impedindo que eu enxergasse qualquer coisa. Eu havia deixado a bolsa para trás junto do garoto mas esta já não se encontrava mais junto dele - Sssinto muito sssemideusa masss terei de ficar com isso... Morra aqui com seu companheiro das sssssombrasss. - Uma voz sibilou fazendo-me suspeitar de que fosse a outra dracaena. Eu não tinha muito tempo. A fumaça do lugar havia sido provocada pelo enorme incêndio que se alastrava queimando a porta de entrada. Mesmo que eu pudesse passar por ali me gastaria muito poder e energia e eu não podia me dar ao luxo de não estar completamente preparada para uma possível luta que aconteceria logo. Então eu corri para a escada, no caminho oposto a porta de entrada, eu já não conseguia raciocinar nada apenas agia por puro impulso e instinto de sobrevivência em batalha, algo que todos os semideuses tinham em excesso.

Cheguei ao segundo andar localizando logo uma enorme janela, provavelmente feita para observar a linda vista de Los Angeles a qual agora eu não tinha o tempo para aproveitar. Chutei a janela com força fazendo cacos de vidro se estilhaçarem por todo lado. Localizei com os olhos um carro que estava estacionado logo embaixo da minha janela. E então eu saltei. A adrenalina percorria meu corpo a medida que eu caía, mas na hora em que, eu se fosse uma pessoa normal, teria me esborrachado no chão, uma névoa branca fez de meu pouso, tão suave quanto o de um floco de neve. O impacto foi quase nulo. Meus pés tocaram o teto do carro com tamanha leveza que eu poderia ter feito um pequeno passo de ballet. Toquei o carro com as duas mãos passando para ele as trevas que fizeram ele sozinho, ligar e começar a andar. Embora toda a confusão na qual eu estava metida fosse muito estressante, tenho que admitir, fazer isso foi muito legal.

Não foi bem uma viagem de carro como nos filmes no estilo "Siga aquele carro" mas foi certamente semelhante. Exceto é claro que eu não estava exatamente dentro do carro como em cima dele, não tinha ninguém o dirigindo, e que eu não estava seguindo uma pessoa tanto quanto estava seguindo um monstro meio pessoa meio cobra. Ainda assim, a comparação não deixa de ser válida. O incêndio no prédio do velho cassino se alastrou atrás de mim fazendo todo o lugar sucumbir às chamas o que provavelmente fizera a mulher-cobra pensar que seu plano de me matar tinha dado certo. Ela parou em frente a uma enorme mansão, de onde já era possível ler as letras de "Hollywood" que ficaram tão famosas. Eu tiraria uma foto se eu não estivesse , sabe, em uma louca missão para matar monstros e recuperar uma bolsa cheia dos pertences de um cara morto.

Desci do carro, dessa vez ativando as luvas de couro e tornando-me invisível. Seu efeito não seria muito duradouro então era melhor eu fazer o que viera fazer antes que desse algum problema. A mostrenga idiota, confiante em seu suposto sucesso em pegar a bolsa e me matar entrou na mansão deixando a porta de entrada aberta para mim. Depois disso não foi muito difícil. Ela abriu a boca para dizer alguma coisa, mas antes que pudesse fazê-lo, enfiei minha adaga em suas costas transformando-a em cinzas douradas no exato momento em que a minha invisibilidade acabava.

Um garoto me olhava assustado, a criatura se dissolver em pó e eu aparecer atrás dela do nada. Eu o conhecia. Dean Halloway. Filho de Deméter e um dos meus queridos "aprendizes". ele havia sumido do acampamento há muito tempo, nenhuma equipe de busca havia conseguido o encontrar e agora ele estava ali, na minha frente. Eu não pensei. E isso foi a coisa mais idiota que eu poderia ter feito. Corri até ele jogando meus braços envolta de seu pescoço abraçando-o - Você está bem? O que aconteceu? - minha voz tremia, instável enquanto eu sem querer deixava minhas emoções voltarem. Eu havia me apegado a todos meus aprendizes, e quando ele desapareceu, fora muito difícil para mim aceitar que não fora minha culpa. Sempre pensando que eu não tinha o treinado suficiente para que ele pudesse sobreviver e voltar ao acampamento são e salvo. Por cima do ombro dele vi a adaga em minha mão direita reluzir, refletindo o que aconteceria no futuro. Na imagem eu abraçava o filho de Deméter e ele falava qualquer coisa, como se estivesse dizendo que estava bem, e em seguida me esfaqueava pelas costas. - Eu est... - Antes que ele terminasse de falar, me teletransportei para longe dele enquanto ele preparava sua adaga para me matar, percebendo um segundo mais tarde, que eu já não estava mais lá. Um sorriso surgiu em seus lábios.

-Estava mesmo parecendo muito fácil... - disse ele - Devia saber que não seria, já que foi você que me ensinou tudo sobre ataques surpresas, não foi... Mestra? - Minhas emoções sumiram de novo, embora eu ainda não conseguisse pensar em algo inteligente para dizer. As sombras em volta de mim aumentaram, como se estivessem esperando, ansiosas para matar. Ao mesmo tempo em que enormes lanças negras partiram de mim para atacá-lo, várias raízes surgiram do chão, intrincando-se em um poderoso escudo de plantas, que não só bloquearam o ataque como se atiraram em minha direção como que para me atacar. As plantas, ao chegarem perto o suficiente de mim congelaram, e com um forte chute meu, se quebraram.

-Mas seu fraco sempre foi combate corpo a corpo - disse ele - Te falta velocidade... - Ele passou do meu lado correndo e faz um corte superficial em meu braço, rápido demais para que eu pudesse acompanhá-lo - Te falta força - Ele deferiu um golpe contra mim que por sorte eu consegui desviar - ...E agilidade - a partir do meu desvio ele conseguiu deferir outro golpe, dessa vez acertando-me em cheio na barriga, rasgando parcialmente minha blusa me fazendo cair longe. Ok, ele estava pedindo por isso. Pulei partindo para cima dele, enquanto transformava-me parcialmente ainda no ar. Ganhei olhos, orelhas, garras e dentes afiados de uma tigresa, fora a força e agilidade felinas (Clique AQUI). Nem toda sua força, velocidade e agilidade poderiam se comparar com as de uma tigresa. Golpeei-o arranhando-o no braço e depois nas costas, com movimentos tão rápidos que eu me tornava quase um borrão, tornando quase impossível para ele repelir meus ataques constantes.

Uma planta espinhosa chicoteou a minha perna fazendo um pequeno machucado em meu tornozelo, que eu ignorei, retomando a luta. Ele agora se distanciava, sendo envolvido por escudos de plantas - Meus aprendizes não se escondem! - Falei friamente, minha voz ampliando-se na sala como um vento frio - Eles lutam! - Oito arcos trevosos irromperam contra ele explodindo ao contato com as plantas e deixando-o novamente desprotegido e proporcionando mais uma abertura para meus ataques.

Pulei para cima dele, atacando com uma combinação perfeita de golpes, mas quando ia nocauteá-lo, sua mão segurou meu pulso impedindo-me de prosseguir com o ataque. Tentei usar minha força felina para me livrar daquilo e matá-lo logo mas já podia sentir minha força se esvaindo - Como...? - Perguntei, meus olhos arregalados de espanto. O garoto sorriu. - O problema é, Jane... Que eu não sou mais seu aprendiz - Ele me chutou para longe aonde raizes me agarraram no ar envolvendo meus braços e minhas pernas impedindo qualquer tentativa de ataque minha.

- Veneno... - disse, raciocinando lentamente - Meu tornozelo, o espinho... - tudo voltou para mim como se eu estivesse acabado de acordar. O sorriso de Dean se ampliou - Tá vendo? Até que você é inteligente. se ao menos fosse mais rápida... - ele deu uma risadinha se aproximando de mim - Casa bonita não é? Era de uma garota no acampamento. Amber Pallas... Você se lembra dela, não Jane? Era uma de suas aprendizes também - Ele deu um riso seco enquanto andava circulando-me - Muito fácil de enganar, ela chegou a pensar que essa seria uma casa aonde você poderia nos treinar...

-Seu... - Não consegui achar uma palavra ruim o suficiente para descrevê-lo e me impulsionei para frente fazendo força para me livrar das raízes. Estas só se apertaram em torno de mim, seus espinhos cortando minhas roupas e a pele debaixo delas. Ele me ignorou e prosseguiu com seu discurso.

- Esse é o meu veneno favorito, deixa a pessoa imediatamente paralisada - ele pareceu pensativo - Me surpreendi muito de você ter conseguido lutar tanto após ser atingida por ele... Você... - Ele segurou meu rosto forçando-me a encará-lo nos olhos -Ficou muito forte Jane, com os poderes do seu senhor das Trevas, e eu pensei... Por que não pegar esse poder pra mim? - ele gesticulou para a bolsa do outro necromante que havia morrido - Amber morreu aqui. Mesmo sem a sua resistência foram duas longas horas paralisada até que finalmente não resistiu e morreu... Mas pense pelo lado positivo, agora eu tenho essa casa, e olhe o quão linda é essa decoração! - Ele disse rindo sarcasticamente como se tudo aquilo fosse simplesmente uma grande piada - Mas eu não posso te deixar morrer assim não é Jane? Nãao... Para você, vou fazer questão de que seja uma morte lenta e dolorosa - ele pegou a adaga da minha mão e fez um corte superficial em minha barriga. Eu não contive um grito, tentei lutar, mas meus membros ficavam progressivamente mais fracos e as raízes se apertavam em minha pele fazendo a dor ficar ainda maior.

Por final desisti de lutar. as raízes se afrouxaram sem o entanto, me libertar. Levantei minha cabeça olhando com uma expressão divertida - Você se lembra da primeira vez que nos vimos Dean? - Minha voz parecia rouca e fantasmagórica - Você tinha arranjado uma briga com um filho de Poseidon, e mal sabia usar a fitocinese, então desesperado, resolveu pegar a primeira coisa que viu por porto. Uma mangueira. Por um segundo tinha se esquecido completamente de com quem estava lidando e tentou confundi-lo jogando água nele para que desse tempo para você correr... Se eu não chegasse lá naquela hora e congelasse aquela água, você teria sido afogado pela própria estupidez. - Narrei a história calmamente. Ele riu novamente, só que dessa vez parecia mais alterado, nervoso - Você realmente vai apelar pelo sentimentalismo? Isso é ridículo, mesmo pra você - zombou ele.

Ignorei-o, continuando a falar - Você se lembra do que eu te disse naquele dia? A coisa mais básica numa luta? - Eu não precisei dizer estas palavras em voz alta, pela sua expressão estava mais que claro que ele se lembrava. - Eu sou melhor do que você! Eu estou em pé aqui enquanto você morre, não tente me dar uma lição! - seu tom pareceu abandonar de vez a zombaria, passando para uma irritação agradável aos meus ouvidos. Ele deu mais um golpe com a adaga, dessa vez em meu braço.

- Eu te entendo agora Halloway... - disse, um sorriso sombrio brincando em meus lábios - Sua maldade, sua vontade de ver outros sofrerem o torna poderoso... Suas trevas internas o tornam poderoso... Mas eu já havia te alertado antes... Nunca use o elemento do inimigo contra ele - Ele deu um passo para trás - E você, cismado em esquecer tudo que aprendeu, simplesmente não se lembrou disso... Que garoto teimoso... - A medida com que eu falava minhas palavras iam se tornando mais poderosas. - Eu vejo as trevas em você! E eu as quero! - assim que eu disse essas palavras algo aconteceu. O efeito do veneno em mim foi passando a medida com que o oposto acontecia com o garoto filho de Deméter.

- O que você...? - Ele começou a perguntar, o pavor tingindo sua voz enquanto ele perdia a habilidade de se mover e caía no chão, imóvel. - Isso? Você só está provando do seu próprio remédio... - Comecei a dizer, enquanto sentia minha força voltando. as raízes em torno de mim congelaram-se e se quebraram fazendo uma pequena chuva de estilhaços de gelo - Mas não se preocupe! Você ainda tem duas horas para aproveitar essa linda decoração - disse enquanto pegava a bolsa e me teletransportava nas sombras pra bem longe dali.

Apareci em meio a uma confusão de semideuses na casa grande. Tudo que estava acontecendo até o momento, parou e todos me olharam perplexos esperando ouvir a minha história sobre o que tinha acontecido. Contei a Quíron e inevitavelmente aos semideuses em volta do centauro o que tinha acontecido e entreguei-lhe a bolsa com os pertences do necromante morto. Assim que terminei de falar um dos semideuses me perguntou, surpreso - E você simplesmente o deixou morrer? Ele era um campista! - exclamou ele, furioso. Olhei friamente para ele - Ele era um traidor. Eu não salvo traidores. Eu mato eles. Agora se algum de vocês quiser se voluntariar para resgatá-lo, boa sorte, vocês tem - olhei no relógio - Uma hora e meia para fazê-lo! - respondi sem paciência.
Poderes Utilizados:

❄ Criocinese avançado: A manipulação é total e você pode criar o que quiser com o gelo dando as formas que quiser. Porém lembre-se do gasto de energia para coisas de grande porte. Também agora é possível congelar completamente a pessoa.

Umbracinese Avançada: Pode criar quase tudo de acordo com a criatividade, sendo feito a qualquer momento porém sempre preferível em locais sombrios ou na presença de sombras. Pode teletransportar-se a longas distâncias e criar esferas negras fortes.

Arcos Trevosos III: Quando meus necromantes se concentram, oito arcos verticais de sombras, no máximo se formam, podendo assim serem lançados. Agora terão uma boa capacidade de corte, podendo rasgar (quebrar) as coisas que tocarem. Além que poderão explodir ao atingir o alvo.

Possessão das Trevas: Capacidade Ao tocar em algo, de seu toque sairá uma energia escura que cobrirá o “algo” como uma segunda pele negra e com leves traços avermelhados. Quando finalmente coberto, o “algo” passa a ser controlado pelo filho de Érebus até que este se afaste por um turno. Um exemplo disso é pular encima de um caminhão e tocá-lo, ao fazer a possessão poderá controlá-lo de cima, sem necessidade de estar dirigindo.

Level 16 • Transmorfismo animal obscuro: Capacidade de se transformar total ou parcialmente em animal. É possível ter as garras de um urso, o veneno de uma cobra, ou o sensor de eletricidade de um tubarão. Não será um animal comum, pois estará revestido por uma escuridão e sempre terá a cor negra. Cada membro deverá mandar-me por MP o animal que desejar. Lembrando um animal apenas. Animal escolhido Tigresa, pode se transformar parcialmente ou total neste animal, podendo usufruir da velocidade, agilidade, força, visão noturna, do olfato aguçado, das garras afiadas e das presas afiadas.Lembrando que tem que estar transformada ou parcialmente para usar as habilidades.

Regeneração Trevosa: Se seu oponente for alguém muito desequilibrado ou de más intenções, você poderá extrair de seu interior as trevas necessárias para a sua própria recuperação, caso não esteja com o MP e/ou HP completos. O quanto você ganha de energia, seu inimigo perde na dele, mas cuidado, se seu inimigo não for de fato maligno ou estiver ligado a algum Deus de luz, o inverso acontece. ~Créditos à Jane~
Armas Utilizadas:

○ Nocten [Luva de couro com detalhes em roxo bordados que permite ao usuário ativá-la e ficar invisivel por dois turnos. Presente de aniversário.]

○ Speculum [Um bracelete de Ouro Imperial capaz de se tornar uma adaga. Uma vez por missão a adaga reflete em sua superfície algo que vai acontecer no futuro. Presente de Aniversário.] {By: Quione}





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Re: One Post - Jane A. Pervensie — Retorne o mais rápido que puder..

Mensagem por Hefesto em Qui Nov 01, 2012 2:45 pm

MIssão excelente, prendeu minha atenção a cada segundo. Só acho que dava pra desenvolver um pouco mais e deixar ainda melhor, tome isso como conselho.

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ATUALIZADA!


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Re: One Post - Jane A. Pervensie — Retorne o mais rápido que puder..

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