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"Midnight Orchestra" [Vol. 1: A batalha de Geffenya]

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"Midnight Orchestra" [Vol. 1: A batalha de Geffenya]

Mensagem por Tarkayn Baratheon em Ter Maio 24, 2011 7:16 pm

Oi, cara de boi. q
Bom, essa fanfic é uma simples escrita sobre sonhos meus, misturados a milhares de coisas notáveis que eu já vi em minha vida. Ela é uma junção de tudo aquilo que eu já vi e sonhei, criando um mundo alternativo que pode se assemelhar com alguns livros, filmes e animês que vocês já viram. No desenrolar da história vocês irão perceber que ela tem uma série de elementos fictícios misturados. Espero agradar vocês, boa leitura, aqui vem o Prólogo.





_________________________________________________________________________________________
~X~ Prólogo ~X~

•••

A leve brisa gelada acariciava as árvores do vale com delicadeza, tornando o local frio, porém um frio que era suportável. Somwedy, o país mais isolado no continente de Geffenya. O vale mantinha seu ar de maldade, morte e más sensações que causavam arrepios em qualquer humano que se aproximasse daquele local. Um espectro tocou o ar com a ponta de seu dedo cadavérico. Suspirou, olhando o canto iluminado do vale com um olhar sagaz de curiosidade.
- Preparem-se, se algum de vocês falhar terei prazer em destruí-los.
As palavras saíram dos lábios do Espectro, como uma lâmina corta o ar. Em volta dele, nove soldados zumbis, se ajeitaram entre os arbustos na intenção de ocultar suas existências. O cheiro deles era terrivelmente ruim, fediam mais do que carniça. Seus corpos eram apodrecidos, mas fortes o suficiente para empunhar suas espadas, e pistolas carregadas com balas de fogo, criadas pela magia do Espectro. O espectro sussurrou palavras antigas, e desapareceu em uma sombra que se originou do solo. Do outro lado do vale, um garoto se aproximava trotando em seu cavalo negro. Seu cabelo era ruivo, Olhos verdes, como o céu que brilhava naquele dia frio. Tinha uma expressão jovial e sonhadora. Suas roupas eram elegantes, mas por cima delas podia se ver uma espécie de sobretudo com um símbolo bordado. O símbolo dos exorcistas de Geffenya. O sobretudo era azul, com detalhes prateados. Os soldados cheiraram o ar, sentindo a aproximação do pequeno jovem e seu cavalo, que tinha a crina chicoteada pelo vento que começava a se formar dentro do vale.
- Loyd, acho que a gente chegou. De acordo com as minhas instruções a pedra está por aqui.
Disse o garoto, aparentemente colocando essas palavras para si mesmo, mas conversando com seu cavalo. Desceu do cavalo, pousando ao chão suavemente. Se a percepção dos soldados zumbis não fossem tão boas, nem ao menos teriam percebido que ele desceu de seu cavalo. A movimentação começou a ficar mais visível, e o garoto notou que haviam anormalidades por perto. Colocou a mão por dentro de seu sobretudo, pegando um pequeno martelo. Deu mais alguns passos em direção aos arbustos, cautelosamente, observando cada folha. Ao chegar perto o suficiente, um dos soldados zumbis urrou, revelando sua localização e de seus semelhantes. O garoto deu um salto para trás, apontando o pequeno martelo para o céu e gritando.
- “Innocence”, Ativar!
O martelo brilhou de maneira tão intensa, que o vale ficou iluminado por breves segundos, então ele apontou ele para frente enquanto a luz se esvaia. Os soldados se aproximavam dele, cinco deles com espadas afiadas visando acabar com o garoto os outros quatro que haviam sobrado, continuavam escondidos com suas pistolas em mão, esperando o momento certo de acabar com o garoto.
- “Cresça e se rebele, Odayaku.”
Outra vez as palavras saíram de seus lábios com um tom de ódio e o pequeno martelo se tornou enorme, do tamanho de uma de uma porta, e a largura dele era como o corpo de um anão. Com a primeira pancada, ele lançou dois soldados ao ar, os mesmos no percurso em direção ao céu, viraram uma poeira cinza. Os outros três o cercaram, e trocaram golpes alternados para atingi-lo, mas antes que percebessem ele havia dado um salto sobre-humano, ficando de pé elegantemente no galho de uma das árvores do vale.
- Meu nome é Lavi, zumbizinhos ridículos. E eu v...
Antes que ele completasse a frase os zumbis armados se revelaram, disparando contra ele. Novamente saltou, pousando ao chão com destreza. Puxou o martelo para trás o levantando com seus braços e o bateu contra o chão usando toda a força que conseguiu armazenar. O solo tremeu e um tremendo barulho zuniu por todo o vale. Os zumbis que estavam perto dele com as espadas viraram poeira, junto com os armados que mesmo longe do golpe não suportaram a pressão. Lavi sorriu, como uma criança sorri quando ganha um pirulito e andou em direção a Loyd, pronto para montá-lo. Ao montar em seu cavalo, cavalgou até o centro do vale onde deveria estar a pedra divina, porém...
- Tarde demais, Exorcista.
Era a mesma voz cortante do Espectro, que estava ao lado de uma árvore olhando diretamente para Lavi, com a pedra em suas mãos negras. Lavi desceu do cavalo cautelosamente e observou a pedra. A pedra era azulada, com veias brancas por dentro de si, visivelmente mágica. Lavi olhou para o espectro e um arrepio conduziu seu corpo ao chão, o fazendo desabar de joelhos. Sem conseguir dizer nada ele olhava nos olhos castanho-avermelhados do espectro negro, em sua frente.
- Q-Quem é você...?
Disse Lavi com dificuldade. O espectro deu uma risada rígida, que fez os pelos do corpo de Lavi se eriçarem completamente.
- Eu sou um enviado do inferno, para capturar a pedra sagrada que nasceu no vale sombrio de Somwedy. Percebo que os deuses não perderam tempo e enviaram um subordinado também. Pena que você chegou muito tarde criança.
O espectro se aproximou de Lavi, levitando e com um olhar sombrio. Quando ia tocá-lo, a ponta de seu dedo brilhou com uma luz verde, porém sombria. Lavi não conseguia mexer qualquer parte do seu corpo, apenas fechou os olhos esperando pela morte iminente. “BOOM”. Uma explosão ocorreu no momento em que Lavi se conformava com o fim e diante de seus olhos a visão mais linda ocorreu. Lorena estava de pé, ao seu lado. Seus cabelos negros, eram longos. Chicoteavam o ar devido ao vento que açoitava o vale. Os olhos dela, intensamente de um azul claro que deixou Lavi paralisado. Usava um manto branco por cima do corpo e estava com duas espadas em sua mão. O espectro recuou, com o braço ferido, talvez devido ao poder de Lorena.
- Hm... Recuso apresentações, acho que é hora de me retirar. – Disse o espectro.
- ESPERE! – Gritou Lorena revelando uma voz doce, mas rigorosa. – Você não vai levar a ped...
Não teve tempo de finalizar suas palavras, o espectro já havia entrado em suas sombras e fugido covardemente. Lorena se abaixou ficando ao lado de Lavi, que abriu um sorriso largo ao ver que ela parecia preocupada.
- Lori... Você veio me salvar.
Os olhos dele brilhavam, mas ela o agarrou pela gola do sobretudo e o pôs de pé com violência.
- LAVI! O que você pensa que está fazendo?! Vir ao vale só?! Aquele espectro poderia ter tirado sua vida, seu idiota!
Lavi se encolheu, ficando com um olhar amedrontado, enquanto Lorena se aproximava dele com fúria nos olhos, mas demonstrando uma preocupação oculta.
- Desculpe-me...
Disse Lavi abaixando o olhar. Lorena se aproximou dele e o abraçou, passando as mãos em volta da cintura do garoto e colando o corpo ao dele. Ela fechou os olhos e ele também, passando as mãos pelo corpo dela e retribuindo o caloroso abraço.
A Pedra roubada poderia decidir o curso da guerra que se aproximava de Geffenya. Os problemas com ataques agora seriam dobrados, mas um amor podia surgir mesmo que no frio mais intenso, nas chamas mais crepitantes. A guerra se aproxima, o mal vai ressurgir e todos irão se unir, e essa será... A Orquestra da Meia-noite.




"Demorei uma hora em conhecer-te...
E só um dia em apaixonar-me.
Mas me levará toda uma vida...
...conseguir esquecer-te." <3
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Re: "Midnight Orchestra" [Vol. 1: A batalha de Geffenya]

Mensagem por Alyss S. Tyrell em Dom Maio 29, 2011 6:08 pm

*OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO*
Perfeito, eu amei. *o* Você é muito divo. *-*




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Re: "Midnight Orchestra" [Vol. 1: A batalha de Geffenya]

Mensagem por Melissa em Sab Jun 04, 2011 11:32 am

Perfeito²
É muito divo mesmo momys *---*//maisémeu u_u'


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Re: "Midnight Orchestra" [Vol. 1: A batalha de Geffenya]

Mensagem por Caos em Dom Jun 05, 2011 4:11 pm

Tarkayn sua fic está muito LLLLLLLLLLLOOLLLLLLLLLLLL
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Re: "Midnight Orchestra" [Vol. 1: A batalha de Geffenya]

Mensagem por Hefesto.. em Sex Jun 17, 2011 4:16 pm

“Innocence”, Ativar
!


D. Gray Man? '-'


fico muito foda *u*





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Re: "Midnight Orchestra" [Vol. 1: A batalha de Geffenya]

Mensagem por Tarkayn Baratheon em Ter Jun 21, 2011 11:56 pm

Exato, D. Gray. Meu animangá favorito. XDDD'

~X~ ~~ Capítulo 1 – O Império e o Inferno ~~ ~X~

•••



Lorena convenceu a Lavi voltar para Einbroch, depois que ele se recuperou do choque causado pelos poderes do espectro. Os espectros eram uma raça que muitos acreditavam nem existir mais, devido a destruição do portal que conduzia os seres amaldiçoados do inferno, para a dimensão dos humanos. Mas agora, se acredita que o “Diabo” voltou pronto para guerrear por seus objetivos, conseguindo uma outra maneira de seus subordinados atravessarem a passagem das dimensões. Os deuses, por sua vez, também deram um jeito de renascer seus subordinados para entrarem na batalha. Lavi, um dos exorcistas de Geffenya, era uma prova viva de que o bem maior ainda existia e amava os humanos o suficiente para lhes dar poder com o qual lutassem contra as forças do Inferno. Assim como o renascer dos “Avatar” aconteceu. Os deuses voltaram a preparar humanos para receberem uma quantia de seus poderes e se tornarem guardiões de Geffenya. Maya, a deusa do fogo e da beleza, escolheu Lorena como sua avatar. Lorena defendia o título com unhas e dentes, uma garota bela, com uma determinação de ouro e independente. O Inferno, tem seus segredos, antes revelados por um Bookman. Syon, o antigo Bookman de Geffenya, que hoje descansa em paz no cemitério de Juno, a cidade sagrada dos Magos. O que mais preocupa o Império, é o fato revelado sobre os “Nove Duques do Inferno”. Seres malignos com poderes catastróficos, nunca antes vistos por qualquer forma de vida em Geffenya. O império também tem suas crenças, além dos deuses que vivem em paz na terra, existe um nome que incentiva a todos continuar lutando. Yahweh, também chamado de Altíssimo, Pai Celestial, Deus adormecido, Reluzente, Lumi¬noso, Criador. É o Deus supremo do universo, adormecido por milênios incontáveis e nunca antes visto. A crença de todos em Geffenya, por esse Deus, é indiscutivel. Os moradores ainda contam história sobre Yahweh para seus filhos e a cada geração o Supremo Deus continua vivo na história do continente esquecido. Os fatos que revelo a vocês, seram de importância crucial em suas aventuras pelo mundo de Geffenya, porém já era hora de voltar a Lorena e Lavi, Certo?
Montados em seus cavalos, indo em direção a Einbroch silenciosamente, Lavi lutava contra seu gênio curioso para não começar a indagar questões à Lorena que ficaria irritada com a mania do garoto, mas ele já havia suportado tempo demais.
- Porque você veio?
- Não é da sua conta.
- Tch... Custa falar?
- Lavi, preste muita atenção. A droga da pedra que você perdeu é o sopro da inocência, você sabe muito bem que talvez seja a “innocence” mais poderosa existente, já que você é usuário de “Innocence”.
- Eu sei muito bem quais são as propriedades do Sopro da Inocência...

As ultimas palavras de Lavi saíram com dor de seus lábios, pois ele sabia que a perda daquela pedra era algo que seria significativo na futura guerra. O soldado do Inferno que se tornar usuário do Sopro da Inocência terá um poder de magnitudes inimagináveis.
- Lorena...
- O quê?
- A guerra pode ser antecipada graças a minha perda.
- É tarde para se lamentar, Lavi. O que devemos fazer agora é treinar e melhorar nossas defesas, a batalha já é inevitável.

Lavi deu um solavanco em Loyd, aumentando a velocidade do galope. Abaixou a cabeça e permaneceu enterrado em seus pensamentos.
“Se eu não fosse tão ingênuo, não teria colocado a vida de Lorena em risco por mim. E agora? Sem o sopro da inocência o Império perde muita força e já que o espectro o adquiriu, o Inferno ganha uma força descomunal.”
Antes que Lavi notasse, Lorena também havia aumentando sua velocidade e estava ao seu lado. Ela sorriu, olhando nos olhos dele e levantando a cabeça dele com o dedo indicador de sua mão esquerda, segurando as rédeas de sua égua negra com a direita.
- Você foi incrível contra aqueles soldados zumbis.
Lavi não a respondeu, apenas forçou um sorriso de lado e continuou a cavalgar. Ambos podiam não demonstrar, mas se gostavam. Mesmo que desejassem não poderiam ficar junto, o dever de Lavi como um exorcista era viajar por toda a Geffenya constantemente, enquanto Lorena tinha que proteger o Império de possíveis ataques por ser uma Avatar. As circunstâncias permitiam um amor sem toques, apenas por olhares rápidos e singelas carícias. O fato dela ter saído do Império para salvar Lavi, era uma excessão feita por Maya, sua deusa “progenitora”. Já estavam se aproximando do corrégo Linpet quando Lavi conseguiu avistar a capital de Geffenya, onde se localizava o Império, A cidade de Aço, Einbroch. Ele deu a mão para Lorena e acariciou a dela com o polegar, brevemente. Ao soltá-la, sorriu dessa vez de maneira sincera. Ele sabia que não adiantava se lamentar mais pela perda desse dia, o que devia fazer era se preparar para suas próximas missões antes que o ponto de ebulição que causaria a guerra fosse atingido. Em frente aos portões da cidade, o soldado que cuidava da entrada principal o abriu.
- Bem vindo de volta Lavi, srta. Lorena.
Disse ele em um tom de voz formal. Quando o portão forá aberto, se revelou uma cidade de incríveis propriedades e riquezas. Era completamente feita de um aço relevante, que continha um brilho único. Cavalgaram para dentro dela, lentamente sem pressa alguma. Podiam avistar nos campos de treino, soldados lutando incansavelmente. Mais alguns galopes foram o suficiente para adentrarem os estábulos e deixarem os cavalos aos cuidados de Brom, o professor de equitação de Einbroch.
- Vejo você depois.
- Ahn, até.

Após dizer as primeiras palavras citadas, Lorena seguiu pela direção contrária a que Lavi iria, sem escutar as palavras dele. Dois passos lentos, o bastante para William enxergá-lo e pular em cima dele, dando um soco estrondoso no braço dele.
- MANO!
Os olhos de Will brilhavam a gritar essas palavras e Lavi tentava se esvair das “carícias” do amigo.
- Também senti sua falta, William.
As palavras saíram com dificuldade dos lábios de Lavi, pois Will estava em cima dele e o garoto não era tão leve assim. Will se levantou quando percebeu que o General se aproximava dos dois. Fez uma reverência formal a ele. Lavi deu um salto, se colocando de pé e fazendo uma reverência semelhante a de Will. General Sokaro, comandante dos exorcistas, olhava para Lavi com reprovação.
- Então o sopro da inocência está nas mãos do Inferno. Ótimo isso, não é Lavi?
- Desculpe-me, General...
- Você se desculpa demais, Lavi. Porém nunca cumpre as missões que lhe são dadas. De todos os exorcistas de Geffenya, você é o que mais depositamos confiância e você entrega o trunfo aos nossos inimigos?

Will olhou para Lavi, seus olhos transmitiam pena do amigo que era humilhado pelo General, mas Lavi permaneceu calado com os olhos fechados, enquanto o General disparava as palavras como bombas por cima do rapaz.

E no inferno...
Tudo negro, um cheiro de morte pairava pelo ar, tornando aquele local mais sombrio do que devia ser. Uma sombra atravessou a linha de luz que dava ao local um ar mais sinistro e se revelou ser o espectro por sua voz lâminosa que disparou contra um grande trono, onde um ser desconhecido estava sentado. Sua silhueta revelava um ser de portes magnifícos e sombrios.
- O Sopro da Inocência é nosso, meu Lord.
- Ótimo.

A voz que aprovou as palavras do espectro era estonteante, lavada por um mal desconhecido, que causaria arrepio até em Yahweh. Podia se acreditar que aquele ser era o “Diabo”. Em sua mão esquerda, coberta por tecidos negros, estava o cabo de uma lança completamente negra, com marcas vermelho-sangue pela extensão de sua ponta de ataque. Poderia ser uma das armas contadas nas lendas, a incrível “Braço do Satan”. O espectro se ajoelhou em frente ao incrível Lord que profetizou.
- Meu primeiro Drakar em tantos anos de planejamento está para nascer. Humber, você, o primeiro da linhagem de espectros feiticeiros, eu o nomeio o Lord Drakar do inferno, encarregado de frustrar o Império e cumprir meus desejos sem hesitar.
O corpo do espectro ficou púrpura e os tecidos se rasgaram incrivelmente, revelando um corpo acinzentado e cadavérico, que em poucos segundos se tornou largo, com músculos incontáveis. Os olhos do espectro se tornaram púrpuras, brilhantes como um cristal e o mesmo ficou envolvido por uma armadura incrivelmente linda, mas sombria. A armadura era preta e púrpura, cobria todo o corpo do novo Lord Drakar. O elmo da armadura era como uma cabeça de dragão demoníaca. O Drakar se ajoelhou em frente ao dito “Diabo” que outra vez tornou a soltar sua voz demoníaca.
- Sua primeira tarefa é erguer o meu Dragão Negro e o enviar a Einbroch.
O Drakar sorriu de maneira sarcástica e sombria, reverenciando o ser supremamente maligno em sua frente e o respondeu.
- Com prazer senhor. Com sua licença.
O “Diabo” ergueu sua outra mão, liberando o Drakar que lhe deus as costas dando passos que ecoavam por todo o local. Com um ultimo sorriso ele disse com uma voz mais intensa que antes, colocando a mão sobre o cabo da espada que havia surgido com o poder do Sopro da Inocência em meio sua transformação para Drakar.
- Adeus, Einbroch.

Em Einbroch, todos realizavam suas tarefas diárias e o conselho do Império se reunia com os deuses para decidir que medidas tomar devido a perda do Sopro da Inocência. Lavi se dirigia a Lophertyn, a cidade abandonada. Era um local um tanto perigoso, mas por conhecer os poderes de Lavi, os monstros não ousavam se aproximar dele por medo de perder suas vidas inutilmente. Esperavam caças mais fáceis, como crianças e mulheres. A intenção de Lavi naquele local, era ficar sozinho por um tempo indeterminado e pensar nas besteiras que fez, mas ele sabia que aquilo não duraria muito tempo. A próxima missão dele seria em poucas horas e o nervosismo da perda sobre a pedra não o deixava em paz. O artefato que agora era usado pelo primeiro Drakar que passou a existir nesse dia de perdas.
“Eu não quero que nada de mal aconteça a Geffenya. Porque o Inferno tem que existir? Porque o mal existe? Porque eu existo? Eu realmente só... só... só queria que o mundo fosse pacífico, a Lorena gostasse de mim como eu gosto dela e tivéssemos uma vida normal.”
Poucos minutos depois, anoiteceu. Lavi estava quase cochilando, quando ouviu o barulho de uma estrondosa explosão vinda de Einbroch e gritos incessantes. Agarrou seu pequeno martelo e correu em direção a cidade.




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Re: "Midnight Orchestra" [Vol. 1: A batalha de Geffenya]

Mensagem por Arya Eldamon em Qua Jun 22, 2011 12:17 am

AMOOOOOOOOOOOOOOOOOOOR, TÁ PERFEITA MEU ANJO S2 <3
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Re: "Midnight Orchestra" [Vol. 1: A batalha de Geffenya]

Mensagem por Arya Eldamon em Dom Jul 17, 2011 10:13 am

Cof, acho que tem alguém esquecendo de algo. ¬¬"
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Re: "Midnight Orchestra" [Vol. 1: A batalha de Geffenya]

Mensagem por Richard D. Erik em Dom Jul 17, 2011 11:03 pm

Olha, estou pasmo. Por dois motivos:

1 - É uma fic surpreendentemente "original", apesar dos variados aspactos reditados de outras histórias. Digo original pois o modo em que ela é conduzida faz o leitor grudar na tela.

2 - Essa sua fic de sonhos e ideias em miscelânia me trouxe a tona uma antiga criação minha, bem diferente em varios aspectos, mas semelhante em outros. Um dia posto aqui no fórum.

Sem nada mais a acrescentar, peço somente que ande rapido com esse segundo capítulo.


- O Cavaleiro Negro
O Revolucionário -


And in this labyrinth where night is blind,
The Phantom of the Opera is there
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Re: "Midnight Orchestra" [Vol. 1: A batalha de Geffenya]

Mensagem por Perséfone em Seg Jul 18, 2011 7:11 pm

Sem dúvidas, tá muito perfeita, muito mesmo amor .






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Re: "Midnight Orchestra" [Vol. 1: A batalha de Geffenya]

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