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Chalé dos Filhos de Íris

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Chalé dos Filhos de Íris

Mensagem por Íris em Ter Jul 12, 2011 8:13 pm

O chalé de Íris é grande, comparado ao dos deuses menores.O lado de fora, branco, posicionado estrategicamente para que os raios da manhã e do fim da tarde formem um efeito ilusório de arco-íris, fazendo-o brilhar levemente com as sete cores que representam a deusa Íris.
Nas maçanetas arcos coloridos que giram e se abrem magicamente, ao menor toque da mão.
O interior é espaçoso, as camas estão dispostas nos cantos, cada uma com sua área individual de estudo, uma escrivaninha com cadeira.
Ao olhar para cima, é possível observar um mezanino, com uma pequena biblioteca e uma área recreativa, com minigolf, e jogos dispostos em mezinhas.
As camas são divididas por cortinas, e desde as paredes, os lençóis e cortinas, até o chão, são em degradê, sendo a parte mais da frente, da cor vermelha, passando por todas as cores do arco-íris, até chegar ao fundo cor de anil, criando um clima descontraído e moderno ao chalé da deusa do arco-íris.
Na escrivaninha de cada uma das camas, há um encantamente, e quando um novato senta na cadeira, automaticamente aparece uma mensagem-de-Íris a sua frente, e a própria deusa Íris dá as boas-vindas ao seu filho(a).

Olá Filho(a), como está?
Fico feliz que tenha chegado ao acampamento, como você deve saber agora, muitos não tem a sua sorte.
Criança, eu sei que para você não deve ser fácil ser um semi-deus, e sei também que você não pediu nada disso.
O que eu gostaria que você soubesse é que o fato de nunca termos nos encontrado era para sua própria segurança, mas que eu nunca deixei de observá-lo.Os seus primeiros passos, cada um deles, eu estava lá.Eu gostaria de ser mais presente, mas também gostaria de que entendesse que a minha vida como deusa não é fácil.São tempos difíceis, mas eu nunca me esqueço dos meus pimpolhos.
Enfim, quero que saiba que eu vou sempre me orgulhar de você, mesmo que você falhe, o que fraqueje, por que amor de mãe é incondicional.E, acredite, eu o conheço o suficiente para saber que não importa a dificuldade, você não vai desistir.
E quando sentir minha falta, olhe para o mar, olhe a luz do sol, eu estou com você, sempre, mesmo que em pensamento.
Agora eu preciso me despedir, mas não posso deixar de dizer, que eu o amo muito, e quero que você compartilhe tudo comigo, desde as tristezas e também os momentos felizes.
Eu amo você meu filho(a).
Com carinho, mamãe.

E a mensagem se desfaz no ar.No final da mensagem a deusa mostrava um semblante muito emocionado, com lágrimas douradas nos olhos, e a voz embargada, demonstrando todo o amor que ela realmente sente pelos seus filhos e que por muitos anos não pode se manifestar.
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Re: Chalé dos Filhos de Íris

Mensagem por Convidad em Ter Jul 12, 2011 8:26 pm

Eu mal podia acreditar que aquilo havia acontecido.

Quer dizer, eu sempre fora reservada, sem muitos amigos e praticamente sem família, mas ser uma semideusa fez uma reviravolta ainda maior na minha vida. Já fazia bastante tempo desde minha chegada no Acampamento, eu não conhecia ninguém, fora Quíron e outros campistas que eu falava "oi" e "bom dia".

Honestamente, eu estava desanimando e achando que meu progenitor divino não se importava comigo o suficiente para que se desse conta de me reclamar. O chalé de Hermes era desconfortável e mesmo com tanta gente, eu me sentia pouco a vontade.

Poderia ser psicológico por causa de minha "revolta" e o anseio de saber quem havia me colocado no mundo ou cooperado para isso. Eu poderia ter pensado em qualquer deus, mas Íris não foi uma surpresa.

Digo, foi sim uma surpresa, e uma das melhores. Eu sempre admirara o arco-íris e sabia de alguma forma, eu estava magicamente conectada a ele. Me retirei com minhas coisas do chalé onze e vi o de Íris. Aparentemente, era perfeito. Não precisei tocar a maçaneta para entrar, a porta simplesmente obedeceu a minha vontade.

Por dentro, era melhor ainda. Estava vazio, eu era a primeira campista a chegar naquele belíssimo lugar e me sentia honrada do mesmo. Fui procurando um lugar para sentar ou descansar e tentar acalmar as emoções quando uma mulher incrivelmente linda apareceu na minha frente. Na verdade, era, infelizmente, apenas uma ilusão de que minha mãe estava alí. Quando ela se foi, uma lágrima caiu, mas eu rapidamente a enchuguei e suspirei.

- Obrigada, mãe. - Disse silenciosamente, enquanto um sorriso percorria pelos meus lábios. - Muito obrigada por tudo.


Última edição por Emily L. Roseweet em Seg Jul 18, 2011 6:19 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Chalé dos Filhos de Íris

Mensagem por Kimberly Ferlito em Qua Jul 13, 2011 7:09 pm

No momento que o pequeno arco-iris brilho acima da minha cabeça, eu não pude conter as lágrimas. Elas escorreram pelo meu rosto sem me perguntar se eu as deixava passar. Quanta falta de educação das minhas lágrimas, eu hein. Mas, eu estava feliz demais para ficar com raiva delas. Puxa, eu havia acabado de descobrir que era filha de Íris, a deusa do arco-iris, a deusa daquele fenômeno que eu passava horas e horas admirando sentada a beira do mar.

Também não pude conter um sorriso. E este... Bem, com este eu não tinha problemas, sorrir para mim era um hobbie. Eu não esperava ser uma semideusa, mas quando descobri não havia sido um momento muito bom. Parece que coisas ruins demais para uma garota de quinze anos começaram a acontecer. E ainda havia minha irmã gêmea - Alice. Ela provavelmente já devia ter sido reclamada, mas eu não tinha como saber já que não estava ao lado dela. Ela havia sido levada a enfermaria e não me deixavam vê-la de forma alguma. Eu sentia tanto a sua falta, que era quase impossível explicar.

Arrumei minhas coisas no desconfortável chalé de Hermes e fui caminhando até o chalé da minha mãe. E, bem... Ele era simplesmente P-E-R-F-E-I-T-O. Que Afrodite me desculpasse, mas o chalé da minha mãe dava de dez a zero no dela. Apesar da simplicidade do branco, a porta se abriu sem que eu precisasse tocá-la. E isso era uma coisa que tenho certeza que somente minha mãe havia feito. Por dentro, era ainda mais perfeito, se é que era possível. As camas separadas por cortinas que continham todas as cores do arco-íris. Realmente, minha mãe sabia deixar as coisas modernas.

Entrei lentamente, para poder tomar nota de tudo mentalmente. Deixar gravado todos os pequenos detalhes do meu chalé, da minha casa, do meu lar. Sim, meu lar. Eu havia acabado de entrar, mas eu me sentia tão bem quanto em qualquer outro lugar. Era lá que eu me sentia próxima a minha mãe, era lá onde eu podia sentir que ela me protegia de todos os males que o mundo lá fora poderia me oferecer. Era lá onde eu sabia e tinha certeza que ela realmente me amava.

Deixei minha mochila ao lado de uma das camas vazias, e olhei para a outra garota que só então eu havia notado. Sorri para ela - ok, eu não me canso de sorrir, na verdade eu sorri o tempo inteiro até chegar no chalé e lá eu continuava sorrindo. Sentei-me na cadeira da escrivanhinha que ficava ao lado da cama que eu havia escolhido e para minha total surpresa, uma mulher, uma bela mulher apareceu. Na mesma hora eu me dei conta de que aquela era minha mãe. Aquela era Íris, a mulher deusa que havia me dado a vida. Ouvi com atenção suas palavras, e deixei que elas me levassem para perto dela. E quando ela terminou, e seu rosto emocionado, com lágrimas douradas escorrendo pelo mesmo, não me contive mais uma vez. Deixei de livre e espontânea vontade que elas escorressem por meu rosto.

- Obrigada, mãe. - falei baixinho, para que somente eu pudesse ouvir. - Eu te amo mais que a minha própria vida!



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Re: Chalé dos Filhos de Íris

Mensagem por Alastor J. Tyrannir em Seg Jul 18, 2011 4:20 pm



'O Primeiro Contato'

'Era manhã... por sinal uma manhã bem ensolarada e radiante. Alastor havia acabado de chegar no acampamento-meio sangue e não estava habituado a nada. Na verdade fugira as pressas de New York para aquele local. A única informação que lhe fora dado, foi que ele era filho de Íris a mensageira dos deuses e deusa do arco-íris e, aparentemente uma deusa alto astral. Quando ele chegou ao acampamento, fora apresentado aos professores e levado por um sátiro até o chalé do qual ele pertencia, o "Chalé de Íris".

Logo na porta já havia uma grande parede branca que, com os raios da manhã se iluminava em diversas cores: Vermelho - Laranja - Amarelo - Verde - Azul - Anil; Ou seja, logo de entrada o chalé já se apresentava bastante chamativo. Quando Alastor então, após ficar boquiaberto com o local, se moveu em direção a maçaneta para abrir a porta a mesma se revelou um arco todo colorido que com o toque do garoto se abriu rapidamente revelando quase um "outro mundo bom".

'O local era grande... muito grande em relação aos outros chalés menores. Ele andou devagar observando cada ponto de cor, cada cômodo e móvel. Naquele momento não havia ninguém ali dentro, certamente estavam tomando café. Alastor então, procurou devagar o local com o seu nome e lá, no centro, entre o fundo e a entrada estava um espaço dedicado a ele. Havia uma cama, uma escrivaninha para estudos e pesquisas e uma cadeira para tal. Ele colocou sua mochila sobre a mesa e decidiu se sentar um pouco.

Quando se sentou, no entanto, a escrivaninha brilhou e a imagem própria de sua mãe aparecera a sua frente. Consequentemente, o móvel parara de brilhar e apenas a imagem continuava. Aos poucos, Íris iria dizendo palavras de toque profundo a Alastor, que em certo momento começou a derramar uma ou duas lágrimas entendendo sua verdadeira história. Mesmo sendo uma mensagem encantada, parecia difícil a Íris dizer aquelas palavras sabendo que seu filho estaria lendo e ela não poderia estar presente. E fim... quando o recado acabou os olhos de Íris estavam molhados de lágrimas e seu semblante emocionado... a mensagem se desfez no ar e Alastor se jogou na cama para pensar.

Conforme pensava, mais lágrimas caíam dos olhos do jovem garoto que de uma hora para outra descobrira que sua mãe era uma deusa e que não havia lhe abandonado de verdade como fora dito... descobrira também que ele era um semi-deus e de um modo ou de outro estava destinado junto a outros a salvar o mundo e que agora ele detinha poderes sobre-humanos. Certamente uma "barra pesada" a uma pessoa. Sendo assim, Alastor enxugou os olhos sobre a toalha colorida no banheiro, trocou sua blusa e partiu agora com um sorriso "meio forçado", para não demonstrar sua tristeza, em direção ao refeitório para tomar seu café da manhã.

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Chalé de Íris

Mensagem por Manuella B. Lunios em Seg Jul 18, 2011 5:44 pm

Olá, meu nome é Brittany Black Lunios, tenho 15 anos e bem, não sei como dizer, simplesmente sou filha da deusa que eu mais admiro. Não, isso não é puxa saco, nem nada parecido! Desde meus cinco anos eu e meu pai assistiamos vários filmes de mitologia grega, líamos várias revistas e livros a respeito. Meu pai me levava ao parque todo dia de sol, e ele rezava toda vez para que aparecesse um arco-íris. Bem, eu sempre amei o arco-íris, podia ficar pelo resto da minha vida observando um, mas eu não entendia o por quê de meu pai ser tão obsecado por um. Um dia ele me disse que tudo ia ter sentindo quando eu fosse para um acampamento. Ele me disse que lá eu saberia mais da minha mãe, e o que ela tem a ver com o arco-íris e com nosso fascínio sobre ele.

Bem, eu simplesmente corri até meu quarto e fiz as malas. Eu amava meu pai, mas apesar de me sentir um pouco abandonada por minha mãe, eu desejava ardentemente saber um pouco sobre ela. Meu pai ficou feliz com minha vontade de conhecê-la, e disse que quando nos encontrarmos e eu já souber de tudo, poderíamos sentar e falar melhor a respeito. Dei um abraço nele e corri até a caminhonete azul florescente de meu pai, nem me pergunte!, e ele me levou até o acampamento. No caminho ele me falou umas coisas bem estranhas. Me disse que eu era filha de uma deusa muito especial, que ela fazia parte da mitologia grega, foi por isso que ele quis que eu soubesse muito sobre isso. Não fiquei braba nem chateada. Eu sempre quis fazer parte desse mito tão fascinante! Bom, agora sei que não é um mito! Vou sorrindo até o acampamento chegar. Me despeço de meu pai com lágrimas nos olhos, e nesse momento surge um arco-íris no céu. Esse era diferente dos outros, nessa hora me senti parte dele. Eu o olhei me soltando do abraço de meu pai. Nesse momento eu tive certeza de minha maternidade. Eu sempre me senti atraída por arco-íris, me sentia... Uma filha ! É, foi assim que descobri, Íris é a deusa do arco-íris. Tudo se encaixava, um arco-íris sempre aparecia em momentos especiais de minha vida. Sorri para meu pai, ele deu um sorriso de volta e entrei no acampamento.

Fiquei feliz por não precisar ficar no chalé de Hermes, na verdade, eu havia errado o caminho e parado em frente, mas pensei : " Minha mãe deve ser mais caprichosa e organizada, que nem eu" ! Sorrio quando vejo a placa " Hermes". Sigo em frente procurando o de minha mãe. Parei em um chalé bem grande e claro. Deve de ser ali, pensei. Me aproximei da porta e li a placa : " Íris". É, era ali mesmo. Sorrio levando minha mão até a maçaneta. Não preciso nem encostá-la, ela obedece a minha vontade. Em um instante, ela se abre mostrando um lindo lugar. Abro a boca de espanto, eu imaginava minha mãe caprichosa e organizada, mas isso é um luxo só! Rindo a toa entro no lugar admirando cada detalhe. Por mais pequeno que seja, eu parava para olhar, todos os quadros, os vasos, qualquer coisa.

Andei até o dormitório e fiquei surpresa. Tudo muito colorido e cheiroso. Escolhi uma cama no canto, perto de uma janela. Deixei minhas malas do lado e fui observar tudo novamente. Havia uma cortina que separava as camas, ela era bastante colorida. Parecia até meu quarto, todo colorido e alegre. Sorri ao ver uma escrivaninha ao lado. Eu adorava ler e escrever, então na mesma hora sentei-me na cadeira, ela era muito confortável. Logo em seguida, apareceu uma imagem á minha frente. Era de uma mulher muito linda! A reconheci na hora, porque meu pai tinha uma foto dela, era minha mãe. Sorri ao ver ela e ao mesmo tempo, tentei abraça-la. Meus braços passaram por ela, então percebi que era só uma imagem, mas já valia a pena. Fiquei quieta e ouvi a mensagem que ela tinha para mim. Lágrimas escorriam do meu rosto como uma cachoeira quando a vi emocionada. Quando a imagem se foi eu não me continha. Minha mãe realmente me amava, e agora sei o motivo por ela não ter sido presente na minha vida. Mas agora não me importo, tenho muito orgulho dela.

Olhei para o alto, esperando que de algum lugar ela me ouvisse.

- Mãe, onde quer que esteja, saiba que te amo e te farei sentir muito orgulho de mim! - sorrio enchugando minhas lágrimas na camisa. Deito-me na cama e leio um livro, sem conseguir prestar atenção, pois estava pensando em minha mãe.
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Re: Chalé dos Filhos de Íris

Mensagem por Éolo em Seg Jul 18, 2011 7:13 pm

Entro como uma ventanía no chalé de Íris. Apareço em minha forma humana e vou abraçar meus Enteados. Então, com uma doçura inesperada, digo:

- Olá, meus filhos! Como vão? Vim aqui prestigiar sua chgada no acampamento.


Com um estalo de dedos, faço aparecer um banquete para meus enteados e para minha amada.

- Sirvam-se!

Digo enquanto espero eles se sentarem e servirem-se.
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Re: Chalé dos Filhos de Íris

Mensagem por Convidad em Qui Jul 21, 2011 12:00 pm

Ainda estava no chalé de Hermes com os campistas indefinidos, jogado no beliche superior olhando para o teto e ouvindo músicas em meu MP4, ainda estava tudo confuso em minha mente, de como eu fui parar naquele lugar assombroso tão rápido, de como meu pai poderia ter me deixado ali sem ao menos me dizer o que estava acontecendo e principalmente quem seria minha mãe Olimpiana. A única coisa que eu queria naquele momento era voltar para minha casa junto com meu pai, ter mais um dia daqueles que agente vai para o jardim jogar baseball e tomar sorvete. Mas ao invés de ter um taco de baseball eu tinha uma espada afiada para matar monstros, invés de ter uma bola de baseball eu tinha um escudo para tentar salvar a minha vida dos ataques dos monstros.
Os meus pensamentos foram interrompidos quando no teto do chalé de Hermes eu pude notar algumas listras se formando, retirei meus fones de ouvido e forcei um pouco a vista tentando descobrir o que era aquilo, olhei para os lados e vi que um garoto também estava vendo aquilo no teto, de repente o teto começou a ter um brilho tão forte que todos que estavam no chalé tamparam os olhos, pareciam estar ficando cegos, mas aquilo não estava me incomodado nem um pouco, para mim aquele arco-íris que estava se fazendo no teto era só mais um arco iris.
Assim que a luz diminui os outros campistas começaram a andar de um lado para o outro feito bêbados, batendo na cama e se jogando um em cima do outro, eles estavam falando algumas coisas em grego antigo e apontavam para mim furiosos. Sem saber o que estava acontecendo eu saltei da minha cama pegando meu arco e minhas flechas e fui correndo para Casa Grande, contei para Quíron o que tinha acontecido no chalé e ele saiu trotando desesperado até uma fonte perto do chalé de Apollo, ele segurava uma daquelas coisinhas douradas que eu ja tinha visto antes, ele jogou dentro da água e uma névoa subiu o lugar, aquilo não tinha me assustado tanto quanto da primeira vez, mas confesso que ainda me dava arrepio, Quíron então disse em alto e bom som:

Deus Iris, aceite minha oferenda... Iris, Olimpo

Logo apareceu a imagem de uma linda mulher na névoa, ela olhou diretamente para mim e deu um sorriso bastante branco que quase cegou o pobre centauro, ela apenas concordou sobre eu ser filho dela e disse que tinha presentes me esperando em meu chalé e que ela estava muito ocupada, a névoa se desfez antes mesmo deu dizer que a amo.

Depois disso Quíron me colocou em suas costas de cavalo e me levou até um chalé enorme e branco, ele disse que aquele era meu novo lar, eu entrei no chalé um pouco nervoso e segurando meu arco e minhas flechas abraçadas ao meu corpo. Estava com medo de fazer alguma coisa brilhar de novo e as pessoas ficarem nervosas comigo, mas a minha surpresa foi ver que o chalé estava todo brilhando bem forte, tão forte que o centauro nem se atreveu a entrar, dei um sorriso enorme ao ver que não era o único no chalé, me dirigi para uma cama e peguei uma espada e um escudo que havia ali, era o presente de minha mãe. Olhei para os meus prováveis irmãos e lhes disse sentando na cama e sorrindo:

- Anh... Oi... Vocês são meus irmãos?...

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Re: Chalé dos Filhos de Íris

Mensagem por Jennifer Mac Coly em Qua Jul 27, 2011 1:03 pm

Cheguei meio molhada apos estar no lago eu v meus irmaos coloquei minha bolça e minahs coisas la e fui cumprimentar meus irmaos passei por varios ate quew vi eolo fiz uma reverencia e me sentei no banquete...

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Re: Chalé dos Filhos de Íris

Mensagem por Kobe C. Hofferson em Qua Jul 27, 2011 5:01 pm

Entra no chalé de sua mãe, Íris a deusa do Arco-íris, era simplesmente um dos maiores e mais belos chalés de todo o acampamento, eu estava em palavras

Era um lindo chalé, tinha salões de jogos, cada cama havia uma escrivaninha , eu jogo minha mochila em uma cama sobrando e sento na cadeira de minha escrivaninha e vejo uma mensagem, eu fico emocionado, pois era boas vindas para mim, minha mãe era simplesmente demais

E então eu digo

- Obrigado mãe, eu te amo


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Re: Chalé dos Filhos de Íris

Mensagem por Convidad em Sex Ago 05, 2011 12:08 am

Depois de recolher meus pouquíssimos pertences, caminhei até o chalé de Íris. Eu finalmente fora reclamado, e estava radiante com aquilo. Não que minha vida fosse sempre fácil e feliz, afinal eu era um semideus, e nada mais era seguro para mim exceto ficar no Acampamento. Inicialmente, o chalé de Íris era uma casinha normal, branca. Mas conforme a luz do sol a atingia, as sete cores do arco-íris surgiam, pois fora posto estrategicamente. Nada mais engenhoso, pensei comigo mesmo.
Ao tocar a maçaneta, soltei uma exclamação de surpresa. A porta se abriu, magicamente, revelando o lugar mais lindo e com absoluta certeza confortável que eu já vira.
Ao canto do chalé, haviam várias camas, com áreas de estudo individuais. Meus olhos brilharam ao ver aquilo, pois no chalé de Hermes eu não tinha espaço nem para deitar. O chão, as paredes e as cortinas eram pintados em um degradê com as sete cores do arco-íris. Escolhi uma cama disposta em cima da cor violeta e deixei minhas coisas ali. Olhei em volta do chalé e percebi que não estava sozinho. Sorri para todos no chalé e fui até minha escrivaninha. Outro susto.
Quando sentei na cadeira, uma mensagem de Íris surgiu em minha frente e pude perceber que era minha própria mãe que falava comigo...


Minutos se passaram após eu ter assistido a mensagem de minha mãe. Eu estava parado, sem dizer uma única palavra. Na verdade, nada saía de minha garganta engrolada. Eu finalmente tinha uma mãe, e ela com toda certeza me amava, o que eu não sabia até ali. Eu... eu também a amava, e não pude deixar de agradecê-la mentalmente antes de deitar e dormir, secando uma lágrima impertinente que tentava escorregar pelo meu rosto.

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Re: Chalé dos Filhos de Íris

Mensagem por Alice Ferlito em Ter Ago 09, 2011 9:05 am

Entro no chalé tensa, quando entro pulo nas costas de Kibe e digo:
__ Vamo visita a Ash?
E durmo na mesma hora



[b]Alice Ferlito, filha de Íris, a Deusa do Arco Íris õ/

Bem vindos á minha vida (a que poderão ou não conhecer)
Vermelho: Amor
Amarelo: Calor
Laranja: Fogo
Verde: Juventude
Azul: Paz e mar
Anil (Violeta) Intuiçao
Reze para não conhecer meus 6 sentidos do Arco Íris õ/
[/b]
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Re: Chalé dos Filhos de Íris

Mensagem por Matthews Mazaky em Sex Ago 19, 2011 9:22 am

Matthews cuidadosamente entra e deixa suas sandálias do lado de fora do chalé, dirigi-se á um quarto e arruma sua mochila, deleita-se sobre a cama e medita em tudo aquilo que havia conseguido desde o Japão até agora, estava muito confuso sobre tudo, mas ao mesmo tempo se sentia completo em relação a si mesmo. Nunca poderia imaginar que seria filho de Íris, a deusa do arco-íris, mas de certa forma isso começou a fazer sentido, todas as batalhas que ele havia travado sobre a luz do sol após a chuva e a demonstração do arco-íris o fortaleciam e ele não sabia explicar o por que, mas agora tudo estava explicado, mesmo com trinta e cinco anos ele ainda tinha uma mãe, uma deusa, extremamente linda, extravagante, delicada, sensível, gentil e muito coruja pelo visto.

"Eis que tempos escuros assombram nossas vidas, e quando tudo parece perdido, nossas almas se perdem no sombrio lado da solidão e nos entregamos á tudo aquilo que não cremos, perdemos nossos valores, desistimos de tudo que aprendemos e nos submetemos ao prazer carnal e banal, transformamos nosso ser em uma casca vazia, vendemos nossa força, comercializamos nosso caratér, mas tudo não passa de mera ilusão, uma falsa felicidade que passamos, para aliviar a pressão de nossa personalidade, fazemos de nossa vida espelhos que não mais refletem nossa imagem, mas sim a imagem de outros que acreditamos ser melhor que nós, mas o mundo pode sempre sorrir para nós se não nos deixarmos levar, se com nossas forças ao invés de cair, usarmos o tropeço como uma cambalhota em direção ao futuro, podemos sempre voltar a ficar de pé, pois a liberdade que recebemos não nos desvia para o mal, mas sim para a conquista do bem, nossa própria vida é a chave para o dom que podemos exercer chamado; felicidade. Pois a luta é constante, mas o resultado depende do quanto nos empenhamos em relação á tudo: vida ou morte, sorte ou azar, destino ou coincidência, amor ou ódio, alegria ou tristeza. Tudo tem seu papel e cada um é extremamente fundamental para desempenharmos nossas capacidades como seres vivos... Pois já dizia um grande sábio: Para morrer basta estar vivo, mas para ser feliz, só basta isso também. A vida sempre guardará inúmeras surpresas para nós enquanto estivermos na luta para sermos felizes, para sermos capazes sempre de algo mais, o segredo é nunca cansar-se de ter para o que ou para quem lutar... Assim como o arco-íris que é o selinho de união entre o sol e a chuva, fazendo as pazes após uma disputinha de domínio... Ou como o oceano que são lágrimas das nuvens com saudade da terra ao partir... Ou o sol que toda manhã cumpre seu papel de iluminar nossos passos, para fugirmos da deprimente escuridão... E a lua que é nossa guardiã na vasta noite, enquanto repousamos em nossas camas... Tudo na vida tem seu propósito e nada nem ninguém jamais deixarão de estar onde deveriam estar... Pois... A vida... É uma maravilha... "- pensava Matthews enquanto olhava o teto.

Matthews senta-se sobre a cama do quarto que havia selecionado, coloca alguns portas-retratos na mesa de cabeceira, com fotos do pai que havia morrido assassinado, que o mesmo havia pego da casa que havia ido, observa a foto por um tempo e começa a arrumar as roupas dentro do armário, não tinha muita coisa, ajeita a katana longa dentro do mesmo e se dirige para o vestiário para tomar um banho, tira seu kimono e relaxa debaixo do chuveiro, ergue sua cabeça para cima sentindo as gotas escorrerem por seu rosto, nesse momento cenas horrivéis passam por sua mente de pessoas que matou, sangue que esguichou em sua face, mas Matthews abre um enorme sorriso.

-Passado... Tudo passado... Algo me preocuparei com o presente, e construirei um novo futuro para mim...

Termina seu banho de precisos quinze minutos, enxugasse com uma toalha que encontrará dentro do armário, veste sua calça de treino marcial e amarra bandagens sobre suas mÃos e ante-braço e vai em direçÃo ao jardim posiciona-se em posição centro-lateral e respira fundo, ergue seus punhos para frente, gira a perna esquerda para um lado e a direita para trás e começa a deslizar pela grama como se estivesse de patins, uma leve pressão atmosférica é criada em volta de Matthews, influenciando seu lado SEI e DOU das artes marciais, uma enorme brisa passa por ele, o mesmo respira fundo e acelera seus movimentos em contração ao vento, após umas horas se exercitando, volta até seu armário e pega alguns pesos de braços, pernas, tronco e pescoço e os coloca, respira mais uma vez fundo e treina, acelerando seus movimentos a cada dez minutos contados biológicamente.

-Trilharei o Katsujin-ken... E protegerei todos os meus irmãos e irmãs... E jamais deixarei que blasfemem o nome de minha mÃe...


Após longas horas de treinamento retira-se e segue em direção para onde havia pessoas.


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Matthews Mazaky

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Re: Chalé dos Filhos de Íris

Mensagem por Convidad em Seg Set 05, 2011 6:05 pm

Acabei de entrar em um chalé maravilhoso, totalmente branco e brilhante. Íris. Fazia todo o sentido para mim. Entrei apressadamente no chalé e me dirigi para uma cama vazia. Coloquei minha mochila, meu arco e minha aljava em cima e fui ao banheiro lavar o rosto.



Me olhei no espelho. Quantas vezes eu achara que tinha algo errado comigo?
"Errado são os outros, meros mortais...''



Troquei de roupa, colocando uma jaqueta preta, calça jeans e all-star vermelho. Saí do chalé encostando a porta.

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Re: Chalé dos Filhos de Íris

Mensagem por Matthews Mazaky em Seg Set 05, 2011 7:09 pm

Vejo Luna observando tudo e sorrio.

-Sei que parece tudo muito bonito, mas não achas que falta algo...

Diz Mazaky, lavando seu quimono em um tanque que havia ali.

-Prazer, Matthews Mazaky e creio que somos irmãos...

Mazaky estende a mão e a comprimenta com calma, depois volta a lavar seu quimono, coça um pouco a barba e coloca um pedaço de capim na boca, como um verdadeiro caipira.

-Irei preparar umas sobremesas depois, se quiser ser minha experimentadora, eu agradeceria...

Mazaku estende o quimono no varal e se joga na grama, relaxando.


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Re: Chalé dos Filhos de Íris

Mensagem por Convidad em Ter Set 06, 2011 8:03 pm

Assim que eu estava saindo, um homem se aproxima de mim. Ele está lavando um quimono.

-Sei que parece tudo muito bonito, mas não achas que falta algo...

Eu inclino a cabeça e olho em seus olhos.

- Não sei se falta algo... No momento estão sobrando coisas em minha vida. – Digo sorrindo para ele. Ele estende a mão.

-Prazer, Matthews Mazaky e creio que somos irmãos...

- Luna Fox, prazer, irmão.


Cumprimento-o com curiosidade, juntando as mãos e me inclinando. Ele era o primeiro irmão que eu conhecia. Quantos haveriam de ter?

-Irei preparar umas sobremesas depois, se quiser ser minha experimentadora, eu agradeceria...


- Claro – sorrio. – Só vou dar uma volta, sabe como é, conhecer o Acampamento... Volto depois!
Acenando para ele, me retiro em direção à praia.

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Re: Chalé dos Filhos de Íris

Mensagem por Matthews Mazaky em Qui Set 08, 2011 10:22 am

Matthews permanece em silêncio enquanto a vê sair.

-...

Matthews levanta-se e dirige-se para dentro, pega uma camisa de malha branca em forma de regata, veste sua calça de academia e segue em direção ao seu quarto, onde treinaria, como sempre.

-... Me sinto um tanto perdido... Onde estará meu amor?

Matthews chega em seu quarto e abaixa-se para pegar algumas coisas de baixo de sua cama, como corda, pesos comuns, pesos longos e outros equipamentos para malhar, o mesmo arrasta a cama colocando-a em um canto e faz o mesmo com o armário e então começa uma série de exercícios costumeiros de seu próprio treinamento, após três olhas malhando Matthews estica-se no chão, pega a garrafa de água e joga sobre seu corpo.

-Preciso de tempo para por minha mente no lugar.... Sinto-me vazio...

Matthews volta malhar até entrar em estado de exaustão, seus músculos bombeavam contra seu próprio corpo de tanto que ele havia força, sem poder mover permanece deitado olhando para o teto, quieto. Depois de um cochilo de uma hora, Matthews levanta-se e dirige-se ao chuveiro de seu quarto e relaxa debaixo da água quente e em seguida gelada, veste-se com sua calça de moletom e um casaco atlético e vai para a cozinha do chalé cozinhar.

-...


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Re: Chalé dos Filhos de Íris

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